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Ensaio - Quando o Riso Fere: Memes, Memórias e a Fraternidade Luso-Brasileira

22/04/2025

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Por Jorge Henrique de Freitas Pinho*

Recebi, há poucos dias, um desses memes que circulam com a leveza perigosa das piadas virais: chamava Portugal de “Guiana Brasileira”. À primeira vista, confesso, hesitei entre o riso espontâneo e o incômodo moral. Mas a reflexão venceu a hesitação — e é por isso que escrevo.

Quando a ironia escapa ao bom senso e transforma laços históricos em caricatura, é sinal de que algo mais profundo precisa ser revisto. E não apenas no plano simbólico, mas no mais íntimo dos sentimentos — aquele que liga a memória dos povos à identidade de cada indivíduo.

Falo, aqui, também de mim. Pois trago comigo uma identidade dupla: nasci brasileiro, com mãe amazonense e ascendente indígena, mas também carrego em minhas raízes o nome e o solo de Angeja, vila portuguesa de onde partiram sucessivamente, meu bisavô, meu avô e meu pai, sem perder laços com Portugal, em busca de um novo horizonte. É por isso que não falo como...

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Por Jorge Henrique de Freitas Pinho*

Recebi, há poucos dias, um desses memes que circulam com a leveza perigosa das piadas virais: chamava Portugal de “Guiana Brasileira”. À primeira vista, confesso, hesitei entre o riso espontâneo e o incômodo moral. Mas a reflexão venceu a hesitação — e é por isso que escrevo.

Quando a ironia escapa ao bom senso e transforma laços históricos em caricatura, é sinal de que algo mais profundo precisa ser revisto. E não apenas no plano simbólico, mas no mais íntimo dos sentimentos — aquele que liga a memória dos povos à identidade de cada indivíduo.

Falo, aqui, também de mim. Pois trago comigo uma identidade dupla: nasci brasileiro, com mãe amazonense e ascendente indígena, mas também carrego em minhas raízes o nome e o solo de Angeja, vila portuguesa de onde partiram sucessivamente, meu bisavô, meu avô e meu pai, sem perder laços com Portugal, em busca de um novo horizonte. É por isso que não falo como estrangeiro, mas como alguém que tem dois lados da alma voltados um para o outro — Brasil e Portugal não me dividem, antes me completam.

Talvez por isso me preocupe ver o surgimento de certos discursos — ainda que disfarçados de brincadeira — que zombam da relação entre nossos povos. Pois há algo de sagrado na amizade luso-brasileira, algo que não pode ser reduzido a meme, ironia ou revanchismo histórico. Essa relação, que já resistiu a tantos embates, floresceu na convivência e na miscigenação, no idioma comum e na saudade partilhada.

De modo geral, os portugueses que vieram para o Brasil aceitaram — com espantosa elegância — a alma leve e brincalhona do brasileiro. Riram ao serem tratados como os "portugas", trabalharam lado a lado, criaram laços aqui. Deixaram exemplos substanciais de uma ética de trabalho vigorosa. Foram alvos de piadas, sim, mas nunca deixaram de nos tratar como irmãos respeitando nossa cultura e costumes.

Por isso, ver agora brasileiros — sobretudo os que vivem em Portugal — por vezes desejando impor seus hábitos e modos ao país que os acolheu — é mais que um erro de etiqueta cultural: é um sinal de imaturidade ética. Pois como bem ensina a tradição sapiencial de todos os tempos, quem é recebido deve respeitar a casa que o abriga.

E aqui vale recordar o gesto de amor de um rei muitas vezes injustiçado: Dom João VI, tão ridicularizado por caricaturas republicanas, mas que talvez tenha sido o único monarca europeu que verdadeiramente amou o Brasil. Foi ele quem transferiu o coração político do Império para esta terra, trouxe o tesouro acumulado do reino, embelezou o Rio de Janeiro e criou instituições, imprensa, academias e, mais do que tudo, dignificou o Brasil como Reino Unido — algo sem precedentes na história colonial do Ocidente. Seu corpo repousa em Portugal, mas seu coração está no Brasil. Literalmente.

Rechaço, portanto, com serenidade, mas com firmeza, a visão difundida por pensadores como Caio Prado Júnior, que viu na colonização portuguesa um “erro estrutural” e nos portugueses degredados a semente do fracasso nacional. Essa narrativa, embora possa até ser considerada útil como provocação teórica, ignora o amor concreto de milhões de portugueses que aqui fincaram raízes e ajudaram a construir nossa cultura com dignidade, sacrifício e fé.

Além disso, alimentar essa visão distorcida é perpetuar o que Nelson Rodrigues chamou de “complexo de vira-lata”: um ressentimento mal resolvido que degenera em arrogância disfarçada de ousadia. É o tipo de riso que não emancipa, mas infantiliza. Que não une, mas afasta. Que não cura, mas fere.

E há ainda um dado estratégico a ser considerado. Portugal é um país demograficamente envelhecido, com carência crescente de força de trabalho e desafios geográficos que impõem limitações naturais ao seu crescimento. Neste cenário, a presença brasileira — culturalmente próxima, linguisticamente integrada e economicamente ativa — poderia e deveria ser vista como um fator de renovação e esperança, não de tensão e antagonismo.

Contudo, quando memes zombeteiros circulam com desdém, reforçando estereótipos e rompendo a delicada harmonia da convivência, abrem espaço para o ressentimento e fortalecem justamente as vozes que defendem restrições migratórias, discursos de fechamento identitário e nacionalismos excludentes, de qualquer espectro que veem o estrangeiro como ameaça, não como irmão. Ou seja, criam mais obstáculos do que pontes. E tornam mais difícil o que deveria ser natural: a integração afetiva, cultural e social de brasileiros em solo português tanto quanto de portugueses em solo brasileiro.

Somos irmãos, mas como todos os irmãos não somos iguais e precisamos amar e respeitar nossas diferenças.

Este ensaio, portanto, não nasce como censura, mas como convite. Um convite à maturidade histórica, à responsabilidade simbólica e à amizade consciente. O que queremos entre Brasil e Portugal? Uma ponte que honra o passado e constrói o futuro? Ou um abismo escavado por memes e ressentimentos reciclados?

1. A Fraternidade que une Brasil e Portugal

Portugal não é, para os brasileiros, um país qualquer. É, em parte significativa, uma casa de família. E não há metáfora mais justa. Pois há casas onde moram afetos antigos, memórias dolorosas, heranças mal resolvidas — mas também há amor, respeito e pertencimento. E é essa mistura, complexa e autêntica, que define os vínculos verdadeiros.

Desde o início da colonização até os dias atuais, mantivemos uma relação marcada por laços linguísticos, espirituais, afetivos e comerciais. Fomos, sim, uma colônia. Mas também fomos extensão viva de uma cultura milenar, que nos legou idioma, sistema jurídico, música barroca, poesia épica, pão quente nas manhãs e a saudade como categoria existencial.

Fomos gerados com violência — como todo nascimento. Mas crescemos com afeto, interdependência e reencontro.

Ao longo do século XX, milhares de portugueses vieram para o Brasil. E aqui, não lhes foi negado o chão, nem o trabalho, nem o abraço. Entraram em nossas padarias, nos casamentos mistos, nos negócios de bairro, nas festas de São João e até na arquitetura da memória.

Os brasileiros aprenderam a rir com os “portugas”, e com o tempo, os “portugas” aprenderam a rir de volta. Esse jogo de palavras jamais foi simples — mas era jogado com o espírito da reciprocidade cultural. Ria-se com, e não de.

Hoje, com o aumento da presença brasileira em Portugal, o movimento se inverte — e o desafio é o mesmo: aprender a respeitar, sem perder a leveza.

Mas a leveza precisa vir acompanhada da escuta. E a escuta pressupõe maturidade: saber quando uma brincadeira toca feridas históricas, e quando um gesto simbólico é mal interpretado como arrogância.

É hora de recordar que a fraternidade verdadeira exige mais do que afinidade — exige postura. Porque o amor entre nações, como entre irmãos, não se sustenta na zombaria, mas na reverência mútua. E se Portugal é, para muitos brasileiros, uma casa de família, há que se entrar nela com respeito, não com memes — com gratidão, não com desdém.

2. A Tentação da Ressignificação Irônica

Brincar chamando Portugal de "colônia brasileira" pode parecer subversivo, provocador ou até espirituoso. Em tempos de redes sociais, onde tudo vira palco e a inteligência parece medida pela acidez do comentário, o humor travestido de crítica ganha curtidas como se ganhasse sentido. Mas o gesto, ao repetir-se sem o tom certo, passa do chiste à hostilidade simbólica. E mais que isso: revela um mal-estar mais profundo, travestido de piada.

Ao sugerir, ainda que ironicamente, uma inversão colonial, os autores desses memes não resolvem o passado — apenas o caricaturam. Reeditam, sem sabedoria, feridas históricas que pedem cura e não revanche. E ao zombar da pátria-mãe, negam não só o respeito ao outro, mas a própria maturidade do Brasil como nação adulta.
Não é com trocadilhos que se reformam civilizações.

A história não se corrige com sarcasmo. E tampouco se vingam erros do passado zombando de nações irmãs.

Portugal não é um opressor anônimo. É um rosto. É a avó que falava “muito bem obrigada”; é o avô que montou uma padaria e criou sete filhos; é o idioma que nos deu “amor”, “liberdade” e “esperança”.

Tratar Portugal com desdém é zombar da própria carne. É cuspir no espelho. Afinal, o que estamos dizendo ao mundo quando ironizamos justamente aqueles com quem partilhamos sangue, fé, vocabulário e um destino cruzado pela história?

Essa ironia juvenil — muitas vezes vinda de quem não pisou em Portugal, não ouviu um fado ao vivo nem sentiu a cortesia silenciosa de um velho lisboeta — revela mais sobre o riso que queremos impor do que sobre o vínculo que desejamos manter.

É uma forma perversa de reescrever a história pela via da arrogância e não da reconciliação.

É, em essência, uma tentativa de inverter a hierarquia para manter o jogo de poder — apenas trocando os lados.

Mas a maturidade civilizacional não consiste em inverter o chicote, e sim em abandoná-lo. Não se constrói um novo mundo zombando do antigo — e sim redimindo seus símbolos, reconhecendo suas sombras e honrando o que há de luminoso em sua herança.

Se a colonização impôs silêncios, que agora falemos — mas com grandeza. Se a história nos feriu, que agora cicatrizemos — mas sem escárnio. Porque a dignidade de uma nação se mede também pela forma como ela trata aqueles que a antecederam.

E Portugal nos antecedeu — na língua, na fé, na forma de amar e até na maneira de rir. E o fez não com fechamento, mas com uma abertura rara: ao longo dos séculos, assimilou e integrou, com maestria inigualável, saberes, sabores e culturas do mundo inteiro — da África ao Oriente, do Brasil à Índia, de Macau a Moçambique. Poucos povos souberam transformar o encontro com o outro em herança viva como os portugueses. Que não nos falte, agora, o mínimo de reverência madura diante de quem nos ensinou, inclusive, a arte de conviver entre diferenças sem perder a identidade.

3. A Ética do Estrangeiro e o Respeito às Tradições Alheias

Como aprendemos ainda na infância — brincadeira só é brincadeira quando todos estão dispostos a brincar. Quando um dos lados ri e o outro silencia, já não há mais jogo: há imposição. E quando o riso constrange em vez de acolher, o gesto deixa de ser lúdico e passa a ser opressor, mesmo que envolto em ironia leve.

Aprendi todas as piadas de português com minha mãe — uma mulher amazonense espirituosa, filha de uma portuguesa e de um homem nascido do encontro entre um cearense e uma índia boliviana. Diante de sua leveza, meu pai — português de Angeja — ouvia tudo com a tranquilidade serena dos que estão em paz com sua identidade. Talvez por também carregar Portugal no sangue, aprendi desde cedo que essa origem me permitia rir de mim mesmo e, por vezes, até me desculpar com elegância por erros engraçados que cometi ao longo da vida, dizendo: “desculpem, sou português...”. Era uma forma de assumir, com doçura, os tropeços da humanidade comum.

O povo judeu, a quem muito prezo e com quem compartilho vínculos espirituais profundos, também carrega essa capacidade notável de rir de si mesmo — de transformar feridas em ironia refinada, e de fazer da tragédia uma forma de sabedoria.

O problema começa quando se deseja ridicularizar o outro sem que ele possa participar da brincadeira — ou quando não conseguimos parar, mesmo depois que o outro expressa desconforto. Nesse momento, o que era humor vira arrogância. O riso perde a leveza. E o vínculo, em vez de ser reafirmado, é rompido.

Platão, em sua República, já alertava que a educação moral começa nos jogos. É brincando que se aprende a respeitar limites, a entender o outro e a simular o mundo com ética.

Aristóteles, mais uma vez com sua lucidez cirúrgica, distinguia entre o riso nobre — que eleva, une e educa — e o riso vulgar, que humilha, rebaixa e desagrega.

Montaigne, esse mestre da ironia delicada, sabia usar o humor sem ferir, o sarcasmo sem ofender, a crítica sem destruir. Seu humor era bálsamo, não veneno.

O que falta, talvez, no debate público atual — e especialmente na cultura digital dos memes — é essa consciência ancestral: relações entre nações exigem o mesmo respeito que relações entre irmãos adultos.

E isso vale para ambos os lados do Atlântico.
A liberdade para rir não pode atropelar a dignidade do outro.

A leveza só é leveza quando repousa sobre um solo de respeito mútuo.

A piada, quando usada como ferramenta ideológica ou instrumento de vingança simbólica, perde sua graça e adquire gravidade — ainda que disfarçada de descontração.

É verdade que o brasileiro tem uma capacidade ímpar de rir da própria tragédia. Mas essa virtude, quando aplicada de modo irresponsável às relações internacionais, pode se tornar vício.

Rir do próprio sofrimento é sabedoria. Rir do outro, quando ele não consente, é arrogância.

E quando esse outro é um povo que nos acolhe, que partilha nossa história, que fala nossa língua e que hoje enfrenta dilemas demográficos, culturais e migratórios, o riso desrespeitoso se converte em obstáculo para o futuro.

A maturidade exige sensibilidade: saber quando silenciar, quando rir, e quando — sobretudo — não rir.

4. Os Abismos do Riso Ideológico

Não é improvável que esses memes aparentemente inofensivos tenham raízes mais profundas — e mais perigosas. O uso reiterado da zombaria como instrumento político é um velho truque de engenharia cultural: ri-se não apenas por humor, mas para desconstruir símbolos, ridicularizar vínculos e corroer a dignidade das tradições.

Não se trata apenas de “rir de Portugal”, mas de minar o sentido de pertencimento entre povos irmãos, transformando o orgulho compartilhado em motivo de constrangimento.

Suspeito, sim, que parte desse discurso seja alimentada por correntes ideológicas que têm, por vocação, o desmonte de tudo aquilo que liga — e a exaltação de tudo que separa.

Para essas correntes, o reencontro da lusofonia, o fortalecimento dos laços culturais entre Brasil e Portugal, a persistência da língua comum e da ética judaico-cristã como herança espiritual compartilhada são ameaças — e não riquezas.

Não por acaso, o alvo preferencial dos escárnios são justamente os pilares que sustentam esse elo: a família, a fé, o trabalho, a estética clássica, a tradição como legado — e não como prisão.

Portugal e Brasil, apesar de suas divergências — históricas, políticas, climáticas — ainda compartilham o essencial de uma mesma alma civilizacional.

Ambos cultivam a palavra como gesto sagrado, a música como ponte emocional, o pão como metáfora do encontro.

Ambos sabem, mesmo em silêncio, o que é saudade.

Dividir-nos por memes, piadas ou sarcasmos digitais é uma forma barata — e perigosa — de enfraquecer justamente aquilo que nos torna mais fortes: nossa aliança afetiva e simbólica.

Quando rimos do que deveria ser honrado, não estamos sendo modernos — estamos apenas sendo manipuláveis.

E quando alimentamos esse riso com o fogo do ressentimento e da ideologia, o que era ponte vira trincheira.

O riso, quando se faz instrumento de corrosão cultural, deixa de ser sinal de leveza e passa a ser indício de decadência.

E na história das civilizações, nunca foi o escárnio que construiu catedrais ou preservou alianças. Foi o respeito, o diálogo e o amor pela permanência.

5. Conclusão: O Riso que Constrói ou o Riso que Rompe

O humor é um dom humano — talvez o mais sutil deles. É ele que nos permite suportar o peso da existência sem perder a leveza da alma. Mas como todo dom, deve ser cultivado com sabedoria, medida e discernimento.

Não é hora de rir dos irmãos — mas de rir com eles.

Não é tempo de construir abismos — mas de atravessá-los com pontes de afeto e respeito.

E se Portugal é, para nós, uma casa antiga de família — marcada por contradições, afetos e memórias partilhadas — cabe-nos, como bons herdeiros, honrar seus alicerces, renovar suas colunas e não brincar com o fogo onde já arderam mágoas.

O Brasil é sim um país que sabe rir. Mas também precisa aprender a rir com elevação. E isso inclui saber quando o riso constrói e quando o riso rompe.

Rir de Portugal como se fosse subalterno é, no fundo, rir de nossa própria origem, da nossa língua, da nossa história e, sobretudo, de nós mesmos — mas de forma inconsciente e ingrata.

Este ensaio não é um apelo à censura. É um apelo à consciência.

Não há maturidade civilizacional sem a arte do limite. E não há amizade verdadeira sem respeito.

Porque, no fim das contas, os memes passam. Mas as memórias ficam.

E cabe a nós — brasileiros e portugueses — decidir se essa memória será escrita com afeto e reverência, ou manchada por um sarcasmo vazio, indigno do que fomos, do que somos e do que ainda podemos ser.


Epílogo: Quando o Riso Voltar a Ser Ponte

Tudo indica que os memes que escarnecem de Portugal surgiram apenas recentemente — e não como herança cultural, mas como sintoma de um momento.

Foi em novembro de 2024, diante de uma simples expressão brasileira "Fala Galera" usada na recepção da atleta portuguesa Kika Nazareth pelo Barcelona, que reacendeu-se uma faísca. Uma reação irônica virou combustível para um escárnio maior. E o que era leveza espontânea passou a ser repetição estratégica, alimentada por redes, algoritmos e ressentimentos.

As plataformas digitais tornaram-se palco — e os símbolos, marionetes.

Alteraram-se entradas na Wikipédia, nomes no Google Maps, títulos em vídeos virais — tudo em nome de um humor que pouco honra o que temos de mais valioso: a nossa comunhão de destino.

Nesse mesmo período, não por acaso, autoridades portuguesas e brasileiras reuniram-se para combater a xenofobia contra brasileiros em Portugal, enquanto a Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial registrava um aumento relevante nas denúncias.

A coexistência, que já não era simples, passou a exigir ainda mais maturidade.

E a reação de muitos portugueses veio não com violência, mas com um apelo à razão.
Nokas, influenciadora com mais de 240 mil seguidores, resumiu o desconforto: “Primeiro, foi o meme do ouro. Depois, surgiu que falamos um português arcaico, um português pré-histórico. E agora, somos uma Guiana?”

Bruna Filipa, tiktoker portuguesa, confessou: “Fico com vergonha alheia. É muita falta de respeito.”

Fábio Gonçalves também se manifestou pedindo que a brincadeira cessasse, em nome da dignidade de quem compartilha conosco uma história de laços e não de muros.

Essas vozes portuguesas são preciosas. Não reagem com ódio, mas com decepção.

E por isso merecem ser ouvidas com atenção — porque demonstram que, do outro lado do Atlântico, a esperança de convivência permanece, mesmo diante da ironia desequilibrada.

Por isso este texto não é — e nunca foi — sobre censura.

É sobre responsabilidade.

Sobre a delicadeza que se exige de quem sabe o valor daquilo que pode ser perdido por descuido: o afeto entre dois povos cuja história é feita de sangue, pão, lágrimas, música e fé.

Que os portugueses não cedam ao preconceito nem ao cansaço diante dos excessos de seus hóspedes.

E que os brasileiros se lembrem de que ser acolhido exige humildade — e não vaidade.

Que ambos saibam que uma amizade secular não se destrói por memes — mas pode ser ferida por eles.

Que aprendamos, pois, a rir de novo.

Mas juntos.

Com o outro — não do outro.

Porque quando o riso volta a ser ponte, a civilização reencontra o seu caminho.


*Jorge Pinhoé advogado, Procurador do Estado aposentado, ex-Procurador-Geral do Estado do Amazonas e membro da Academia de Ciências e Letras Jurídicas do Amazonas.

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Veneziano diz que campanha de Cícero na Paraíba não fará ataques e será marcada por propostas

05/08/2026

Anunciado como o senador do presidente Lula na Paraíba, Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) afirmou, na tarde de hoje, quarta-feira (05/08), durante a convenção estadual do partido, realizada no Domus Hall, em João Pessoa, que a campanha de Cícero Lucena ao Governo da Paraíba será marcada pela apresentação de propostas, sem ataques aos adversários.

Defendeu

Em seu discurso, o senador disse que fala em nome dos integrantes do MDB e defendeu que o debate eleitoral seja baseado em projetos para o Estado.

“Falando em nome de todos os membros do MDB, nós não iremos atacar adversários. Vamos apresentar propostas e defender serviços de respeito aos paraibanos, que, infelizmente, não estão sendo vistos pelo governo estadual”, afirmou.

Destacou

Veneziano também fez questão de destacar que, caso seja eleito, Cícero terá autonomia para governar e não será influenciado por outros grupos políticos.
“Cícero...

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Anunciado como o senador do presidente Lula na Paraíba, Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) afirmou, na tarde de hoje, quarta-feira (05/08), durante a convenção estadual do partido, realizada no Domus Hall, em João Pessoa, que a campanha de Cícero Lucena ao Governo da Paraíba será marcada pela apresentação de propostas, sem ataques aos adversários.

Defendeu

Em seu discurso, o senador disse que fala em nome dos integrantes do MDB e defendeu que o debate eleitoral seja baseado em projetos para o Estado.

“Falando em nome de todos os membros do MDB, nós não iremos atacar adversários. Vamos apresentar propostas e defender serviços de respeito aos paraibanos, que, infelizmente, não estão sendo vistos pelo governo estadual”, afirmou.

Destacou

Veneziano também fez questão de destacar que, caso seja eleito, Cícero terá autonomia para governar e não será influenciado por outros grupos políticos.
“Cícero não está sendo tutelado. Cícero será governador de fato e de direito. Ele não será teleguiado”, declarou.

A convenção

A convenção do MDB aconteceu no Domus Hall e reuniu lideranças políticas, filiados e apoiadores para oficializar a candidatura de Cícero Lucena ao Governo da Paraíba nas eleições de 2026.

O Poder




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Ausente no Evento hoje, Michelle Bolsonaro agradece mulheres cotadas para vice de Flávio. Confira as novidades para o seu Papo da Noite

05/08/2026

Michelle Bolsonaro, PL, agradeceu às mulheres cotadas para a vice na chapa do senador Flávio Bolsonaro, PL, e defendeu união após a definição do deputado Alfredo Gaspar, PL, para o posto. “Agradeço a todas as mulheres de bem que, corajosamente, colocaram os seus nomes à disposição para a vaga”, escreveu no Instagram. Michelle defendia que a vaga de vice fosse ocupada por uma mulher. Ela não participou do evento em Brasília, alegando que o horário coincidiu com o de preparação do almoço de Jair Bolsonaro. A ausência de Michelle no evento foi justificada pela senadora Damares Alves, Republicanos, uma das principais aliadas da ex-primeira-dama. Segundo a parlamentar, Michelle permaneceu em casa para cuidar de Jair Bolsonaro. “Michelle não veio porque está fazendo comida para o marido. Tentamos trazer ela“, afirmou.

- Michelle e Flávio: Desde os vídeos de reconciliação de Flávio e Michelle, há uma expectativa para a aparição pública dos dois juntos, o que ainda não ocorre...

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Michelle Bolsonaro, PL, agradeceu às mulheres cotadas para a vice na chapa do senador Flávio Bolsonaro, PL, e defendeu união após a definição do deputado Alfredo Gaspar, PL, para o posto. “Agradeço a todas as mulheres de bem que, corajosamente, colocaram os seus nomes à disposição para a vaga”, escreveu no Instagram. Michelle defendia que a vaga de vice fosse ocupada por uma mulher. Ela não participou do evento em Brasília, alegando que o horário coincidiu com o de preparação do almoço de Jair Bolsonaro. A ausência de Michelle no evento foi justificada pela senadora Damares Alves, Republicanos, uma das principais aliadas da ex-primeira-dama. Segundo a parlamentar, Michelle permaneceu em casa para cuidar de Jair Bolsonaro. “Michelle não veio porque está fazendo comida para o marido. Tentamos trazer ela“, afirmou.

- Michelle e Flávio: Desde os vídeos de reconciliação de Flávio e Michelle, há uma expectativa para a aparição pública dos dois juntos, o que ainda não ocorreu.

- Flávio e seu Vice: Aliados criticam o fato de Flávio Bolsonaro, PL, ter defendido publicamente a escolha de uma mulher para o posto e agora optado por um homem que foi acusado de estupro de vulnerável, o que já está sendo explorado pelos adversários do senador.

- Flávio e seu Vice: A escolha surpreendeu até mesmo aliados próximos de Flávio, uma vez que Gaspar era considerado um dos principais nomes do PL para a disputa ao Senado por Alagoas. Pesquisas no estado o colocavam entre os líderes da corrida em Alagoas.

- Eleições 2026: Líderes evangélicos preferiam vice mulher para Flávio Bolsonaro. Aliados suspeitam da capacidade de Alfredo Gaspar em conquistar eleitorado feminino.

- Dia dos Pais para Bolsonaro: Jair Bolsonaro pediu a Moraes, do STF, autorização para ver os filhos Carlos Nantes Bolsonaro, Jair Renan Bolsonaro e Flávio Nantes Bolsonaro, na tarde do próximo domingo, 09/08, Dia dos Pais. No documento, Bolsonaro afirma que as visitas seriam em “caráter absolutamente excepcional”. Carlos e Jair Renan estão proibidos de fazerem visitas a Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar, por 30 dias, a contar de 18/07. O veto de visitas para Flávio é maior, de 90 dias.



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- Solução Caseira do PL: convite de Flávio para Gaspar ser seu vice foi feito às vésperas de anúncio

A decisão de convidar o deputado federal Alfredo Gaspar, PL-AL, para compor a chapa presidencial de Flávio Bolsonaro, PL, foi fechada na noite de ontem, terça-feira, 04/08, poucas horas depois de o deputado anunciar oficialmente sua candidatura ao Senado por Alagoas. A decisão foi tomada após uma articulação conduzida pelo senador e coordenador de campanha de Flávio, Rogério Marinho, PL, pelo presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e pelo próprio candidato à Presidência. A opção por Alfredo Gaspar ocorreu depois de semanas de dificuldade do PL para fechar alianças em torno da candidatura de Flávio Bolsonaro. Além do PP, União Brasil, Republicanos e Podemos rejeitaram uma aliança nacional com a candidatura de Flávio Bolsonaro. Diante da resistência dos partidos do chamado Centrão em integrar a chapa, o PL optou por uma solução caseira e escolheu Alfredo Gaspar, que já havia se filiado à legenda, a convite de Flávio Bolsonaro, para comandar o partido em Alagoas e liderar o projeto político da sigla no estado. (Com CNN)

- Eleições 2026 em AL: JHC procura vice de Flávio para definir rumo da candidatura em Alagoas. Ex-prefeito de Maceió adia convenção do PSDB à espera de Alfredo Gaspar, que deixou a disputa ao Senado para ser vice de Flávio Bolsonaro.

- Lula recebe Hoje, 05/08, um grupo de 20 motoristas e entregadores que não estão conseguindo acessar a linha de crédito do programa 'Move Brasil'. A Secretaria-Geral criou uma força-tarefa pra atender trabalhadores nessa situação.

- BETs no Brasil: Governo vai impor intervalo entre apostas e criar novas restrições para bets. Serão proibidas apostas automáticas, barulho de moeda e uso de cronômetros pelas plataformas.



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- Eleições 2026: CEO Quaest - Chance de reeleição de Lula suciu de 38% para quase 60%

Segundo análise apresentada pelo CEO da Quaest, a estimativa de reeleição do presidente Lula deu um salto expressivo, passando de 38% para quase 60%. Esse movimento reflete diretamente a recente recuperação na aprovação popular do governo e o impacto das pautas socioeconômicas no cotidiano dos cidadãos. No entanto, o cenário político permanece aberto e dinâmico: o grupo de eleitores independentes ainda representa a força decisiva que definirá os rumos das eleições de 2026.

- Lula promete seriedade fiscal para baixar Selic, mas diz que teto de gastos limita investimento. "O único gasto que a gente faz de verdade é pagar R$ 1,2 trilhão de dívida de juros", disse o presidente.



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- Jorge Messias no STF: Aliados de Alcolumbre apostam em postura “light” sobre Jorge Messias. Presidente do Senado sinaliza que estaria aberto a uma nova votação para indicação do AGU ao STF após eleições.

- Caso 'Dark Horse': Ancine processa filme sobre Jair Bolsonaro e multa pode chegar a R$ 100 mil. Obras estrangeiras gravadas no país precisam comunicar autoridades. Agência tentou contatar empresa responsável, sem sucesso.



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Eleições 2026: está acontecendo agora a convenção estadual do MDB da Paraíba

A convenção estadual do MDB da Paraíba começou a reunir, na tarde de hoje, quarta-feira, 05/08,, uma grande quantidade de militantes, lideranças políticas e pré-candidatos na Domus Hall, em João Pessoa/PB. O evento vai homologar a candidatura de Cícero Lucena ao Governo da Paraíba e oficializar Veneziano Vital do Rêgo e André Gadelha para o Senado. Um “mar de gente” se forma dentro e fora da casa de eventos Domus Hall. Lideranças políticas de todo Estado, marcam presença no evento. Vários candidatos e candidatas a deputados estaduais também já chegaram para a convenção. O senador Veneziano Vital do Rêgo tem como primeira suplente Janine Lucena. Já o candidato André Gadelha anunciou a vereadora Ivonete Ludgério (PSD) como sua primeira suplente na disputa ao Senado Federal.

- Eleições 2026 na PB: Cícero Lucena, ex-prefeito de João Pessoa, MDB, e agora oficialmente candidato a governador da Paraíba disse ao chegar na convenção conjunta de MDB e PSD, que colocará a sua vida e história à disposição da Paraíba.

- Prefeitura do Recife inicia Campanha de Multivacinação com foco na atualização da caderneta vacinal. Ação acontece até 01/09, em todas as salas de vacina e os Centros de Vacinação da cidade. Dia D de mobilização será em 22/08.

- Ventos em PE: Inmet divulga alerta de vendaval para Pernambuco e outros estados. Comunicado começou a vigorar às 8h55 de hoje, e é válido até às 23h59 da quinta-feira, 06/08.

- Dólar e Bolsa ficam no zero a zero, com investidor à espera da Selic. Moeda americana registrou pequena queda de 0,06%, cotada a R$ 5,12. O Ibovespa, o principal índice da B3, caiu apenas 0,11%.

- Crise diplomática: Atitude dos EUA de revogar visto da embaixadora é "irresponsável", diz Lula.

- Diplomacia nos EUA: Mais da metade dos postos de embaixador dos EUA no mundo estão vagos. Ao todo, 32 postos vagos têm nomes indicados, mas que ainda não tiveram processo de aprovação finalizado, como no caso do Brasil, segundo associação.



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- Gestão Compartilhada de Ormuz: Irã e Omã avançam em acordo que pode reabrir o Estreito de Ormuz

Cerca de 2 meses após o início das negociações, Irã e Omã chegaram a uma rota para a navegação no Estreito de Ormuz, que agora deve ser gerida pelos dois países. A informação foi divulgada hoje, quarta-feira, 05/08, pelo porta-voz da diplomacia iraniana, Esmaeil Baqaei. De acordo com o governo iraniano, uma declaração conjunta entre Teerã e Mascate deve ser divulgada em breve, caso nenhum país interfira nas negociações. “As coordenadas geográficas da rota pretendida foram acordadas e, desde que algumas partes terceiras não interfiram neste processo, a declaração conjunta dos dois países, que inclui considerações e pontos principais acordados, está na fase de revisão e redação final”, afirmou o Ministério das Relações Exteriores do Irã. Os termos do acordo ainda não são públicos. A expectativa, contudo, é de que o Irã controle a entrada de embarcações em Ormuz, enquanto Omã administre a saída de navios. Não está claro se o sistema de pedágio, implementado recentemente pelo governo iraniano, continuará em vigor.

- Alerta Vermelho: Itália colocará 27 cidades em estado de alerta vermelho devido ao calor. O alerta vermelho indica uma possível emergência de saúde, com temperaturas elevadas e prolongadas representando um risco sério para toda a população, inclusive para pessoas jovens e saudáveis.

- Guerra no Oriente Médio: Israel volta a bombardear sul do Líbano e acusa Hezbollah de "violação flagrante" de cessar-fogo. Ataque ocorre em meio a cessar-fogo firmado entre o governo israelense e o grupo terrorista Hezbollah. Mídia estatal libanesa reportou 1 morto e 11 feridos.



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- Incêndio na Califórnia: Incêndio fora de controle atinge Califórnia e causa retiradas de moradores

Os bombeiros combateram um incêndio florestal de rápida propagação nas proximidades de Angels Camp, no condado de Calaveras, na Califórnia. O incêndio, chamado Gann Fire, já consumiu quase 6.400 acres e segue sem qualquer nível de contenção, segundo o Departamento de Silvicultura e Proteção contra Incêndios da Califórnia (Cal Fire). De acordo com a imprensa local, o Cal Fire informou que "o tipo de vegetação, a topografia e os ventos fracos estão contribuindo para a propagação do incêndio". Centenas de bombeiros foram mobilizados para tentar controlar as chamas. As ordens de retirada permanecem em vigor para as comunidades próximas, e as autoridades locais orientam os moradores a acompanhar as atualizações divulgadas pelo Gabinete do Xerife do Condado de Calaveras.




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Em convenção, Cícero anuncia ‘Pix Tênis’ e Pé-de-Meia para todos os estudantes da rede estadual

05/08/2026

Enrolado com a bandeira da Paraíba, o ex-prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB), utilizou o discurso na convenção conjunta do MDB e do PSD, realizada na tarde de hoje, quarta-feira (05/08), em João Pessoa, para afirmar que sua campanha ao Governo da Paraíba será pautada pela experiência administrativa e não por promessas eleitorais.

Propostas

Durante o evento, que homologou sua candidatura ao Palácio da Redenção, o emedebista apresentou propostas voltadas para a educação, entre elas a criação do “Pix Tênis” e a ampliação do programa Pé-de-Meia para estudantes da rede estadual.

Infância

Durante o discurso, o candidato relembrou sua infância no Sertão paraibano e afirmou que precisou deixar a cidade onde nasceu em busca de oportunidades. Segundo ele, essa experiência o fez compreender as dificuldades enfrentadas por milhares de famílias paraibanas.

Percorreu

Cícero afirmo...

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Enrolado com a bandeira da Paraíba, o ex-prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB), utilizou o discurso na convenção conjunta do MDB e do PSD, realizada na tarde de hoje, quarta-feira (05/08), em João Pessoa, para afirmar que sua campanha ao Governo da Paraíba será pautada pela experiência administrativa e não por promessas eleitorais.

Propostas

Durante o evento, que homologou sua candidatura ao Palácio da Redenção, o emedebista apresentou propostas voltadas para a educação, entre elas a criação do “Pix Tênis” e a ampliação do programa Pé-de-Meia para estudantes da rede estadual.

Infância

Durante o discurso, o candidato relembrou sua infância no Sertão paraibano e afirmou que precisou deixar a cidade onde nasceu em busca de oportunidades. Segundo ele, essa experiência o fez compreender as dificuldades enfrentadas por milhares de famílias paraibanas.

Percorreu

Cícero afirmou que percorreu diversas regiões do Estado antes de decidir disputar o Governo e disse ter ouvido relatos sobre problemas relacionados à saúde, educação, infraestrutura, abastecimento de água e geração de empregos.

Experiência

Ao defender sua experiência como gestor, Cícero lembrou ações desenvolvidas na Prefeitura de João Pessoa e anunciou que pretende levar parte dessas iniciativas para todo o Estado caso seja eleito governador.

Homologou

A convenção também homologou a candidatura do empresário Diogo Cunha Lima (PSD) ao cargo de vice-governador. A chapa majoritária da oposição será composta ainda pelo senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) e pelo deputado estadual André Gadelha (MDB), candidatos ao Senado Federal.

O Poder




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Na convenção do MDB, Cícero Lucena diz que coloca vida e história à disposição da Paraíba

05/08/2026

O ex-prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB), e agora oficialmente candidato a governador da Paraíba disse ao chegar na convenção conjunta de MDB e PSD, que colocará a sua vida e história à disposição da Paraíba.

Chegou

Cícero chegou na tarde desta quarta-feira (5) à casa de shows Domus Hall, no Manaíra Shopping, em João Pessoa, onde participa da convenção conjunta do MDB e do PSD que oficializa sua candidatura ao Governo da Paraíba nas eleições deste ano.



“Chego com muita esperança, muita confiança porque tenho certeza que estou colocando a minha vida e minha história a serviço da melhoria da vida do povo paraibano, principalmente daqueles que precisam da ação, do trabalho e da dedicação dos gestores” afirmou.


Acompanhado

Cícero chegou acompanhado pelo empresário Diogo Cunha Lima, indicado para disputar o cargo de vice-governador, pelo senador Veneziano Vital do...

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O ex-prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB), e agora oficialmente candidato a governador da Paraíba disse ao chegar na convenção conjunta de MDB e PSD, que colocará a sua vida e história à disposição da Paraíba.

Chegou

Cícero chegou na tarde desta quarta-feira (5) à casa de shows Domus Hall, no Manaíra Shopping, em João Pessoa, onde participa da convenção conjunta do MDB e do PSD que oficializa sua candidatura ao Governo da Paraíba nas eleições deste ano.



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“Chego com muita esperança, muita confiança porque tenho certeza que estou colocando a minha vida e minha história a serviço da melhoria da vida do povo paraibano, principalmente daqueles que precisam da ação, do trabalho e da dedicação dos gestores” afirmou.


Acompanhado

Cícero chegou acompanhado pelo empresário Diogo Cunha Lima, indicado para disputar o cargo de vice-governador, pelo senador Veneziano Vital do Rêgo e pelo deputado estadual André Gadelha, candidatos ao Senado Federal pela chapa. As lideranças foram recepcionadas por filiados, militantes e apoiadores na chegada ao evento.

Perfil de Cícero Lucena

Cícero Lucena tem 69 anos é um engenheiro civil natural de São José de Piranhas, Sertão da Paraíba. Foi prefeito de João Pessoa por quatro mandatos, tendo se desincompatibilizado do cargo, este ano para disputar o governo do Estado.



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O início da vida pública

Ele iniciou sua vida política em 1990, quando foi eleito vice-governador da Paraíba, assumindo o cargo de governador por nove meses, em 1994, quando o então governador Ronaldo Cunha Lima renunciou para concorrer ao Senado Federal nas eleições daquele ano. Comandou o Ministério da Integração Nacional no governo de Fernando Henrique Cardoso. Foi Senador pela Paraíba (2007–2015) e nesse período, representou o estado no Congresso Nacional.

Eleito prefeito

Em 1996, foi eleito prefeito de João Pessoa, sendo reeleito em 2000. Em 2021 iniciou o terceiro mandato e reeleito para o quarto mandato em 2024. Foi também senador entre 2007 e 2015.


Chamou atenção

Durante a convenção, um apoiador do senador Veneziano Vital do Rêgo chamou a atenção durante a convenção do MDB, em João Pessoa, ao aparecer caracterizado como o presidente Lula.

Marca

A convenção marca a homologação da chapa majoritária da oposição ao Governo do Estado e reúne dirigentes partidários, prefeitos, vice-prefeitos, deputados, vereadores e lideranças políticas de diferentes regiões da Paraíba. O encontro também simboliza o início da mobilização eleitoral da aliança formada pelo MDB, PSD e partidos aliados.

Severino Lopes
O Poder



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André Gadelha chega chegando. Clipe incendeia convenção do MDB/PB. Confira.

05/08/2026

O atual deputado e hoje proclamado candidato ao Senado na convenção estadual do MDB/PB, André Gadelha chegou chegando. O último competidor a entrar na disputa, na chapa de Cícero Lucena, governador e Veneziano Vital na outra vaga para o Senado, André agitou a platéia com um jingle moderno e pra cima. Cada majoritário teve direito a ocupar os telões super modernos com três minutos de vídeo. Os demais também apresentaram peças de muita qualidade.

Perfil

André, de tradicional família política, sempre atuou defendendo as causas populares. Nessa linha, foi vereador em Sousa, sua terra natal. Depois vice-prefeito, prefeito realizador e deputado-estadual. Conhece bem o Estado e os problemas da população.

Proposta

Em seu discurso, André disse que quer ir para Brasília ser a voz das pessoas comuns. Levar os seus problemas para o senado e articular soluções objetivas para melhorar a vida das pessoas.

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O atual deputado e hoje proclamado candidato ao Senado na convenção estadual do MDB/PB, André Gadelha chegou chegando. O último competidor a entrar na disputa, na chapa de Cícero Lucena, governador e Veneziano Vital na outra vaga para o Senado, André agitou a platéia com um jingle moderno e pra cima. Cada majoritário teve direito a ocupar os telões super modernos com três minutos de vídeo. Os demais também apresentaram peças de muita qualidade.

Perfil

André, de tradicional família política, sempre atuou defendendo as causas populares. Nessa linha, foi vereador em Sousa, sua terra natal. Depois vice-prefeito, prefeito realizador e deputado-estadual. Conhece bem o Estado e os problemas da população.

Proposta

Em seu discurso, André disse que quer ir para Brasília ser a voz das pessoas comuns. Levar os seus problemas para o senado e articular soluções objetivas para melhorar a vida das pessoas.

Confira o vídeo

E confirme que André Gadelha chegou chegando na disputa por uma vaga no senado nesta eleição.








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Mar de gente começa a ser formado em convenção do MDB da Paraíba

05/08/2026

A convenção estadual do MDB da Paraíba começou a reunir, na tarde de hoje, quarta-feira (05/08), uma grande quantidade de militantes, lideranças políticas e pré-candidatos na Domus Hall, em João Pessoa.



Vai homologar

O evento vai homologar a candidatura de Cícero Lucena ao Governo da Paraíba e oficializar Veneziano Vital do Rêgo e André Gadelha para o Senado. Um “mar de gente” começa a se formar dentro e fora da casa de eventos Domus Hall.

Já tem gente

As primeiras caravanas chegaram em João Pessoa no começo da tarde. Lideranças políticas de todo Estado, marcam presença no evento. Vários candidatos e candidatas a deputados estaduais também já chegaram para a convenção. Cícero Lucena, Digo Cunha Lima, Veneziano Vital e André Gadelha, devem chegar dentro de instantes ao evento.



Chapa majoritária

Durante a convenção, também será homologada a cha...

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A convenção estadual do MDB da Paraíba começou a reunir, na tarde de hoje, quarta-feira (05/08), uma grande quantidade de militantes, lideranças políticas e pré-candidatos na Domus Hall, em João Pessoa.



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Vai homologar

O evento vai homologar a candidatura de Cícero Lucena ao Governo da Paraíba e oficializar Veneziano Vital do Rêgo e André Gadelha para o Senado. Um “mar de gente” começa a se formar dentro e fora da casa de eventos Domus Hall.

Já tem gente

As primeiras caravanas chegaram em João Pessoa no começo da tarde. Lideranças políticas de todo Estado, marcam presença no evento. Vários candidatos e candidatas a deputados estaduais também já chegaram para a convenção. Cícero Lucena, Digo Cunha Lima, Veneziano Vital e André Gadelha, devem chegar dentro de instantes ao evento.



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Chapa majoritária

Durante a convenção, também será homologada a chapa majoritária encabeçada por Cícero, que terá como candidato a vice-governador o ex-deputado federal Diogo Cunha Lima (PSD). A convenção reúne representantes de partidos aliados, além de prefeitos, vereadores e apoiadores da coligação.

Expectativa

A expectativa é de que a convenção confirme oficialmente as candidaturas e marque o início da mobilização da campanha eleitoral do grupo.



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Suplentes

O senador Veneziano Vital do Rêgo tem como primeira suplente Janine Lucena. Já o candidato André Gadelha anunciou a vereadora Ivonete Ludgério (PSD) como sua primeira suplente na disputa ao Senado Federal.

Severino Lopes
O Poder








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Eleições 2026 - Apoio de Trump diminui chances de voto em candidato para 45% dos eleitores

05/08/2026

Segundo a pesquisa Meio/Ideia divulgada hoje, quarta-feira, 05/08, 45% dos eleitores acreditam que o apoio do presidente dos EUA, Donald Trump, não aumenta as chances de votar em um candidato nas eleições de 2026. Outros 20% dos entrevistados afirmam que o endosso do líder estadunidense é um fator positivo para votar em algum candidato, em maior ou menos grau.

Levantamento

O levantamento apontou ainda que 7,9% dos eleitores concordam totalmente com a declaração de apoio, enquanto 12,1% apenas concordam. Os eleitores que não concordam e nem discordam registram 23,1%. Aqueles que discordam que o apoio de Trump aumenta na possibilidade de votar em certo candidato são 14,6%, enquanto 30,3% discordam totalmente. Aqueles que não souberam responder a pergunta somam 12,1%.



'Tarifaço'

A pesquisa também perguntou aos eleitores sobre quem seria o responsável pelas tarifas de Trump. Quando perguntados se a cu...

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Segundo a pesquisa Meio/Ideia divulgada hoje, quarta-feira, 05/08, 45% dos eleitores acreditam que o apoio do presidente dos EUA, Donald Trump, não aumenta as chances de votar em um candidato nas eleições de 2026. Outros 20% dos entrevistados afirmam que o endosso do líder estadunidense é um fator positivo para votar em algum candidato, em maior ou menos grau.

Levantamento

O levantamento apontou ainda que 7,9% dos eleitores concordam totalmente com a declaração de apoio, enquanto 12,1% apenas concordam. Os eleitores que não concordam e nem discordam registram 23,1%. Aqueles que discordam que o apoio de Trump aumenta na possibilidade de votar em certo candidato são 14,6%, enquanto 30,3% discordam totalmente. Aqueles que não souberam responder a pergunta somam 12,1%.



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'Tarifaço'

A pesquisa também perguntou aos eleitores sobre quem seria o responsável pelas tarifas de Trump. Quando perguntados se a culpa era de Lula, 35,1% dos eleitores concordam; 19,4% não concordam nem discordam; e 32,4% discordam. Os indecisos somam 13,1%. Já quando questionados se a família Bolsonaro era responsável pelas tarifas de Trump, 28,3% concordam; 39,1% discordam; e 18,9% não concordam nem discordam. Os indecisos somam 13,7%.

Metodologia

Foram ouvidas 1.500 pessoas entre os dias 31/07 e 03/08. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e está registrada no TSE sob o protocolo BR-04579/2026.




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Com Raquel, Pernambuco volta cai no ranking do IDEB e perde liderança no NE para o PI

05/08/2026

Lamentável: Pernambuco perde a liderança da qualidade do ensino básico e perde a liderança na região Nordeste, após 12 anos na dianteira. O novo líder resultado no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica de 2025 interrompe uma trajetória de liderança construída por Pernambuco ao longo de quase duas décadas.

A triste notícia

Após 12 anos no topo da educação pública no Nordeste, Pernambuco perdeu a liderança do ensino médio entre os estados da região. O Piauí passou a ocupar o primeiro lugar regional, ampliando o desempenho de 4,3 para 4,9 e ultrapassou Pernambuco. Esta é a segunda queda consecutiva do estado no ranking do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - IDEB. Em 2023, Pernambuco liderava o Nordeste com Ideb 4,5, à frente do Ceará, com 4,4, e do Piauí, com 4,3.
Em 2025, o cenário mudou. O Piauí, por exemplo, avançou seis décimos, alcançou 4,9 e assumiu a primeira colocação regional. Pernambuco cresceu dois décimos e caiu...

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Lamentável: Pernambuco perde a liderança da qualidade do ensino básico e perde a liderança na região Nordeste, após 12 anos na dianteira. O novo líder resultado no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica de 2025 interrompe uma trajetória de liderança construída por Pernambuco ao longo de quase duas décadas.

A triste notícia

Após 12 anos no topo da educação pública no Nordeste, Pernambuco perdeu a liderança do ensino médio entre os estados da região. O Piauí passou a ocupar o primeiro lugar regional, ampliando o desempenho de 4,3 para 4,9 e ultrapassou Pernambuco. Esta é a segunda queda consecutiva do estado no ranking do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - IDEB. Em 2023, Pernambuco liderava o Nordeste com Ideb 4,5, à frente do Ceará, com 4,4, e do Piauí, com 4,3.
Em 2025, o cenário mudou. O Piauí, por exemplo, avançou seis décimos, alcançou 4,9 e assumiu a primeira colocação regional. Pernambuco cresceu dois décimos e caiu uma posição no ranking, ficando em segundo lugar, com 4,7. O Ceará chegou a 4,5 e permaneceu na terceira colocação.

Na sequência do ranking

Aparece Alagoas, que passou de 4,0 para 4,2. Paraíba e Sergipe chegaram a 4,1 e dividiram a quinta colocação. A Paraíba saiu de 3,6, enquanto Sergipe avançou a partir de 3,7.
O Rio Grande do Norte registrou o maior crescimento do Nordeste, passando de 3,2 para 3,9, uma alta de 0,7 ponto. Mesmo com o salto, ficou na sétima posição. Bahia e Maranhão fecharam a classificação regional, ambos com Ideb 3,8. Em 2023, os dois estados também estavam empatados, com 3,7.

Na comparação nacional

Pernambuco, com Ideb 4,7, caiu da quarta para quinta posição, ficando abaixo do Paraná, que alcançou 5,1, e de Espírito Santo, Goiás e Piauí, todos com 4,9. O estado empatou com o Rio Grande do Sul.

Os dados

Foram divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão vinculado ao Ministério da Educação. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, o Ideb, é o principal indicador usado no Brasil para acompanhar a qualidade da educação básica. A escala vai de zero a dez. O índice combina dois pontos fundamentais: a aprendizagem dos estudantes, medida pelas provas do Sistema de Avaliação da Educação Básica, o Saeb, e o rendimento escolar, calculado a partir das taxas de aprovação.

Com Raquel, pior resultado dos últimos 20 anos

O resultado interrompe uma trajetória de liderança construída por Pernambuco ao longo de quase duas décadas. Em 2007, o estado ocupava a 21ª posição no ranking do Ideb do ensino médio. Em 2013, já havia chegado ao quarto lugar e, em 2015, alcançou a primeira colocação do Brasil. Naquele período, Pernambuco transformou um dos piores resultados do país em referência nacional.
A expansão das escolas de tempo integral e a melhoria dos indicadores de aprovação e permanência dos estudantes tiveram papel importante nessa trajetória.

O protagonismo

Continuou nas avaliações seguintes. Entre 2005 e 2019, a nota pernambucana no ensino médio passou de 2,7 para 4,4. Em 2019, o estado alcançou o terceiro melhor resultado do país e manteve a liderança do Nordeste.
Em 2021, apesar dos impactos da pandemia, Pernambuco continuou com 4,4 e permaneceu no grupo dos três melhores desempenhos nacionais, atrás apenas de Paraná e Goiás.
O resultado de 2025 rompe essa sequência. Pernambuco melhorou sua nota, mas perdeu velocidade em relação ao principal concorrente regional. Enquanto o Ideb pernambucano cresceu dois décimos, o Piauí avançou seis, saiu do terceiro lugar e assumiu o topo do Nordeste.








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Caso Banco Master - PF prepara primeiro indiciamento de Vorcaro e Paulo Henrique

05/08/2026

A Polícia Federal já concluiu as investigações da primeira fase da Operação Compliance Zero, que deu origem ao caso do Banco Master. O relatório final do inquérito policial será apresentado ainda na primeira quinzena deste mês.

Banco Master e BRB

O “inquérito mãe” do caso Master tem como focos o Banco Master e BRB e foi aberto a partir de denúncia do investidor Vladimir Timerman, o primeiro a acusar operações fraudulentas na companhia. A coluna apurou que a PF vai indiciar Daniel Vorcaro, Master, Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, e Nelson Tanure, Master. Será o primeiro indiciamento do ex-dono do Master e outros investigados na Compliance.



Vorcaro, Costa e Tanure

Vorcaro está preso em regime fechado desde 04/03 sem inquérito ou denúncia. A prisão preventiva foi pedida pela PF por suspeita de ameaça a testemunhas e determinada pelo relator no Supremo, ministro André Mendonça. Vorcaro teve...

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A Polícia Federal já concluiu as investigações da primeira fase da Operação Compliance Zero, que deu origem ao caso do Banco Master. O relatório final do inquérito policial será apresentado ainda na primeira quinzena deste mês.

Banco Master e BRB

O “inquérito mãe” do caso Master tem como focos o Banco Master e BRB e foi aberto a partir de denúncia do investidor Vladimir Timerman, o primeiro a acusar operações fraudulentas na companhia. A coluna apurou que a PF vai indiciar Daniel Vorcaro, Master, Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, e Nelson Tanure, Master. Será o primeiro indiciamento do ex-dono do Master e outros investigados na Compliance.



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Vorcaro, Costa e Tanure

Vorcaro está preso em regime fechado desde 04/03 sem inquérito ou denúncia. A prisão preventiva foi pedida pela PF por suspeita de ameaça a testemunhas e determinada pelo relator no Supremo, ministro André Mendonça. Vorcaro teve 2 tentativas de delação premiada rejeitadas. O mesmo ocorre com Paulo Henrique, preso desde 16/04. A PF apontou suspeitas de que ele receberia R$ 146,5 milhões em propina, por meio de imóveis, em troca de favorecer a tentativa de compra do Banco Master pelo BRB. Já Tanure atuaria como sócio oculto do Master, exercendo influência sobre a instituição por meio de fundos e estruturas societárias. Ao contrário dos supostos comparsas, Tanure não está preso. Ele foi alvo de busca e apreensão na primeira fase da operação.




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Após expectativa de uma mulher, escolha de vice de Flávio surpreende integrantes da campanha

05/08/2026

A escolha do deputado federal Alfredo Gaspar, PL/AL, como candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro, PL, desagradou integrantes da própria campanha do senador, que dizem, reservadamente, terem sido pegos de surpresa com a decisão. Aliados criticam sobretudo o fato de Flávio ter defendido publicamente a escolha de uma mulher para o posto e agora optado por um homem que foi acusado de estupro de vulnerável, o que já está sendo explorado pelos adversários do senador.



Notícia-crime contra Alfredo Gaspar

O deputado federal Lindbergh Farias, PT, e a senadora Soraya Thronicke, Podemos, apresentaram uma notícia-crime contra o alagoano, o acusando de ter estuprado, 8 anos atrás, uma adolescente de 13 anos, que teria engravidado. Alfredo Gaspar, no entanto, nega. A notícia-crime é usado para levar uma denúncia ao Ministério Público ou à PF. A partir desse registro, as autoridades decidem se há elementos para abrir formalmente um...

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A escolha do deputado federal Alfredo Gaspar, PL/AL, como candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro, PL, desagradou integrantes da própria campanha do senador, que dizem, reservadamente, terem sido pegos de surpresa com a decisão. Aliados criticam sobretudo o fato de Flávio ter defendido publicamente a escolha de uma mulher para o posto e agora optado por um homem que foi acusado de estupro de vulnerável, o que já está sendo explorado pelos adversários do senador.



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Notícia-crime contra Alfredo Gaspar

O deputado federal Lindbergh Farias, PT, e a senadora Soraya Thronicke, Podemos, apresentaram uma notícia-crime contra o alagoano, o acusando de ter estuprado, 8 anos atrás, uma adolescente de 13 anos, que teria engravidado. Alfredo Gaspar, no entanto, nega. A notícia-crime é usado para levar uma denúncia ao Ministério Público ou à PF. A partir desse registro, as autoridades decidem se há elementos para abrir formalmente um inquérito. O caso tramita sob sigilo. A PF pediu autorização ao STF para abrir um inquérito e investigar a denúncia. Relator do procedimento, o ministro Gilmar Mendes solicitou uma manifestação da PGR antes de decidir sobre o pedido. Desde então, não houve novo andamento no processo. Além do inquérito, o deputado também é alvo de investigação no Tribunal de Contas da União, TCU, por irregularidades no envio e execução de uma emenda Pix de cerca de R$ 6,3 milhões indicada por ele ao município de São José da Laje, em Alagoas.



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Integrantes da campanha

Entre aliados de Flávio Bolsonaro, incluindo integrantes da campanha, prevalece a avaliação de que os dois casos devem ser amplamente explorados pelos adversários de Flávio na disputa presidencial. Um interlocutor próximo afirmou do senador que a escolha é “questionável”, principalmente considerando a expectativa de ter uma vice mulher. A avaliação era que uma composição feminina ajudaria a reduzir a resistência à candidatura de Flávio Bolsonaro entre as eleitoras, especialmente após a crise envolvendo a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Outro, também sob reserva, disse que o nome de Gaspar é “péssimo” e que, além das acusações, não agrega votos a Flávio. Um outro integrante da campanha disse não ter compreendido a decisão. Outro ponto levantado como negativo é que a escolha de Gaspar pouco contribui para a estratégia traçada no início da pré-campanha de apresentar Flávio como um nome moderado e mais palatável ao eleitorado independente, considerado decisivo nestas eleições. (Com O Estadão)




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