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Música e literatura - Bairro da Ermidinha realiza 1ª  Feira Cultural em Floresta no Pernambuco

15/04/2025

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O poético bairro de onde se descortina um belo pôr do sol. No próximo sábado (19/04) às 17 horas, o bairro da Ermidinha viverá um momento de confraternização, com a realização da 1ª  Feira Cultural da cidade.

Atrações

O evento terá comidas típicas, música, artesanato e apreciação do por do sol. Essas atrações segundo os organizadores simbolicamente representará um movimento de Voluntariado , retomando uma identidade que torna Floresta um município de tradições diferenciadas.

A feirinha

A feirinha de arte e artesanato contará com degustação de sabores, trilha sonora, com apresentação de um coral que vai cantar músicas que fazem parte de nosso imaginário coletivo.

O Projeto

O Projeto Floresta + Linda e Empreendedora, coordenado por Gracinha Novaes em parceria com o projeto Guardiões, liderado por Guto Ferraz, organizou uma rifa de uma obra de arte de Beth Marques, um ventilad...

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O poético bairro de onde se descortina um belo pôr do sol. No próximo sábado (19/04) às 17 horas, o bairro da Ermidinha viverá um momento de confraternização, com a realização da 1ª  Feira Cultural da cidade.

Atrações

O evento terá comidas típicas, música, artesanato e apreciação do por do sol. Essas atrações segundo os organizadores simbolicamente representará um movimento de Voluntariado , retomando uma identidade que torna Floresta um município de tradições diferenciadas.

A feirinha

A feirinha de arte e artesanato contará com degustação de sabores, trilha sonora, com apresentação de um coral que vai cantar músicas que fazem parte de nosso imaginário coletivo.

O Projeto

O Projeto Floresta + Linda e Empreendedora, coordenado por Gracinha Novaes em parceria com o projeto Guardiões, liderado por Guto Ferraz, organizou uma rifa de uma obra de arte de Beth Marques, um ventilador e um liquidificador (doados respectivamente por Guto Ferraz, Paula Moraes e Letícia Ferraz).

A rifa

A quota da rifa é de apenas R$ 10,00 e pode ser adquirida pelo pix gutoferraz@uol.com.br. Importante encaminhar o comprovante para Eliadja (+55 87 99640-9788) para que possa escolher os seus números. (O Poder)

Leia outras informações

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Adeus, Homero Fonseca! - Por Eduardo Albuquerque*

24/08/2026

Alguns sonhos e ideais, realizados,
muitos outros, e bons, ei-los, apagados.
Chora, inconsolados, Bezerros, o Agreste,
E Pernambuco e teu ancestral Nordeste.

“Roliúde ...”, “Tapacurá ...”,
“Pernambucânia...”, “Jaraguá...”,
“Jornais em guerra...”, “Eu...”, ...:
excertos do que nos ofereceu.

Fostes icônico militante do jornalismo,
fê-lo com ousadia, inusitado profissionalismo.
E contigo, encerra-se um ciclo de ecletismo.

Adentrais agora à indesejada negra tumba,
deixais à vida, a nós, exemplo que deslumbra,
E que, solerte, usufruistes, alheio à penumbra.


(R.I.P., H.F.)


*Eduardo Albuquerque, poeta, cronista, escritor. @eduardoalbuquerque99



NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.

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Alguns sonhos e ideais, realizados,
muitos outros, e bons, ei-los, apagados.
Chora, inconsolados, Bezerros, o Agreste,
E Pernambuco e teu ancestral Nordeste.

“Roliúde ...”, “Tapacurá ...”,
“Pernambucânia...”, “Jaraguá...”,
“Jornais em guerra...”, “Eu...”, ...:
excertos do que nos ofereceu.

Fostes icônico militante do jornalismo,
fê-lo com ousadia, inusitado profissionalismo.
E contigo, encerra-se um ciclo de ecletismo.

Adentrais agora à indesejada negra tumba,
deixais à vida, a nós, exemplo que deslumbra,
E que, solerte, usufruistes, alheio à penumbra.


(R.I.P., H.F.)


*Eduardo Albuquerque, poeta, cronista, escritor. @eduardoalbuquerque99



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NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.




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O Canhão de Bronze e a Guerra das Memórias - Por Amadeu Robalinho*

24/08/2026

Um objeto que pesa doze toneladas de bronze e, ainda assim, carrega um fardo muito mais pesado, feito de séculos de interpretações, silêncios, disputas e memórias que atravessaram gerações. O canhão El Cristiano, fundido com o bronze de sinos paraguaios e capturado pelas tropas brasileiras em 1868, não é apenas um artefato militar exposto em um museu. É um documento histórico. É uma testemunha material de uma guerra que marcou profundamente a América do Sul. É um arquivo silencioso que continua produzindo perguntas, mesmo depois de mais de um século e meio de sua captura.

A decisão de devolvê-lo ao Paraguai, apresentada como um gesto diplomático entre dois países que hoje mantêm relações de amizade e cooperação, revela uma questão muito mais profunda. O Brasil precisa olhar para si mesmo e perguntar o que significa abrir mão de um fragmento material de sua própria memória e, principalmente, como preservar a história associada a esse objeto depois que ele deixar o territó...

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Um objeto que pesa doze toneladas de bronze e, ainda assim, carrega um fardo muito mais pesado, feito de séculos de interpretações, silêncios, disputas e memórias que atravessaram gerações. O canhão El Cristiano, fundido com o bronze de sinos paraguaios e capturado pelas tropas brasileiras em 1868, não é apenas um artefato militar exposto em um museu. É um documento histórico. É uma testemunha material de uma guerra que marcou profundamente a América do Sul. É um arquivo silencioso que continua produzindo perguntas, mesmo depois de mais de um século e meio de sua captura.

A decisão de devolvê-lo ao Paraguai, apresentada como um gesto diplomático entre dois países que hoje mantêm relações de amizade e cooperação, revela uma questão muito mais profunda. O Brasil precisa olhar para si mesmo e perguntar o que significa abrir mão de um fragmento material de sua própria memória e, principalmente, como preservar a história associada a esse objeto depois que ele deixar o território nacional.

A resposta não pode ser encontrada apenas nas manchetes, tampouco em uma leitura simplificada entre vencedores e vencidos. É necessário compreender que patrimônio histórico também é instrumento de soberania. Uma nação não preserva seus objetos históricos apenas porque eles são antigos. Preserva porque eles testemunham acontecimentos que ajudaram a construir suas instituições, suas fronteiras, sua identidade e sua própria compreensão do mundo.

O El Cristiano é um desses objetos em que a história parece concentrar suas contradições. Fundido durante a Guerra da Tríplice Aliança com o bronze de sinos de igrejas, sinos que antes anunciavam batismos, celebrações religiosas e funerais, transformou-se em instrumento de guerra. Em seu corpo permanece gravada a inscrição La Religión al Estado, expressão que revela a atmosfera política, social e religiosa de uma época marcada por conflito, mobilização nacional e sobrevivência.

O objeto que um dia foi sino tornou-se canhão. O que representava uma dimensão religiosa passou a representar o poder destrutivo do Estado em guerra. Posteriormente, o armamento capturado pelas forças brasileiras tornou-se troféu militar e, mais tarde, peça de museu. Cada transformação acrescentou uma nova camada de significado. Nenhuma delas apagou completamente a anterior.

É justamente por isso que o El Cristiano não pertence apenas à história de um país. Ele pertence à história de uma guerra, e a história de uma guerra raramente possui uma única narrativa. O mesmo objeto pode representar resistência e derrota para um povo, vitória militar para outro, patrimônio cultural para uma terceira geração e, para as gerações futuras, uma oportunidade de compreender os erros, as escolhas e as consequências de um determinado período histórico.

Existe, portanto, uma tendência perigosa de tratar o patrimônio histórico como uma questão exclusivamente cultural, distante das preocupações estratégicas do Estado. Essa separação é artificial. A memória nacional também possui valor estratégico.

Estados preservam documentos, monumentos, arquivos, equipamentos militares, embarcações, aeronaves, fortificações e objetos de guerra porque esses elementos constituem fontes primárias para compreender a formação nacional. Eles funcionam como uma espécie de infraestrutura cognitiva de uma sociedade, permitindo que as gerações futuras tenham acesso às evidências materiais de seu passado.

Uma nação que perde seus arquivos, destrói seus documentos, abandona seus monumentos ou deixa desaparecer seus artefatos históricos não perde apenas objetos. Perde capacidade de interpretar a própria trajetória.

É nesse ponto que a soberania sobre a memória se encontra com a soberania nacional.

Soberania não é apenas controlar território, fronteiras, recursos naturais ou forças militares. Soberania também significa possuir capacidade de preservar, estudar, interpretar e transmitir a própria história. Um país que depende permanentemente de narrativas produzidas por terceiros sobre seu passado pode conservar sua integridade territorial e, ainda assim, sofrer uma espécie de dependência cultural e histórica.

No século XXI, essa questão tornou-se ainda mais importante. A disputa pelo poder não ocorre apenas nos campos de batalha. Ocorre também no ambiente informacional, nos meios de comunicação, nas universidades, nos museus, nas redes sociais, nas plataformas digitais e nos algoritmos que determinam quais acontecimentos serão lembrados e quais serão progressivamente esquecidos.

Quem controla as fontes possui capacidade de influenciar a narrativa. Quem preserva os documentos mantém a possibilidade de confrontar versões futuras com evidências. Quem perde suas fontes primárias perde parte da capacidade de participar, em igualdade de condições, da interpretação de sua própria história.

Por isso, a eventual devolução do El Cristiano ao Paraguai pode ser compreendida como um gesto de maturidade diplomática, mas não pode ser confundida com renúncia à memória brasileira.

Brasil e Paraguai não são adversários. São países vizinhos, ligados por relações econômicas, culturais, humanas e estratégicas. As guerras do século XIX não podem determinar indefinidamente as relações entre as nações do século XXI. A reconciliação é legítima, necessária e desejável.

Mas reconciliação não significa amnésia.

A paz não exige esquecimento.

A cooperação não exige apagamento.

E a diplomacia não pode significar a renúncia à capacidade de preservar a própria narrativa histórica.

O Brasil pode devolver o objeto físico sem devolver a sua história. Pode reconhecer o significado que o canhão possui para o povo paraguaio sem negar o fato histórico de que ele foi capturado pelas forças brasileiras. Pode estabelecer uma nova relação com o passado sem destruir os vínculos documentais e culturais construídos no Brasil ao longo de mais de um século.

O grande desafio está justamente aí.

A devolução do El Cristiano deveria ser acompanhada por um programa bilateral de preservação histórica, envolvendo digitalização integral dos documentos relacionados ao conflito, produção de réplica de alta fidelidade para permanência no Museu Histórico Nacional, exposições permanentes e itinerantes, intercâmbio entre pesquisadores, publicação de estudos bilíngues e construção de um acervo digital compartilhado entre Brasil e Paraguai.

Dessa maneira, o objeto poderia atravessar a fronteira sem que a memória atravessasse o caminho do esquecimento.

O Brasil precisa ter maturidade para reconhecer que preservar a própria história não significa necessariamente glorificá-la. Uma nação madura não precisa esconder seus erros, justificar todas as decisões de seus governantes ou transformar seus conflitos em epopeias patrióticas. Também não precisa aceitar interpretações externas como verdades definitivas.

Precisa estudar.

Precisa pesquisar.

Precisa confrontar documentos.

Precisa reconhecer contradições.

Precisa compreender as circunstâncias históricas.

A Guerra da Tríplice Aliança não pode ser reduzida a uma narrativa simples de vencedores e vencidos. Foi um conflito de enormes proporções, marcado por decisões políticas, interesses geopolíticos, mobilização militar, sofrimento civil, perdas humanas, consequências econômicas e profundas transformações na história dos países envolvidos.

É justamente essa complexidade que precisa ser preservada.

O El Cristiano poderia servir como uma ponte para essa compreensão. Seu retorno ao Paraguai não deveria encerrar a discussão. Deveria ampliá-la.

A pergunta não deveria ser apenas onde o canhão estará fisicamente exposto. A pergunta deveria ser o que Brasil e Paraguai farão com tudo aquilo que o canhão representa.

Porque reduzir um objeto dessa importância a uma simples peça de museu, seja em Assunção, seja no Rio de Janeiro, seria diminuir sua capacidade de ensinar.

Um canhão de bronze pode ser uma arma, mas também pode ser uma fonte histórica. Pode ser um troféu, mas também pode ser uma advertência. Pode representar uma vitória militar, mas também pode lembrar o preço humano de uma guerra.

E talvez seja justamente essa dimensão que o Brasil precise recuperar em sua própria relação com o patrimônio histórico.

Existe uma forma silenciosa de desrespeito à memória de um povo que não acontece por meio de bombas, saques ou destruição deliberada. Ela acontece lentamente, quando arquivos deixam de ser catalogados, documentos se deterioram, monumentos são abandonados, equipamentos militares históricos desaparecem, coleções são fragmentadas e acontecimentos importantes deixam de ser ensinados às novas gerações.

É o esquecimento como erosão.

É a perda histórica que acontece sem ruído.

Antes de discutir a devolução de um canhão de doze toneladas, portanto, o Brasil deveria perguntar quantos outros objetos relacionados à Guerra da Tríplice Aliança desapareceram ao longo das décadas sem registro adequado. Quantos diários de soldados foram perdidos? Quantas cartas deixaram de ser preservadas? Quantos mapas, relatórios, uniformes, fotografias, armamentos e documentos foram destruídos pela negligência ou simplesmente deixados à ação do tempo?

Essa é uma pergunta de soberania.

A preservação da memória nacional começa dentro do próprio território, nos museus, nos arquivos, nas universidades, nas instituições culturais, nas escolas e também nas estruturas históricas das Forças Armadas.

Não existe soberania histórica sem política permanente de preservação.

Não existe defesa nacional plenamente consciente de sua trajetória sem memória militar.

Não existe estratégia de longo prazo quando uma sociedade desconhece os conflitos que contribuíram para formar o Estado que pretende defender.

Por isso, o El Cristiano deve ser compreendido para além do bronze.

Seu retorno ao Paraguai pode representar uma nova etapa nas relações entre os dois países. Pode transformar um antigo troféu de guerra em símbolo de cooperação. Pode demonstrar que antigas nações adversárias são capazes de construir uma relação baseada no respeito, na pesquisa histórica e na paz.

Mas essa transformação somente será verdadeiramente legítima se vier acompanhada da preservação da memória brasileira.

O canhão pode trocar de território.

A história não pode trocar de dono.

A memória não pode ser transferida por decreto.

O patrimônio material pode atravessar fronteiras, mas as perguntas que ele provoca permanecem pertencendo à humanidade e, sobretudo, aos povos que viveram os acontecimentos que ele representa.

No século XXI, a soberania nacional será exercida não apenas por aqueles que possuem forças armadas modernas, recursos naturais, tecnologia, indústria de defesa, energia e capacidade científica. Será exercida também por aqueles que forem capazes de preservar a própria identidade histórica diante de uma época em que narrativas competem pela atenção e pela memória das sociedades.

Quem controla a narrativa sobre o passado exerce influência sobre a interpretação do presente. E quem influencia a interpretação do presente possui capacidade de interferir na construção do futuro.

A memória brasileira, portanto, não pode ser terceirizada.

Não pode ser entregue ao esquecimento.

Não pode ser subordinada a narrativas simplificadoras.

E também não precisa ser construída contra o Paraguai.

É possível reconhecer a dor de um povo sem negar a história do outro. É possível promover reconciliação sem apagar conflitos. É possível devolver um objeto sem devolver a própria identidade.

O El Cristiano foi sino, foi arma, foi troféu e foi peça de museu. Agora poderá assumir uma nova identidade, a de ponte entre duas memórias nacionais que, embora diferentes, fazem parte de uma mesma história sul-americana.

Que atravesse a fronteira, portanto, como instrumento de paz, cooperação e entendimento.

Mas que sua saída do território brasileiro não represente a saída da história brasileira da consciência do nosso próprio povo.

Porque uma nação que desconhece sua história torna-se vulnerável à história que outros contam sobre ela.

E uma nação que permite que seus símbolos, documentos e testemunhos desapareçam pouco a pouco pode perder, sem perceber, uma parte daquilo que a torna soberana.

O Brasil não precisa temer sua história.

Precisa conhecê-la.

Precisa preservá-la.

Precisa estudá-la.

Precisa ter coragem para reconhecer suas virtudes, seus erros, suas contradições e suas cicatrizes.

Porque soberania não é apenas ter território para defender.

É saber por que esse território existe.

É compreender como suas fronteiras foram construídas.

É conhecer os conflitos que moldaram sua sociedade.

É preservar os testemunhos daqueles que vieram antes.

E é garantir que as futuras gerações recebam não uma história conveniente, mas uma história documentada, estudada e livre para ser compreendida.

O objeto pode atravessar a fronteira.

A memória, não.

E talvez essa seja a verdadeira lição escondida dentro das doze toneladas de bronze do El Cristiano: uma nação pode devolver um troféu de guerra como gesto de paz, mas jamais deve devolver ao esquecimento a própria história.

Porque soberania também é memória.

E memória, quando preservada com coragem, rigor e verdade, também é uma forma de defesa nacional.


*Amadeu Robalinho, é Comissário Especial da Polícia Civil de PE, pós-graduado em Engenharia Naval e especialista em Política, Estratégia, Defesa e Segurança Pública. Atua como Conselheiro de Assuntos de Defesa Nacional e Segurança Pública da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG-PE), desenvolvendo estudos e artigos sobre soberania, geopolítica, indústria de defesa e desenvolvimento estratégico do Brasil. @amadeurobalinho


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.




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A eterna obsessão francesa pelo Brasil - A geografia do impossível, por Zé da Flauta*

24/08/2026

O ser humano possui um talento fabuloso para desenhar no mapa o que a realidade insiste em rasgar. Quando os franceses aportaram por aqui nos séculos XVI e XVII, traziam na bagagem a audácia dos navegadores e uma surpreendente falta de bússola para o óbvio. Queriam criar uma França para chamar de sua: a Antártica, espremida na Baía de Guanabara, e a Equatorial, fincada nas areias quentes do Maranhão.

Delírio térmico

Há algo de profundamente filosófico e quase cômico nessa teimosia geopolítica. Primeiro, o nome: batizar o Rio de Janeiro de "Antártica" exige um nível de abstração poética, ou um delírio térmico, que só a diplomacia europeia da época era capaz de conceber.


Villegaignon e seus homens chegaram imaginando fundar um refúgio de paz, mas desembarcaram direto no calor escaldante dos trópicos e em uma briga de vizinhos. Importaram as guerras de religião de Paris, colocaram católicos e protestantes para discutir teologia...

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O ser humano possui um talento fabuloso para desenhar no mapa o que a realidade insiste em rasgar. Quando os franceses aportaram por aqui nos séculos XVI e XVII, traziam na bagagem a audácia dos navegadores e uma surpreendente falta de bússola para o óbvio. Queriam criar uma França para chamar de sua: a Antártica, espremida na Baía de Guanabara, e a Equatorial, fincada nas areias quentes do Maranhão.

Delírio térmico

Há algo de profundamente filosófico e quase cômico nessa teimosia geopolítica. Primeiro, o nome: batizar o Rio de Janeiro de "Antártica" exige um nível de abstração poética, ou um delírio térmico, que só a diplomacia europeia da época era capaz de conceber.


Villegaignon e seus homens chegaram imaginando fundar um refúgio de paz, mas desembarcaram direto no calor escaldante dos trópicos e em uma briga de vizinhos. Importaram as guerras de religião de Paris, colocaram católicos e protestantes para discutir teologia sob a sombra dos coqueiros e acharam que a selva assistiria a tudo em respeitoso silêncio. A selva, claro, apenas sorriu.

Nova tentativa

Anos mais tarde, tentaram de novo no Norte. Ergueram a França Equatorial e o Forte de São Luís. Deixaram o nome do rei gravado na pedra que viraria capital, mas a política colonial tinha a pressa das marés. Ambas as tentativas duraram pouco mais que um sopro na história, varridas a canhão pela determinação ibérica de não dividir a pilhagem do Novo Mundo.

E no entanto, observando os passos da história, a gente percebe que a França nunca desistiu de fato do Brasil. Apenas trocou as caravelas pelas ideias, os canhões pelos pincéis e a ocupação militar pelo charme cultural. Quando o Império ruiu, nos ensinaram a pensar a República com o positivismo de Comte. Nossos intelectuais passaram décadas olhando para Paris como quem olha para o farol do mundo, e até hoje basta um presidente francês erguer a voz sobre a Amazônia para o fantasma de La Ravardière rondar o Palácio do Planalto.

Ambições

A verdade é que reis e presidentes rabiscam o destino de continentes inteiros com tinta e pena, ignorando que a terra tem suas próprias regras e o tempo zomba das fronteiras. A emoção que resta não é o pesar pelo fracasso dos impérios, mas o espanto bonito diante da mistura que nasceu dos escombros. Das ambições em Upaon-Açu sobrou São Luís, a única capital brasileira fundada por franceses, com seus azulejos e sua alma única. Da disputa no Sul, nasceu a necessidade de fundar o Rio de Janeiro.

A política passa, os fortes ruem e as intenções de conquista viram poeira nos arquivos. Mas a vida, em sua ironia filosófica, pega os retalhos das pretensões estrangeiras e costura, com fios de sol e misticismo, essa poesia tropical irresistível que continuará seduzindo o mundo.

Até a próxima!

*Zé da Flauta é compositor e cronista



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Jornalista e escritor bezerrense, Homero Fonseca deixa legado em Pernambuco

24/08/2026

Um escritor que deixou um grande legado em Pernambuco. Foi sepultado ontem, domingo (23/08), no cemitério Parque da Saudade, em Paulista, o jornalista e escritor Homero Fonseca. Natural de Bezerros, ele residiu em Caruaru e foi redator do programa A Cultura Informa, na Rádio Cultura do Nordeste. Homero Fonseca Morreu no sábado (22), no Recife, aos 77 anos, em decorrência de um câncer no pâncreas.


Livros

Autor de livros sobre a história e a cultura do estado e com longa carreira na imprensa escrita, o intelectual faleceu em decorrência de um câncer no pâncreas.


Carreira

Com uma longa carreira no jornalismo, Homero Fonseca passou pelas redações de jornais como o Diario de Pernambuco, onde foi editor-chefe, e Folha de Pernambuco. Ele também foi assessor de imprensa de Jarbas Vasconcelos, quando ocupou o cargo de prefeito do recife. Autor de livros sobre a história e a cultura do estado, Fonseca vence...

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Um escritor que deixou um grande legado em Pernambuco. Foi sepultado ontem, domingo (23/08), no cemitério Parque da Saudade, em Paulista, o jornalista e escritor Homero Fonseca. Natural de Bezerros, ele residiu em Caruaru e foi redator do programa A Cultura Informa, na Rádio Cultura do Nordeste. Homero Fonseca Morreu no sábado (22), no Recife, aos 77 anos, em decorrência de um câncer no pâncreas.


Livros

Autor de livros sobre a história e a cultura do estado e com longa carreira na imprensa escrita, o intelectual faleceu em decorrência de um câncer no pâncreas.


Carreira

Com uma longa carreira no jornalismo, Homero Fonseca passou pelas redações de jornais como o Diario de Pernambuco, onde foi editor-chefe, e Folha de Pernambuco. Ele também foi assessor de imprensa de Jarbas Vasconcelos, quando ocupou o cargo de prefeito do recife. Autor de livros sobre a história e a cultura do estado, Fonseca venceu o Prêmio Off Flip de Literatura 2024, de Paraty (RJ), na categoria Contos.


Uma das obras

Uma das suas obras mais vendidas foi o livro que contou a história do suposto rompimento da Barragem de Tapacurá, localizada entre as cidades de São Lourenço da Mata e Vitória de Santo Antão, em 1975.


Transformou

O jornalista transformou em livro a história de uma das maiores fake news da história de Pernambuco: o suposto rompimento da Barragem de Tapacurá, localizada entre as cidades de São Lourenço da Mata, no Grande Recife, e Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata, em 1975. Em 2025, o caso da barragem que nunca rompeu completou 50 anos e ainda desperta a lembrança da onda de pânico que provocou no estado.


Cidade Natal

Natural de Bezerros, no Agreste do estado, Homero Fonseca teve uma longa carreira no jornalismo e passou pelas redações de jornais como o Diario de Pernambuco, onde foi editor-chefe, e Folha de Pernambuco, além da Revista Continente. Autor de inúmeras publicações, venceu o Prêmio Off Flip de Literatura 2024 , de Paraty (RJ), na categoria Contos .


Escreveu


Homero Fonseca também escreveu sobre a história dos nomes de todos os 185 municípios do estado no livro "Pernambucania: o que há nos nomes das nossas cidades", em 2006, e fez a biografia do livreiro Tarcísio Pereira, morto em 2021 e fundador da história livraria pernambucana Livro 7 e criador do bloco "Nóis sofre, mas nóis goza".


O boato de Tapacurá

Tema de um dos principais livros de Homero Fonseca, o boato de que "Tapacurá estourou" apavorou uma geração inteira de pernambucanos da Região Metropolitana do Recife em julho de 1975. O pânico generalizado aconteceu quatro dias após as fortes enchentes que provocaram a morte de 107 pessoas no Grande Recife.


O Poder



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Governadores e Futebol: Estácio Coimbra (1927/1930), por Roberto Vieira*

24/08/2026

Estácio Coimbra foi prefeito de Barreiros aos 22 anos e vice-presidente do Brasil aos 44 anos. Com o presidente Artur Bernardes, Estácio governou o país sob o regime de exceção. De quebra, pela Constituição da época, Estácio presidia o Congresso Nacional. Ao deixar a vice-presidência, se elegeu governador de Pernambuco. O primeiro apaixonado por futebol.

América

Para a tristeza de Estácio, quase dono do Torre, o Coronel Seixas, presidente do América, abriu o cofre e trouxe o goleiro Ilo Just do Santa Cruz e o zagueiro uruguaio Gandra. No ataque, o extraordinário Zé Tasso resolvia as paradas marcando gols ao lado de Eric e Ralph. O Torre foi vice-campeão.



Sport

Em 1928, o Sport contratou o técnico uruguaio Carlos Viola, além de recontratar Péricles, atração vinda do Torre. Péricles marcou 13 gols em 10 jogos, e o governador Estácio Coimbra achou a postura do Torre generosa demais.


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Estácio Coimbra foi prefeito de Barreiros aos 22 anos e vice-presidente do Brasil aos 44 anos. Com o presidente Artur Bernardes, Estácio governou o país sob o regime de exceção. De quebra, pela Constituição da época, Estácio presidia o Congresso Nacional. Ao deixar a vice-presidência, se elegeu governador de Pernambuco. O primeiro apaixonado por futebol.

América

Para a tristeza de Estácio, quase dono do Torre, o Coronel Seixas, presidente do América, abriu o cofre e trouxe o goleiro Ilo Just do Santa Cruz e o zagueiro uruguaio Gandra. No ataque, o extraordinário Zé Tasso resolvia as paradas marcando gols ao lado de Eric e Ralph. O Torre foi vice-campeão.



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Sport

Em 1928, o Sport contratou o técnico uruguaio Carlos Viola, além de recontratar Péricles, atração vinda do Torre. Péricles marcou 13 gols em 10 jogos, e o governador Estácio Coimbra achou a postura do Torre generosa demais.

Torre

O presidente do clube é o deputado Afrânio Melo, os amigos de Estácio pagam os salários por baixo do pano e Piaba anota 13 gols em 1929. É o segundo título estadual do Torre, desta vez invicto. No ano seguinte, deu Torre novamente, mas assassinaram o político João Pessoa no Recife, a República Velha dançou em outubro, e o Torre foi declarado campeão no meio do certame, enquanto Estácio e Gilberto Freyre fugiam do Campo das Princesas para o exílio em Lisboa. Disfarçados de mulher, segundo seus inimigos.

Fim

Estácio sobreviveu em Lisboa com a ajuda do dinheiro do genro. Com a pacificação da revolução de Getúlio, Estácio voltou a Pernambuco e foi morar no seu Engenho Morim, perto de Barreiros, até morrer em 1937. Porém, o futebol permanece em sua biografia. Ele fundou a Usina Central Barreiros, origem do Central Barreiros em 1939. O clube verde e branco foi tricampeão invicto em 1959/60/61 do Campeonato de Usinas de Pernambuco.

Goleada

Em 1959, o Central Barreiros meteu um sonoro 4x1 no Santa Cruz de Aldemar e Zequinha, futuros craques da seleção brasileira. O goleiro Coveiro deu show. Rêgo, Rina, Tico-tico e Alonso mataram a cobra e mostraram o pau.

1930

Com o fim da República Velha, o futebol pernambucano muda de dono. A Revolução também acontece no futebol. Mas isso fica para a semana que vem.

*Roberto Vieira é médico e cronista



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Braskem entra com pedido de recuperação extrajudicial

24/08/2026

A Braskem, uma das maiores petroquímicas do país, anunciou hoje, segunda-feira (24/08) que vai entrar com pedido de recuperação extrajudicial para reestruturar cerca de US$ 10,9 bilhões em dívidas, o equivalente a aproximadamente R$ 56 bilhões.

O Conselho

O Conselho de Administração da companhia aprovou o ajuizamento, mas o protocolo ainda depende da formalização dos documentos. A informação foi confirmada nesta manhã através de um documento divulgado pela empresa.


Nota

Na nota, a companhia diz que comunica aos seus acionistas e ao mercado em geral que o Conselho de Administração aprovou o ajuizamento do pedido de recuperação extrajudicial da empresa.

"Assim que formalizados os documentos pertinentes, fará o protocolo do pedido de Recuperação Extrajudicial, com o objetivo de assegurar um ambiente jurídico estável, protegido e adequado para a negociação e implementação da reestruturação da...

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A Braskem, uma das maiores petroquímicas do país, anunciou hoje, segunda-feira (24/08) que vai entrar com pedido de recuperação extrajudicial para reestruturar cerca de US$ 10,9 bilhões em dívidas, o equivalente a aproximadamente R$ 56 bilhões.

O Conselho

O Conselho de Administração da companhia aprovou o ajuizamento, mas o protocolo ainda depende da formalização dos documentos. A informação foi confirmada nesta manhã através de um documento divulgado pela empresa.


Nota

Na nota, a companhia diz que comunica aos seus acionistas e ao mercado em geral que o Conselho de Administração aprovou o ajuizamento do pedido de recuperação extrajudicial da empresa.

"Assim que formalizados os documentos pertinentes, fará o protocolo do pedido de Recuperação Extrajudicial, com o objetivo de assegurar um ambiente jurídico estável, protegido e adequado para a negociação e implementação da reestruturação das suas obrigações financeiras quirografárias no montante aproximado de US$ 10,9 bilhões (“Créditos Sujeitos”)", diz o comunicado.


Esclareceu

A Braskem esclarece ainda que a medida possui escopo limitado, estritamente financeiro, e não abrange quaisquer obrigações da empresa com seus fornecedores, clientes e demais stakeholders, as quais permanecem vigentes e seguem sendo cumpridas normalmente, nos termos dos respectivos contratos.

A recuperação

A recuperação extrajudicial é um mecanismo que permite à empresa negociar diretamente com os credores e levar posteriormente o acordo à Justiça para homologação. Se não conseguir o apoio necessário, o processo pode ser convertido em recuperação judicial.

Motivos para dívida

A decisão anunciada hoje foi pressionada por um momento econômico desafiador.
O setor petroquímico enfrenta excesso de oferta global, margens menores e demanda fraca. Na Braskem, o custo dos produtos vendidos chegou a consumir cerca de 96% da receita líquida.
Em Alagoas, o afundamento do solo associado à exploração de sal-gema gerou um passivo bilionário. Cerca de 60 mil pessoas foram afetadas e aproximadamente 14 mil imóveis foram condenados.




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Receita libera consulta ao último lote de restituição do IR 2026

24/08/2026

A Receita Federal libera, hoje, segunda-feira (24/08), a consulta ao quarto e último lote de restituição do imposto de Renda 2026. Um total de R$ 1,24 bilhão será pago a 521.935 contribuintes. O pagamento também contempla restituições residuais de anos anteriores.


A consulta

A consulta pode ser feita na página da Receita Federal na internet. Basta o contribuinte clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no botão “Consultar a Restituição”. Também é possível fazer a consulta no aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones.

Do total de R$ 1,24 bilhão desse lote, R$ 704,12 milhões irão para contribuintes com prioridade legal no reembolso.


As restituições

As restituições estão distribuídas da seguinte forma:   338.912 contribuintes que usaram a declaração pré-preenchida e/ou optaram simultaneamente por receber a restituição via Pix (prioridade não determinada por lei);...

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A Receita Federal libera, hoje, segunda-feira (24/08), a consulta ao quarto e último lote de restituição do imposto de Renda 2026. Um total de R$ 1,24 bilhão será pago a 521.935 contribuintes. O pagamento também contempla restituições residuais de anos anteriores.


A consulta

A consulta pode ser feita na página da Receita Federal na internet. Basta o contribuinte clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no botão “Consultar a Restituição”. Também é possível fazer a consulta no aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones.

Do total de R$ 1,24 bilhão desse lote, R$ 704,12 milhões irão para contribuintes com prioridade legal no reembolso.


As restituições

As restituições estão distribuídas da seguinte forma:   338.912 contribuintes que usaram a declaração pré-preenchida e/ou optaram simultaneamente por receber a restituição via Pix (prioridade não determinada por lei);  86.873 contribuintes de 60 a 79 anos (prioridade legal);
•    43.502 contribuintes não prioritários;  26.769 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério (prioridade legal); 16.850 contribuintes acima de 80 anos (prioridade legal);
e  9.029 contribuintes com deficiência física ou mental ou doença grave (prioridade legal).

Menos lotes

Neste ano, a Receita reduziu de cinco para quatro o número de lotes regulares de restituições da declaração, com pagamentos no fim de maio, de junho, de julho e de agosto.
Os dois primeiros lotes de 2026, de maio e de junho, representaram 80% das restituições previstas para serem pagas este ano, tanto em valores quanto em número de contribuintes. Segundo o Fisco,  a agilidade no processamento das declarações e no avanço das ferramentas de modernização e automação permitiram a concentração dos pagamentos nos dois primeiros lotes.

Pagamento

O pagamento será feito em 31 de agosto, na conta ou na chave Pix do tipo CPF informada na declaração do Imposto de Renda. Caso o contribuinte não esteja na lista, deverá entrar no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) e tirar o extrato da declaração. Se verificar uma pendência, pode enviar uma declaração retificadora e esperar os próximos lotes.


Informa

Se, por algum motivo, a restituição não for depositada na conta informada na declaração, como no caso de conta desativada, os valores ficarão disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil. Nesse caso, o cidadão poderá agendar o crédito em qualquer conta bancária em seu nome, por meio do Portal BB ou ligando para a Central de Relacionamento do banco, nos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).
Contribuinte


Caso o contribuinte não resgate o valor de sua restituição depois de um ano, deverá requerer o valor no Portal e-CAC. Ao entrar na página, o cidadão deve acessando o menu “Declarações e Demonstrativos”, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no campo "Solicitar restituição não resgatada na rede bancária".

Com Agência Brasil




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Concursos em Pernambuco têm 608 vagas e salários de até R$ 15 mil

24/08/2026

Mais oportunidade de empregos. Concursos públicos e seleções simplificadas com inscrições abertas em Pernambuco oferecem, ao menos, 608 vagas de emprego. As oportunidades são para candidatos dos níveis fundamental, médio, técnico e superior, com salários que chegam a R$ 15,1 mil.

As vagas

As vagas estão distribuídas entre municípios do Grande Recife, Agreste e Sertão. Também há oportunidades na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e na Secretaria Estadual de Educação.


Confira:

Prefeitura de Alagoinha
Inscrições até segunda-feira (24);
84 vagas de nível médio, técnico e superior;
Salário de até R$ 3,2 mil;


Prefeitura de Casinhas
Inscrições presenciais até sexta-feira (28);
3 vagas de nível superior para médicos;
Salário de até R$ 10 mil;


Prefeitura de Exu
Inscrições até 31 de agosto;
305 vaga...

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Mais oportunidade de empregos. Concursos públicos e seleções simplificadas com inscrições abertas em Pernambuco oferecem, ao menos, 608 vagas de emprego. As oportunidades são para candidatos dos níveis fundamental, médio, técnico e superior, com salários que chegam a R$ 15,1 mil.

As vagas

As vagas estão distribuídas entre municípios do Grande Recife, Agreste e Sertão. Também há oportunidades na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e na Secretaria Estadual de Educação.


Confira:

Prefeitura de Alagoinha
Inscrições até segunda-feira (24);
84 vagas de nível médio, técnico e superior;
Salário de até R$ 3,2 mil;


Prefeitura de Casinhas
Inscrições presenciais até sexta-feira (28);
3 vagas de nível superior para médicos;
Salário de até R$ 10 mil;


Prefeitura de Exu
Inscrições até 31 de agosto;
305 vagas de nível fundamental, médio e superior;
Salário de até R$ 15,1 mil;

Prefeitura de Custódia
Inscrições até 31 de agosto;
11 vagas de nível médio e superior;
Salários de até R$ 3,2 mil;

Autarquia Educacional de Afogados da Ingazeira
Inscrições até 3 de setembro;
17 vagas para professor titular do ensino superior;
Remuneração entre R$ 29,57 hora/aula (especialistas) e R$ 42,57 (doutores)

Secretaria de Educação de Pernambuco
Inscrições até 4 de setembro;
24 vagas para professores de braille e Libras;
Salários de até R$ 5,1 mil;

Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Inscrições até 8 de setembro;
114 vagas para cargos de níveis médio e superior;
Salário de R$ 3.181,39 ou R$ 5.215,39, a depender do cargo;

Prefeitura de Tamandaré
Inscrições até 24 de setembro;
30 vagas de nível médio;
Salário de R$ 1,8 mil;

Prefeitura de Caruaru
Inscrições até 8 de outubro;
20 vagas de nível superior para diversos cargos;
Salário de até R$ 6 mil;

O Poder




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Paraíba tem mais de 1,4 mil vagas abertas em concursos com salários que passam de R$ 11 mil

24/08/2026

A semana começa com mais de mil oportunidades de emprego na Paraíba. Ao todo, a Paraíba está com 6 editais de concursos públicos com vagas abertas neste mês de agosto. São mais de 1.490 oportunidades em diferentes áreas. Os salários podem ultrapassar os R$ 11 mil.

Ofertados

Os concursos estão sendo ofertados pelas prefeituras de Guarabira, Campina Grande, Pirpirituba, Cruz do Espírito Santo, Conceição, e Mamanguape.

Confira:

Concurso da Prefeitura de Guarabira
Vagas: 170 + cadastro de reserva
Nível: médio, técnico e superior
Salário: R$ 1.621 a R$ 8.472
Inscrições: 19 de agosto a 20 de setembro
Provas objetivas: 18 de outubro de 2026
Resultado final: 4 de dezembro de 2026

Concurso da Prefeitura de Campina Grande
Vagas: 955 vagas
Inscrições: edital com prazos em retificação
Salários: R$ 1,6 mil até R$ 8,8 mil
Provas objetivas: d...

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A semana começa com mais de mil oportunidades de emprego na Paraíba. Ao todo, a Paraíba está com 6 editais de concursos públicos com vagas abertas neste mês de agosto. São mais de 1.490 oportunidades em diferentes áreas. Os salários podem ultrapassar os R$ 11 mil.

Ofertados

Os concursos estão sendo ofertados pelas prefeituras de Guarabira, Campina Grande, Pirpirituba, Cruz do Espírito Santo, Conceição, e Mamanguape.

Confira:

Concurso da Prefeitura de Guarabira
Vagas: 170 + cadastro de reserva
Nível: médio, técnico e superior
Salário: R$ 1.621 a R$ 8.472
Inscrições: 19 de agosto a 20 de setembro
Provas objetivas: 18 de outubro de 2026
Resultado final: 4 de dezembro de 2026

Concurso da Prefeitura de Campina Grande
Vagas: 955 vagas
Inscrições: edital com prazos em retificação
Salários: R$ 1,6 mil até R$ 8,8 mil
Provas objetivas: datas serão retificadas


Concurso da Prefeitura Municipal de Conceição
Vagas: 128
Nível: básico, médio, técnico e superior
Salário: de R$ 1.621 a R$ 7 mil
Inscrições: até 23 de agosto
Provas objetivas: 20 de setembro de 2026
Resultado final: 7 de dezembro de 2026

Concurso da Prefeitura Municipal de Pirpirituba
Vagas: 45
Nível: fundamental, médio/técnico, superior e superior com magistério completo
Salário: de R$ 1.621 a R$ 6 mil
Inscrições: até 7 de setembro
Provas objetivas: 29 de novembro de 2026
Resultado final: 17 de fevereiro de 2027

Concurso da Prefeitura de Cruz do Espírito Santo
Vagas: 202
Nível: fundamental, médio, técnico e superior
Salário: de R$ 1.621 a R$ 3.847,97
Inscrições: de 7 de agosto a 16 de setembro e 2026
Taxa: de R$ 86 a R$ 150

Concurso da Prefeitura de Cuité de Mamanguape
Vagas: 116 vagas
Nível: fundamental, médio, técnico e superior
Salário: de R$ 1.621 a R$ 11.975
Inscrições: 12 de agosto a 13 de setembro
Provas objetivas: 18 de outubro
Prova de títulos: 10 e 11 de dezembro
Prova prática (cargos específicos): 13 de dezembro
Resultado final do concurso: 25 de janeiro de 2027

Concurso da Câmara de Riachão do Poço
Vagas: 5
Nível: fundamental, médio e superior
Salário: de R$ 1.621 até R$ 2,5 mil
Inscrições: até 18 de setembro de 2026
Provas objetivas: 1° de novembro de 2026
Resultado final: 10 de dezembro de 2026


O Poder




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Entrevistas e reuniões movimentam agenda dos presidenciáveis nesta segunda-feira; confira

24/08/2026

Os candidatos à Presidência da República seguem com compromissos de campanha hoje, segunda-feira (24/08). Entrevistas e reuniões movimentam agenda dos presidenciáveis.

Lula (PT)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que concorre à reeleição, cumpre compromissos presidenciais no Palácio do Alvorada, em Brasília.

Às 10h, se encontra com o chefe do Gabinete Pessoal, Oswaldo Malatesta. 
Em seguida, participa de reunião com o secretário especial para Assuntos Jurídicos da Casa Civil, Marcelo Weick, às 14h40. 

Entre 15h e 16h, Lula participa de uma reunião sobre o programa Contrata+Brasil e de um encontro com o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti.  


Flávio Bolsonaro (PL) 

Às 18h, comparece a uma reunião da Diretoria da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na Avenida Paulista.  
Em seguida, às 19h45, participa do evento...

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Os candidatos à Presidência da República seguem com compromissos de campanha hoje, segunda-feira (24/08). Entrevistas e reuniões movimentam agenda dos presidenciáveis.

Lula (PT)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que concorre à reeleição, cumpre compromissos presidenciais no Palácio do Alvorada, em Brasília.

Às 10h, se encontra com o chefe do Gabinete Pessoal, Oswaldo Malatesta. 
Em seguida, participa de reunião com o secretário especial para Assuntos Jurídicos da Casa Civil, Marcelo Weick, às 14h40. 

Entre 15h e 16h, Lula participa de uma reunião sobre o programa Contrata+Brasil e de um encontro com o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti.  


Flávio Bolsonaro (PL) 

Às 18h, comparece a uma reunião da Diretoria da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na Avenida Paulista.  
Em seguida, às 19h45, participa do evento “Veja Premiação TOP30 - As Melhores Empresas do Brasil”. 

Renan Santos (Missão)
Até a publicação desta matéria, a equipe do candidato não havia divulgado a agenda do presidenciável. 


Ronaldo Caiado (PSD)

Às 9h, o candidato Ronaldo Caiado (PSD) participa do evento “Pacto Brasil de Futuro” na Casa Jereissati, no bairro Jardim Europa, em São Paulo. 

Romeu Zema (Novo)

O candidato do Novo se encontra com apostadores anônimos na Igreja Assembleia de Deus, às 9h, em Belford Roxo (RJ).
Às 21h20, participa de sabatina do Jornal Nacional, na TV Globo, na capital fluminense. 


Augusto Cury (Avante)

O candidato do Avante participa de duas sabatinas em São Paulo. 
Entre 7h30 e 8h30, Augusto Cury concede entrevista à rádio TMC/Transamérica 
Entre 18h15 e 18h45, participa de sabatina promovida pelo Canal Rural, com foco em temas econômicos e agronegócio. 

Clariana Brandão (DC)

Até a publicação desta matéria, a equipe da candidata não havia divulgado a agenda da presidenciável. 

Hertz Dias (PSTU)
Até a publicação desta matéria, a equipe do candidato não havia divulgado a agenda do presidenciável. 

Rui Costa Pimenta (PCO)

Até a publicação desta matéria, a equipe do candidato não havia divulgado a agenda do presidenciável. 

Samara (UP)
Às 9h30, a presidenciável Samara (UP) visita ao Acampamento dos Trabalhadores da AGESPISA, em Teresina (PI) 

Às 17h, participa de uma caminhada com filiados e apoiadores, seguida de plenária aberta e inauguração do Comitê Popular de Campanha, no Parque Afonso Gil, também na capital do Piauí.  

Veterinário Wilson Grassi (Democrata)

Até a publicação desta matéria, a equipe do candidato não havia divulgado a agenda do presidenciável. 

Edmilson Costa (PCB)

Até a publicação desta matéria, a equipe do candidato não havia divulgado a agenda do presidenciável. 

O Poder



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