PE e AL
força-tarefa segue na busca por recém-nascida sequestrada
14/04/2025
Leia outras informações
Ramal Cajueiro Seco/Cabo do Metrô do Recife fica sem funcionar por cinco dias para obras
14/08/2026
O ramal
O ramal faz parte do sistema de Veículos Leves sobre Trilhos (VLT) operado pela CBTU na Região Metropolitana do Recife. Ele vai de Jaboatão dos Guararapes ao Cabo de Santo Agostinho e o trecho tem 17,6 quilômetros.
A obra
A obra é para a realização de atividades de duplicação da passagem de nível localizada entre as estações Pontezinha e Ponte dos Carvalhos, ambas no Cabo de Santo Agostinho.
Passagem de nível
Passagem de nível é o ponto onde uma linha férrea cruza uma rua, avenida ou estrada no mesmo nível, ou seja, sem viaduto ou túnel. Nesses locais, a circulação de trens e de veículos precisa ser organ...
O ramal Cajueiro Seco/Cabo, da Linha Sul do Metrô do Recife, vai ser paralisado por cinco dias, a partir de hoje, sexta-feira (14/08) até a próxima terça-feira (18/08). Segundo a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), a suspensão ocorre para uma obra no local.
O ramal
O ramal faz parte do sistema de Veículos Leves sobre Trilhos (VLT) operado pela CBTU na Região Metropolitana do Recife. Ele vai de Jaboatão dos Guararapes ao Cabo de Santo Agostinho e o trecho tem 17,6 quilômetros.
A obra
A obra é para a realização de atividades de duplicação da passagem de nível localizada entre as estações Pontezinha e Ponte dos Carvalhos, ambas no Cabo de Santo Agostinho.
Passagem de nível
Passagem de nível é o ponto onde uma linha férrea cruza uma rua, avenida ou estrada no mesmo nível, ou seja, sem viaduto ou túnel. Nesses locais, a circulação de trens e de veículos precisa ser organizada para evitar acidentes.
Suspensão temporária
A suspensão da Linha Diesel é temporária e está prevista para terminar após a conclusão das atividades programadas para o período.
Para atender aos passageiros que dependem do transporte, o Grande Recife Consórcio de Transportes Metropolitano vai reforçar a operação no Terminal Integrado (TI) de Cajueiro Seco.
Frota de ônibus
A partir desta sexta-feira (14/08), ocorre aumento na oferta dos ônibus que trafegam paralelos aos trilhos do trem, da antiga BR-101.
O Poder
Radar Ativaweb DataLab - O que o mundo digital discute nesta sexta-feira
14/08/2026
Sextou, Mas Brasília não recebeu o aviso
Sextou. Mas, antes de pensar no almoço, Brasília precisa passar pela Pixbet, STF, TSE, Lei da Reciprocidade, pesquisas eleitorais barradas e a contagem regressiva para o início oficial da campanha.
A eleição de 2026 entra neste fim de semana em outra dimensão: amanhã termina o prazo para registro das candidaturas e, no domingo, a propaganda finalmente sai do “pré” e entra oficialmente nas ruas e nos algoritmos. Enquanto isso, o Judiciário discute inteligência artificial, liberdade de imprensa, pesquisas e bilhões.
Em Brasília, sexta-feira é apenas o nome do dia. Descanso continua sendo uma tese sem maioria no plenário.
Ativa Web DataLab – Kassio preserva saldo positiv, mas STF concentra desgaste
Estudo da Ativaweb DataLab analisou 2.542.369 menções, comentários e interações públicas no Facebook e I...
Brasília, 14 de agosto de 2026 — Sexta-feira
Sextou, Mas Brasília não recebeu o aviso
Sextou. Mas, antes de pensar no almoço, Brasília precisa passar pela Pixbet, STF, TSE, Lei da Reciprocidade, pesquisas eleitorais barradas e a contagem regressiva para o início oficial da campanha.
A eleição de 2026 entra neste fim de semana em outra dimensão: amanhã termina o prazo para registro das candidaturas e, no domingo, a propaganda finalmente sai do “pré” e entra oficialmente nas ruas e nos algoritmos. Enquanto isso, o Judiciário discute inteligência artificial, liberdade de imprensa, pesquisas e bilhões.
Em Brasília, sexta-feira é apenas o nome do dia. Descanso continua sendo uma tese sem maioria no plenário.
Ativa Web DataLab – Kassio preserva saldo positiv, mas STF concentra desgaste
Estudo da Ativaweb DataLab analisou 2.542.369 menções, comentários e interações públicas no Facebook e Instagram, entre 12 de julho e 11 de agosto, envolvendo Kassio Nunes Marques, TSE e STF.
O ministro apresentou 51,2% de manifestações em tom positivo, 11,7% de conteúdo jornalístico/neutro e 37,1% negativo. O TSE alcançou 63,8% de manifestações positivas, enquanto o STF concentrou 60,8% de tom negativo.
Leitura estratégica: o dado mais relevante é a fragmentação da percepção institucional. O público digital não está necessariamente transferindo a avaliação de uma instituição automaticamente para seus integrantes ou para outra Corte.
Nas redes, a toga pode ser a mesma; a percepção pública, definitivamente, não é.
Lula tem a maior audiência – e também a maior comunidade feminina
Outro levantamento da Ativaweb DataLab mostra uma característica estratégica da disputa presidencial: Lula encerrou o período analisado com aproximadamente 14,87 milhões de seguidores, sendo 9.086.278 mulheres — 61,54% de sua audiência.
Flávio Bolsonaro aparece com 5.154.768 mulheres (48,14%), seguido de Romeu Zema, com 1.458.201 (41,35%); Ronaldo Caiado, com 878.981 (40,58%); e Renan Santos, com 403.465 (21,84%).
Leitura estratégica: tamanho de audiência não significa voto, mas demografia revela onde cada candidatura possui ativos ou dificuldades de comunicação. Em uma campanha altamente segmentada, saber quem compõe a comunidade pode ser tão importante quanto saber quantas pessoas existem nela.
No digital, milhões impressionam. Mas entender quem são esses milhões é o que transforma audiência em estratégia.
Eleição 2026: amanhã fecha o cartório, domingo abre o algorismo
Partidos, federações e coligações têm até 19h deste sábado (15) para apresentar os pedidos de registro de candidatura à Justiça Eleitoral. No domingo, 16 de agosto, começa oficialmente a propaganda eleitoral nas ruas e na internet.
Na prática, este é um divisor de águas. Até agora acompanhávamos pré-candidatos, convenções e posicionamentos. A partir de domingo teremos campanhas formalmente estruturadas, impulsionamento autorizado dentro das regras eleitorais, guerra de narrativas e uma quantidade muito maior de conteúdo político disputando atenção simultaneamente.
Leitura estratégica: quem organizou militância, banco de conteúdo, distribuição e inteligência de dados antes da largada começa com vantagem. Campanha digital não começa quando se aperta “publicar”; começa quando se entende quem precisa receber cada mensagem.
Domingo começa a campanha oficial. O algoritmo, obviamente, já estava em campanha há meses.
TSE, Deefake e IA: a campanha nem começou e o futuro já está na pauta
Os ministros do TSE devem se reunir na próxima terça-feira para discutir uma posição conjunta sobre deepfakes e inteligência artificial nas eleições, depois de o encontro previsto para esta semana ter sido adiado. No centro da discussão está uma ação envolvendo vídeo produzido com IA no qual Jair Bolsonaro aparece manifestando apoio a Flávio Bolsonaro.
A questão vai muito além de um único vídeo. A Justiça Eleitoral precisará estabelecer, na prática, a fronteira entre conteúdo sintético identificado, manipulação, sátira, liberdade de expressão e material capaz de induzir o eleitor ao erro.
Leitura estratégica: este pode se tornar um dos temas estruturantes da eleição de 2026. O volume de conteúdo produzido por IA tende a crescer justamente quando a atenção do eleitor estará mais fragmentada.
A inteligência artificial entrou definitivamente na campanha. Agora a política terá de provar que também possui inteligência suficiente para lidar com ela.
Flávio, Missão e uma filiação que virou caso de investigação
O episódio envolvendo uma suposta filiação de Flávio Bolsonaro ao partido Missão provocou confusão no sistema eleitoral e chegou a impedir temporariamente o registro da candidatura pelo PL. O TSE informou que não houve invasão ao sistema e determinou apuração do caso; posteriormente, o PL conseguiu registrar a candidatura.
A poucos dias do início oficial da campanha, o episódio mistura tecnologia, segurança dos sistemas partidários, disputa política e potencial exploração narrativa.
Leitura estratégica: independentemente do resultado da investigação, o caso oferece material pronto para mobilização digital. Para um lado, narrativa de fraude; para outro, cobrança por explicações e segurança dos procedimentos.
A campanha nem começou oficialmente e já apareceu uma filiação que ninguém pediu. O roteiro de 2026 segue competitivo.
Instituto Veritá: quando a pesquisa começa a ser pesquisada
O Instituto Veritá acumula decisões judiciais envolvendo levantamentos eleitorais em 13 estados e no Distrito Federal, segundo levantamento publicado pelo Metrópoles. Só nesta semana, pesquisas em Sergipe e Rio Grande do Norte tiveram divulgação proibida pela Justiça Eleitoral. Entre os questionamentos apontados estão metodologia, composição das amostras e inconsistências em dados; o instituto defende sua metodologia e histórico.
Em período eleitoral, pesquisa não influencia apenas manchetes: orienta doadores, alianças, militância, estratégias de comunicação e percepção de viabilidade eleitoral.
Leitura estratégica: qualquer crise envolvendo institutos tende a extrapolar o instituto e alimentar novamente o debate sobre credibilidade das pesquisas eleitorais como um todo.
Em 2026, até a pesquisa eleitoral precisará disputar confiança antes de disputar manchete.
Brus I reciprocidade: Brasil abre canal mas a realização ainda não está no Correio
O governo brasileiro abriu formalmente procedimento relacionado à Lei da Reciprocidade Econômica em resposta às medidas comerciais dos Estados Unidos. A iniciativa cria um canal institucional de negociação, mas não significa automaticamente adoção imediata de retaliações.
A tensão agora entra numa fase mais técnica e diplomática. Empresários acompanham com atenção porque uma escalada tarifária poderia atingir cadeias produtivas, exportadores e preços, enquanto politicamente o governo tenta sustentar uma narrativa de defesa da soberania sem fechar as portas para negociação.
Leitura estratégica: “soberania” tende a aparecer cada vez mais no vocabulário eleitoral. É um conceito capaz de dialogar simultaneamente com economia, diplomacia, patriotismo e política interna.
Na diplomacia, reciprocidade é uma palavra elegante para lembrar que toda ação pode receber resposta.
Fachin, Morais e o sigilo da fonte: O STF debate também os limites do próprio poder
O presidente do STF, Edson Fachin, defendeu publicamente a proteção constitucional ao sigilo da fonte jornalística após decisão do ministro Alexandre de Moraes relacionada a investigação envolvendo fonte de jornalista no Maranhão. Moraes sustentou que o caso envolve suspeitas de crimes e não atividade jornalística legítima.
O assunto coloca novamente em evidência uma discussão sensível: liberdade de imprensa, proteção de fontes, investigação criminal e limites da atuação judicial.
Leitura estratégica: o maior impacto pode não estar no processo específico, mas na narrativa institucional. Divergências públicas entre ministros possuem elevada capacidade de repercussão porque alimentam interpretações sobre unidade, limites e funcionamento do Supremo.
Quando o Supremo começa a discutir os limites do próprio Supremo, Brasília imediatamente aumenta o volume.
BRB: Fux tenta a mediação, mas o PIX de R$ 6,6 bilhões ainda não caiu
A audiência conduzida pelo ministro Luiz Fux, no STF, terminou sem acordo definitivo para destravar uma solução financeira envolvendo o Banco de Brasília. Distrito Federal, União, BRB, representantes do sistema financeiro e Ministério Público continuam negociando.
O caso tem relevância financeira e política porque envolve instituição controlada pelo governo do Distrito Federal e uma operação bilionária, exigindo acomodação entre interesses públicos, regulatórios e financeiros.
Leitura estratégica: enquanto houver negociação aberta, cada nova movimentação poderá provocar repercussão no mercado e em Brasília.
Quando a mediação envolve bilhões, até o cafezinho da reunião entra em modo de compliance.
STF começa a discutir R$6,1 bilhões para poupadores
O Supremo inicia hoje, no plenário virtual, julgamento sobre as regras para pagamento de valores decorrentes dos antigos planos econômicos Bresser, Verão, Collor I e Collor II. Segundo entidade representante dos poupadores, cerca de R$ 6,1 bilhões ainda estão pendentes e mais de 200 mil poupadores e herdeiros poderiam estar envolvidos.
É uma pauta menos barulhenta politicamente, mas de grande impacto econômico e social, especialmente para famílias que aguardam solução há décadas.
Algumas discussões no Supremo demoram tanto que o processo já pode ter herdeiro.
PIXBET: a aposta virou caso de polícia e o mapa já tem cinco países
A Operação Arena continua produzindo desdobramentos. Investigação da Polícia Federal, Receita Federal e Ministério Público apura uma estrutura empresarial ligada à Pixbet que teria utilizado empresas no Brasil e no exterior, criptoativos e operações financeiras para movimentar e ocultar recursos. O Metrópoles informa que a teia empresarial passou por estruturas sediadas em cinco países ao longo de 13 anos. A Justiça autorizou bloqueio de até R$ 1,1 bilhão em bens e valores.
O Ministério da Fazenda também suspendeu cautelarmente a autorização federal da Pixbet por questões administrativas relacionadas a controles e documentação procedimento que, segundo a pasta, é independente da operação policial. O escritório de Nelson Wilians, também alcançado pelas buscas, afirma que sua relação com a empresa é exclusivamente profissional.
Leitura estratégica: o caso tem todos os ingredientes de alta propagação digital: bet, bilhões, criptomoedas, empresas internacionais, empresários conhecidos e imagens de luxo. A investigação ainda está no começo, portanto é importante separar fatos comprovados, suspeitas investigadas e responsabilidades individuais.
A casa sempre dizia que a aposta era internacional. Desta vez, quem abriu o mapa foi a Polícia Federal.
Brasil dá início ao processo de reciprocidade contra EUA
14/08/2026
Informou
Em nota, o Palácio do Planalto informou que o procedimento foi iniciado a partir do compartilhamento do pedido pela Secretaria-Executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex) com os demais integrantes de seu Comitê-Executivo de Gestão. Paralelamente, o Ministério das Relações Exteriores (MRE) notificará o governo dos Estados Unidos e solicitará a abertura de consultas diplomáticas.
Lei de Reciprocidade
Aprovada no ano passado, justamente em reação ao primeiro tarifaço do governo de Donald Trump, a Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a compet...
O governo federal anunciou a abertura formal do processo para avaliar se a imposição unilateral de tarifas por parte dos Estados Unidos (EUA) contra exportações brasileiras será respondida com base na Lei da Reciprocidade Econômica.
Informou
Em nota, o Palácio do Planalto informou que o procedimento foi iniciado a partir do compartilhamento do pedido pela Secretaria-Executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex) com os demais integrantes de seu Comitê-Executivo de Gestão. Paralelamente, o Ministério das Relações Exteriores (MRE) notificará o governo dos Estados Unidos e solicitará a abertura de consultas diplomáticas.
Lei de Reciprocidade
Aprovada no ano passado, justamente em reação ao primeiro tarifaço do governo de Donald Trump, a Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil.
Medidas
Dentre as possíveis medidas, o Brasil poderá impor tributos ou taxas, acabar com isenções ou redução de valores de tarifas de importação, ou ainda restringir importações de bens ou serviços. Pela lei, as contramedidas devem ser, na medida do possível, aplicadas na mesma proporção do prejuízo econômico causado por outro país ou bloco econômico ao Brasil.
Tarifaço
Em julho, o Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) impôs uma sobretaxa de 25% sobre vários produtos provenientes do Brasil, após cerca de um ano de análise. Foram taxados exportadores de ferro e aço, vestuário, calçados, açúcar, etanol, produtos farmacêuticos, maquinário agrícola, máquinas elétricas não voltadas ao setor de aviação, além de outros produtos manufaturados.
Justificou
O USTR justificou suas taxas dizendo que certas práticas adotadas pelo Brasil eram descabidas e oneravam ou restringiam o comércio de agricultores, trabalhadores, inovadores e exportadores estadunidenses. Uma sobretaxa adicional de 12,5% também foi aplicada na sequência sobre mais produtos nacionais, sob a alegação de que o Brasil não adota mecanismos eficazes para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado.
O Poder com Agência Brasil
Ministério da Fazenda manda suspender atuação da Pixbet e determina devolução de apostas
14/08/2026
A decisão
A decisão é um desdobramento da Operação deflagrada ontem, quinta-feira (13/08) pela Polícia Federal, Ministério Público, Ministério da Fazenda e Receita Federal. A ação investiga um grupo empresarial suspeito de evasão de divisas e lavagem de dinheiro por meio de apostas esportivas.
A defesa
Os advogados da Pixbet disseram que não tiveram acesso à determinação que autorizou a operação e que foram "pegos de surpresa"
Determinou
Diante dos desdobramentos da investigação, a Fazenda determinou a suspensão da operação dos sites ligados à empresa. A medida prevê que...
Após investigação da Operação Arena, o Ministério da Fazenda determinou a suspensão imediata da operação da Pixbet, empresa de apostas esportivas com sede em Campina Grande, na Paraíba. A medida cautelar também estabelece o cancelamento das apostas em curso e a devolução dos valores apostados aos usuários.
A decisão
A decisão é um desdobramento da Operação deflagrada ontem, quinta-feira (13/08) pela Polícia Federal, Ministério Público, Ministério da Fazenda e Receita Federal. A ação investiga um grupo empresarial suspeito de evasão de divisas e lavagem de dinheiro por meio de apostas esportivas.
A defesa
Os advogados da Pixbet disseram que não tiveram acesso à determinação que autorizou a operação e que foram "pegos de surpresa"
Determinou
Diante dos desdobramentos da investigação, a Fazenda determinou a suspensão da operação dos sites ligados à empresa. A medida prevê que a Pixbet só poderá voltar a operar depois que as informações exigidas forem encaminhadas e a Secretaria de Prêmios e Apostas comprovar o cumprimento das regras.
Canceladas
A decisão determina que as apostas que estavam em andamento sejam canceladas. Os valores apostados também devem ser devolvidos aos apostadores.
A Operação Arena investiga um grupo empresarial suspeito de usar estruturas societárias e financeiras no exterior para ocultar a origem e o destino de dinheiro obtido por meio de jogos de azar e apostas esportivas.
O Poder

Governo de Raquel direcionou contrato a hospital do marido da vice, diz auditoria
14/08/2026
Procedimentos não comprovados
A Casa de Saúde e Maternidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Garanhuns, recebeu recursos do SUS por procedimentos cuja realização não foi comprovada nos prontuários.
Procedimentos forjados
A conclusão da auditoria do Departamento Nacional de Auditoria do SUS (DenaSUS), encerrada nesta quarta-feira (12/08), é que o o hospital do marido da vice-governadora “forjou hemodiálises e tratamentos de câncer”.
Contratações sob suspeita
O relatório também diz que relações contratuais de elevado valor com uma entidade vinculada a agente político de alto escalão, sem instrumentos robustos de planejamento e control...
O Ministério da Saúde apontou falhas do governo Raquel Teixeira Lyra (PSD) na contratação e fiscalização de um hospital pertencente ao marido da vice-governadora Priscila Krause Branco. E calculou prejuízo de R$ 1 milhão aos cofres públicos.
Procedimentos não comprovados
A Casa de Saúde e Maternidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Garanhuns, recebeu recursos do SUS por procedimentos cuja realização não foi comprovada nos prontuários.
Procedimentos forjados
A conclusão da auditoria do Departamento Nacional de Auditoria do SUS (DenaSUS), encerrada nesta quarta-feira (12/08), é que o o hospital do marido da vice-governadora “forjou hemodiálises e tratamentos de câncer”.
Contratações sob suspeita
O relatório também diz que relações contratuais de elevado valor com uma entidade vinculada a agente político de alto escalão, sem instrumentos robustos de planejamento e controle, aumentam os riscos à impessoalidade, moralidade e transparência do processo.
(O Poder com informações do Metrópoles)
NR - O Poder oferece espaço e destaque para a manifestação de pessoas ou instituições citadas nas suas matérias.
Escandaloso e imoral - Auditoria do Ministério da Saúde aponta que hospital do marido de Priscila forjou hemodiálises e tratamentos de câncer - Confira
13/08/2026
A notícia
Está no UOL. Uma auditoria do Ministério da Saúde encontrou irregularidades nas informações apresentadas ao SUS pela Casa de Saúde e Maternidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Garanhuns. O hospital, pertencente a Jorge Branco, marido da vice-governadora de Pernambuco, Priscila Krause Branco, recebeu recurs...
Inacreditável. Escândalo ja repercute nacionalmente. Confira. O DenaSUS encontrou procedimentos sem comprovação nos prontuários, calculou prejuízo de cerca de R$ 1 milhão e apontou falhas da Secretaria de Saúde na fiscalização da unidade de Jorge Branco, marido de Priscila Krause Branco, vice governadora de Pernambuco. É o segundo grande escândalo envolvendo a unidade. No primeiro, a vice, nas vezes em que assumiu o governo remanejou mais de 100 milhões de recursos da saúde e efetuou transferências milionárias para o hospital do marido. Raquel Teixeira Lyra foi avisada, inclusive pela imprensa, mas não tomou nenhuma providência.
A notícia
Está no UOL. Uma auditoria do Ministério da Saúde encontrou irregularidades nas informações apresentadas ao SUS pela Casa de Saúde e Maternidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Garanhuns. O hospital, pertencente a Jorge Branco, marido da vice-governadora de Pernambuco, Priscila Krause Branco, recebeu recursos federais por sessões de hemodiálise, cirurgias e tratamentos contra o câncer cuja realização não foram comprovados nos prontuários.
Procedimentos cobrados irregularmente
O Departamento Nacional de Auditoria do SUS (DenaSUS) encontrou 90 sessões de hemodiálise pagas sem documentação suficiente para demonstrar que os procedimentos ocorreram da forma informada pelo hospital. Os auditores localizaram registros ausentes e incompletos nas folhas de frequência dos pacientes, nas prescrições e nas anotações feitas por médicos e enfermeiros. Na oncologia, 33 internações apresentaram cobranças incompatíveis com as cirurgias e os diagnósticos registrados.
As falhas
Alcançaram outras modalidades de tratamento contra o câncer. Os fiscais identificaram inconsistências em 113 autorizações de procedimentos sequenciais de oncologia, além de ciclos de quimioterapia e hormonioterapia cuja realização carecia de anotações e documentos adequados.
A conta das irregularidades
Chegou a cerca de R$ 1 milhão. O DenaSUS cobrou a devolução do dinheiro ao Fundo Nacional de Saúde, com correção monetária. A fiscalização foi aberta depois de uma demanda da Assembleia Legislativa de Pernambuco. Os auditores examinaram a aplicação de recursos federais repassados entre janeiro de 2023 e julho de 2025.
Nesse período
O hospital recebeu R$ 55,89 milhões do SUS para prestar serviços de oncologia, hemodiálise, diálise peritoneal e UTI adulta, além de verbas destinadas ao pagamento do Piso Nacional da Enfermagem.
O que foi investigado
Para verificar se os atendimentos apresentados ao SUS realmente haviam ocorrido, os auditores compararam as cobranças do hospital com prontuários, folhas de frequência, prescrições e registros feitos por médicos e enfermeiros.
O cruzamento
Revelou informações desencontradas, documentos incompletos e procedimentos sem comprovação adequada. Em 90 sessões de hemodiálise pagas com dinheiro público, os registros examinados foram insuficientes para confirmar os atendimentos da forma declarada pela unidade.
As falhas
Atingiam desde as folhas que deveriam registrar a presença dos pacientes até as prescrições e anotações das equipes de saúde. A ausência desse conjunto de informações impediu os fiscais de atestarem que as sessões cobradas ocorreram nos termos apresentados ao SUS.
Cirurgias e tratamentos de câncer sob suspeita
Na oncologia, a situação também chamou a atenção dos fiscais. Das 60 Autorizações de Internação Hospitalar analisadas, 33 apresentaram cobranças consideradas incompatíveis com as técnicas cirúrgicas e com os diagnósticos encontrados nos prontuários.
O DenaSUS
Localizou ainda inconsistências em 113 autorizações referentes a procedimentos sequenciais. Também foram identificados ciclos de quimioterapia e hormonioterapia cuja documentação era insuficiente para sustentar as informações encaminhadas para pagamento.
Governo de Raquel falhou na fiscalização
A auditoria mostrou que o Governo de Pernambuco falhou na fiscalização do uso do dinheiro público destinado à unidade. A Secretaria de Saúde de Pernambuco mantinha seis termos de credenciamento diferentes com o mesmo hospital. Para o DenaSUS, essa divisão atrapalhava o controle dos recursos e impedia que o Estado tivesse uma visão completa dos serviços prestados.
Também
Faltavam instrumentos básicos de fiscalização. A auditoria constatou a ausência de Plano Operativo Local, Documento Descritivo completo e metas de resolutividade, segurança do paciente e desempenho clínico.
Na prática
O hospital recebia principalmente de acordo com a quantidade de procedimentos declarados. Quanto maior a produção informada, maior poderia ser o pagamento. A Secretaria de Saúde, entretanto, carecia de uma estrutura adequada para conferir os registros, avaliar a qualidade dos atendimentos e verificar a execução dos serviços cobrados.
Raquel Teixeira omissa
O Governo de Pernambuco também deixou de estabelecer metas qualitativas e de realizar uma avaliação organizada do desempenho da unidade. Com isso, a fiscalização ficava concentrada nos números apresentados pelo próprio hospital, sem uma medição adequada dos resultados dos tratamentos, da segurança dos pacientes e da qualidade da assistência.
Para os auditores
Pagar apenas pela produção declarada é insuficiente. O Estado precisa confirmar que o paciente recebeu o atendimento registrado, que o serviço ocorreu nas condições informadas e que o procedimento cumpriu os padrões exigidos pelo SUS.
Relação com vice-governadora entra no relatório
O vínculo familiar entre o dono do hospital e a vice-governadora também apareceu no documento. Jorge Branco é marido de Priscila Krause Branco e proprietário da unidade beneficiada pelos repasses.
Segundo o DenaSUS
Essa relação, somada à falta de estudos técnicos, metas e mecanismos rigorosos de controle, aumentou os riscos de desrespeito aos princípios da impessoalidade, moralidade e transparência. Os auditores afirmaram que o vínculo jurídico realizado pelo Estado era de uma “contratação direcionada de fato, ainda que não formalmente”.
A investigação
Ganhou ainda mais peso diante dos seis credenciamentos simultâneos mantidos com a unidade e da fragilidade das ferramentas usadas para acompanhar os serviços e fiscalizar a aplicação das verbas federais.
Cadastro tinha profissionais sem vínculo
A fiscalização também identificou divergências no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde. Cinco profissionais apareciam sem vínculo registrado, enquanto 41 cadastros apresentavam inconsistências nas cargas horárias. Outros três trabalhadores estavam sem comprovação de inscrição nos respectivos conselhos de classe. Também havia informações desatualizadas sobre os equipamentos usados na hemodiálise.
Números da UTI não batiam
Na Unidade de Terapia Intensiva, os dados registrados nos sistemas oficiais divergiam da estrutura encontrada durante a inspeção. O hospital aparecia cadastrado com 31 leitos de UTI adulta, sendo 11 destinados ao SUS. No local, porém, os auditores encontraram oito leitos de UTI adulta Tipo II e dez voltados ao atendimento de pacientes com síndrome respiratória aguda grave.
O relatório
Registrou ainda 12 médicos e oito enfermeiros sem comprovação da especialização exigida. A unidade também deixou de apresentar as escalas de médicos e fisioterapeutas. Na hemodiálise, as salas atendiam apenas parcialmente às exigências de dimensionamento, e havia falhas na formação da equipe. O sistema de tratamento da água, por outro lado, foi considerado adequado. Já no setor de câncer, a quantidade de sessões de quimioterapia ficou abaixo do mínimo exigido para a manutenção da habilitação do serviço.
DenaSUS cobra devolução de cerca de R$ 1 milhão
Ao concluir a fiscalização, o DenaSUS calculou um prejuízo de cerca de R$ 1 milhão e recomendou que o hospital devolva o valor ao Fundo Nacional de Saúde, com atualização monetária. O órgão também cobrou uma mudança na forma como a Secretaria de Saúde de Pernambuco contrata e fiscaliza a unidade. Entre as medidas recomendadas estão a unificação dos seis credenciamentos, a criação de metas de qualidade, a formação de uma comissão de acompanhamento, a implantação do Núcleo Interno de Regulação e a correção dos cadastros.
Relevante, porém...
O DenaSUS reconhece a importância do hospital para o atendimento da população de Garanhuns e dos municípios vizinhos. Essa relevância, porém, mantém intacta a obrigação do Governo de Pernambuco de fiscalizar cada real gasto e exigir a comprovação de todos os procedimentos bancados com dinheiro público.
Resolvido. Flávio é do PL. Nunes Marques usou a caneta e o bom senso
13/08/2026
E
Caso especial encerrado antes que virasse novela. .as ainda rende. PGE entra no caso e o Missao agora diz que fez credenciamento do senador. Só que errado. Que trapalhada.
A inteligência humana não pode ficar submissa a procedimentos ditados por sistemas e plataformas digitais. Flávio Bolsonaro é do PL e pode registrar a candidatura. A decisão do presidente do TSE, ministro Nunes Marques, acabou com o alvoroço e restabeleceu o bom senso e a normalidade. Agora, resta à Polícia Federal identificar o sabotador. Que usou informações restritas e de confiança. E fez, sem autorização claro, a migração do PL para outro partido. O Missão, que até já tem candidato à Presidência.
E
Caso especial encerrado antes que virasse novela. .as ainda rende. PGE entra no caso e o Missao agora diz que fez credenciamento do senador. Só que errado. Que trapalhada.
Se não há divisão na chapa do governo, não sei mais o que divisão é, por Flávio Lúcio*
13/08/2026
O único argumento, muito mal construído, está centrado na indecisão do prefeito de João Pessoa, Léo Bezerra, que ainda não anunciou quem apoiará para a segunda vaga ao Senado, já que o primeira é de Veneziano Vital.
Ora, essa turma esquece que a chapa de Cícero Lucena está fechada há alguns meses e que, entre as lideranças que o apoiam, nenhuma divergência foi manifestada. Pelo contrário.
A aliança de Cícero não é personalista. Diego Cunha Lima, seu candidato a vice, representa uma unidade incomum na Rainha da Borborema. Ele próprio pertence a um grupo de tradição e força política amplamente reconhecidas na Paraíba do qual faz parte Romero Rodrigues, Pedro Cunha Lima, em aliança com Veneziano Vital e Johnny Bezerra....
Hoje, a mídia governista resolveu criar uma equivalência com o intuito de nivelar a divisão na base governista, revelada no impasse que durou dez dias nas negociações para a escolha da candidata a vice na chapa de Lucas Ribeiro.
O único argumento, muito mal construído, está centrado na indecisão do prefeito de João Pessoa, Léo Bezerra, que ainda não anunciou quem apoiará para a segunda vaga ao Senado, já que o primeira é de Veneziano Vital.
Ora, essa turma esquece que a chapa de Cícero Lucena está fechada há alguns meses e que, entre as lideranças que o apoiam, nenhuma divergência foi manifestada. Pelo contrário.
A aliança de Cícero não é personalista. Diego Cunha Lima, seu candidato a vice, representa uma unidade incomum na Rainha da Borborema. Ele próprio pertence a um grupo de tradição e força política amplamente reconhecidas na Paraíba do qual faz parte Romero Rodrigues, Pedro Cunha Lima, em aliança com Veneziano Vital e Johnny Bezerra. Mesmo assim, não se observa qualquer ruído entre essas lideranças.
No caso do prefeito de João Pessoa, Léo Bezerra, não há a menor dúvida a respeito de seu apoio a Cícero Lucena e a Veneziano Vital para o Senado, manifestação que vem sendo feita em todas as ocasiões desde que assumiu a Prefeitura de João Pessoa. A única dúvida que resta diz respeito à segunda vaga para o Senado.
E a torcida de jornalistas ligados ao governo é para que Bezerra anuncie seu apoio a Nabor Wanderley, embora Cícero e Mersinho Lucena trabalhem para que o prefeito não dê esse passo — movimento que já vem sendo explorado pelos opositores do candidato da oposição, mesmo antes de acontecer.
Fui convidado pela TV MDB a opinar sobre questões da campanha eleitoral em curso, entre elas a divisão na base do governo. Sobre essa questão, lembrei em um dos vídeos postados nas redes sociais, de acontecimentos que foram amplamente divulgados pela imprensa.
Portanto, não se tratou de uma mera opinião, mas da constatação de fatos que não podem ser desmentidos: a sucessão de candidatos e candidatas a vice-governador lançados ao debate público e que, um a um, foram retirados do caminho, seja pela família Ribeiro — como no caso de Adriano Galdino, presidente da Assembleia Legislativa —, seja por vetos de partidos e grupos políticos que compõem a aliança de Lucas Ribeiro.
Foi o que ocorreu com Rafaela Camaraense, apontada como a “preferida” do governador, e com os bolsonaristas Eduardo Carneiro e a tenente-coronel Viviane, ambos vetados pelo PT.
Aliás, o próprio PT também sofreu veto. Lembremos que o presidente nacional do partido afirmou, na última segunda-feira, que o acordo firmado com Aguinaldo Ribeiro, em Brasília, incluía para o PT a indicação de um nome para a vaga de vice. Por que o acordo não foi cumprido? Houve veto ao PT na chapa?
Depois dos vetos aos nomes de João Pessoa, a situação evoluiu para um grau de desarranjo tal que, sem outras opções capazes de produzir consenso, restou o nome de Lígia Feliciano, que passou a compor uma chapa pão com pão, já que Lucas Ribeiro também é de Campina Grande.
Essa composição representa um fato inédito na história das eleições para o Governo da Paraíba, pelo menos desde 1982.
Basta observar as chapas vencedoras nesse período. O vice de Wilson Braga foi de Campina Grande (José Carlos da Silva Júnior); o de Burity também (Raymundo Asfora); o de Ronaldo foi de João Pessoa (Cícero Lucena); o de Mariz, de Araruna (José Maranhão); o de Maranhão, de Guarabira (Roberto Paulino); os de Cássio Cunha Lima foram de João Pessoa (Lauremília Lucena) e da região de Cajazeiras (José Lacerda Neto); os de Ricardo Coutinho foram de Campina Grande (Rômulo Gouveia e Lígia Feliciano); e os de João Azevêdo também foram de Campina Grande (Lígia Feliciano e o próprio Lucas Ribeiro).
Ou seja, o impasse foi tão grande que a solução encontrada rompe, de maneira arriscada, uma trajetória histórica das chapas vencedoras na Paraíba. E isso não tem nada de meramente nominal: não faz sentido que uma chapa para o Governo do Estado represente essencialmente uma única cidade, seja ela qual for.
Mesmo que essa cidade tenha o peso e a tradição política de Campina Grande.
Se isso não pode ser chamado de divisão a expressão perdeu o sentido e eu não sabia.
*Flávio Lúcio é cientista político. Professor de História da UFPB. Doutor em Sociologia.
A quem Flávio Bolsonaro é filiado? Saiu nota do TSE
13/08/2026
A nota do TSE
Ipsis litteris:
O Tribunal Superior Eleitoral informa que a filiação de Flávio Bolsonaro ao partido Missão não foi fruto de hackeamento do sistema de filiação partidária, mas sim de uso indevido da ferramenta por parte de alguém que poss...
A resposta à pergunta confirma o materia postada há pouco por O Poder: Flávio é do Missão, para todos os efeitos legais. O partido, que já tem candidato a presidente, Renan Santos, tirou o dele da reta. Alardeou que quando apareceu Flávio como filiado, avisou, no começo do mês ao PL. Segundo o Missão, que exibiu cópias de e-mails enviados e não respondidos, o PL não tomou providências em tempo hábil. Aliás, o maior partido do País só se mexeu hoje, quando a bronca estourou. Aliás, em nota, o TSE isentou os hackers da suspeita e afastou riscos de violação do sistema. Alguem, que tinha as senhas, agiu de má fé. O que nao resolve o embróglio. Confira o pronunciamento oficial do TSE.
A nota do TSE
Ipsis litteris:
O Tribunal Superior Eleitoral informa que a filiação de Flávio Bolsonaro ao partido Missão não foi fruto de hackeamento do sistema de filiação partidária, mas sim de uso indevido da ferramenta por parte de alguém que possuía as credencias da legenda para efetivar filiações.
O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, enviou uma representação à Procuradoria Geral Eleitoral para providências e determinou instauração de inquérito por parte da Polícia Judiciária.
O Partido Liberal protocolou pedido de desfiliação do Missão, que já está sob análise.
E assim
Aguardemos as cenas dos próximos capítulos dessa novela pastelão.
Situação do momento: Flávio Bolsonaro se desfilou do PL, entrou no Missão e não pode ser candidato. Confira
13/08/2026
A notícia
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não conseguiu registrar hoje quinta-feira (13/08) sua candidatura à Presidência da República após aparecer filiado ao partido Missão nos registros da Justiça Eleitoral. O caso é analisado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Segundo o site Metrópoles
A advogada da campanha...
Quem decide os rumos partidarios de alguém? Além da própria pessoa, a resposta deveria ser ninguém. Mas, nos tempos estranhos que estão aí, a resposta pode ser diversificada. O fato é que o senador Flávio Bolsonaro não pode registrar sua candidatura hoje, como pretendia, porque simplesmente, no sistema do TSE, ele nao é filiado ao PL. O senador teria, segundo consta do órgão que cuida da segurança dos processos eleitorais, se desfilado do seu partido esses dias e entrado no Missão. Uma maluquice que só dá discurso para os adeptos das teorias da conspiração ou adversários das urnas eletrônicas.
A notícia
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não conseguiu registrar hoje quinta-feira (13/08) sua candidatura à Presidência da República após aparecer filiado ao partido Missão nos registros da Justiça Eleitoral. O caso é analisado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Segundo o site Metrópoles
A advogada da campanha, Maria Claudia Bucchianeri, disse que é "inequívoco que foi fraudulento". Segundo ela, a alteração foi identificada quando a equipe começou a reunir os documentos necessários para protocolar o pedido de registro da candidatura.
Olha a bronca
O prazo para o registro das candidaturas na Justiça Eleitoral termina às 19h de sábado (15/08). Todos os procedimentos seguem os protocolos do sistema. Como esse nó vai ser desatado, com a palavra o cabeça do TSE, ministro Kassio Nunes Marques. Indicado para o STF pelo então presidente Bolsonaro, pai de Flávio.
Oficial mas ainda não legal
O PL oficializou em convenção nacional no dia 25 de julho a candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República O prazo para a realização de convenções terminou em 05 de agosto.
PL tonto
Ainda de acordo com a advogada, o partido já acionou o TSE e aguarda os trâmites que, a estas alturas, estão nas mãos do presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, já qualificado acima.
Além disso
O PL já acionou a Polícia Federal. Como tudo na atual cúpula da justiça brasileira, tudo pode ser resolvido em dois minutos ou nunca.
Aguardar para ver.
Agora imagine
O tamanho da confusão se o prazo fatal chegar e Flávio Bolsonaro não conseguir registrar a candidatura. Como se já não bastassem as emoções e tensões do processo, aparece mais esta. Realmente, como se diz, o Brasil não é para amadores. E como se vê, nem para profissionais.