
Economia - Hugo Motta defende alternativas de arrecadação para aprovar a isenção do Imposto de Renda
06/05/2025 -
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), defendeu compensações para viabilizar a?isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil. Ele garantiu que a isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais será aprovada pelo Congresso.
Comissão
Em entrevista na Paraíba, Hugo Motta (Republicanos, confirmou que uma comissão especial, que será instalada hoje, terça-feira (06/05) , para começar a analisar a isenção do Imposto de Renda (IR) para quem recebe até R$ 5 mil por mês, e que uma das preocupações é o impacto econômico da medida e como compensar os valores. A comissão vai discutir com especialistas antes que o relator, deputado?Arthur Lira, apresente parecer com possíveis alterações.
Entende
O deputado disse que entende que a isenção é uma maneira de fazer “justiça social, justiça na cobrança” e que é justa com o cidadão. Sobre a Paraíba, o deputado também avalia que é uma medida de incrementar a renda, para que as famílias paraibanas possam comprar mais coisas ou fazer um investimento.
Propôs
Para compensar essa arrecadação, o governo federal propôs uma taxa adicional para quem ganha mais de R$ 50 mil mensais. Motta afirmou que acredita que outras saídas também podem ser encontradas, discutidas ainda de forma não oficial, mas a expectativa é que comecem a ser discutidas a partir desta terça-feira.
“Eu entendo até que outras saídas podem ser encontradas (sobre a taxação de quem ganha mais de R$ 50 mil), e é isso que está sendo discutido amplamente de forma não oficial, que a comissão especial passará a discutir agora de forma oficial, como, por exemplo, você cobrar um pouco mais de bancos, cobrar um pouco mais de empresas de pessoas jurídicas, e não apenas transferir isso para a pessoa física”, afirmou Hugo Motta.
A votação
Apesar do atraso no início dos trabalhos, Motta afirmou estimar que a matéria seja votada na Câmara e Senado até o final do ano. Para valer em 2026, o texto precisa ser aprovado e sancionado até setembro. (O Poder)