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Música e literatura - Bairro da Ermidinha realiza 1ª  Feira Cultural em Floresta no Pernambuco

15/04/2025

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O poético bairro de onde se descortina um belo pôr do sol. No próximo sábado (19/04) às 17 horas, o bairro da Ermidinha viverá um momento de confraternização, com a realização da 1ª  Feira Cultural da cidade.

Atrações

O evento terá comidas típicas, música, artesanato e apreciação do por do sol. Essas atrações segundo os organizadores simbolicamente representará um movimento de Voluntariado , retomando uma identidade que torna Floresta um município de tradições diferenciadas.

A feirinha

A feirinha de arte e artesanato contará com degustação de sabores, trilha sonora, com apresentação de um coral que vai cantar músicas que fazem parte de nosso imaginário coletivo.

O Projeto

O Projeto Floresta + Linda e Empreendedora, coordenado por Gracinha Novaes em parceria com o projeto Guardiões, liderado por Guto Ferraz, organizou uma rifa de uma obra de arte de Beth Marques, um ventilad...

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O poético bairro de onde se descortina um belo pôr do sol. No próximo sábado (19/04) às 17 horas, o bairro da Ermidinha viverá um momento de confraternização, com a realização da 1ª  Feira Cultural da cidade.

Atrações

O evento terá comidas típicas, música, artesanato e apreciação do por do sol. Essas atrações segundo os organizadores simbolicamente representará um movimento de Voluntariado , retomando uma identidade que torna Floresta um município de tradições diferenciadas.

A feirinha

A feirinha de arte e artesanato contará com degustação de sabores, trilha sonora, com apresentação de um coral que vai cantar músicas que fazem parte de nosso imaginário coletivo.

O Projeto

O Projeto Floresta + Linda e Empreendedora, coordenado por Gracinha Novaes em parceria com o projeto Guardiões, liderado por Guto Ferraz, organizou uma rifa de uma obra de arte de Beth Marques, um ventilador e um liquidificador (doados respectivamente por Guto Ferraz, Paula Moraes e Letícia Ferraz).

A rifa

A quota da rifa é de apenas R$ 10,00 e pode ser adquirida pelo pix gutoferraz@uol.com.br. Importante encaminhar o comprovante para Eliadja (+55 87 99640-9788) para que possa escolher os seus números. (O Poder)

Leia outras informações

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Adeus, querido Wal. Uma vida de coragem e lutas, sempre do lado do povo

04/07/2026

A família do deputado estadual Waldemar Borges, um dos mais coerentes, corajosos e ilibados guerreiros da causa popular, amitiu, na tarde deste sábado, 04/07/26 a nota a seguir.

Nota de pesar

É com profundo pesar que comunicamos o falecimento de Waldemar Borges, uma das figuras mais íntegras, coerentes e dedicadas da história política recente de Pernambuco. Wal, como era conhecido, partiu na tarde deste sábado (04 de julho de 2026), aos 67 anos, após lutar bravamente contra um câncer, deixando uma lacuna irreparável na vida pública e, acima de tudo, no seio de nossa família.

Nascido em 10 de julho de 1958, Waldemar Borges dedicou toda a sua vida a uma trajetória marcada pela coerência, correção, firmeza, compromisso social e, acima de tudo, por uma imensa capacidade de diálogo. Seus quase 40 anos de trajetória pública, dos quais 32 exercendo mandatos conferidos pelo povo, foram desempenhados com reconhecida decência, consolidando-o c...

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A família do deputado estadual Waldemar Borges, um dos mais coerentes, corajosos e ilibados guerreiros da causa popular, amitiu, na tarde deste sábado, 04/07/26 a nota a seguir.

Nota de pesar

É com profundo pesar que comunicamos o falecimento de Waldemar Borges, uma das figuras mais íntegras, coerentes e dedicadas da história política recente de Pernambuco. Wal, como era conhecido, partiu na tarde deste sábado (04 de julho de 2026), aos 67 anos, após lutar bravamente contra um câncer, deixando uma lacuna irreparável na vida pública e, acima de tudo, no seio de nossa família.

Nascido em 10 de julho de 1958, Waldemar Borges dedicou toda a sua vida a uma trajetória marcada pela coerência, correção, firmeza, compromisso social e, acima de tudo, por uma imensa capacidade de diálogo. Seus quase 40 anos de trajetória pública, dos quais 32 exercendo mandatos conferidos pelo povo, foram desempenhados com reconhecida decência, consolidando-o como um dos melhores representantes da boa política — aquela elevada, transformadora e voltada para a coletividade. A política como ela deve ser.

Para além do homem público exemplar, guardaremos para sempre a lembrança do marido e pai amoroso, cuja generosidade e retidão continuam a ser o nosso orgulho e o nosso maior norte. Sua história e seu legado permanecem vivos em nossos corações e como um farol para as próximas gerações.
Com profunda dor e saudade,

Luciana Santos (esposa)
Walzinho, Mariana e Luana (filhos)

Velório

Até a elaboração desta matéria, local e hora ainda não estavam definidos.

Um artigo de Wal

Um dos recentes textos de Wal, um combatente até o último suspiro, com bandeira e lado, publicado com muita honra por O Poder.
https://www.jornalopoder.com.br/noticias/29537/opiniao-a-historia-ensina-por-waldemar-borges




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Chapa unida - Cícero, Veneziano e André Gadelha participam de atividades no sertão paraibano

04/07/2026

A chapa de pré-candidatos majoritários do MDB Cícero Lucena (Governo da Paraíba) Veneziano Vital do Rêgo (reeleição ao Senado) e André Gadelha Senado) participou de atividades durante todo o dia de ontem, sexta-feira (03/07), em cidades do sertão paraibano. Eles estiveram em Itaporanga, Diamante e Pombal.



Em Itaporanga

Cícero, Veneziano e o deputado estadual e também pré-candidato ao Senado André Gadelha fizeram uma visita ao comércio e ao Mercado Público da cidade, acompanhados do vereador Hélio do Bar, do suplente Márcio Rodão e de outras lideranças locais. Também participaram da visita o vereador de João Pessoa, João Corujinha; e o ex-prefeito de Monte Horebe e pré-candidato a deputado estadual, Marcos Eron.



Diamante

De Itaporanga a comitiva seguiu para Diamante, onde foi recebida pelo prefeito Hermes Filho, pelo presidente da Câmara Municipal, Lucivânio de Luiz Chico, além de...

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A chapa de pré-candidatos majoritários do MDB Cícero Lucena (Governo da Paraíba) Veneziano Vital do Rêgo (reeleição ao Senado) e André Gadelha Senado) participou de atividades durante todo o dia de ontem, sexta-feira (03/07), em cidades do sertão paraibano. Eles estiveram em Itaporanga, Diamante e Pombal.



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Em Itaporanga

Cícero, Veneziano e o deputado estadual e também pré-candidato ao Senado André Gadelha fizeram uma visita ao comércio e ao Mercado Público da cidade, acompanhados do vereador Hélio do Bar, do suplente Márcio Rodão e de outras lideranças locais. Também participaram da visita o vereador de João Pessoa, João Corujinha; e o ex-prefeito de Monte Horebe e pré-candidato a deputado estadual, Marcos Eron.



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Diamante

De Itaporanga a comitiva seguiu para Diamante, onde foi recebida pelo prefeito Hermes Filho, pelo presidente da Câmara Municipal, Lucivânio de Luiz Chico, além de outros vereadores, secretários municipais e demais lideranças, para a entrega da Praça Argemiro Abílio de Sousa, construída com recursos destinados por Veneziano.



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Pombal

A programação terminou à noite, quando os pré-candidatos participaram das atividades que abriram as comemorações do aniversário de 328 anos de Pombal, ao lado do prefeito Galego da Gavel e de outras lideranças.



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Fala André

O pré-candidato ao senado, André Gadelha, ex-prefeito de Sousa e que atualmente é deputado estadual, avaliou a jornada como muito positiva. "Nossa chapa está unida e tem objetivos claros. Somos os candidatos que representam o povo. Que têm experiência e sintonia com os problemas da população. Eleição é contraste e comparação. Na campanha, o povo vai poder comparar as chapas e ver quem, de fato, defende os seus interesses", afirmou.


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Trios de forró mantém tradição e preservam cultura em cidades nordestinas Severino Lopes*

04/07/2026

Entre uma nota da sanfona, o toque do triângulo e a batida do zabumba, uma tradição antiga se mantém no São João de Campina Grande, Caruaru e no Recife. Os toques dos instrumentos são inconfundíveis. E convidativos para o arrasta-pé. No centro do forró tradicional, também conhecido como ‘forró pé de serra’, está uma formação musical que sobrevive há décadas sem perder sua essência. Mesmo com o fim da temporada junina, esses trios de forró seguem firmes, tocando o genuíno forró deixado por Luiz Gonzaga, com apresentações ao longo de todo ano.

Com três instrumentos que são o retrato da cultura nordestina, os trios de forró estão em toda parte de diversas cidades do Nordeste, formando o núcleo principal de um gênero que, mesmo diante de modismos e pressões comerciais, mantém viva sua identidade.



Mais de 100 trios

Em Campina Grande, eles são a alma das festividades juninas e da cultura pé de serra. A cidade conta com mai...

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Entre uma nota da sanfona, o toque do triângulo e a batida do zabumba, uma tradição antiga se mantém no São João de Campina Grande, Caruaru e no Recife. Os toques dos instrumentos são inconfundíveis. E convidativos para o arrasta-pé. No centro do forró tradicional, também conhecido como ‘forró pé de serra’, está uma formação musical que sobrevive há décadas sem perder sua essência. Mesmo com o fim da temporada junina, esses trios de forró seguem firmes, tocando o genuíno forró deixado por Luiz Gonzaga, com apresentações ao longo de todo ano.

Com três instrumentos que são o retrato da cultura nordestina, os trios de forró estão em toda parte de diversas cidades do Nordeste, formando o núcleo principal de um gênero que, mesmo diante de modismos e pressões comerciais, mantém viva sua identidade.



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Mais de 100 trios

Em Campina Grande, eles são a alma das festividades juninas e da cultura pé de serra. A cidade conta com mais de 100 trios tocando no São João. Vestidos a caráter, seus integrantes se apresentam em palcos culturais, no Parque do Povo e na Ilha Seu Vavá, na Pirâmide. Entre tantos trios, destaques para o Trio Forró de Boa, Trio Agrestino, Trio Forró do Léo, e o Trio Forró Nordestinado .

Essa tradição nordestina gera renda, atrai turistas e uma identidade cultural singular brasileira. É no tempo de São João que os trios de forró pé de serra se tornam protagonistas das festas populares. A tradição do gênero segue sendo passada entre gerações de músicos, muitas vezes dentro das próprias famílias. “É muito gratificante para quem faz forró pé-de-serra. São oportunidades que trazem uma alegria enorme pra gente”, celebrou Edenir dos Santos, do Trio Forrozeando.

Já o Trio de Forró existe há cinco anos, e se apresenta durante todo o ano, sendo que o período de mais trabalho é o junino. O produtor, Emanoel Carvalho de Lima, que também é músico, disse que junho é o melhor mês para divulgar a música nordestina. O foco do grupo, segundo ele, é defender a tradição, os costumes e as raízes da região.



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35 anos de carreira

Outro personagem conhecido no meio é Rildo Oliveira. Com 35 anos de carreira, tocando o forró pé-de-serra, ele já comandou vários trios de forró como os Almirantes do Forró, os Agrestinos do Forró e Aventureiros do Forró. Os grupos, já se apresentaram várias vezes nas palhoças do Parque do Povo.

Rildo contou que o grupo mantém a autêntica formação clássica nordestina, executando clássicos do xote, baião e arrasta-pé. A temporada de 2026 para ele, foi uma das melhores com diversos shows realizados ao longo do mês.



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Início com Gonzagão

O trio de forró tradicional é um formato consagrado por Luiz Gonzaga, que popularizou o gênero pelo Brasil, contando histórias do nortista, como era conhecida parte da atual Região Nordeste. Para muitos músicos, integrar um trio de forró não é apenas uma escolha artística, mas uma profissão que garante o sustento de diversas famílias, além da identidade que integra gerações de pessoas pela luta e reconhecimento da sua identidade.

A história dos trios começou com o rei do baião, Luiz Gonzaga. Exímio tocador de sanfona, Gonzaga sentiu a necessidade de um acompanhamento que marcasse o ritmo da música em suas apresentações, inspirado pelas bandas de pífano que havia no sertão e nos instrumentos de couro utilizados no Rio de Janeiro.

Resiste ao tempo

Tradições nordestinas mantidas através do forró, os trios são a alma e a base da autêntica tradição junina no São João do Recife. Conhecidos pelo formato clássico de sanfona, zabumba e triângulo, durante os festejos da cidade, eles se apresentam não apenas nos grandes palcos, mas especialmente nos polos dedicados à cultura popular, como a Sala de Reboco e os pavilhões de dança do Sítio Trindade.

Entre tantos trios que existem na cidade e este ano tocaram em Polos Tradicionais como no Sítio Trindade e no Pátio de São Pedro, destaques para o Trio Forró Xodó e mestres da sanfona, Trio Magia do Sol, rio Pérola Negra (Itinerante), Trio Arranca Rabo, Trio Mexe Mexe, Trio Palha de Milho (Itinerante), Trio Culé de Xá, Trio Nordeste Show (Itinerante), Trio Sanfona do Povo, Trio Xodó Maior e Trio 100% Mulher.

O berço de vários trios de forró

Em Caruaru, berço de diversos trios de forró pé de serra, responsáveis por manter viva a tradição da sanfona, zabumba e triângulo, estão entre os seus principais representantes o Trio Nordestino, Trio Caruru, Trio Namorados da Lua, Trio Asas da América e Trio Bau dos Oito Baixos. Trio Santa Rosa, Forró Chicote, Forró Chacal, entre outros.

Assim, entre uma nota de sanfona e outra apresentação, o forró segue firme, enchendo as ruas de som, suor e memória. E os trios, mesmo sob sol forte ou ao cair da noite, seguem tocando e valorizando não apenas uma sonoridade, mas todo um modo de vida típico do povo nordestino.

*Severino Lopes é editor regional de O Poder



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As aventuras de Cacimba 48 — O cinema de retalho, por Zé da Flauta*

04/07/2026

A novidade chegou a Carnaúba Seca no lombo de um jumento: um projetor de cinema do ano do ronco, manco das engrenagens e remendado com arame de cerca. Cacimba anunciou que a parede branca da igreja seria a tela do maior espetáculo da terra, mas o rebuliço de verdade acontecia nos bastidores da cabine improvisada.

Os rolos de filme que o velho trouxe estavam tão velhos e despedaçados que pareciam uma colcha de retalhos de celuloide. Simão, com seus óculos redondos na ponta do nariz e uma paciência de monge, usava uma gilete e goma arábica para emendar um pedaço de filme mudo de Charles Chaplin com uma cena de navio cruzando o porto do Recife.

Enquanto isso, Sebastião já chorava de soluçar só de ver o drama da fita gasta, distribuindo lenços de algodão para os primeiros da fila e quase engolindo o rolo de filme na empolgação.

Quando a luz do projetor finalmente rasgou a escuridão do sertão, o que se viu na parede foi uma confusão bendita. Um...

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A novidade chegou a Carnaúba Seca no lombo de um jumento: um projetor de cinema do ano do ronco, manco das engrenagens e remendado com arame de cerca. Cacimba anunciou que a parede branca da igreja seria a tela do maior espetáculo da terra, mas o rebuliço de verdade acontecia nos bastidores da cabine improvisada.

Os rolos de filme que o velho trouxe estavam tão velhos e despedaçados que pareciam uma colcha de retalhos de celuloide. Simão, com seus óculos redondos na ponta do nariz e uma paciência de monge, usava uma gilete e goma arábica para emendar um pedaço de filme mudo de Charles Chaplin com uma cena de navio cruzando o porto do Recife.

Enquanto isso, Sebastião já chorava de soluçar só de ver o drama da fita gasta, distribuindo lenços de algodão para os primeiros da fila e quase engolindo o rolo de filme na empolgação.

Quando a luz do projetor finalmente rasgou a escuridão do sertão, o que se viu na parede foi uma confusão bendita. Um caubói americano começava um duelo no Velho Oeste e, no frame seguinte, caía de repente num plano aberto das pontes do Recife sob o sol de Pernambuco.

Como as fitas não tinham som e a lógica tinha tirado férias, Cacimba pegou o microfone e assumiu o papel de narrador oficial daquela colagem maluca. O povo assistia de boca aberta enquanto o velho transformava o caos em pura filosofia:

"Estão vendo esse trem que corre sem saber o destino? É o tempo, minha gente. A vida da gente é igualzinha a esse filme de retalho que Simão colou: um pedaço de riso ali, uma saudade acolá, tudo misturado num rolo só, e a gente passando o dia tentando adivinhar qual vai ser a próxima cena.”



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O tom da noite mudou quando o projetor mostrou a imagem em preto e branco de uma mulher chorando na beira de um cais. Cacimba, com a sensibilidade que Deus lhe deu, esqueceu o roteiro original e começou a narrar a história de Dona Lurdes, lembrando o dia em que o filho dela partiu para o Sul e nunca mais mandou notícias.

A voz do velho, mansa e carregada de afeto, ecoava na praça enquanto a luz da fita gasta iluminava os rostos da multidão. Sebastião, abraçado ao pescoço de Cacimba, derramava lágrimas grossas que molhavam a camisa do mestre.

No barranco, o choro virou um coro baixinho; os homens mais duros da cidade limpavam os olhos disfarçadamente com a manga da camisa, vendo suas próprias dores, perdas e esperanças projetadas e validadas naquela parede de cal.

De repente, num estalo seco, a fita partiu e a parede da igreja voltou a ser apenas uma parede branca sob o céu estrelado do sertão…

O silêncio que se seguiu não era de decepção, mas de comunhão.

Cacimba desligou o motor do projetor, olhou para o povo que ainda guardava o brilho da tela nos olhos e deixou a última reflexão da noite:

"O cinema de verdade não precisa de fita inteira e nem de eletricidade, meus amigos. Ele acontece no escuro do peito de cada um de vocês, onde as memórias não quebram e os amores da gente nunca saem de cartaz."

A cidade voltou para casa a passos lentos, olhando para as estrelas e sentindo que a vida em Carnaúba Seca, com todos os seus remendos e dificuldades, tinha a grandeza e a dignidade dos maiores clássicos da tela de cinema.

*Zé da Flauta é músico, compositor, filósofo e escritor.



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ONS redobra cuidados para evitar faltas localizadas de energia, por conta de alta demanda no jogo do Brasil deste domingo (5)

04/07/2026

Os jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo têm imposto um desafio adicional ao sistema elétrico do país, ao combinar picos de geração renovável com quedas bruscas de consumo provocadas pela mobilização da população durante as partidas.

Para o confronto das oitavas de final da seleção do Brasil contra a da Noruega, marcado para este domingo (05/07), o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) já trabalha com um cenário de atenção redobrada.



Risco de excedente de geração

A expectativa do operador é de que a combinação entre o jogo e o domingo — quando a atividade econômica já é naturalmente menor — reduza ainda mais a demanda por energia ao longo da partida. O cenário pode ampliar o risco de excedentes de geração, principalmente de fontes solar e eólica, exigindo novos cortes para preservar o equilíbrio do Sistema Interligado Nacional (SIN).

"O desafio operacional é diferente do observado em dias ú...

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Os jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo têm imposto um desafio adicional ao sistema elétrico do país, ao combinar picos de geração renovável com quedas bruscas de consumo provocadas pela mobilização da população durante as partidas.

Para o confronto das oitavas de final da seleção do Brasil contra a da Noruega, marcado para este domingo (05/07), o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) já trabalha com um cenário de atenção redobrada.



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Risco de excedente de geração

A expectativa do operador é de que a combinação entre o jogo e o domingo — quando a atividade econômica já é naturalmente menor — reduza ainda mais a demanda por energia ao longo da partida. O cenário pode ampliar o risco de excedentes de geração, principalmente de fontes solar e eólica, exigindo novos cortes para preservar o equilíbrio do Sistema Interligado Nacional (SIN).

"O desafio operacional é diferente do observado em dias úteis, mas seguimos monitorando continuamente o comportamento da carga e da geração", afirmaram, em nota, representantes do ONS. O órgão também avalia a necessidade de medidas adicionais para controlar a oferta, incluindo a redução da produção de usinas a biomassa e pequenas centrais hidrelétricas conectadas à rede de distribuição, mecanismo já utilizado em situações pontuais neste ano.



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Corte de 20 gigawatts

O alerta ocorre poucos dias após o operador determinar um corte de aproximadamente 20 gigawatts (GW) na geração eólica e solar durante a partida entre Brasil e Japão, na segunda-feira (1º). O jogo, disputado às 14h, foi o primeiro da Seleção em horário de expediente, quando a geração solar atinge níveis elevados e parte da atividade industrial e de serviços permanece em funcionamento.



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Normal em grandes eventos

Segundo o ONS, o corte foi provocado pela combinação entre elevada geração distribuída e uma redução acentuada da carga. Em nota, o órgão informou que a medida "se deve à elevada geração distribuída e carga muito reduzida".

Durante a partida, a carga do SIN caiu cerca de 21%, atingindo 66.515 megawatts médios por volta do intervalo. Logo após o apito final, às 16h02, o movimento se inverteu rapidamente, em apenas uma hora, a demanda aumentou 12.783 MW, volume equivalente ao consumo médio somado de Minas Gerais e Paraná, refletindo a retomada simultânea das atividades econômicas e domésticas.

O diretor-geral do ONS, Marcio Rea, afirmou que grandes eventos esportivos aumentam a complexidade da operação do sistema. "Avaliamos que mais pessoas estarão ligadas na Copa, o que poderá aumentar ainda mais a complexidade da operação. De qualquer maneira, estamos preparados para continuar garantindo o equilíbrio do Sistema Interligado Nacional (SIN) e o atendimento às demandas da nossa torcida e de toda a sociedade brasileira", disse.

— Com Correio Braziliense




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O que o último dia de entregas diz sobre uma gestão, por José Nivaldo Junior*

04/07/2026

A reta finalíssima das entregas de qualquer governante que, por exigência da legislação, não pode mais participar de atos públicos daqui até o fim do período eleitoral, diz muito acerca do perfil da gestão. Grita, na verdade, sobre a essência do mandato que se expira. Quem pensou, planejou, uniu pessoas, arregaçou as mangas e pegou no serviço, se despede com obras, na verdadeira acepção do termo. Realizações que realmente impactam, transformam e oferecem perspectiva para a vida das pessoas. Obras que fazem a diferença, para o presente e o futuro. Quem patinou, não delegou, não formou boas equipes e não teve competência, termina fazendo “volume”, somando registros de coisas que, isoladamente, carecem de expressão. Como se essa soma pudesse representar algo substancial para além das aparências. Esse último, não precisa sequer dizer, é o caso da governadora Raquel Teixeira Lyra. Que ontem, sexta-feira 03/07, realizou suas últimas entregas antes do período eleitoral .


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A reta finalíssima das entregas de qualquer governante que, por exigência da legislação, não pode mais participar de atos públicos daqui até o fim do período eleitoral, diz muito acerca do perfil da gestão. Grita, na verdade, sobre a essência do mandato que se expira. Quem pensou, planejou, uniu pessoas, arregaçou as mangas e pegou no serviço, se despede com obras, na verdadeira acepção do termo. Realizações que realmente impactam, transformam e oferecem perspectiva para a vida das pessoas. Obras que fazem a diferença, para o presente e o futuro. Quem patinou, não delegou, não formou boas equipes e não teve competência, termina fazendo “volume”, somando registros de coisas que, isoladamente, carecem de expressão. Como se essa soma pudesse representar algo substancial para além das aparências. Esse último, não precisa sequer dizer, é o caso da governadora Raquel Teixeira Lyra. Que ontem, sexta-feira 03/07, realizou suas últimas entregas antes do período eleitoral .

2014

Para entender melhor esse contexto, voltemos um pouco no tempo. No dia 03 de abril de 2014, o saudoso Eduardo Campos se despediu do Palácio do Campo das Princesas realizando entregas robustas, como o Parque da Macaxeira, a nova emergência do Hospital da Restauração, o novo anexo do Hospital do Câncer, a Escola Técnica Miguel Batista, e o Museu Cais do Sertão. Cada obra coroando o que foram os oito anos de uma verdadeira revolução estrutural no Estado. Eduardo construiu, do zero, quatro grandes hospitais e reformou outros tantos. Foi o responsável pela melhor época da educação pública, com expansão da rede de escolas técnicas e de ensino integral. Sob sua batuta, e com apoio do então presidente Lula, Pernambuco experimentou seu maior ciclo de crescimento. A mudança não era na aparência, apenas. Alcançava a verdadeira essência, a estrutura das coisas.

2026: compare abril a julho

Chegamos a este 2026. Vamos, primeiro, para o mês de abril. No dia 02/04, o então prefeito João Campos renunciou ao cargo para ser pré-candidato ao Governo do Estado. Em seu derradeiro dia como chefe do Executivo, entregou dois poderosos equipamentos para os recifenses: o Parque Governador Eduardo Campos e o Hospital da Criança. O primeiro é um verdadeiro complexo de cidadania com 25 mil metros quadrados, que conta com conjunto habitacional (Encanta Moça 1 e 2), o Compaz Lêda Alves e uma creche, batizada em homenagem ao neto do presidente Lula, Arthur. Ao invés de uma grande área ociosa, o local virou um dos maiores espaços de vida e convivência do Recife.

Um hospital histórico

Já o Hospital da Criança foi uma das mais corajosas empreitadas já realizadas na saúde pública do município. A prefeitura tirou, do mais absoluto zero, em parceria com o Ministério da Saúde, uma estrutura de primeiro mundo que provê atendimento médico de crianças e adolescentes, incluindo neurodivergentes. Essas entregas do último dia também falam do que foi a gestão João Campos à frente da Prefeitura do Recife. Um olhar aguçado sobre os que mais precisam, sem esquecer de dinamizar a cidade. Foi sob seu comando que os atendimentos à saúde foram triplicados, que oito Centros TEA foram construídos, seis novos parques, três obras de encosta por dia, quatro pontes no Recife dos rios, entre outras realizações. E com todos os serviços funcionando bem, com obras de conservação tratadas como rotina, obrigação elementar de quem administra.

Compare

Corta para o dia 03 de julho de 2026, quando a governadora Raquel Lyra realizou suas últimas entregas antes da legislação proibir sua aparição em cerimônias do tipo. A última agenda pública de inaugurações da gestora é um perfeito raio-x do que foram os seus, até agora, três anos e sete meses à frente do governo: assinaturas para o início de obras e entregas de títulos de posse e ambulâncias, essas "entregues" sem estarem ainda prontas para funcionar. Ainda promessas de verbas que, por lei, sequer podem ser liberadas, além de adutora, em São Bento do Una. Coisas que são, sim, importantes e que significam muito para quem é beneficiado, que fique bem claro. Mas é muito pouco para quem ocupa uma cadeira tão expressiva como a do Palácio do Campo das Princesas. As entregas do “último dia” de Raquel mostram que não houve qualquer avanço estrutural em Pernambuco nessa gestão. Pelo contrário: predominou a confusão institucional, a lentidão administrativa, o bate-cabeça no interior do governo. O resultado foi a perda de protagonismo regional. O seu governo não tem qualquer projeto estruturador para o Estado. Não oferece perspectivas de futuro. É apenas mais do mesmo, de ações corriqueiras que todos os governos do país fazem, como dever de casa. Aqui, nesses quase quatro anos, o banal foi objeto de grande alarido para coisas corriqueiras em qualquer outro governo. Só que outros fazem, como ja foi feito aqui no passado, muito mais que apenas isso. Em Pernambuco, quatro anos sem nenhuma inovacão importante. Nada diferente. Nenhuma esperança de um futuro melhor para as próximas geracões.

Para quem pergunta

Por que temos uma posição crítica sobre o governo Raquel Teixeira Lyra, o texto acima traz a ponta do iceberg das respostas.

*José Nivaldo Junior é publicitário, historiador e escritor de sucesso. Diretor de O Poder.








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Comissionados ligados a Raquel tentam hostilizar João Campos em Igarassu

04/07/2026

Aliados da governadora Raquel Teixeira Lyra (PSD) e da prefeita Elcione Ramos (PSD), pagos com dinheiro público, foram mobilizados para hostilizar o pré-candidato a governador João Campos (PSB), neste sábado (04/07), durante uma caminhada na feira de Igarassu, no Grande Recife. Pelo menos três servidores comissionados da prefeitura tentaram criar uma falsa sensação de rejeição ao líder da Frente Popular, gritando palavras de ordem e orientando um feirante a tentar tumultuar o ambiente. Todos estão na folha de pagamento da gestão da prefeita Elcione Ramos, em mais um caso com indícios da existência de um gabinete do ódio ligado a Raquel.



Storymaker

Um dos que aparecem nas imagens é o storymaker Lucas Nascimento. Após os primeiros atos de hostilidade, ele aparece segurando dois celulares enquanto envia os vídeos para blogueiros aliados, na tentativa de forjar uma situação inexistente. No governo de Elcione, ele tem a função de coordena...

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Aliados da governadora Raquel Teixeira Lyra (PSD) e da prefeita Elcione Ramos (PSD), pagos com dinheiro público, foram mobilizados para hostilizar o pré-candidato a governador João Campos (PSB), neste sábado (04/07), durante uma caminhada na feira de Igarassu, no Grande Recife. Pelo menos três servidores comissionados da prefeitura tentaram criar uma falsa sensação de rejeição ao líder da Frente Popular, gritando palavras de ordem e orientando um feirante a tentar tumultuar o ambiente. Todos estão na folha de pagamento da gestão da prefeita Elcione Ramos, em mais um caso com indícios da existência de um gabinete do ódio ligado a Raquel.



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Storymaker

Um dos que aparecem nas imagens é o storymaker Lucas Nascimento. Após os primeiros atos de hostilidade, ele aparece segurando dois celulares enquanto envia os vídeos para blogueiros aliados, na tentativa de forjar uma situação inexistente. No governo de Elcione, ele tem a função de coordenador e recebe R$ 2,5 mil do contribuinte de Igarassu.



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Digitador

Também participou da hostilidade forjada contra João Campos o servidor Gustavo Pedro. Embora se notabilize na região como influenciador digital ligado à rotina da feira, ele tem um cargo de digitador na prefeitura, com salário de R$ 1,9 mil por mês. O funcionário de Elcione compartilhou o vídeo em sua própria página e ainda usou o perfil da Feira de Igarassu no Instagram, página institucional ligada à prefeitura, para se posicionar politicamente, prática vedada pela legislação eleitoral. “Os feirantes e clientes representaram demais. É Raquel!”, escreveu.



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E mais

Outro comissionado da gestão que tentou tumultuar a caminhada foi o ex-candidato a vereador José Cássio Henrique de Souza, conhecido como Cal do Gás. Na gestão de Elcione, ele recebe R$ 3,5 mil.

Recepção calorosa

Na contramão do que os aliados de Elcione e Raquel tentaram transparecer, João Campos teve forte recepção popular em Igarassu. Ao lado do deputado e ex-prefeito Mário Ricardo (Podemos), da deputada Dani Portela (PT), da vereadora Liana Cirne (PT) e de outras lideranças com bases locais, ele percorreu o comércio e a feira do centro da cidade, conversando com comerciantes e frequentadores.




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Quem tem medo de lobisomem? População de Xexéu, na Mata Sul, passou dias assustada até caso ser esclarecido pela polícia

04/07/2026

Quem tem medo de lobisomem? Pois acreditem, não apenas crianças, mas muita gente adulta se assustou e fechou com mais cuidado do que de costume as portas de casa com medo de um suposto lobisomem que passou a ser visto durante várias madrugadas no município de Xexéu, na Zona da Mata Sul de Pernambuco. Como nenhuma brincadeira, ou “treta” — ou até crime, quem sabe — dura para sempre, a polícia descobriu de quem se tratava.

O “lobisomem” se chama Elivaldo Ribeiro de Sales, um homem de 42 anos que se apresentava como uma figura muito assemelhada a uma dessas criaturas. Ele foi descoberto e conduzido pela Polícia Militar por suspeita de perturbação da ordem e da tranquilidade pública, após ser identificado como o responsável pelos sustos nos moradores. E, também, por vídeos sobre as tais “aparições”, postados nas redes sociais, que repercutiram em toda a cidade.



Denúncias de moradores

Segundo informações da Polícia Militar...

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Quem tem medo de lobisomem? Pois acreditem, não apenas crianças, mas muita gente adulta se assustou e fechou com mais cuidado do que de costume as portas de casa com medo de um suposto lobisomem que passou a ser visto durante várias madrugadas no município de Xexéu, na Zona da Mata Sul de Pernambuco. Como nenhuma brincadeira, ou “treta” — ou até crime, quem sabe — dura para sempre, a polícia descobriu de quem se tratava.

O “lobisomem” se chama Elivaldo Ribeiro de Sales, um homem de 42 anos que se apresentava como uma figura muito assemelhada a uma dessas criaturas. Ele foi descoberto e conduzido pela Polícia Militar por suspeita de perturbação da ordem e da tranquilidade pública, após ser identificado como o responsável pelos sustos nos moradores. E, também, por vídeos sobre as tais “aparições”, postados nas redes sociais, que repercutiram em toda a cidade.



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Denúncias de moradores

Segundo informações da Polícia Militar, a ocorrência foi registrada na última quarta-feira (1º), após denúncias sobre a presença da suposta criatura durante a madrugada. Elivaldo Sales foi localizado no bairro Campos Frios por equipes do 10º Batalhão da Polícia Militar (10º BPM).

Durante a abordagem, os policiais apreenderam com ele uma capa preta, luvas, máscaras de fantasia e um chapéu preto, além de materiais que, segundo a corporação, eram utilizados nas gravações.



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Termo circunstanciado

O homem foi encaminhado à Delegacia de Polícia de Xexéu, onde foi lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). Em nota, a Polícia Civil de Pernambuco informou que o caso é investigado pela 83ª Delegacia de Xexéu, que o homem prestou esclarecimentos e que as diligências seguem em andamento até o esclarecimento de todos fatos.

A aparência da fantasia vista nos vídeos lembra a do Creeper, criatura da franquia de terror intitulada ‘Olhos Famintos’ (Jeepers Creepers). No filme, o personagem é uma entidade demoníaca que desperta a cada 23 anos para caçar seres humanos durante um período de 23 dias. O primeiro longa da série foi lançado em 2001, e o título mais recente da franquia, ‘Olhos Famintos: Renascimento’, estreou em 2022.

— Com informações do G1




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UFEsporte: Brasil ganha primeira universidade federal dedicada ao ensino, pesquisa e extensão do Esporte

04/07/2026

Em pleno período de realização da Copa do Mundo, o Brasil passa a contar, pela primeira vez, com uma instituição pública federal de ensino superior dedicada exclusivamente ao ensino, pesquisa, extensão e inovação na área científica do esporte. A novidade está em vigor por meio da Lei 15.457/2026, publicada nesta sexta-feira (03/07) no Diário Oficial da União (DOU).

Conforme estabelece a referida legislação, a universidade será vinculada ao Ministério da Educação (MEC) e terá sede em Brasília, com possibilidade de expansão para outros estados. Entre os seus principais objetivos estão a formação de profissionais para a gestão de políticas públicas e entidades esportivas, o treinamento de atletas e a inclusão no paradesporto.



Acesso à educação formal

A lei também determina que a UFEsporte (como será chamada) terá de garantir acesso à educação formal para atletas em transição de carreira ou em dupla carreira, que concil...

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Em pleno período de realização da Copa do Mundo, o Brasil passa a contar, pela primeira vez, com uma instituição pública federal de ensino superior dedicada exclusivamente ao ensino, pesquisa, extensão e inovação na área científica do esporte. A novidade está em vigor por meio da Lei 15.457/2026, publicada nesta sexta-feira (03/07) no Diário Oficial da União (DOU).

Conforme estabelece a referida legislação, a universidade será vinculada ao Ministério da Educação (MEC) e terá sede em Brasília, com possibilidade de expansão para outros estados. Entre os seus principais objetivos estão a formação de profissionais para a gestão de políticas públicas e entidades esportivas, o treinamento de atletas e a inclusão no paradesporto.



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Acesso à educação formal

A lei também determina que a UFEsporte (como será chamada) terá de garantir acesso à educação formal para atletas em transição de carreira ou em dupla carreira, que conciliam a prática esportiva com a formação acadêmica.

Além disso, prevê ações para promover a equidade de gênero e étnico-racial, incentivar o desenvolvimento e a visibilidade do esporte feminino, assegurar igualdade de oportunidades e de remuneração e combater a violência, o racismo e outras formas de discriminação no esporte.



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Recursos e administração

Os recursos da nova universidade poderão vir do Orçamento-Geral da União, de convênios, contratos, serviços prestados, auxílios e subvenções, assim como de recursos de apostas de quota fixa destinados ao Ministério do Esporte.

A administração da UFEsporte será exercida pelo reitor e pelo Conselho Universitário. Até a organização definitiva, o primeiro reitor e o vice-reitor serão nomeados temporariamente pelo ministro da Educação. Após essas nomeações, a universidade terá prazo de 180 dias para encaminhar ao MEC as propostas de estatuto e de regimento geral.

A implantação da instituição também dependerá da existência de dotação específica no Orçamento-Geral da União. A criação da UFEsporte foi proposta pelo Poder Executivo e teve como relatora no Senado, a senadora Leila Barros (PDT-DF).




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Milhares de iranianos participam de cerimônias do funeral de Ali Khamenei, que terá seis dias de duração

04/07/2026

Os iranianos iniciaram neste sábado (04/07) o ritual de seus dias de funeral de Estado do falecido líder supremo do país, Ali Khamenei, em Teerã. O funeral acontece quatro meses depois da morte do aiatolá nos bombardeios israelenses e americanos que desencadearam o conflito em 28 de fevereiro. Seu caixão está exposto na Grande Mosalla, um vasto complexo religioso na capital , onde está colocado em cima seu emblemático turbante preto.

Majoritariamente vestidos de preto, os milhares de participantes do evento estão reunidos no local desde o início da manhã deste sábado (23h30 de sexta-feira no horário de Brasília) para o iinício oficial dos atos. Muitos deles empunham bandeiras xiitas vermelhas com a inscrição "Mártir".



15 e 20 milhões de pessoas

As autoridades do Irã preveem que entre 15 e 20 milhões de pessoas participem dessas homenagens apenas em Teerã, que são anunciadas como as maiores da história do país. O even...

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Os iranianos iniciaram neste sábado (04/07) o ritual de seus dias de funeral de Estado do falecido líder supremo do país, Ali Khamenei, em Teerã. O funeral acontece quatro meses depois da morte do aiatolá nos bombardeios israelenses e americanos que desencadearam o conflito em 28 de fevereiro. Seu caixão está exposto na Grande Mosalla, um vasto complexo religioso na capital , onde está colocado em cima seu emblemático turbante preto.

Majoritariamente vestidos de preto, os milhares de participantes do evento estão reunidos no local desde o início da manhã deste sábado (23h30 de sexta-feira no horário de Brasília) para o iinício oficial dos atos. Muitos deles empunham bandeiras xiitas vermelhas com a inscrição "Mártir".



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15 e 20 milhões de pessoas

As autoridades do Irã preveem que entre 15 e 20 milhões de pessoas participem dessas homenagens apenas em Teerã, que são anunciadas como as maiores da história do país. O evento, que vai até quinta-feira (09/07), pretende ser uma demonstração de força em plena negociação diplomática entre os Estados Unidos e o Irã, após a assinatura, no mês passado, de um memorando para pôr fim ao conflito entre os dois paises. A presença do filho de Khamenei, Mojtaba, que o sucedeu no início de março como guia supremo, não foi confirmada. Supostamente ferido durante os ataques que mataram seu pai, o dirigente se expressa apenas por meio de mensagens escritas e ainda não apareceu em público.

Por ocasião dessa homenagem, que ocorre seis meses depois de importantes manifestações populares contra o alto custo de vida e o governo, o centro da capital iraniana foi transformado em uma fortaleza, com numerosos controles policiais. Durante os atos, muitos dos presentes às cerimônias iniciais choravam e outros aguardaram sentados no chão, enquanto poemas foram recitados e cânticos religiosos difundidos, destacando que Khamenei “sacrificou sua vida” pelo Irã”.



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Escala em várias cidades

O caixão permanecerá exposto dia e noite até segunda-feira na Mosalla, antes de uma procissão pelas ruas da capital. Após essas cerimônias, o caixão fará escala em várias cidades do Irã e do Iraque, antes de seu sepultamento na cidade santa de Mashhad, no nordeste do Irã, onde ele nasceu. O líder supremo presidiu por mais de três décadas os destinos do Irã até sua morte, aos 86 anos.

Para receber iranianos de todo o país, mais de 400 tendas do Crescente Vermelho iraniano foram instaladas em um grande parque da capital, verificou a AFP.
Também foram colocados caminhões-pipa, prontos para refrescar a multidão diante de temperaturas que devem ultrapassar os 35°C. Ao lado do caixão de Khamenei estão os de seus familiares que morreram junto com ele: uma de suas filhas, um genro, uma nora e uma neta de 14 meses, segundo as autoridades. Tudo isso enquanto uma imagem do dirigente com o punho erguido, símbolo da resistência que ele reivindicava frente ao Ocidente, permanece onipresente no recinto.

— Com Agências Internacionais de Notícias



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