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Equador

Daniel Noboa é reeleito presidente

14/04/2025

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O candidato de direita Daniel Noboa foi reeleito presidente do Equador ontem. Com 90% das atas apuradas, ele tem 55,88% dos votos, derrotando a adversária Luisa González, com 44,12%. A presidente do Conselho Nacional Eleitoral, Diana Atamaint, disse que o resultado é matematicamente irreversível. “Este evento foi histórico, esta vitória também foi histórica, uma vitória de mais de 10 pontos, uma vitória de mais de 1 milhão de votos, onde não há dúvidas de quem é o vencedor e que se baseou na perseverança, na luta, no trabalho de cada um dos membros desta equipe, desta equipe que busca este novo Equador”, afirmou Noboa. O novo mandato começará no dia 24/05. Seu 1o mandato presidencial começou em 23/11 de 2023, após vencer as eleições convocadas naquele mesmo ano para encerrar a presidência de Guillermo Lasso, que deixou o cargo após dissolver a Assembleia Nacional. A administração de Noboa foi turbulenta, marcada pelas crises de energia elétrica e segurança que atingiram o país. Durante...

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O candidato de direita Daniel Noboa foi reeleito presidente do Equador ontem. Com 90% das atas apuradas, ele tem 55,88% dos votos, derrotando a adversária Luisa González, com 44,12%. A presidente do Conselho Nacional Eleitoral, Diana Atamaint, disse que o resultado é matematicamente irreversível. “Este evento foi histórico, esta vitória também foi histórica, uma vitória de mais de 10 pontos, uma vitória de mais de 1 milhão de votos, onde não há dúvidas de quem é o vencedor e que se baseou na perseverança, na luta, no trabalho de cada um dos membros desta equipe, desta equipe que busca este novo Equador”, afirmou Noboa. O novo mandato começará no dia 24/05. Seu 1o mandato presidencial começou em 23/11 de 2023, após vencer as eleições convocadas naquele mesmo ano para encerrar a presidência de Guillermo Lasso, que deixou o cargo após dissolver a Assembleia Nacional. A administração de Noboa foi turbulenta, marcada pelas crises de energia elétrica e segurança que atingiram o país. Durante a campanha para a reeleição, ele prometeu implementar novas políticas de segurança pública, fortalecer o combate ao crime organizado e ao narcotráfico. Luisa González diz que não reconhecerá os resultados e afirmou que o Equador "vive uma ditadora e a mais grotesca fraude eleitoral da história".

Leia outras informações

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Leandro Campos pede demissão e não comanda mais o Sousa

07/01/2026

O Campeonato Paraibano já teve a primeira baixa no banco de reservas, antes mesmo da bola rolar. O técnico Leandro Campos pediu demissão e não comanda mais o Sousa, atual bicampeão estadual.

Alegou

O treinador alegou problemas pessoais ao presidente Aldeone Abrantes. O técnico teria ficado chateado com cobranças internas devido às atuações da equipe sertaneja nos amistosos de pré-temporada e entregou o cargo.

Vai ao mercado

Faltando 11 dias para o início do estadual, o Sousa agora vai ao mercado em busca de um novo profissional para comandar a equipe. Neste sábado (10), o time tem um amistoso agendado contra o Pombal, às 17h, no Estádio Pereirão.

A estreia

A estreia do Sousa no estadual será no dia 17 de janeiro, contra o Confiança-PB, às 17h, no Marizão. Em 2026, a equipe sertaneja ainda terá pela frente a Copa do Nordeste, Copa do Brasil e a Série D do Campeonato Brasileiro...

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O Campeonato Paraibano já teve a primeira baixa no banco de reservas, antes mesmo da bola rolar. O técnico Leandro Campos pediu demissão e não comanda mais o Sousa, atual bicampeão estadual.

Alegou

O treinador alegou problemas pessoais ao presidente Aldeone Abrantes. O técnico teria ficado chateado com cobranças internas devido às atuações da equipe sertaneja nos amistosos de pré-temporada e entregou o cargo.

Vai ao mercado

Faltando 11 dias para o início do estadual, o Sousa agora vai ao mercado em busca de um novo profissional para comandar a equipe. Neste sábado (10), o time tem um amistoso agendado contra o Pombal, às 17h, no Estádio Pereirão.

A estreia

A estreia do Sousa no estadual será no dia 17 de janeiro, contra o Confiança-PB, às 17h, no Marizão. Em 2026, a equipe sertaneja ainda terá pela frente a Copa do Nordeste, Copa do Brasil e a Série D do Campeonato Brasileiro.

O Poder




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Hospitais de Pernambuco entram para ranking nacional dos 100 melhores do SUS

07/01/2026

Um levantamento inédito, realizado pelo Ibross (Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde) em parceria com a Opas/OMS (Organização Pan-Americana de Saúde), aponta os 100 melhores hospitais públicos do Brasil.

O líder

O estado de São Paulo se destaca com 30% dos melhores hospitais, seguido pelo estado de Goiás, com 10% do total. Na sequência vêm Pará (7%), Santa Catarina (7%), Pernambuco (6%), Rio de Janeiro (6%), Paraná (5%), Amazonas (3%), Bahia (3%), Distrito Federal (3%), Maranhão (3%), Minas Gerais (3%), Ceará (2%), Distrito Federal (2%), Espírito Santo (2%), Mato Grosso do Sul (2%), Rio Grande do Sul (2%), Tocantins (2%), Piauí (1%), Rio Grande do Norte e Sergipe (1%).

O destaque

Pernambuco garantiu destaque em um levantamento inédito que reúne os 100 melhores hospitais públicos do Brasil, considerando exclusivamente unidades que atendem 100% pelo Sistema Único de Saúde (SUS).


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Um levantamento inédito, realizado pelo Ibross (Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde) em parceria com a Opas/OMS (Organização Pan-Americana de Saúde), aponta os 100 melhores hospitais públicos do Brasil.

O líder

O estado de São Paulo se destaca com 30% dos melhores hospitais, seguido pelo estado de Goiás, com 10% do total. Na sequência vêm Pará (7%), Santa Catarina (7%), Pernambuco (6%), Rio de Janeiro (6%), Paraná (5%), Amazonas (3%), Bahia (3%), Distrito Federal (3%), Maranhão (3%), Minas Gerais (3%), Ceará (2%), Distrito Federal (2%), Espírito Santo (2%), Mato Grosso do Sul (2%), Rio Grande do Sul (2%), Tocantins (2%), Piauí (1%), Rio Grande do Norte e Sergipe (1%).

O destaque

Pernambuco garantiu destaque em um levantamento inédito que reúne os 100 melhores hospitais públicos do Brasil, considerando exclusivamente unidades que atendem 100% pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Sete hospitais

Ao todo, sete hospitais pernambucanos integram a lista, com presenças do Recife ao Sertão, o que corresponde a 6% do ranking nacional.

Os principais

Entre os principais destaques estão o Hospital das Clínicas da UFPE e o Hospital Oswaldo Cruz, ambos localizados na capital pernambucana e reconhecidos nacionalmente pela atuação em alta complexidade, ensino, pesquisa e formação de profissionais da saúde.

Outros

Também integram a lista: Hospital Eduardo Campos da Pessoa Idosa (Recife), Hospital Dom Malan (Petrolina), Hospital João Murilo e Policlínica de Vitória (Vitória de Santo Antão), Hospital Regional Fernando Bezerra (Ouricuri) e Hospital Regional Ruy de Barros Correia (Arcoverde).

Como foi feito o levantamento

O estudo avaliou hospitais públicos federais, estaduais e municipais, desde que realizem atendimento exclusivo pelo SUS, sem qualquer tipo de convênio ou atendimento privado. Foram considerados hospitais gerais (adultos ou pediátricos) e unidades especializadas em áreas como oncologia, cardiologia, ortopedia e maternidade, todos com mais de 50 leitos e produção registrada no Sistema de Informações Hospitalares (SIH) do Ministério da Saúde entre agosto de 2024 e julho de 2025.

Iniciativa

O estudo é uma iniciativa conjunta de cinco entidades. Além do Ibross e Opas/OMS, participam o Instituto Ética Saúde, Conass (Conselho Nacional dos Secretários de Saúde) e Conasems (Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde).

Critérios

Critérios de seleção incluem acreditação hospitalar e taxas de ocupação. Também são considerados a taxa de mortalidade, disponibilidade de leitos de UTI e tempo médio de permanência.

Hospitais psiquiátricos

Hospitais psiquiátricos e unidades de longa permanência não fizeram parte da análise. Entre os critérios utilizados estão acreditação hospitalar, taxa de ocupação, taxa de mortalidade, disponibilidade de leitos de UTI, tempo médio de internação, além de indicadores de eficiência e gestão assistencial.

O Poder
Foto: Arthur Mota/Arquivo Folha




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Campinense pode disputar a Série D 2026 caso aconteçam duas desistências

07/01/2026

Com apenas o Campeonato Paraibano para disputar no curto calendário, o Campinense ainda sonha em disputar a Série D este ano. Para isso, espera pela desistência de dois clubes. Recentemente a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), divulgou  o Ranking Nacional de Clubes para 2026.
 
Os times
 
Com isso, a partir dos critérios do novo calendário da entidade, foram definidos os times que vão disputar a Série D do Campeonato Brasileiro. Na Paraíba, o Campinense ainda pode herdar uma vaga, mas isso passa pela possibilidade da desistência de duas equipes que estão acima na ordem do RNC.
 
Os pontos
 
Atualmente na 109ª posição, com 599 pontos, a Raposa está atrás de Concórdia, de Santa Catarina, e Parnahyba, do Piauí. O time piauiense foi o último clube a garantir uma vaga por meio do critério 4, que prevê a ida pelo Ranking Nacional de Clubes, herdando o lugar do Tocantinópolis, que avançou para a decisão e garantiu v...

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Com apenas o Campeonato Paraibano para disputar no curto calendário, o Campinense ainda sonha em disputar a Série D este ano. Para isso, espera pela desistência de dois clubes. Recentemente a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), divulgou  o Ranking Nacional de Clubes para 2026.
 
Os times
 
Com isso, a partir dos critérios do novo calendário da entidade, foram definidos os times que vão disputar a Série D do Campeonato Brasileiro. Na Paraíba, o Campinense ainda pode herdar uma vaga, mas isso passa pela possibilidade da desistência de duas equipes que estão acima na ordem do RNC.
 
Os pontos
 
Atualmente na 109ª posição, com 599 pontos, a Raposa está atrás de Concórdia, de Santa Catarina, e Parnahyba, do Piauí. O time piauiense foi o último clube a garantir uma vaga por meio do critério 4, que prevê a ida pelo Ranking Nacional de Clubes, herdando o lugar do Tocantinópolis, que avançou para a decisão e garantiu vaga na competição via estadual.
 
Pediu desistência
 
Um dos times que estava garantido na Série D 2026 pelo RNC era o Ivinhema, do Mato Grosso do Sul, que pediu desistência. A CBF ainda não referendou, mas o Pantanal deve ficar com a vaga. Neste cenário, se mais dois clubes desistirem, Concórdia e Campinense aparecem como candidatos à participar da competição no ano que vem, caso o critério do ranking seja utilizado.
 


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Os times da Paraíba
 
Na Paraíba, Sousa e Serra Branca garantiram suas vagas na 4ª divisão nacional a partir do Campeonato Paraibano, e o Treze foi confirmado por meio do Ranking Nacional de Clubes, ocupando a 100ª colocação.
 
96 clubes
 
A Série D vai contar com 96 clubes, distribuídos em 16 grupos com seis equipes cada. Os quatro primeiros colocados avançam à segunda fase, que passa a ser disputada em formato eliminatório, com 64 clubes. Os confrontos seguem em mata-mata até a definição dos seis times que conquistam o acesso à Série C do ano seguinte.
 
Não disputa
 
O Campinense não disputa a Série D desde 2023, quando acabou sendo eliminado ainda na primeira fase. Desde então, o Rubro-Negro ficou longe de garantir vaga na 4ª divisão nacional, tendo em vista as eliminações precoces nos estaduais de 2024 e 2025. A ausência em competições nacionais foi crucial para o clube despencar no RNC, sendo essa a sua pior posição desde a implementação do ranking, em 2013, quando foi o 59º colocado.
 


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O Paraibano

Pelo terceiro ano seguido, o Campinense comandado por Evaristo Piza, precisa chegar pelo menos na final do Campeonato Paraibano para conquistar a vaga da Série D para 2027 e garantir a volta ao Copa do Brasil e Copa do Nordeste.
 
Pré-temporada
 
Para isso, a Raposa fez uma pré-temporada considerada positiva pelo treinador.
O Campinense encerrou no último domingo (4) a agenda de amistosos da pré-temporada de olho no Campeonato Paraibano 2026. A Raposa empatou com o América-RN por 1 a 1, e Evaristo Piza conseguiu analisar o elenco antes da estreia no estadual. O técnico fez um balanço positivo dos testes do Rubro-Negro e comparou com os desafios que vai ter na competição.
 
Seis amistosos
 
A pré-temporada do Campinense iniciou no dia 17 de novembro e, desde então, a equipe disputou seis amistosos, sendo quatro vitórias, um empate e uma derrota. 
 
Os jogos
 
Ao longo da preparação, o Campinense venceu os selecionados de Massaranduba e Queimadas, o Retrô e o ABC, jogando em Campina Grande. A única derrota foi em outro amistoso contra o Elefante, no Frasqueirão, pelo placar de 1 a 0.
 
Severino Lopes
O Poder




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Trump amplia ameaças após ataque na Venezuela e mira na Groenlândia; confirma primeiras manchetes do dia

07/01/2026

Donald Trump tem intensificado suas ameaças a diversos países, especialmente na América Latina, após a recente operação militar na Venezuela. O presidente americano ampliou o tom agressivo contra as nações vizinhas e reforçou seu interesse estratégico na Groenlândia, território dinamarquês rico em recursos naturais. 
 
México
 
No caso do México, Trump afirmou que o país não tem feito o suficiente para reprimir os cartéis de drogas. Durante entrevista, ele mencionou ter oferecido ajuda militar à presidente Cláudia Sheinbaum para lidar com o problema, proposta que foi prontamente rechaçada. Sheinbaum, inclusive, criticou a operação americana na Venezuela, declarando-se contra qualquer intervenção dos Estados Unidos em países estrangeiros.
 
Colômbia e Cuba na mira
 
As tensões entre Trump e Gustavo Petro, presidente da Colômbia, também têm se intensificado significativamente. No domingo (4), enquanto comentava sobre a...

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Donald Trump tem intensificado suas ameaças a diversos países, especialmente na América Latina, após a recente operação militar na Venezuela. O presidente americano ampliou o tom agressivo contra as nações vizinhas e reforçou seu interesse estratégico na Groenlândia, território dinamarquês rico em recursos naturais. 
 
México
 
No caso do México, Trump afirmou que o país não tem feito o suficiente para reprimir os cartéis de drogas. Durante entrevista, ele mencionou ter oferecido ajuda militar à presidente Cláudia Sheinbaum para lidar com o problema, proposta que foi prontamente rechaçada. Sheinbaum, inclusive, criticou a operação americana na Venezuela, declarando-se contra qualquer intervenção dos Estados Unidos em países estrangeiros.
 
Colômbia e Cuba na mira
 
As tensões entre Trump e Gustavo Petro, presidente da Colômbia, também têm se intensificado significativamente. No domingo (4), enquanto comentava sobre a operação na Venezuela, o presidente americano usou palavras duras contra Petro, chamando-o de "homem doente que gosta de fabricar e vender cocaína aos Estados Unidos". 
 


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EUA recuam em acusar Maduro de liderar suposto Cartel de Los Soles
 
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos (EUA) recuou em acusar o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, de liderar o suposto Cartel de Los Soles.
 
Denúncia
 
A nova peça da denúncia contra o venezuelano por narcotráfico, apresentada após o sequestro de Maduro pelos EUA, excluiu a acusação feita na peça anterior, apresentada em 2020.
 
Na nova peça do Departamento de Justiça, apresentada nesta semana, o Cartel de Los Soles aparece apenas duas vezes, em citações de menor importância, sem qualquer menção à liderança de Maduro em relação ao suposto cartel.
 
 

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Defesa de Bolsonaro diz que tomará medidas legais após negativa de Moraes
 
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) classificou nesta terça-feira (6) como violação de direitos a decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes de negar a transferência do ex-mandatário ao hospital para a realização de exames após uma queda que teria causado um traumatismo craniano leve.
 
O advogado Paulo Cunha Bueno afirmou que a defesa adotará medidas legais cabíveis diante da negativa do ministro.
 
- Bolsonaro sofreu leve corte na bochecha após queda, aponta exame da PF



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Ministro do TCU deve decidir em breve sobre recurso apresentado pelo BC
 
O ministro do TCU (Tribunal de Contas da União) Jhonatan de Jesus deverá se manifestar, já nos próximos dias, sobre recurso apresentado pelo Banco Central.
 
Autoridades
 
Ontem,  terça-feira (06/01), a autoridade monetária enviou embargos de declaração à Corte, questionando decisão monocrática do ministro que autorizou uma inspeção sobre a liquidação do Banco Master.
 
Recurso
 
O recurso chegou ao TCU às 13h desta terça. Nos embargos, o BC afirma que o regimento interno do tribunal estabelece que ordens para a realização de inspeções devem ser dadas de maneira colegiada por meio das câmaras do tribunal de contas, o que não aconteceu durante a autorização da inspeção no banco.
 
- Reunião da OEA sobre Venezuela expõe divisão política no continente
 
- Saldo da balança comercial tem recorde em dezembro mas encolhe em 2025
 


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- Europa deve sofrer caos em viagens com onda de frio e neve
 
- Brasil mantém otimismo com acordo Mercosul–UE, diz Alckmin
 
- Governo Lula aposta que EUA precisarão do Brasil nos planos de estabilização da Venezuela
 
 - Perfuração da Petrobras na Foz do Amazonas é paralisada após vazamento
 
- Firmas ligadas a Vorcaro compraram R$ 2 bi em bens enquanto Master quebrava
 
- Pelo menos 46 perfis da internet fazem ataques simultâneos a BC e investigadores do caso Master




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'Fashionista': look da Nike usado por Nicolás Maduro preso é repetido por time de futebol espanhol. Fique por dentro de tudo com as Manchetes da Noite

06/01/2026

O time espanhol Real Club Deportivo Mallorca compartilhou, nas redes sociais, o momento em que seus jogadores chegam a um estádio para a partida contra o Girona Futebol Clube. O vídeo chamou a atenção pelo fato de os jogadores estarem usando o mesmo conjunto de moletom da Nike que Nicolás Maduro usava ao ser capturado pelos EUA, no sábado, 03/01. Nas plataformas de busca, o modelo teve um aumento significativo em volume de pesquisa. De acordo com a descrição do produto no site da Nike, o conjunto custa US$ 260, cerca de R$ 1.400,00.

- Bolsonaro cai na prisão: Moraes avalia se transfere Bolsonaro a hospital, após PF enviar relatório médico

A PF enviou o laudo médico ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, hoje, 06/01, sobre a avaliação após queda do ex-presidente Jair Bolsonaro. Agora, o ministro deve deliberar sobre a liberação do ex-presidente para realizar exames médicos no hospital. Segundo os advogados, Bolsonaro precisa fazer 3 exames: Tomogra...

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O time espanhol Real Club Deportivo Mallorca compartilhou, nas redes sociais, o momento em que seus jogadores chegam a um estádio para a partida contra o Girona Futebol Clube. O vídeo chamou a atenção pelo fato de os jogadores estarem usando o mesmo conjunto de moletom da Nike que Nicolás Maduro usava ao ser capturado pelos EUA, no sábado, 03/01. Nas plataformas de busca, o modelo teve um aumento significativo em volume de pesquisa. De acordo com a descrição do produto no site da Nike, o conjunto custa US$ 260, cerca de R$ 1.400,00.

- Bolsonaro cai na prisão: Moraes avalia se transfere Bolsonaro a hospital, após PF enviar relatório médico

A PF enviou o laudo médico ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, hoje, 06/01, sobre a avaliação após queda do ex-presidente Jair Bolsonaro. Agora, o ministro deve deliberar sobre a liberação do ex-presidente para realizar exames médicos no hospital. Segundo os advogados, Bolsonaro precisa fazer 3 exames: Tomografia do crânio, Ressonância Magnética do crânio e Eletroencefalograma. No despacho que pediu mais informações, o ministro apontou que "não há nenhuma necessidade de remoção imediata" de Bolsonaro para o hospital, "conforme claramente consta na nota da PF".

- Caso Banco Master: PF marca novos depoimentos de executivos do Master e do BRB. Oitivas começam no final de janeiro



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Os presidentes do Senado e da Câmara não irão a evento do Planalto em alusão ao '8 de janeiro'

O Senador Davi Alcolumbre, e o deputado federal Hugo Motta, presidentes do Senado e da Câmara dos Deputados respectivamente, não irão à solenidade em alusão ao '8 de janeiro' no Palácio do Planalto, quinta-feira, 08/01. O evento é organizado pela Presidência da República e terá a participação de ministros e de movimentos sociais. O ato tem sido marcado pela ausência dos presidentes do Congresso e da Câmara. Alcolumbre está no Amapá, aproveitando o recesso parlamentar, e Hugo alegou compromissos pessoais.

- É esperado em 08/01: assinatura do veto de Lula ao projeto que reduz as penas dos envolvidos nos ataques de 8 de janeiro e trama golpista

- Irã e Brasil: Vieira diz que ataque dos EUA viola Carta da ONU, afirma Irã

O ministro das Relações Exteriores iraniano, Seyed Abbas Araghchi, afirmou hoje, 06/01, que conversou com o chanceler brasileiro, Mauro Vieira, por telefone. Na ligação, eles teriam abordado o ataque dos EUA à Venezuela e ressaltado a necessidade de cooperação entre países em desenvolvimento. Segundo o comunicado, Vieira concordou com a posição da chancelaria iraniana de que a operação americana fere a Carta da ONU. No telefonema, Abbas também chamou atenção sobre as "perigosas consequências e repercussões" para o Estado de Direito do que classificou como intimidação dos EUA.

- Captura de Maduro: Brasil trata prisão de Maduro como "sequestro" em discurso na OEA hoje

- Tarifaço de Trump: exportações do Brasil para os EUA caem 6,6% em 2025, com tarifaço

- Sucessão no Tribunal de Contas de PE: Carlos Neves será o 20º presidente do TCE-PE para o biênio 2026-2027. Posse solene será dia 15/01



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- Na Alepe: Projetos do Governo do Estado na Assembleia entram em análise da Procuradoria

Dois projetos enviados pelo Governo de Pernambuco à Alepe estão sob análise da Procuradoria da Casa, após decisão da Mesa Diretora de submeter as matérias a um parecer jurídico antes de dar andamento à tramitação. Os textos levantaram dúvidas regimentais e jurídicas, especialmente por envolverem orçamento e prazos já vencidos. A Procuradoria é um órgão permanente e essencial do Legislativo, sendo que atua em várias frentes. Entre as atribuições estão consultoria administrativa, licitações, dúvidas do processo legislativo e atuação judicial.

- Atenção Básica do Recife bate recorde histórico e ultrapassa 1 milhão de atendimentos médicos em 2025

- O prefeito do Recife, João Campos, e a deputada federal Tábata Amaral estão com casório marcado para 21/02

- Dólar recua 0,48% e cai para R$ 5,379

- Trump e a Groelândia: Trump e equipe estão discutindo opções para a aquisição da Groenlândia, disse a Casa Branca hoje



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- Após Captura: governo Trump recua sobre acusação de que Maduro chefiava cartel de drogas

Departamento de Justiça dos EUA reescreveu acusação após ação militar em Caracas e mudou linguagem sobre 'Cartel de Los Soles' e atuação de Nicolás Maduro, segundo 'New York Times'. EUA insistiu, em meio à escalada militar, que Maduro liderava o cartel. Maduro, antes acusado de ser "chefe de uma organização terrorista narcotraficante", passou a ser culpado de "participar, proteger e perpetuar uma cultura de corrupção de enriquecimento a partir do tráfico de drogas" e de lucrar com isso. Representa uma mudança na linguagem do governo Trump contra Maduro e sobre o suposto cartel de drogas venezuelano.

- Guerra na Ucrânia: França e Reino Unido assinam declaração sobre envio de forças à Ucrânia. Para garantir a segurança da região e evitar uma nova agressão russa

- Guerra na Ucrânia: enviado especial dos EUA, afirmou hoje, 06/01, que os protocolos de segurança para a Ucrânia estão "praticamente concluídos"

- Tensão na Colômbia: Petro diz que Trump tem "cérebro senil" após presidente dos EUA acusá-lo de narcotraficante

- Tensão na Colômbia: Chanceler pede defesa do país contra possível invasão dos EUA. Trump ameaçou Colômbia com ação militar semelhante à realizada na Venezuela



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- Rússia x EUA: aliado de Putin manda indireta aos EUA e imita post americano. "Não brinque com a Rússia"

O governo russo mandou uma indireta aos EUA hoje, 06/01, ao imitar um post americano feito após o ataque à Venezuela. Na rede social X, o vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, Dimitri Medvedev, publicou uma arte com a frase “Não brinque com a Rússia”. No sábado, 03/01, o Departamento de Estado dos EUA publicou uma arte em que o presidente Trump aparece em preto e branco. A mensagem dizia: “Não brinque com o presidente Trump”.




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Preços de imóveis residenciais disparam 6,52% em 2025

06/01/2026

Comprar um imóvel residencial ficou, em média, 6,52% mais caro no Brasil em 2025. O dado é do Índice 'FipeZAP', que acompanha o preço médio de venda de imóveis usados em 56 cidades, com base em anúncios online. A alta é a segunda maior em 11 anos, atrás apenas de 2024, quando os preços subiram 7,73%. Em dezembro de 2025, o preço médio de venda residencial apurado foi de R$ 9,6 mil por metro quadrado. A valorização superou a inflação ao consumidor no ano, estimada em 4,18%, considerando o IPCA acumulado até novembro e o IPCA-15 de dezembro. Com isso, os imóveis registraram um ganho real de 2,24%. Pelo segundo ano consecutivo, nenhuma das cidades monitoradas pelo 'FipeZAP' teve recuo nos preços. Em 2024, Santa Maria, no Rio Grande do Sul, havia sido a exceção, com queda de 1,5%.

Alta nas capitais

Segundo o levantamento da 'FipeZAP', nenhum entre os municípios monitorados registrou queda nos preços em 2025. No ano anterior, Santa Maria (RS) havia sido...

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Comprar um imóvel residencial ficou, em média, 6,52% mais caro no Brasil em 2025. O dado é do Índice 'FipeZAP', que acompanha o preço médio de venda de imóveis usados em 56 cidades, com base em anúncios online. A alta é a segunda maior em 11 anos, atrás apenas de 2024, quando os preços subiram 7,73%. Em dezembro de 2025, o preço médio de venda residencial apurado foi de R$ 9,6 mil por metro quadrado. A valorização superou a inflação ao consumidor no ano, estimada em 4,18%, considerando o IPCA acumulado até novembro e o IPCA-15 de dezembro. Com isso, os imóveis registraram um ganho real de 2,24%. Pelo segundo ano consecutivo, nenhuma das cidades monitoradas pelo 'FipeZAP' teve recuo nos preços. Em 2024, Santa Maria, no Rio Grande do Sul, havia sido a exceção, com queda de 1,5%.

Alta nas capitais

Segundo o levantamento da 'FipeZAP', nenhum entre os municípios monitorados registrou queda nos preços em 2025. No ano anterior, Santa Maria (RS) havia sido o único, com recuo de 1,5%. Entre as capitais, os maiores avanços no ano foram observados em Salvador (16,25%), João Pessoa (15,15%), Vitória (15,13%), São Luís (13,91%) e Fortaleza (12,61%). As menores altas foram registradas em Brasília (4,05%), Goiânia (2,55%) e Aracaju (2,23%). Na prática, essas cidades tiveram queda real, já que os reajustes ficaram abaixo da inflação estimada para o período. Recife teve alta de 4,57%.



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Preço médio de venda nas capitais por m², em dezembro

Vitória: R$ 14.108; Florianópolis: R$ 12.773; São Paulo: R$ 11.900; Curitiba: R$ 11.686; Rio de Janeiro: R$ 10.830; Belo Horizonte: R$ 10.642; Maceió: R$ 9.836; Brasília: R$ 9.754; Fortaleza: R$ 8.963; São Luís: R$ 8.617; Recife: R$ 8.446.




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Após Itália sinalizar apoio, UE avança para assinar acordo com Mercosul

06/01/2026

A Comissão Europeia parece ter conquistado o apoio crucial da Itália hoje, 06/01, para o fechamento do acordo de livre comércio com o Mercosul, abrindo caminho para que a União Europeia assine o tratado já na próxima semana. Itália e França frustraram as expectativas de um acordo em dezembro, ao afirmar que não estavam prontas para apoiá-lo até que fossem resolvidos os temores dos agricultores sobre um possível influxo de commodities mais baratas do Mercosul, como carne bovina e açúcar. Porém, Giorgia Meloni, a primeira-ministra italiana, recebeu com satisfação uma carta enviada pela Comissão hoje que propõe acelerar o apoio de 45 bilhões de euros aos agricultores, descrevendo a iniciativa como um “passo positivo e significativo”. Uma fonte da UE disse posteriormente que a Itália votaria a favor do acordo comercial com o Mercosul em uma reunião marcada para sexta-feira, 09/01.



Maior acordo da UE em termos de redução de tarifas

A Comi...

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A Comissão Europeia parece ter conquistado o apoio crucial da Itália hoje, 06/01, para o fechamento do acordo de livre comércio com o Mercosul, abrindo caminho para que a União Europeia assine o tratado já na próxima semana. Itália e França frustraram as expectativas de um acordo em dezembro, ao afirmar que não estavam prontas para apoiá-lo até que fossem resolvidos os temores dos agricultores sobre um possível influxo de commodities mais baratas do Mercosul, como carne bovina e açúcar. Porém, Giorgia Meloni, a primeira-ministra italiana, recebeu com satisfação uma carta enviada pela Comissão hoje que propõe acelerar o apoio de 45 bilhões de euros aos agricultores, descrevendo a iniciativa como um “passo positivo e significativo”. Uma fonte da UE disse posteriormente que a Itália votaria a favor do acordo comercial com o Mercosul em uma reunião marcada para sexta-feira, 09/01.



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Maior acordo da UE em termos de redução de tarifas

A Comissão Executiva, apoiada por países como Alemanha e Espanha, tenta obter a ampla maioria de 15 Estados-membros, que representem 65% da população da União Europeia, necessária para autorizar a assinatura do acordo, possivelmente já em 12/01. Eles afirmam que o acordo, negociado ao longo de 25 anos e que seria o maior da UE em termos de redução de tarifas, é essencial para impulsionar exportações afetadas por impostos de importação dos EUA e reduzir a dependência da China, ao garantir acesso a minerais estratégicos. Como Polônia e Hungria se opõem ao acordo e a França mantém uma posição crítica, o apoio da Itália torna-se um fator decisivo para que o tratado seja assinado.




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Prefeitura do Recife anuncia reajuste de 4,68% e descontos no IPTU 2026

06/01/2026

Este ano, o IPTU sofreu uma atualização de 4,68%, índice baseado na variação do IPCA acumulado até outubro, conforme determina o Código Tributário Municipal. Para incentivar a adimplência, a gestão municipal oferece condições especiais que podem reduzir o valor final do imposto em até 20% para quem optar pela cota única, dependendo do histórico de regularidade do imóvel. O vencimento da 1a parcela ou da cota única está marcado para o dia 10/02/2026. Os mais de 360 mil boletos lançados já podem ser acessados pelo portal Recife em Dia ou pelo app, Conecta Recife.

Regras

A estrutura de descontos para 2026 foi desenhada para beneficiar quem mantém os tributos em dia. Até 10% de desconto é dado para pagamento à vista de contribuintes sem débitos de anos anteriores (até 30/12/2025) e que optem pela cota única. 5% de desconto atende quem busca o pagamento à vista e possui débitos anteriores. O parcelamento segue disponível em 10 vezes, com vencimentos fixa...

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Este ano, o IPTU sofreu uma atualização de 4,68%, índice baseado na variação do IPCA acumulado até outubro, conforme determina o Código Tributário Municipal. Para incentivar a adimplência, a gestão municipal oferece condições especiais que podem reduzir o valor final do imposto em até 20% para quem optar pela cota única, dependendo do histórico de regularidade do imóvel. O vencimento da 1a parcela ou da cota única está marcado para o dia 10/02/2026. Os mais de 360 mil boletos lançados já podem ser acessados pelo portal Recife em Dia ou pelo app, Conecta Recife.

Regras

A estrutura de descontos para 2026 foi desenhada para beneficiar quem mantém os tributos em dia. Até 10% de desconto é dado para pagamento à vista de contribuintes sem débitos de anos anteriores (até 30/12/2025) e que optem pela cota única. 5% de desconto atende quem busca o pagamento à vista e possui débitos anteriores. O parcelamento segue disponível em 10 vezes, com vencimentos fixados em todo dia 10 de cada mês.

Atenção contribuinte

No Recife, além dos descontos de pontualidade, os cidadãos podem utilizar créditos da NFSe para abater até 50% do valor do IPTU nos anos seguintes, bastando incluir o CPF nas notas de serviços prestados na cidade.



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Atualização do Boleto

A Prefeitura do Recife promoveu uma atualização do boleto, para aprimorar a experiência do contribuinte na leitura do documento e na realização do pagamento do tributo. O documento agora conta com novo design gráfico que valoriza a cidade do Recife, além de melhorias na visualização das informações, com aumento do tamanho do texto e maior espaço para identificação das parcelas e dos códigos de barras. A ideia é otimizar a quitação das parcelas do IPTU, evitando casos de pagamento em duplicidade e equívoco na escolha da parcela a ser paga.

O novo DAM, Documento de Arrecadação Municipal, também contém os canais digitais da Sefin, dicas para que o contribuinte permaneça em dia com a cidade, além de serviços de utilidade pública.



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"A trajetória de um fracasso ou a tragédia de uma morte anunciada" - Por Jarbas Beltrão*

06/01/2026

'Decolagem'

Projeto socialista deu errado, começou na prática, com o golpe bolchevique de 1917 na Rússia Czarista.

Com aquele golpe a Revolução tentou expansão, seguiu pela Alemanha, Hungria, Polônia, com Revoluções social democratas. Na Baviera chegou-se a proclamar uma República Proletária, não prosperou. Stalin comandou tropas Soviéticas que chegou nas proximidades da Polônia. Foi derrotado e Trotsky seu maior adversário tirou uma tremenda onda com o ditador bolchevique.

Revolução Internacionalista Proletária

O projeto da Revolução Internacionalista Proletária (sempre sem Proletários) continuou pela Europa. Stalin, a partir de 1924, através dos Planos Quinquenais foi armando a Rússia - já URSS e sem Lenin - baseou seu crescimento econômico na expansão agrária para o mercado europeu, com a exploração dos trabalhadores rurais nos kolkhozes e sovkozes, com maioria da população vivendo escassez de oferta de alime...

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'Decolagem'

Projeto socialista deu errado, começou na prática, com o golpe bolchevique de 1917 na Rússia Czarista.

Com aquele golpe a Revolução tentou expansão, seguiu pela Alemanha, Hungria, Polônia, com Revoluções social democratas. Na Baviera chegou-se a proclamar uma República Proletária, não prosperou. Stalin comandou tropas Soviéticas que chegou nas proximidades da Polônia. Foi derrotado e Trotsky seu maior adversário tirou uma tremenda onda com o ditador bolchevique.

Revolução Internacionalista Proletária

O projeto da Revolução Internacionalista Proletária (sempre sem Proletários) continuou pela Europa. Stalin, a partir de 1924, através dos Planos Quinquenais foi armando a Rússia - já URSS e sem Lenin - baseou seu crescimento econômico na expansão agrária para o mercado europeu, com a exploração dos trabalhadores rurais nos kolkhozes e sovkozes, com maioria da população vivendo escassez de oferta de alimentos, fome. A trajetória agro-coletivista prosseguiu desapropriando terras, expandindo-se para leste da Ásia e aumentando exponencialmente, combinada com a produção de armas, com a exploração dos minerais do "sovietistão" ( Repúblicas soviéticas Islâmicas da Ásia). Em silêncio, a Revolução Soviética preparava-se para a guerra, segundo o general Victor Suvorov no seu livro " O Grande Culpado", o militar denunciante, considerado "traidor da pátria" viveu seus últimos dias refugiado na Inglaterra, protegendo-se com a família, numa pequena povoação inglesa. Estava condenado à morte pelos Tribunais de Moscou. Aqueles Tribunais que só a acusação servia como prova. "Modus operandis" dos Tribunais nazistas e soviéticos.

'Chegou a 2a. GM'

Veio a Guerra (2a. 1939 - 1945), a União Soviética aproximou-se da Alemanha nazista; ou melhor, já tinha aproximação, com Hitler assinou o Tratado de não-agressão (Molotov - Ribentrop) em 1939, em Munique. Com o Acordo, nazistas e comunistas, trocaram beijos e depois tapas, dividiram o território polonês, Stalin ficou com Oriente polonês e Hitler com o Ocidente.

A partir de então, novo ânimo para o projeto socialista bolchevique; teve prosseguimento a expansão do internacionalismo proletário para as terras do Mar Báltico, obtenção de novas zonas de influência, teve "sucesso".

'Operação Barbarossa'

Em 1941, os nazistas, quebraram o acordo de não-agressão com Stalin, invadiram território soviético, através da "Operação Barbarossa", a Guerra toma novo rumo na Europa.

A cegueira e ganância alemã, graças a incompetência estratégica de seus militares fez perder um aliado de muita importância e que importância - o generalíssimo Stalin.

A União Soviética volta o olhar para a Europa Ocidental, solicita que as forças aliadas de Churchil e F. Roosevelt, abram uma frente de guerra no Oriente, assim ajudaria na vitória vermelha contra os exércitos nazistas e prosseguiria com sua guerra particular internacionalista - "guerra patriótica" - contra o nazismo.

"Invasão da Normandia"

A Operação Orvelord, dos Exércitos aliados executa em 1944 a Invasão da Normandia, às praias do nordeste da França.

Veio a derrota nazista. A derrota do nazismo ia sendo construida mais ao sul em Stalingrado, o Exército Vermelho impunha derrota as tropas de Hitler; ao norte, os bolcheviques avançam e impõem derrotas aqueles Exércitos nazistas, que há pouco desde de 1938, com a " guerra branca" (incorporação da Áustria, Sudetos, rendição da Tcheco- Eslováquia) se julgavam invencíveis. Nada disso. Finalnente, Berlim cai, em poder dos soviéticos e dos comandados dos Aliados ocidentais.

'A guerra termina'

A guerra européia termina com a rendição alemã nos dias 7 e 8 de maio de 1945. Churchill reconhecia o esgotamento das tropas aliadas.

A chegada das tropas soviéticas fora importante no processo de derrota das tropas nazistas, os exércitos ocidentais aliados não conseguiriam sozinhos derrotar o monstro nazista.

O papel da União Soviética foi bastante positivo na derrocada do nazismo na guerra. A expansão do internacionalismo soviético, prosseguia sua trajetória, iniciada no distante 1917, conquista de São Peteresburgo, o belo e deslumbrante Palácio dos Czares, os Romanov, os últimos a ocupá-lo. E o avanço prosseguiu... prosseguiu.

'Ocupação Soviética'

O numeroso Exército Vermelho foi ocupando as terras do Leste Europeu com o afrouxamento das tropas comandadas pelos aliados ocidentais.

O Exercito Vermelhou chegou nos territórios: Alemanha Oriental Polônia, Thecoeslováquia, Hungria, Romênia, Albânia Iuguslávia, Bulgaria, tornados à força ou por eleições fraudadas em Repúblicas Democráticas Populares - Repúblicas Socialistas.

O "Planeta Socialista" europeu foi formado, existiu durante 45 anos e a Rússia (URSS e republicas durante 74 anos) viveram, umas mais outras menos, todas embaixo de um sistema fundamentado num poder centralizado, numa economia estatizada, em estados terroristas de partido único - Os PCs - e uma sociedade submetida a um ferrenho controle civil. Foi assim que funcionou a Ordem socialista.

'O Planeta socialista implodiu - não explodiu')

A partir de 1989, o Planeta socialista implodiu, sim, castelo de areia ruiu e mostrou o que se passava dentro dos castelos ocupados,suas dependências, Romênia, ouro muito ouro no Palácio e daí por diante.

O socialismo depois de mais de 70 anos, simplesmente, confirmou as ideias da Escola Austríaca de Economia, "o socialismo é economicamente inviável, ele rejeita as regras clássicas da economia", sem capital, sem propriedade privada, sem mercado, sem lucro, sem cálculo econômico, com estratégias de alocamento de recursos não sustentável, sem empreendimentos privados, corrupção, não há prosperidade, a juventude sofre sem horizontes, Triste e trágico fim.



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'Economia padece e cai'

Insustentável a economia da burguesia burocrática padece e cai, perdida nas suas contradições. Os PCs europeus perdem seus defensores o socialismo perde seus horizontes na Europa ateste. Hungria, Polônia, República Tcheca (pode chamar Checa) Eslováquia, Polônia, proíbe o comunismo/socialismo seus símbolos.

Em Praga navegando pelo Rio Danúbio, nosso guia apontou para uma mansão, às margens e nos disse: "Ali é o museu do genocídio, nazista e comunista, fotos, livros, instrumentos denunciadores dos crimes dos totalitarismos".

O comunismo perdeu força na Europa Leste, há alguns resquícios na Checa, e uma questão de tempo.

Assim foi a trajetória do comunismo na Europa e 1991 foi um certo "ponto de virada" na Europa.
Mas aconteceu que o " moribundo renasceu na América, uma base permanecia viva, agora sem ajuda Soviética e do leste europeu. Debatia-se mas tentava-se sustentar-Cuba.



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O sinal para a sustentação viria com o Foro de São Paulo(1992) e o socialismo do Século XXI, com o Bolivarianismo de Hugo Chavez, nascido numa das mais ricas nações do mundo, a Venezuela.

(Fica para um próximo encontro a continuação do relato desta trajetória)

*Jarbas Beltrão é Historiador, professor de História da UPE. Mestre em Educação pela UFPB, MBA em Política, Estratégia, Defesa e Segurança pela Adesg (Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra) e Faculdade Metropolitana de São Carlos/SP.



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NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores. O Poder estimula o livre confronto de ideias e acolhe o contraditório. Todas as pessoas e instituições citadas têm assegurado espaço para suas manifestações.




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A queda da ditadura de Cuba: já aconteceu? - Artigo - Por, Emanuel Silva*

06/01/2026

Desde 1959, Cuba vive sob a promessa de um futuro que nunca se materializou plenamente. A Revolução liderada por Fidel Castro prometeu justiça social, soberania econômica e dignidade humana. Por um período, sustentada por forte apoio externo, essa promessa pareceu plausível. Contudo, seis décadas depois, o que resta não é um projeto alternativo de sociedade, mas um Estado funcionalmente falido, cuja queda não se expressa em um evento único, mas em números, rotinas e ausências.

A pergunta “quando a ditadura cubana cairá?” talvez esteja mal formulada. A questão mais honesta é: quanto tempo ainda levará para o mundo admitir que ela já caiu?

Do sonho revolucionário ao esgotamento histórico (1959–2020)

Nos primeiros anos, a revolução entregou resultados concretos, mesmo sob uma ditadura ferrenha: alfabetização em massa, ampliação do acesso à saúde e redução da mortalidade infantil, que caiu para menos de 5 por mil nascidos vivos no início...

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Desde 1959, Cuba vive sob a promessa de um futuro que nunca se materializou plenamente. A Revolução liderada por Fidel Castro prometeu justiça social, soberania econômica e dignidade humana. Por um período, sustentada por forte apoio externo, essa promessa pareceu plausível. Contudo, seis décadas depois, o que resta não é um projeto alternativo de sociedade, mas um Estado funcionalmente falido, cuja queda não se expressa em um evento único, mas em números, rotinas e ausências.

A pergunta “quando a ditadura cubana cairá?” talvez esteja mal formulada. A questão mais honesta é: quanto tempo ainda levará para o mundo admitir que ela já caiu?

Do sonho revolucionário ao esgotamento histórico (1959–2020)

Nos primeiros anos, a revolução entregou resultados concretos, mesmo sob uma ditadura ferrenha: alfabetização em massa, ampliação do acesso à saúde e redução da mortalidade infantil, que caiu para menos de 5 por mil nascidos vivos no início dos anos 2000. A expectativa de vida ultrapassou 78 anos, um feito notável para um país de renda média-baixa.

Esses avanços, porém, tiveram um custo estrutural elevado: supressão das liberdades civis, eliminação da iniciativa privada e dependência quase absoluta de aliados externos. Primeiro a União Soviética; depois, a Venezuela. Quando a URSS colapsou, o PIB cubano encolheu cerca de 35% entre 1990 e 1993, inaugurando o “Período Especial”. O regime sobreviveu, mas nunca se recuperou plenamente.

A partir dos anos 2000, já sob Raúl Castro, o país entrou em uma longa estagnação. Entre 2010 e 2019, o crescimento médio anual foi inferior a 1%, insuficiente até para repor capital depreciado. A pandemia apenas acelerou um colapso que já estava em curso: entre 2019 e 2023, o PIB real acumulou queda estimada entre 11% e 15%.

A crise energética: colapso estrutural e propaganda tecnológica

O setor elétrico tornou-se o símbolo mais visível da falência funcional do Estado cubano. Atualmente, Cuba depende de uma matriz energética 80–90% baseada em petróleo, sustentada por usinas termelétricas envelhecidas, muitas com 40 a 60 anos de operação contínua. A combinação de obsolescência tecnológica, ausência crônica de manutenção, escassez de divisas e fornecimento irregular de combustível resultou em déficits diários de até 1.600 MW em 2024–2025, fazendo com que o sistema elétrico nacional atenda apenas 50–70% da demanda.

O país experimentou quatro colapsos totais do sistema elétrico em menos de doze meses, um fenômeno típico de Estados em falência institucional. Para evitar apagões prolongados, o governo recorreu a navios-geradores flutuantes, contratados no exterior, que hoje fornecem cerca de 25% da eletricidade nacional. Trata-se, contudo, de um paliativo caro, contratado em moeda forte, que agrava o desequilíbrio fiscal e não resolve o problema estrutural da geração.

O discurso oficial insiste em soluções futuras.

Desde 2014, o regime anuncia planos grandiosos de modernização energética. Naquele ano, divulgou-se um acordo com a Rússia para a instalação de quatro novos geradores na usina de Mariel, vinculados a um crédito de US$ 1,6 bilhão, inserido em um plano mais amplo de US$ 10 bilhões para diversificar a matriz energética e reduzir a dependência do petróleo de 95,7% para 76% até 2030, com 24% de fontes renováveis. O pacote incluía 19 bioelétricas em usinas açucareiras (755 MW), 13 parques eólicos (633 MW), 700 MW solares e pequenas hidrelétricas.

Na prática, quase nada se materializou.

Os investimentos externos prometidos nunca chegaram em escala suficiente, e o país permaneceu refém de térmicas obsoletas e apagões recorrentes. Quase uma década depois, em 2025, surge a nova narrativa salvacionista: a energia solar chinesa. Pequim anunciou financiamento para dezenas de parques fotovoltaicos, como parte de um plano de até 2.000 MW instalados, assumindo o papel de “novo benfeitor” no lugar da Rússia, hoje limitada por sanções. Mesmo esse esforço, porém, não altera a realidade estrutural.

O regime omite o dado central: a energia solar em Cuba oferece apenas 4 a 6 horas efetivas de geração diária, é sazonal, depende de armazenamento caro e não elimina a dependência do petróleo. Mesmo se todos os parques prometidos fossem concluídos, cobririam apenas 20–30% de uma demanda nacional estimada entre 3 e 4 GW, além de exigirem integração a um sistema elétrico antigo e instável. Trata-se de band-aids tecnológicos, úteis à propaganda, mas incapazes de reverter a falência energética enquanto a população segue vivendo no escuro.

O colapso do açúcar: da espinha dorsal econômica ao símbolo da ruína

Paralelamente à crise energética, a agricultura — em especial o setor açucareiro — sofreu um colapso histórico. Durante décadas, Cuba foi conhecida como a “tigela de açúcar do mundo”, produzindo mais de 8 milhões de toneladas anuais nos anos 1980, com forte impacto sobre exportações, emprego, geração de divisas e até produção de energia a partir do bagaço.

Esse sistema ruiu. Em 2024–2025, a produção nacional mal alcançou 150 mil toneladas, o menor volume em mais de um século. De mais de 150 usinas em operação no início dos anos 2000, menos de 20 permanecem ativas hoje, muitas funcionando de forma intermitente. A escassez de combustível, fertilizantes, peças, mão de obra e investimentos transformou campos outrora produtivos em áreas abandonadas.

O colapso do açúcar produziu efeitos em cascata: perda de exportações, redução drástica da bioeletricidade associada às usinas, desemprego rural e, de forma quase surreal, a necessidade de importar açúcar para consumo interno. O que antes financiava o Estado passou a consumir suas já escassas reservas.

Exploração do trabalho: o paradoxo socialista

Talvez o aspecto mais revelador da falência moral do regime seja a exportação de mão de obra qualificada como principal fonte de divisas. As chamadas “missões médicas” renderam cerca de US$ 4,9 bilhões em 2022, tornando-se a maior fonte individual de receita externa do país.

O modelo, contudo, é baseado na retenção estatal de 70% a 90% dos salários pagos pelos países contratantes, além de práticas amplamente denunciadas: confisco de passaportes, vigilância política, punições por deserção e separação familiar. Enquanto o Estado lucra, o sistema de saúde interno entra em colapso, com falta de médicos, medicamentos e equipamentos.
O mesmo ocorre na educação: em 2024–2025, o déficit chegou a 24 mil professores, forçando escolas a reduzir cargas horárias ou fechar turmas. O salário médio estatal, convertido ao câmbio real, varia entre US$ 15 e US$ 25 mensais, empurrando mais de 60% da força de trabalho urbana para a informalidade.



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O regime que prometeu libertar o trabalhador transformou-se em exportador institucional de trabalho barato.

A queda sem petróleo: isolamento e irreversibilidade

A fase atual é qualitativamente distinta. O colapso venezuelano reduziu o envio de petróleo para cerca de 27 mil barris/dia, uma queda superior a 35% em 2025. O México reduziu seu fornecimento em aproximadamente 73%. Sem energia, sem crédito e com reservas internacionais líquidas estimadas em menos de US$ 3 bilhões, o Estado cubano perdeu capacidade básica de governar.

Mais de 1,2 milhão de pessoas deixaram o país desde 2020, cerca de 10% da população, um êxodo típico de Estados falidos.

Estimativas independentes apontam que mais de 70% da população vive hoje em insegurança alimentar. A mortalidade infantil voltou a subir, alcançando 8,2 por mil nascidos vivos em 2025, o pior nível em 25 anos.

Uma ditadura em decomposição funcional

Cuba não caminha para o colapso — ela já colapsou funcionalmente. O que persiste é uma estrutura política carcomida, sustentada por repressão, inércia institucional e narrativas ideológicas cada vez mais desconectadas da realidade material. Claro com apoio de uma parte da esquerda mais atrasada da América Latina, junto com os interesses Chineses.

Como em outros regimes autoritários do século XX, a queda da ditadura poderá até vir com tanques nas ruas, mas está evidente o esvaziamento total da capacidade de governar.

A ditadura cubana já não garante energia, alimentos, saúde ou futuro. E os porões da ditadura estão abarrotados de esqueletos que os ideólogos cegos teimam em não enxergar. E claro que os ditadores nunca admitem a sua incompetência. E também não admitem oposição.

Falta apenas que o mundo reconheça aquilo que os cubanos já vivem todos os dias: o paraíso prometido morreu no escuro.

*Emanuel Silva, é Professor e Cronista



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NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores. O Poder estimula o livre confronto de ideias e acolhe o contraditório. Todas as pessoas e instituições citadas têm assegurado espaço para suas manifestações.




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