Crime financeiro - Justiça condena três pessoas por envolvimento em esquema bilionário na Braiscompany
16/04/2025
Mercado de criptoativos
Com sede em Campina Grande, a empresa atuava no mercado de criptoativos e movimentou mais de R$ 1 bilhão em um esquema que prometia falsos retornos financeiros.
Provas
A Justiça considerou provas produzidas ao longo do processo, incluindo a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático, além da análise de materiais extraídos de dispositivos eletrônicos por meio de softwares forenses. (O Poder)
Mercado de criptoativos
Com sede em Campina Grande, a empresa atuava no mercado de criptoativos e movimentou mais de R$ 1 bilhão em um esquema que prometia falsos retornos financeiros.
Provas
A Justiça considerou provas produzidas ao longo do processo, incluindo a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático, além da análise de materiais extraídos de dispositivos eletrônicos por meio de softwares forenses. (O Poder)
Leia outras informações
Caso Master - Grupo Globo demite Frederic Kachar após vazamento de conversas do Vorcaro
15/10/2026
Editora Globo
“A Editora Globo reforça seu compromisso com a ética e a transparência e reafirma a absoluta independência editorial do jornalismo de seus veículos, premissa essencial de sua atuação”, disse, no texto. A empresa afirmou que teve acesso ontem ao material. “O protagonismo da cobertura crítica, isenta e independente que tem feito do caso Master é a demonstração concreta do compromisso inegociável de seus veículos co...
O Grupo Globo anunciou na manhã de hoje, quinta-feira, 15/10, o desligamento de Frederic Kachar, diretor-geral de Mídia Impressa e Rádio da empresa. A demissão do profissional ocorre após a divulgação de mensagens polêmicas trocadas entre ele e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, preso desde março. Em comunicado à imprensa, o Grupo Globo afirmou que o conteúdo das conversas privadas mantidas entre Frederic Kachar com Daniel Vorcaro entre outubro de 2023 e julho de 2025 “revela uma relação inadequada do executivo com um anunciante”.
Editora Globo
“A Editora Globo reforça seu compromisso com a ética e a transparência e reafirma a absoluta independência editorial do jornalismo de seus veículos, premissa essencial de sua atuação”, disse, no texto. A empresa afirmou que teve acesso ontem ao material. “O protagonismo da cobertura crítica, isenta e independente que tem feito do caso Master é a demonstração concreta do compromisso inegociável de seus veículos com os Princípios Editoriais do Grupo Globo”, seguiu. “A empresa reconhece os 29 anos de dedicação de Kachar ao desenvolvimento de seus negócios de mídia e informa que o nome de seu substituto à frente da Editora Globo e do Sistema Globo de Rádio será divulgado em breve”, encerrou o Grupo Globo.
O professor dentro da lógica de Paulo Freire, a partir da Obra "Pedagogia do Oprimido". - Por Jarbas Beltrão*
15/10/2026
A partir da mais importante obra "Pedagogia do Oprimido" do advogado e mais tarde pedagogo Paulo Freire, escolhido patrono da Educação Brasileira, identificamos na obra do educador nordestino, que ele atribuía, um papel que os educadores escolares deveriam desempenhar dentro da Escola e da sala de aula.
A obra referida é a base de toda extensa obra do nosso "patrono da educação", enfim, de seu "pensamento pedagógico".
Certa vez, ainda quando tinha certa admiração pelo teórico da pedagogia, ouvi uma verdade sobre a produção pedagógica do "educador".
Dizia um amigo, "não sei prá que Paulo Freire, colocou tantos livros no mercado livreiro, bastava "Pedagogia do Oprimido" era suficiente, o restante é uma mera repetição e extensão do que ele revela no "livro - Bíblia", dele, "Pedagogia do Oprimido".
Hoje, tenho clareza da assertiva do amigo, ele tava realmentr certo....
"Pedagogia do Oprimido"
A partir da mais importante obra "Pedagogia do Oprimido" do advogado e mais tarde pedagogo Paulo Freire, escolhido patrono da Educação Brasileira, identificamos na obra do educador nordestino, que ele atribuía, um papel que os educadores escolares deveriam desempenhar dentro da Escola e da sala de aula.
A obra referida é a base de toda extensa obra do nosso "patrono da educação", enfim, de seu "pensamento pedagógico".
Certa vez, ainda quando tinha certa admiração pelo teórico da pedagogia, ouvi uma verdade sobre a produção pedagógica do "educador".
Dizia um amigo, "não sei prá que Paulo Freire, colocou tantos livros no mercado livreiro, bastava "Pedagogia do Oprimido" era suficiente, o restante é uma mera repetição e extensão do que ele revela no "livro - Bíblia", dele, "Pedagogia do Oprimido".

Hoje, tenho clareza da assertiva do amigo, ele tava realmentr certo.
Uma obra, na sua totalidade, dispersa, repetitiva, com pretensões revolucionárias - todo revolucionário é pretensioso, mas tem pose de humilde.
"A praxis do educador Freire"
A "praxis escolar" para Paulo Freire, deve ser pensada, exercitada por uma "lógica revolucionária".
A escola é mais um terreno da ocorrência da "luta de classes", "explorados e exploradores".
É essa, a lógica do que acontece no trabalho escolar, diz Freire, "em todos os espaços da Escola, estará presente, o projeto da "dominação burguesa", sendo o "canto" mais importante a sala de aula.
O professor é ferramenta importante da "educação bancária", o sujeito que impõe saberes, valores na sala de aula aos seus alunos.
É o continuador da tradição "reacionária" e conservadora da "classe burguesa", que usa a educação escolar como a máquina reprodutora da "ideologia dominante".
É a lógica "althuseriana" exposta por Louis Althuser, "Aparelhos ideológicos do Estado ".
Diz nosso "patrono", o educador da sala de aula, não tem consciência de seu trabalho e de seu papel na engrenagem da dominação de classe. É um alienado.

'A passagem do professor da condição de inocente para revolucionário'
Entretanto, na mesma obra, Paulo Freire sinaliza para o papel do educador, ao tomar "consciência" de que também é um explorado, ele passa a jogar outro jogo, o jogo do explorado, daquela multidão de alienados e desvalidos
Adiante o "patrono da nossa educação", assinala que não há diferenças ou desigualdades entre os agentes que estão dentro da sala de aula.
"São todos explorados" e "Todos são portadores de saberes, e aprendem um com o outro".
Não há diferenças, não há desigualdades, a não ser na experiência da vida.
O professor que é um agente, mesmo que explorado, tem maior experiência, deve saber como aprender com seu discípulo, que tem seus saberes.
'Nivelando saberes'
Freire, de certa forma nivela saberes trazidos pelos alunos e os trazidos pelo professor.
Joga prá baixo da mesa do mestre aqueles saberes que, pela tradição, quem realmente domina, é o professor.
Seguindo, nosso "patrono", o teórico "maior" da pedagogia brasileira e, replicado pelo mundo afora, defende que os dois fazem seus aprendizados, e daí estarão prontos para a prática revolucionária.
É a própria destruição da tradição da educação escolar. Professor deve educar para a "revolução".
A Revolução tem na "Educação escolar", segundo o "educador" Freire, aquele ato de busca do caminho da liberdade, liberdade que virá fraternalmente prá todos.
Freire, na sua obra referida, dá alguns passos numa certa "didática", mas bastante confusa, já que seu aparato ideológico é voltado para a "redenção" dos "oprimidos".
Para "nosso patrono",a realidade complexa do mundo é cheia de armadilhas ideológicas, prontas para consolidar o "domínio dos exploradores".
Então recomenda aos professores, agora transformados em "revolucionários", que usem como ponto de partida, principalmente, na sua prática alfabetizadora, o abandono do "cenário burguês", como ensinamentos do tipo, "Eva viu a uva".
Ora quem só come farinha, e só vê barro na sua frente, não tem clareza do que vem a ser uva.
Enquanto a "revolução" não chegar o "oprimido" nunca verá ou saberá o que é uva.
Então, o educador deverá revelar, aquilo que faz parte do cenário proletário ("oprimido"), dentro da sociedade burguesa, ou seja, "farinha rapadura, ovo, tijolo, barro" e outros objetos / materiais que ocupam o miserável mundo do "oprimido".
'Paulo Freire revolucionário'
Adiante, o advogado-educador, professor universitário faz uma revelação, usando sua "complexidade" de pensamento, da sua afeição a figuras do elenco de revolucionários como Che Guevara, Fidel Castro e Mao Tse Tung, heróis da "humanidade renovada".
A prática pedagógica escolar, segundo Freire, deve ser revestida de um único objetivo, desenvolver no "oprimido" uma "consciência de classe", juntamente com seu professor. Nisso se rejeita individualidades.
'Novo Professor'
Enfim, professor já não "ensina" conhecimentos diferenciados que circulam em outras espaços sociais. Ele é um "coordenador de encontros", alguém que já não é portador da nobreza de um certo saber - matemática, linguagem, história e geografia - por conta disso perdeu sua autoridade.
Retomar essa autoridade tornou-se difícil, nem os alunos, nem professores acreditam mais que seja possível .
Pois é, professor não é mais o "professor Antônio", mas Antônio. Não é mais o senhor, mais VOCÊ.
A "modernidade chegou na Escola", nos tempos já tardios da pós-modernidade.
*Jarbas Beltrão é historiador e professor de História da Universidade de Pernambuco - UPE. Mestre em Educação pela UFPB. Especialista (MBA) em Política Estratégia Defesa e Segurança Nacional. (Adesg Famesc).Especialista (MBA) em Geopolítica/Novas Fronteiras/Cibernética e IA. (Adesg/Instituto Venturo)
NR - Os textos assinados refletem a opinião e inspiração dos seus autores. O Poder evita publicar textos militantes e estimula o livre confronto de ideias.

Professa Professor - Por José Ricardo de Souza*
15/10/2026
15 de outubro. Hoje é nosso dia. Parabéns meu caro colega professor. Eu também faço parte desta estranha confraria de sujeitos que pensam em mudar o mundo através do acesso ao conhecimento e ao saber. Sou como você amigo professor, que também trabalha em duas ou mais escolas, que sacrifica seus dias de folga para preparar aulas ou corrigir provas e trabalhos, que tenta dar o melhor de si em sala de aula, mas que nem sempre é devidamente reconhecido por isto. Hoje é dia de reflexão, porque comemoração mesmo, pouco temos a celebrar (a não ser o fato de que com os míseros níqueis que nos pagam ainda conseguimos nos manter vivos...). A escola é nosso grande laboratório. Sabemos que dela podem surgir novas e vivificantes experiências. Ou se preferir, considere-a como uma grande oficina, onde professores são os artífices do conhecimento que ali se produz, reproduz e conduz a novos horizontes. Que linda é nossa utopia, embora não passe de uma fantasia para os tecnocratas de plantão.

Acredita no que faz
A gente faz o que acredita, porque acredita no que faz. A educação não é para nós professores apenas um meio de sobrevivência, mas sim um instrumento de mudança social, o único, aliás, para centenas de pessoas que foram excluídas do sistema capitalista. A nossa condição de professores não faz de nós donos do saber, nem senhores do conhecimento. Somos todos aprendizes, pois como dizia o escritor Guimarães Rosa, “mestre não é apenas quem ensina, mas quem de repente também aprende”. E aprendemos que sempre somos culpados pelas mazelas das nossas escolas. Não tem a quem culpar ? Condenem o professor. Não tem a quem criticar ? Ora, o professor é quem está errado, é quem não sabe ensinar, etc... Será que não tem uma fatia deste bolo de expiações para os alunos, para os pais, para a sociedade, para os governantes ???? Por que jogam tudo sobre a gente como se fossemos responsáveis pelo caos em que transformam o ensino no Brasil ?

Verbo professar
Professor é aquele que fez do verbo professar uma profissão e vive em procissão de escola para escola, onde santo é o livro nosso de cada dia, o peso do andor é ensinar muito e o aluno (em sua maioria) não quer aprender nada, e a crença é a esperança de que a educação pode transformar as pessoas. Não é questão de vocação apenas, é de paixão mesmo, sim, pois é "preciso ter garra, é preciso ter gana sempre", como canta Milton Nascimento. Ser professor já foi uma honra, hoje é uma vergonha, porque fomos abatidos, combalidos, massacrados, humilhados, pisados, combatidos, exauridos, jogados na lata do lixo da história porque ousamos mudar a sociedade! Pobre professor, nem santo padroeiro tem... Os motoristas se viram com São Cristovão, os médicos com São Lucas, os músicos com Santa Cecília, e nós professores? Quem vai nos livrar dos baixos salários, dos pais de alunos que querem que seu filhinho seja aprovado de todo jeito, dos diretores e coordenadores que sempre jogam a culpa do fracasso escolar na gente, dos alunos indisciplinados que transformam a sala de aula num prefácio do inferno ????

Educar é uma arte
Meus caros amigos e também colegas professores, aqui fica um desafio para todos nós. Professem que educar é uma arte e transformar o mundo pelo saber é uma necessidade de nossa civilização. Professem que os baixos salários não vão nos tirar o fôlego, nem a capacidade de lutar pela justiça. Professem que nosso compromisso é por uma escola de qualidade, não por uma escola que seja mera fabrica de diplomas a serviço da mediocridade humana. Professem que além de professores, queremos ser e seremos educadores em essência e plenitude. Se em cada livro da vida de cada educando que passa pelas nossas salas de aula houver uma página onde figure nosso nome, teremos enfim a certeza que a nossa tarefa foi bem cumprida. Parabéns professores. E a quem interessar em aprender a ensinar, fica o convite: seja bem-vindo a nossa estranha confraria...
*José Ricardo de Souza, é professor da rede pública estadual de ensino, historiador e escritor. Membro da ALAP, IAHGP, IHGAAP e UBE-Paulista. Criador do Projeto Muita História pra Contar. Criador do projeto Muita História pra Contar. @josericardope01
NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.

Nenhum Passo Atrás – por Virgínia Pignot*
15/10/2026
Manifestações em defesa da candidatura Lula se equiparam àquelas pelas Diretas Já.
Depois da ressaca ou da tristeza do resultado do primeiro turno, o país se surpreendeu com a espontaneidade e a grandeza das manifestações populares nas ruas, em defesa da candidatura Lula e do campo progressista, parecidas com as manifestações no final da ditadura pelas Diretas Já. Nas ruas repletas de estudantes, e nas redes sociais encontram-se relatos e apelos de pessoas ilustres, de todas as classes sociais, de idades e espectro político variado, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o Professor de economia Luiz Gonzaga Belluzo, Agora as pesquisas de opinião mostram uma redução da diferença entre os dois candidatos a dois pontos percentuais.
Nesta matéria, vamos fazer um pequeno resumo das informações que podem trazer esperança ao time do Lula, em contraponto à ambiguidade e às vezes falsidade de ma...
Boas Notícias para o Campo Progressista
Manifestações em defesa da candidatura Lula se equiparam àquelas pelas Diretas Já.
Depois da ressaca ou da tristeza do resultado do primeiro turno, o país se surpreendeu com a espontaneidade e a grandeza das manifestações populares nas ruas, em defesa da candidatura Lula e do campo progressista, parecidas com as manifestações no final da ditadura pelas Diretas Já. Nas ruas repletas de estudantes, e nas redes sociais encontram-se relatos e apelos de pessoas ilustres, de todas as classes sociais, de idades e espectro político variado, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o Professor de economia Luiz Gonzaga Belluzo, Agora as pesquisas de opinião mostram uma redução da diferença entre os dois candidatos a dois pontos percentuais.
Nesta matéria, vamos fazer um pequeno resumo das informações que podem trazer esperança ao time do Lula, em contraponto à ambiguidade e às vezes falsidade de manchetes da mídia que representa os seus interesses e do mercado financeiro.
Nenhum Passo Atrás
L.G. Belluzzo fala da tensão sempre presente nas sociedades capitalistas entre as necessidades e aspirações coletivas de boa vida dos cidadãos, e os interesses dos senhores que realizam o valor da sua riqueza por meio do mercado. Segundo ele, o jogo da extrema-direita bolsonarista no poder trouxe “o avanço no atraso”, como provam: - os ataques às vacinas que produziu a volta do sarampo em S. Paulo; - a fila do osso, a volta do Brasil ao mapa da fome nos governos Temer e Bolsonaro; o incentivo ao ódio, à violência e à polarização politica: as pautas do Centrão aliado à extrema direita, no terceiro governo Lula, que só agora, na iminência de uma virada no segundo turno, aceita a proposta da escala de 5 dias de trabalho, para 2 de repouso para o trabalhador, sem perda de salário.
Flávio botou as unhas pra fora
Animado com o resultado do primeiro turno, Flávio Bolsonaro começou a falar de seus planos, entre eles, o de modificar a Constituição. A Constituição de 88 trouxe benefícios e o estabelecimento de direitos que haviam sido espezinhados durante a ditadura militar. Direito à moradia, à escola, à merenda escolar, a investimentos em material agrícola, em ferrovias, em portos e em estradas para facilitar o escoamento e comercialização de produtos, sejam eles industriais, artesanais, do agro negocio, da agricultura familiar. Investimentos que trazem recursos, melhoram o nível de vida das pessoas, e aumentam o PIB brasileiro, mas que são atacados pela extrema direita, parte do Centrão, e do mercado financeiro. A Candidatura de Flávio Bolsonaro é apoiada pelos grandes capitalistas e imperialistas aliados à Trump. por rentistas e bilionários que vivem mamando nas tetas do dinheiro publico com a absurda e injustificável taxa de juros brasileira, pelo mercado financeiro que lava dinheiro do crime organizado, assim como pela parte do povo insatisfeito, que pensa que a mudança do sistema lhe sera favorável. No entanto, a modificação da Constituição sugerida por Flávio Bolsonaro, se eleito, traria provável redução de direitos para a maioria do povo brasileiro.
Apoios e ataques
FHC, outrora adversário de Lula, mas do campo democrático, convida a votar por ele.
Os estudantes produzem cartazes e soltam a voz, por exemplo: “Se o povo se unir, Bolsonaro vai cair. Ditadura nunca mais. Em Terra de Lula Bolsonaro não se cria. Pisa ligeiro, quem não pode com a formiga não atiça o formigueiro. Em defesa da vida da juventude. Nós vamos enterrar o fascismo. Não voltaremos a ser colônia. O Brasil não é quintal de ninguém. Pela nossa periferia, contra o racismo, contra o machismo”.
Concluindo com Belluzzo
Convidamos os indecisos a não dar um passo para trás, e não colocar milicianos de tendência autoritária no poder. O jogo de interesses opostos exige um exercício de mediação dos governos comprometidos com a soberania popular, com o bem-estar e a liberdade dos cidadãos.
Belluzzo: “Sugeri a um amigo amante do futebol, que, frente a perspectiva do cadeado armado pelos adversários da civilização, colocar Lula, excelente driblador e mediador no poder é a solução.”
*Virgínia Pignot é médica e articulista. Mora em Toulouse, França, desde os anos 1980.
NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.

Debate - Crônica Poética - Por Romero Falcão*
15/10/2026
máquina de fazer imbecis
quem pode debater?
Debater, debater, pra quê?
se a frase de efeito
é o jeito do vazio crescer
Fazer do debate um abate
pra ninar minha rede?
Máquina de fazer imbecis
Ideias claras já não clareiam
argumento é canto de sereia
Pensar um Brasil profundo, maduro
num mundo de meme?
É como distrair o rato
num pacto de ratoeira
Máquina de fazer imbecis
e outras coisitas mais
Máquina que reduz problemas complexos
a dancinhas sensuais
Máquina de fazer imbecis
com ritmo encantador
cachorro discute com o rabo
panela detrata o calor
Máquina de fazer imbecis
Eu, feito imbecil garboso
me sinto uma linda casca
casca que zomba do ovo
*Romero Falcão é cronista e poe...
Máquina
máquina de fazer imbecis
quem pode debater?
Debater, debater, pra quê?
se a frase de efeito
é o jeito do vazio crescer
Fazer do debate um abate
pra ninar minha rede?
Máquina de fazer imbecis
Ideias claras já não clareiam
argumento é canto de sereia
Pensar um Brasil profundo, maduro
num mundo de meme?
É como distrair o rato
num pacto de ratoeira
Máquina de fazer imbecis
e outras coisitas mais
Máquina que reduz problemas complexos
a dancinhas sensuais
Máquina de fazer imbecis
com ritmo encantador
cachorro discute com o rabo
panela detrata o calor
Máquina de fazer imbecis
Eu, feito imbecil garboso
me sinto uma linda casca
casca que zomba do ovo
*Romero Falcão é cronista e poeta. Articulista de O Poder. @romerocoutinhodearruda
NR - Os textos assinados refletem a opinião e inspiração dos seus autores. O Poder evita publicar textos militantes e estimula o livre confronto de ideias.

Avibras e a Soberania Tecnológica: O Futuro de uma das Principais Capacidades Estratégicas da Defesa Brasileira - Por Amadeu Robalinho*
15/10/2026
Com o aval antitruste irrestrito, consolida-se a transferência do controle de um dos mais relevantes ativos tecnológicos da Base Industrial de Defesa, BID, brasileira. Mais do que uma operação societária, trata-se de uma movimentação que envolve capacidades industriais, conhecimento tecnológico, propriedade intelectual e competências diretamente relacionadas à autonomia estratégica do Estado brasileiro.
Conforme anunciado anteriormente pela Avibras Aeroco, a operação prevê a aquisição da totalidade das ações da Nova AVB, atualmente sob controle do fundo Brasil Crédito. O valor da tra...
A Aquisição do controle acionário da Avibras Indústria Aeroespacial pela Globe Investimentos, family office pertencente aos empresários Joesley e Wesley Batista, tornou-se definitiva no âmbito do Conselho Administrativo de Defesa Econômica, Cade, após o encerramento do prazo regulamentar para apresentação de recursos e contestações à decisão da Superintendência-Geral do órgão.
Com o aval antitruste irrestrito, consolida-se a transferência do controle de um dos mais relevantes ativos tecnológicos da Base Industrial de Defesa, BID, brasileira. Mais do que uma operação societária, trata-se de uma movimentação que envolve capacidades industriais, conhecimento tecnológico, propriedade intelectual e competências diretamente relacionadas à autonomia estratégica do Estado brasileiro.
Conforme anunciado anteriormente pela Avibras Aeroco, a operação prevê a aquisição da totalidade das ações da Nova AVB, atualmente sob controle do fundo Brasil Crédito. O valor da transação não foi divulgado.
O ponto central, entretanto, não está apenas na composição societária da empresa, mas na capacidade de o novo controlador assegurar a continuidade e a recuperação das competências estratégicas acumuladas pela Avibras ao longo de décadas.
Entre essas capacidades encontram-se programas diretamente relacionados às necessidades das Forças Armadas brasileiras e ao mercado internacional de defesa.
No campo do Sistema ASTROS II e do ASTROS 2020, a expectativa é de retomada e continuidade do suporte logístico integrado, da modernização das viaturas lançadoras e de suprimento, além do fornecimento das munições da família de foguetes SS-30, SS-40, SS-60 e SS-80.
Outro componente de elevada relevância estratégica é o Míssil Tático de Cruzeiro AV-TM 300, cuja continuidade representa não apenas a preservação de uma capacidade de defesa de longo alcance, mas também a manutenção, no território nacional, de conhecimento especializado associado ao desenvolvimento de sistemas complexos de armas.
A preservação da propriedade intelectual e das competências industriais relacionadas ao programa possui dimensão que ultrapassa os limites de um produto específico. O domínio de tecnologias de propulsão, motores-foguete e compostos de combustível sólido constitui capacidade dual, com aplicações que alcançam tanto projetos de defesa quanto iniciativas estratégicas do Programa Espacial Brasileiro.
É justamente nesse ponto que a operação deve ser observada sob a perspectiva da soberania tecnológica.
A soberania de uma nação não se limita à posse formal de empresas ou à existência de equipamentos produzidos em seu território. Ela depende da capacidade de desenvolver, produzir, manter, modernizar e, quando necessário, empregar tecnologias críticas sem depender integralmente de decisões tomadas fora de suas fronteiras.
Nesse sentido, a manutenção da Avibras em território brasileiro pode representar, ao menos neste primeiro momento, uma barreira à desnacionalização de competências consideradas estratégicas. A permanência do parque industrial de Jacareí, no Vale do Paraíba, preserva uma concentração de conhecimento, infraestrutura produtiva, recursos humanos especializados e propriedade intelectual que dificilmente poderia ser reconstruída rapidamente caso fosse perdida.
Mas soberania tecnológica não se sustenta apenas com a preservação de fábricas.
É necessário existir demanda.
Uma Base Industrial de Defesa não sobrevive exclusivamente de capacidade instalada. Ela necessita de contratos, previsibilidade, encomendas de longo prazo, investimentos em pesquisa e desenvolvimento e uma política de Estado capaz de transformar necessidades estratégicas das Forças Armadas em demanda industrial sustentável.
Por isso, o futuro da Avibras dependerá não apenas da capacidade financeira de seu novo controlador, mas também da disposição do Estado brasileiro em estabelecer previsibilidade orçamentária e transformar intenções estratégicas em contratos efetivos.
Essa é uma questão fundamental.
Quando o Estado brasileiro deixa de contratar suas próprias tecnologias estratégicas, não está simplesmente reduzindo uma despesa. Pode estar contribuindo para a perda de competências industriais, para a dispersão de recursos humanos especializados e para a dependência tecnológica futura.
Defesa, indústria e soberania formam, portanto, um sistema integrado.
A recuperação da Avibras deve ser compreendida dentro dessa equação. O objetivo estratégico não deveria ser apenas salvar uma empresa, mas preservar e ampliar uma capacidade nacional de engenharia, produção e inovação em sistemas de defesa e tecnologias de elevado conteúdo estratégico.
A verdadeira soberania começa quando uma nação possui capacidade para decidir, desenvolver e produzir aquilo que considera essencial à sua própria segurança.
No caso da Avibras, a questão que se coloca ao Brasil é direta: queremos apenas possuir empresas de defesa ou queremos possuir capacidade nacional de produzir poder estratégico?
A resposta determinará se o país será apenas consumidor de tecnologias críticas ou se permanecerá capaz de projetar, fabricar e sustentar os instrumentos necessários à defesa de sua soberania.
*Amadeu Robalinho, é Pesquisador independente e autor interdisciplinar, associado à Associação Brasileira de Energia Nuclear (ABEN), Comissário Especial da Polícia Civil de PE, pós-graduado em Engenharia Naval e especialista em Política, Estratégia, Defesa e Segurança Pública. Atua como Conselheiro de Assuntos de Defesa Nacional e Segurança Pública da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG-PE), desenvolvendo estudos e artigos sobre soberania, geopolítica, indústria de defesa e desenvolvimento estratégico do Brasil. @amadeurobalinho
NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.
Operários do like - A servidão voluntária do século XXI, por Zé da Flauta*
15/10/2026
Havia um suor tangível, um tempo de maturação, uma poeira da vida que grudava na pele e dava o peso da conquista. Hoje, a realização pessoal foi transferida para um retângulo de vidro de cinco polegadas. Trocou-se a pedra de Sísifo pelo scroll infinito, e o resultado é uma transformação avassaladora, onde a nossa própria humanidade virou moeda de troca numa liquidação em massa.
Solidão
Do ponto de vista afetivo e social, viramos mascotes do nosso próprio ego. O afeto, que costumava ser o olho no olho num balcão de botequim ou o silêncio compartilhado no alpendre, virou métrica de desempenho. Ninguém mais se apaixona por uma pessoa de carne e osso, com chulé e contradições; apaixona-se pelo perfil curado, pela foto no ângulo cer...
Antigamente, para o sujeito se sentir alguém no mundo, o sarrafo era outro. O caboclo precisava plantar uma árvore, escrever um livro, criar os filhos com dignidade ou, no mínimo, levantar uma parede no prumo.
Havia um suor tangível, um tempo de maturação, uma poeira da vida que grudava na pele e dava o peso da conquista. Hoje, a realização pessoal foi transferida para um retângulo de vidro de cinco polegadas. Trocou-se a pedra de Sísifo pelo scroll infinito, e o resultado é uma transformação avassaladora, onde a nossa própria humanidade virou moeda de troca numa liquidação em massa.
Solidão
Do ponto de vista afetivo e social, viramos mascotes do nosso próprio ego. O afeto, que costumava ser o olho no olho num balcão de botequim ou o silêncio compartilhado no alpendre, virou métrica de desempenho. Ninguém mais se apaixona por uma pessoa de carne e osso, com chulé e contradições; apaixona-se pelo perfil curado, pela foto no ângulo certo com filtro de praia.
Nosso cérebro, moldado ao longo de milênios para buscar pertencimento em tribos de trinta pessoas, hoje surta ao tentar processar a validação de dez mil desconhecidos. O resultado psicológico é trágico: uma epidemia de solidão acompanhada, onde todo mundo fala para uma plateia invisível, mas ninguém tem para quem ligar quando a luz apaga e o vazio bate no peito.
Expressão x conteúdo
Na arte e na cultura, a tragédia é ainda mais gritante. O algoritmo virou o grande curador da alma humana. Aquele som cru de percussão e pífano que rasgava o peito na feira de Caruaru, feito para estorvar e fazer dançar no chão batido, hoje precisa caber nos primeiros três segundos de um vídeo curto para não ser descartado com um toque de polegar.
A arte deixou de ser a expressão dolorosa e visceral do artista para virar "conteúdo". O valor de uma obra não é mais a sua profundidade, o seu peso ou a sua capacidade de fazer o sujeito encarar as próprias ruínas; é a sua capacidade de virar trend, de ser replicada por milhares de pessoas fazendo a mesma dancinha genérica diante da câmera. Matou-se a matriz em nome do molde industrial.
Ápice
E onde o calo aperta de verdade é no bolso e na própria ideia de trabalho. A economia digital vendeu o conto de fadas da libertação financeira: "Seja seu próprio chefe, trabalhe na praia, monetize o seu estilo de vida!". O que não avisaram na entrelinha do contrato é que, quando você monetiza o seu estilo de vida, o seu próprio descanso vira trabalho.
O sujeito não toma mais um café pensando no gosto do grão; toma pensando no story que vai gerar. Viramos todos operários de uma fábrica invisível, onde nós fornecemos a matéria-prima (nossa atenção, nossa intimidade, nossa raiva) e os donos das redes cobram o pedágio. É o ápice do capitalismo de espetáculo: o trabalhador se esfola de trabalhar para o algoritmo, não ganha direitos trabalhistas, paga a conta da internet do próprio bolso e ainda comemora porque ganhou quinhentos likes no final do dia. A gente ri da bizarrice, posta o meme da semana para não chorar, mas o nó na garganta continua lá.
Até a próxima!
*Zé da Flauta é compositor e cronista

Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano promove palestra sobre Surubim e lança livro de Fernando Guerra
15/10/2026
Lançamento
Na ocasião, haverá o lançamento de duas obras do autor. A primeira é “O boi Surubim: a história do boi que deu nome ao município de Surubim”, uma pesquisa sobre a origem do animal associado à denominação da cidade e às raízes do gado da época.
“Faca de ponta afiada & outras estórias”
A segunda, é “Faca de ponta afiada & outras estórias”, uma coletânea de contos ficcionais, reconhecida com menção honrosa no III Prêmio Literário (2015), a mais importante premiação do setor no Estado. O escritor também assina os títu...
O Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP) promove, neste sábado (17/10), às 10h, a palestra “Histórias de Surubim”, ministrada pelo escritor, historiador, artista plástico e sócio correspondente da instituição, Fernando Farias Guerra. O evento ocorre no auditório da entidade, localizado na Rua do Hospício, nº 130, no bairro da Boa Vista, no Recife.
Lançamento
Na ocasião, haverá o lançamento de duas obras do autor. A primeira é “O boi Surubim: a história do boi que deu nome ao município de Surubim”, uma pesquisa sobre a origem do animal associado à denominação da cidade e às raízes do gado da época.

“Faca de ponta afiada & outras estórias”
A segunda, é “Faca de ponta afiada & outras estórias”, uma coletânea de contos ficcionais, reconhecida com menção honrosa no III Prêmio Literário (2015), a mais importante premiação do setor no Estado. O escritor também assina os títulos “A confissão da pedra e outros poemas”, lançado em 2011, e “Memória das Vaquejadas de Surubim publicado em 2017”.
A programação
A programação tem entrada gratuita e confere certificado de participação. Após a exposição e a sessão de autógrafos, o encerramento contará com uma apresentação de choro e Música Popular Brasileira (MPB), executada pelos músicos Lucas Guerra no violão, Guiga Rocha no bandolim e Anderson Botelho no pandeiro.

Torneio de Vôlei deve reunir cerca de 100 atletas em Arena de Jaboatão dos Guararapes
15/10/2026
O evento
Realizado pela AC Eventos, o Verão na Rede nasceu da iniciativa da empresária, jornalista e atleta master amadora Andréa de Carvalho, que decidiu investir em um segmento que vem conquistando cada vez mais espaço: homens e mulheres que mantêm uma rotina ativa, treinam, competem e encontram no esporte uma importante ferramenta de saúde física, bem-estar mental e convivência social.
Propósito
Mais do que disputar medalhas, o torneio tem como propósi...
O vôlei que começou para muitos ainda na juventude continua vivo na areia, agora com novas histórias, reencontros e a mesma vontade de competir. No dia 17 de outubro, a Arena Azure, em Piedade, no Jaboatão dos Guararapes, recebe mais uma edição do Verão na Rede, único torneio de vôlei de praia exclusivamente master de Pernambuco. A competição, que realiza seu segundo torneio em 2026, deve reunir cerca de 100 atletas nas categorias master.

O evento
Realizado pela AC Eventos, o Verão na Rede nasceu da iniciativa da empresária, jornalista e atleta master amadora Andréa de Carvalho, que decidiu investir em um segmento que vem conquistando cada vez mais espaço: homens e mulheres que mantêm uma rotina ativa, treinam, competem e encontram no esporte uma importante ferramenta de saúde física, bem-estar mental e convivência social.
Propósito
Mais do que disputar medalhas, o torneio tem como propósito proporcionar aos atletas master um espaço pensado especialmente para eles, respeitando as faixas etárias e valorizando a competitividade de maneira equilibrada.

Encontros
Para Giovanni Amadeu Paiva dos Santos, professor universitário e atleta amador, uma das características mais especiais que o evento adquiriu desde sua criação foi a capacidade de promover reencontros.
“Desde a primeira vez que participei do Verão na Rede, percebi que ele era muito mais do que um torneio. Por ser exclusivamente master, é também um espaço de reencontros com amigos de tantos anos, que continuam ativos e fazendo o que amam: jogar vôlei! No fim, o Verão na Rede é isso: uma grande confraternização de atletas amadores masters apaixonados pelo voleibol!”, destaca o professor.
Uma geração que continua em movimento
O crescimento do esporte master acompanha uma geração que não enxerga a idade como motivo para abandonar a prática esportiva. São atletas amadores que conciliam trabalho, família e outras responsabilidades com uma rotina de treinos e competições.
Busca valorizar
É justamente esse público que o Verão na Rede busca valorizar. Em cada edição, cerca de 100 atletas passam pelo torneio, mostrando que existe espaço — e demanda — para eventos esportivos direcionados especificamente à categoria master.
Nesta edição, as disputas serão realizadas em duplas e quartetos, envolvendo categorias femininas, masculinas e mistas, com destaque para as faixas 40+ e 50+, de acordo com a programação oficial da competição.
Além dos jogos, o Verão na Rede aposta na experiência proporcionada aos participantes. A proposta é criar um ambiente de acolhimento e integração, no qual o atleta possa competir, encontrar amigos, confraternizar e aproveitar toda a estrutura preparada para o evento.

Empresas também entram nessa rede
O torneio conta ainda com parcerias e apoios de empresas que identificam o potencial do público master e acreditam na associação de suas marcas a valores como esporte, longevidade, saúde, qualidade de vida e bem-estar.
Fundamental
Para a organização, essa aproximação é fundamental não apenas para o crescimento do Verão na Rede, mas também para ampliar a visibilidade de um público consumidor ativo e cada vez mais presente no esporte.
“O nosso propósito é fortalecer o vôlei master e mostrar que existe uma geração que quer continuar competindo, convivendo e vivendo novas experiências. Quando uma empresa acredita no Verão na Rede, ela também passa a fazer parte desse movimento”, reforça Andréa.
Espaço no calendário
Em sua segunda realização no ano, o Verão na Rede segue construindo seu espaço no calendário esportivo pernambucano com uma identidade própria: competição para quem ainda tem muito jogo pela frente e encontros que vão muito além da rede.
O Poder

Pesquisa - Quase 80% dos olindenses desaprovam Mirella
15/10/2026
A Pesquisa
Foi realizada pela XB3 Soluções e Pesquisas, entre os dias 13 e 15 de outubro de 2026, em Olinda, revela um elevado índice de desaprovação da administração da prefeita Mirella Almeida.
Segundo o levantamento
78,81% dos entrevistados desaprovam a gestão municipal, enquanto 21,19% declaram aprová-la.
Em números absolutos
Dos 1.500 participantes da pesquisa, 1.182 manifestaram desaprovação à administração da prefeita, contra 318 que expressaram aprovação.
A diferença entre os dois indicadores
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Levantamento realizado com 1.500 entrevistados revela que quase oito em cada dez participantes desaprovam a administração municipal, de Mirella Almeida. A prefeita foi eleita com o apoio do ex-prefeito Lupércio, que não se elegeu deputado estadual. E da governadora Raquel Teixeira Lyra que saiu vencedora, por pouco mas saiu, na Marim dos Caetés.
A Pesquisa
Foi realizada pela XB3 Soluções e Pesquisas, entre os dias 13 e 15 de outubro de 2026, em Olinda, revela um elevado índice de desaprovação da administração da prefeita Mirella Almeida.
Segundo o levantamento
78,81% dos entrevistados desaprovam a gestão municipal, enquanto 21,19% declaram aprová-la.
Em números absolutos
Dos 1.500 participantes da pesquisa, 1.182 manifestaram desaprovação à administração da prefeita, contra 318 que expressaram aprovação.
A diferença entre os dois indicadores
Chega a 57,62 pontos percentuais, demonstrando uma expressiva predominância de avaliações desfavoráveis entre os entrevistados.
Outro dado relevante
O percentual de desaprovação representa aproximadamente 3,7 vezes o índice de aprovação. Isso significa que, para cada entrevistado que aprova a administração municipal, há cerca de quatro que a desaprovam.
Metodologia
O levantamento ouviu 802 mulheres e 698 homens, correspondentes a 53,44% e 46,56% dos participantes, respectivamente. Quanto à faixa etária, a maior concentração dos entrevistados está entre 41 e 60 anos, seguida pelo grupo de 21 a 40 anos.