Internacional - Na Rússia, Lula celebra 80 anos da vitória contra o nazismo
09/05/2025
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa, hoje, sexta-feira (09/05), em Moscou, na Rússia, da parada cívico-militar que celebra os 80 anos de vitória da União Soviética sobre a Alemanha nazista na Segunda Guerra Mundial.
A rendição
Nesta data, em 1945, o Exército Vermelho anunciou a rendição incondicional dos alemães, pondo fim ao conflito que devastou a Europa ocidental e matou dezenas de milhões de pessoas por mais de meia década (1939-1945).
Dia da Vitória
Na Rússia, a data é conhecida como Dia da Vitória e é marcada por uma grande celebração nacional. Lula está no país desde quarta-feira (7), a convite de Vladimir Putin, com quem manterá reunião bilateral ao longo do dia.
Cerimônia
De acordo com a agenda oficial divulgada pelo Palácio do Planalto, Lula inicia a programação às 10h, horário local (4h pelo horário de Brasília) com a participação na cerimô...
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa, hoje, sexta-feira (09/05), em Moscou, na Rússia, da parada cívico-militar que celebra os 80 anos de vitória da União Soviética sobre a Alemanha nazista na Segunda Guerra Mundial.
A rendição
Nesta data, em 1945, o Exército Vermelho anunciou a rendição incondicional dos alemães, pondo fim ao conflito que devastou a Europa ocidental e matou dezenas de milhões de pessoas por mais de meia década (1939-1945).
Dia da Vitória
Na Rússia, a data é conhecida como Dia da Vitória e é marcada por uma grande celebração nacional. Lula está no país desde quarta-feira (7), a convite de Vladimir Putin, com quem manterá reunião bilateral ao longo do dia.
Cerimônia
De acordo com a agenda oficial divulgada pelo Palácio do Planalto, Lula inicia a programação às 10h, horário local (4h pelo horário de Brasília) com a participação na cerimônia principal, na Praça Vermelha, centro da capital russa. Em seguida, o presidente participa da cerimônia de oferenda floral no túmulo do soldado desconhecido.
A agenda
A agenda prossegue com um almoço oferecido por Putin no Palácio do Kremlin, sede do governo russo. Na parte da tarde, ainda pela manhã no Brasil, Lula e Putin se reúnem em agenda bilateral. Estão previstos anúncios de parcerias comerciais e a assinatura de acordos na área de ciência e tecnologia.
Reunião bilateral
Ainda nesta sexta, Lula manterá uma reunião bilateral com o primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico, e terminará o dia de compromissos com um jantar oferecido pela Embaixada do Brasil em Moscou. Lula está acompanhado da primeira-dama Janja da Silva e por uma comitiva de ministros e autoridades da República, incluindo o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
Pequim
De Moscou, Lula e comitiva embarcam no dia seguinte para Pequim, na China, onde participam da cúpula entre o gigante asiático e países da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), nos dias 12 e 13 de maio, além de fazer uma visita de Estado, com a assinatura de, pelo menos, 16 atos bilaterais.
Foto: Ricardo Stuckert
Leia outras informações
O Nordeste que Não Cabe na Planilha - A Alucinação de Gabinete, por Zé da Flauta
29/04/2026
Exílio
A sensação que fica é a de que fomos exilados dentro do nosso próprio país. De um lado, a elite que decide o destino da nação em jantares regados a vinho caro, do outro, o cidadão que olha para o preço do supermercado e para a conta de luz com a angústia de quem está sendo assaltado à luz do dia por quem deveria protegê-lo. A emoção aqui é de uma solidão profunda, um cansaço de quem percebe que a "justiça"...
O Brasil atual parece um ensaio de teatro onde o diretor enlouqueceu e decidiu que o público é obrigado a aplaudir o cenário caindo. Vivemos o auge de uma alucinação institucional: o sistema olha para o desastre e o chama de "ajuste", olha para a censura e a batiza de "proteção". Estamos atravessando o deserto do bom senso, onde a lógica foi trocada por uma narrativa de conveniência que muda conforme o vento que sopra das cortes superiores. Quem ousa apontar que o rei está nu é imediatamente acusado de atentar contra a alfaiataria oficial.
Exílio
A sensação que fica é a de que fomos exilados dentro do nosso próprio país. De um lado, a elite que decide o destino da nação em jantares regados a vinho caro, do outro, o cidadão que olha para o preço do supermercado e para a conta de luz com a angústia de quem está sendo assaltado à luz do dia por quem deveria protegê-lo. A emoção aqui é de uma solidão profunda, um cansaço de quem percebe que a "justiça" virou um conceito elástico, usado para esticar privilégios e encurtar liberdades. Como não percebemos antes que o sistema não está quebrado? Ele está funcionando perfeitamente, mas não para nós. Ele foi desenhado para ser esse labirinto onde a saída é sempre uma nova taxa ou um novo cala-boca.
Silêncio
Existe uma articulação pesada, quase cirúrgica, para transformar a indignação em ruído de fundo. A reflexão que se impõe é amarga: em que momento aceitamos que o Estado deixasse de ser o servidor para se tornar o dono da nossa voz? A soberania nacional está sendo negociada em balcões de negócios globais enquanto a gente se perde em discussões ruidosas sobre o que é "permitido" dizer. O perigo não é apenas o que eles fazem com o nosso dinheiro, mas o que estão fazendo com a nossa capacidade de discernir o fato da ficção. Quando a mentira é bem articulada, a verdade passa a ser tratada como um delírio coletivo.
Despertar
Mas o despertar, meu amigo, geralmente não vem por um decreto, ele vem pela realidade que bate à porta sem pedir licença. A ficha cai quando o leitor percebe que a liberdade não é um presente do governo, mas um direito que está sendo confiscado em parcelas suaves. A emoção final é o estalo da consciência: o sistema teme o seu despertar porque ele depende da sua passividade para continuar o banquete. Não se trata mais de política partidária, mas de uma luta existencial entre quem quer ser livre e quem quer ser senhor de escravos digitais e tributários. A soberania começa no momento em que você se recusa a aceitar a alucinação deles como sua única realidade.
Até a próxima!
Zé da Flauta é compositor e cronista

Quando uma palavra basta, por Jorge Henrique de Freitas Pinho*
29/04/2026
O poder, quando se torna autoritário, não teme o grito; teme a palavra que encontra memória.
Em Presidente Prudente, interior de São Paulo, durante a preparação de um evento político ligado ao governo federal, um morador decidiu estender em sua sacada uma faixa simples, visível da rua e do entorno do ato. Nela, não havia nome, rosto ou frase elaborada. Havia apenas uma palavra: ladrão.
Dimensão
O que poderia ser ignorado como mais uma manifestação isolada ganhou outra dimensão quando agentes da Polícia Federal foram até o apartamento e pediram que a faixa fosse retirada, sob o argumento de que poderia ser interpretada como ofensiva ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que estaria, ainda que indiretamente, ligado ao evento.
A partir desse momento, o que era apenas um pano com tinta passou a ser outra coisa. Tornou-se símbol...
O que se revela quando o Poder reage a uma palavra sem destinatário
O poder, quando se torna autoritário, não teme o grito; teme a palavra que encontra memória.
Em Presidente Prudente, interior de São Paulo, durante a preparação de um evento político ligado ao governo federal, um morador decidiu estender em sua sacada uma faixa simples, visível da rua e do entorno do ato. Nela, não havia nome, rosto ou frase elaborada. Havia apenas uma palavra: ladrão.
Dimensão
O que poderia ser ignorado como mais uma manifestação isolada ganhou outra dimensão quando agentes da Polícia Federal foram até o apartamento e pediram que a faixa fosse retirada, sob o argumento de que poderia ser interpretada como ofensiva ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que estaria, ainda que indiretamente, ligado ao evento.
A partir desse momento, o que era apenas um pano com tinta passou a ser outra coisa. Tornou-se símbolo. Tornou-se sintoma. Tornou-se prova involuntária de algo que o próprio gesto institucional revelou.
A cena é brutal em sua simplicidade. Um cidadão dentro de casa. Uma palavra solta, sem destinatário explícito. E o Estado à porta, não para investigar um crime concreto, mas para conter um significado possível.
Faixa isolada
A faixa, isolada, é ambígua. Pode ser protesto, pode ser ironia, pode ser excesso. Não acusa ninguém de forma direta. Não constrói narrativa. Não fecha sentido. É aberta. O que a fecha é o poder ao reagir. O morador escreveu um signo.
O aparato completou a frase. Ao tratar a palavra como se tivesse alvo certo, o próprio sistema escolheu esse alvo. A acusação não veio da sacada. Veio da interpretação oficial do incômodo.
E é aqui que a análise ganha carne. Porque esse tipo de reação não nasce do nada. Não é fruto de acaso, nem de excesso isolado de zelo. Ela emerge quando uma palavra encontra algo que já existe.
A palavra
A palavra ladrão, no Brasil, não é neutra quando orbita Lula. Não nasce no presente. Vem carregada de anos de escândalos, processos, condenações, anulações e disputas narrativas que nunca se dissolveram na consciência coletiva. Vem com mensalão, petrolão, Lava Jato, decisões judiciais e, sobretudo, com a memória social de tudo isso.
Quando essa palavra aparece no espaço público, ainda que sem nome, ela não chega vazia. Ela chega carregada, e quem está no centro dessa história sabe disso. Por isso reage.
O problema não está na existência da reação. Todo poder reage. O problema está na forma da reação. Porque, ao tentar retirar a faixa, o Estado fez mais do que proteger uma autoridade. Ele produziu um vínculo que não estava dado.
Ao agir como se tivesse sido diretamente acusado, assumiu o lugar de destinatário da palavra. A carapuça não foi vestida pelo cidadão. Foi assumida pela resposta institucional. E isso não é detalhe. Isso é revelação.
Efeito
O efeito é inevitável e quase irônico. A tentativa de conter a mensagem a amplifica. O vídeo circula, a cena se repete, a imagem se fixa. Um homem na sua casa. Uma palavra simples. E o poder batendo à porta. Não há discurso capaz de competir com essa imagem. Ela dispensa interpretação sofisticada. Ela fala direto ao instinto. Ela revela um Estado que, diante de uma palavra solta, age como se estivesse diante de uma acusação formal.
E, ao agir assim, transforma possibilidade em certeza simbólica.
Dir-se-á que foi prudência, que se buscou evitar conflito, que se tentou preservar a ordem de um evento político.
Prudência
Mas prudência não exige identificar-se como alvo de uma palavra sem destinatário. Prudência não exige mobilizar o peso institucional contra um pano estendido numa sacada. O que se viu ali não foi cálculo frio. Foi reflexo. E reflexo revela mais do que estratégia. Revela o ponto sensível. Revela onde a crítica encontra resistência não apenas por ser injusta, mas por ser reconhecível por quem observa de fora.
A partir daí, o episódio deixa de ser um caso isolado e passa a ser um retrato. Um retrato de como o poder lida com a linguagem quando já não controla sua recepção.
Há dois caminhos possíveis diante de um rótulo. Enfrentar ou conter. Enfrentar exige tempo, consistência, disposição para o desgaste.
Conter promete alívio imediato, mas cobra um preço alto. Porque toda tentativa de silenciamento seletivo cria um precedente psicológico perigoso.
A mensagem implícita deixa de ser apenas defesa de imagem e passa a ser outra: certas palavras não podem circular livremente quando se aproximam de determinadas figuras. E isso não fortalece o poder. Fragiliza.
O episódio de Presidente Prudente não provou que a palavra estava correta. Provou algo mais inquietante. Revelou que ela encontrava resistência.
Há uma velha anedota que ajuda a compreender o que ocorreu em Presidente Prudente. Um homem, em Cuba, caminhava pela rua repetindo “gobierno de mierda, gobierno de mierda”, até ser abordado por um policial que imediatamente lhe deu voz de prisão. Surpreso, perguntou o motivo. O policial respondeu que ele estava ofendendo o governo. O homem tentou se defender dizendo que falava do governo da Argentina. O policial encerrou a conversa com uma frase simples: “Está preso do mesmo jeito. Porque o único governo de mierda que eu conheço é o nosso.”
Um tempo
Houve um tempo em que, no exercício da função de Procurador-Geral do Estado, sustentei em juízo que críticas genéricas ao governo, veiculadas em outdoors por um Deputado estadual, deveriam ser contidas por atingirem indistintamente pessoas honestas.
À época, a tese parecia juridicamente sólida e institucionalmente necessária. Não bati à porta de ninguém com os policiais do Estado do Amazonas. Fui ao Poder Judiciário. Busquei uma resposta mediada, fundada em argumentos técnicos e sujeita ao contraditório.
Ainda assim, por coerência e compromisso com a verdade, ao revisitar aquele episódio, percebo algo que não enxergava então: o impulso de então era o mesmo que hoje critico neste ensaio — conter o alcance de uma palavra cuja força não estava em sua precisão, mas em sua capacidade de ecoar na percepção coletiva.
Alvo de ataques
Anos depois, quando retornei à posição de Procurador-Geral do Estado, fui alvo de ataques pessoais muito mais duros, lançados em praça pública com violência verbal e imputações graves, em meio a uma disputa que envolvia interesses econômicos relevantes no setor de gás no Amazonas, especialmente no entorno da CIGÁS, concessionária dos serviços de gás canalizado no Estado.
E, mesmo incentivado por políticos, empresários e membros do governo a buscar o Judiciário, não o fiz — nem em meu próprio nome, nem em defesa dos demais membros do governo.
Algo, ao longo dos anos, havia se modificado internamente em mim. Não porque a crítica fosse mais leve, mas porque não a reconheci como verdadeira. Não encontrei nela eco.
E, por isso, ela não me mobilizou. Intuí, ademais, que a manutenção do conflito apenas ampliaria seu alcance e lançaria dúvidas desnecessárias sobre a questão.
Algo essencial
Foi nesse contraste que compreendi algo essencial: não é a força da acusação nem a dimensão da ofensa que determinam a reação de quem está no poder, mas a medida em que ela encontra ressonância, ainda que incômoda, no campo da própria consciência.
Sigo, por isso, satisfeito com a postura que adotei. Os dois episódios perderam-se no tempo. Raríssimas pessoas se lembram deles. Ficaram no fundo das notícias que envelhecem e deixam de importar.
O que permaneceu, no entanto, foi algo mais valioso: a preservação dos vínculos. Tanto o deputado de então quanto os conselheiros mais recentes são pessoas que considero íntegras e amigas, com as quais mantenho convivência social.
A vida
A vida, em momentos distintos, nos colocou em posições opostas. E soubemos, com a serenidade que o tempo ensina, enfrentar os fatos e suas consequências sem romper o essencial.
Porque, no fim, não é a disputa que define os homens, mas a forma como atravessam o conflito sem perder aquilo que os torna dignos de permanecer.
É precisamente nesse ponto que o episódio de Presidente Prudente deixa de ser apenas um fato externo e passa a ser inteligível à luz da experiência.
Palavra solta
Porque o que ali se viu — uma palavra solta que provoca a reação do aparato estatal — não difere, em essência, do que vivi em momentos distintos da minha própria trajetória.
Em um momento, busquei, com os instrumentos da legalidade, conter a expansão de uma crítica genérica que me parecia injusta. Em outro, diante de acusações mais duras e pessoalizadas, optei por não reagir, por não lhes dar o peso que não reconhecia.
A diferença entre um e outro casos não estava na palavra, nem na sua intensidade, nem mesmo na sua forma de manifestação. Estava no modo como ela incidia sobre a consciência de quem a recebia.
O problema
Foi aí que compreendi que o problema nunca esteve propriamente na expressão — esteve, desde sempre, naquilo que ela encontra quando é lançada no espaço público.
A faixa com a palavra ‘ladrão’ não criou o seu destinatário. Assim como os outdoors do passado não criaram, por si, a sua força.
Em ambos os casos, foi a reação que completou o sentido. E é nesse movimento que a palavra deixa de ser mero signo e se converte em espelho. Um espelho imperfeito, muitas vezes injusto, mas ainda assim capaz de revelar, pela forma como é enfrentado, algo que não se deixa ocultar por inteiro.
E o medo, para aqueles que estão no poder ou orbitam seu entorno, quando se manifesta assim, não se dissipa. Ele se expande. Ele ganha forma. Porque, no fim, o que permanece não é a faixa, mas a imagem dos agentes do poder tentando arrancá-la.
E é essa imagem que passa a alimentar exatamente aquilo que se tentou conter. A palavra gera reação. A reação gera símbolo. O símbolo reforça a palavra.
Quando uma única palavra mobiliza o aparato de segurança institucional de um Presidente, o problema já não está na palavra. Está naquilo que ela encontrou.
Bom entendedor
Para o bom entendedor, meia palavra basta. Ao poder, por vezes, basta meia para revelar aquilo que ele próprio tenta ocultar — mas já não consegue.
(*) O autor é advogado, Procurador do Estado aposentado, ex-Procurador-Geral do Estado do Amazonas e membro da Academia de Ciências e Letras Jurídicas do Amazonas.

Pesquisador Guilherme Santiago fala hoje sobre história de Pernambuco e São Lourenço
29/04/2026
A data é hoje, quarta-feira, 29? de abril. O convidado é um nome dedicado à preservação da identidade cultural do município de São Lourenço e à memória de Pernambuco. Guilherme Santiago ( @guilherme_santiago64 ) é o atual diretor de História e Memória de São Lourenço da Mata.
Perfil
Nascido no Recife e reconhecido com o título de cidadão lourencense por sua contribuição à valorização da história local, Guilherme é
pesquisador ativo e comunicador da memória popular. Ele administra a página “São Lourenço da Mata no Passado” ( @slmpassado ) no Facebook e Instagram, onde resgata imagens, relatos e curiosidades que conectam gerações. Seu trabalho já ganhou destaque em produções jornalísticas, como a participação ao lado da repórter Beatriz Castro, da Rede Globo, nas filmagens realizadas nas ruínas do Mosteiro de São...
O programa é o 'TheNoiteCast'às 18:30, na Rádio Damata fm 98.5, ou nas redes sociais da emissora.
A data é hoje, quarta-feira, 29? de abril. O convidado é um nome dedicado à preservação da identidade cultural do município de São Lourenço e à memória de Pernambuco. Guilherme Santiago ( @guilherme_santiago64 ) é o atual diretor de História e Memória de São Lourenço da Mata.

Perfil
Nascido no Recife e reconhecido com o título de cidadão lourencense por sua contribuição à valorização da história local, Guilherme é
pesquisador ativo e comunicador da memória popular. Ele administra a página “São Lourenço da Mata no Passado” ( @slmpassado ) no Facebook e Instagram, onde resgata imagens, relatos e curiosidades que conectam gerações. Seu trabalho já ganhou destaque em produções jornalísticas, como a participação ao lado da repórter Beatriz Castro, da Rede Globo, nas filmagens realizadas nas ruínas do Mosteiro de São Bento, além de presença em reportagem sobre a tradicional lenda da “perna cabeluda”, tão marcante no imaginário pernambucano.

No campo das ações culturais
Guilherme está à frente do monitoramento do tour histórico nas dependências do Paço Municipal durante o evento Natal Mágico, que recebeu 3.299 visitantes em 2024 e 2.150 visitantes em 2025, números que demonstram o interesse da população pela história da cidade. Atualmente, coordena o projeto Paço Cidadão, que às sextas-feiras recebe alunos das escolas municipais para visitas guiadas, promovendo educação patrimonial e consciência histórica desde cedo.
Além disso
Atua ministrando palestras e exposições em instituições de ensino, fortalecendo o vínculo entre juventude e memória coletiva. Seu trabalho já foi reconhecido com diversas homenagens, incluindo a Comenda de Mérito do Corpo de Bombeiros Militar, em reconhecimento à valorização dos bombeiros que marcaram a história do município.
A conversa
Destacará a importância de preservar o passado para compreender o presente e construir o futuro — um encontro entre história, cultura e cidadania.

Opinião -STF - Corte superior ou partido político? Por Wellington Carneiro*
29/04/2026
Um país serio depende de tribunais fortes
Não se trata de negar a importância do Judiciário. Ao contrário: um país sério depende de tribunais fortes, independentes e respeitados. Mas independência não pode ser confundida com ausência de limites, nem autoridade com protagonismo político. Quando decisões passam a reinterpretar a lei conforme conveniências momentâneas, quando princípios constitucionais são relativizados em nome de uma suposta “defesa da democracia”, abre-se um precedente perigoso: o de que os fins justificam os meios. E esse é um caminho incompatível com qualquer ordem jurídica sólida.
Como cristão e c...
Vivemos um momento delicado da história institucional brasileira. Aquilo que deveria ser a garantia máxima do equilíbrio entre os Poderes — o Supremo Tribunal Federal — tem sido, cada vez mais, percebido por parcela significativa da população como um agente que ultrapassa os limites que a própria Constituição lhe impôs.
Um país serio depende de tribunais fortes
Não se trata de negar a importância do Judiciário. Ao contrário: um país sério depende de tribunais fortes, independentes e respeitados. Mas independência não pode ser confundida com ausência de limites, nem autoridade com protagonismo político. Quando decisões passam a reinterpretar a lei conforme conveniências momentâneas, quando princípios constitucionais são relativizados em nome de uma suposta “defesa da democracia”, abre-se um precedente perigoso: o de que os fins justificam os meios. E esse é um caminho incompatível com qualquer ordem jurídica sólida.
Como cristão e conservador
Minha posição parte de um princípio simples: a lei deve estar acima de todos, inclusive daqueles que têm a missão de interpretá-la. Não há estabilidade institucional quando o intérprete se coloca acima da norma. Não há segurança jurídica quando regras são moldadas ao sabor das circunstâncias.
A verdadeira defesa da democracia
Não está na concentração de poder, mas na sua limitação. Não está na atuação expansiva de um único poder, mas no respeito mútuo entre eles. E, sobretudo, está na fidelidade ao texto constitucional — não em sua adaptação criativa. Não se constrói justiça com exceções permanentes. Não se protege a liberdade violando garantias. E não se fortalece a democracia enfraquecendo os freios que a sustentam.
Preservar a democracia
Por isso, defender limites ao Supremo Tribunal Federal não é atacar a democracia — é, justamente, preservá-la.
*Wellington Carneiro é
advogado.
NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores. O Poder estimula o debate e a livre circulação de ideias.
Carreta da Mulher de Pernambuco chega ao Centro do Jaboatão e amplia cuidado com a saúde feminina no município
29/04/2026
O acesso
O acesso aos serviços ocorre tanto por regulação municipal quanto por demanda espontânea, ampliando o alcance da iniciativa e garantindo mais oportunidades de atendimento às mulheres da cidade.
Destacou
O prefeito Mano Medeiros destacou a importância da ação, especialmente no momento em que o município se prepara para celebrar seus 433 anos no próximo dia 4 de maio.
“Jaboatão comemora mais um aniversário cu...
As mulheres do Jaboatão dos Guararapes passam a contar, a partir de hoje, quarta-feira (29/04), com um importante reforço no cuidado à saúde. A Carreta da Mulher de Pernambuco iniciou atendimento no Centro do município, levando exames, consultas especializadas e encaminhamentos voltados à prevenção, identificação precoce e tratamento do câncer de mama e do colo do útero. A estrutura ficará instalada até a próxima segunda-feira (04/05), funcionando sempre das 8h às 17h.
O acesso
O acesso aos serviços ocorre tanto por regulação municipal quanto por demanda espontânea, ampliando o alcance da iniciativa e garantindo mais oportunidades de atendimento às mulheres da cidade.
Destacou
O prefeito Mano Medeiros destacou a importância da ação, especialmente no momento em que o município se prepara para celebrar seus 433 anos no próximo dia 4 de maio.
“Jaboatão comemora mais um aniversário cuidando das pessoas. Receber a Carreta da Mulher de Pernambuco neste período simboliza nosso compromisso com a saúde feminina, garantindo acesso rápido, acolhimento e dignidade para quem mais precisa. É um presente importante para as mulheres da nossa cidade”, afirmou.
Capacidade
Com capacidade para atender cerca de 120 mulheres por dia, a unidade móvel oferece mamografias, ultrassonografias, citologias, biópsias e encaminhamentos para hospitais de referência no Estado. O diferencial do programa é o acompanhamento integral das pacientes, desde a realização dos exames até o direcionamento para tratamento especializado, quando necessário.
A estrutura
Além da estrutura técnica, a equipe aposta no acolhimento humanizado como marca do serviço. Médicos, enfermeiros e demais profissionais acompanham cada etapa do processo, entendendo que muitas pacientes chegam fragilizadas emocionalmente diante da suspeita de câncer.
Fortalece
Com a iniciativa, segundo a gestão, o Jaboatão dos Guararapes fortalece a rede de atenção à saúde da mulher e aproxima serviços essenciais da população, descentralizando atendimentos e acelerando diagnósticos que podem salvar vidas.
Copom decide Selic em meio a guerra e inflação acelerando
29/04/2026
Maior nível
Atualmente em 14,75% ao ano, a Selic ficou em 15%, no maior nível em quase 20 anos, de junho de 2025 a março deste ano.
A decisão
A decisão sobre a Taxa Selic será anunciada no início da noite desta quarta. O Copom estará desfalcado porque o mandato dos diretores de Organização do Sistema Financeiro, Renato Gomes, e de Política Econômica, Paulo Pichetti, expirou no fim de 2025. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva até agora não encaminhou as indicações dos substitutos ao Congresso Nacional.
Na reunião deste mês, haverá mais um desfalque. Ontem, terça-feira (28/04), o Banco Central anunciou que o...
Com a guerra no Oriente Médio pressionando o preço dos combustíveis e a inflação, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) faz hoje, quarta-feira (29/04) a terceira reunião do ano. Mesmo com a alta do petróleo, os analistas de mercado acreditam na segunda redução seguida de juros.
Maior nível
Atualmente em 14,75% ao ano, a Selic ficou em 15%, no maior nível em quase 20 anos, de junho de 2025 a março deste ano.
A decisão
A decisão sobre a Taxa Selic será anunciada no início da noite desta quarta. O Copom estará desfalcado porque o mandato dos diretores de Organização do Sistema Financeiro, Renato Gomes, e de Política Econômica, Paulo Pichetti, expirou no fim de 2025. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva até agora não encaminhou as indicações dos substitutos ao Congresso Nacional.
Na reunião deste mês, haverá mais um desfalque. Ontem, terça-feira (28/04), o Banco Central anunciou que o diretor de Administração, Rodrigo Teixeira, se ausentará por falecimento de um parente de primeiro grau.
Ata
Na ata da reunião de março, o Copom deixou de indicar se continuará a cortar os juros. Com a Guerra no Oriente Médio, o BC afirmou que a magnitude e o “ciclo de calibração” da Selic serão determinados “ao longo do tempo”, à medida que novas informações forem incorporadas às análises.
Segundo a edição mais recente do boletim Focus, pesquisa semanal com analistas de mercado, a taxa básica deve ser reduzida em 0,25 ponto percentual, para 14,5% ao ano.
Inflação
O comportamento da inflação continua uma incógnita. A prévia da inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) acelerou para 0,89% em abril, pressionada por combustíveis e alimentos. No acumulado de 12 meses, o índice acelerou para 4,37%, contra 3,9% em março.
Boletim
Segundo o último boletim Focus, a estimativa de inflação para 2026 subiu para 4,86%, por causa do conflito no Oriente Médio. Isso representa inflação acima do teto da meta contínua estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Oficialmente, a meta está em 3%, podendo chegar a 4,5% por causa do intervalo de tolerância de 1,5 ponto.
Taxa Selic
A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. Ela é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima do valor definido na reunião.
Jorge Messias fala em aperfeiçoamento e contenção do STF em sabatina na CCJ do Senado
29/04/2026
Destacou
Ao abrir a fala, Messias destacou sua trajetória acadêmica e profissional, defendendo a aplicação da Constituição com humanismo e diversidade.
“A Constituição somente se concretiza seus valores fundamentais quando aplicada com o humanismo e diversidade de saberes aqui nesta casa tão presentes”, destacou Messias.
A indicação
A indicação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para o lugar do ministro aposentado Luis Roberto Barroso, precisa passar por aprovação na CCJ e, em seguida, no plenário do Senado. São necessários 41 votos para aprovação ao Supremo.
A demora
A demora para sabatina e votação...
Mais de cinco meses após o anúncio da indicação, teve início a sabatina de Jorge Messias na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, na manhã de hoje, quarta-feira (29/04), na busca de uma vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).
Destacou
Ao abrir a fala, Messias destacou sua trajetória acadêmica e profissional, defendendo a aplicação da Constituição com humanismo e diversidade.
“A Constituição somente se concretiza seus valores fundamentais quando aplicada com o humanismo e diversidade de saberes aqui nesta casa tão presentes”, destacou Messias.
A indicação
A indicação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para o lugar do ministro aposentado Luis Roberto Barroso, precisa passar por aprovação na CCJ e, em seguida, no plenário do Senado. São necessários 41 votos para aprovação ao Supremo.
A demora
A demora para sabatina e votação da indicação de Messias ao STF ocorreu por resistência de parte dos senadores ao nome de Messias, em especial, o presidente da Casa, senador Davi Alcolumbre (União-AP), que defendia o nome do senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) para ocupar a vaga no STF.
Anunciado
O Advogado-Geral da União (AGU) Jorge Messias foi anunciado ao cargo no dia 20 de novembro de 2025, mas a mensagem do Planalto ao Congresso formalizando a indicação foi adiada para o início de abril.
O Poder
Paulinho Vintage e dj Carlinhos fazem uma viagem pela história dos Beatles
29/04/2026
“Um produto de qualidade internacional para um excelente evento”, destacou
A data
O evento acontece amanhã, quinta-feira (30/04), no Espaço tô em Casa, a partir das 19h. O Espaço fica localizado na rua Marquês de Abrantes, 479, Campo Grande.
A voz
Paulinho Vintage é conhecido por sua voz e interpretação, traz a essência das músicas da banda. A "viagem" costuma passar cronologicamente por grandes clássicos como I Want to Hold Your Hand, Yesterday, Come Together e Hey Jude.
O Poder
Uma verdadeira imersão na trajetória de uma das maiores bandas de todos os tempos. Paulinho Vintage do Circuito Radiola e dj Carlinhos fazem uma viagem pela história dos Beatles e pelos covers da banda em diversos países e várias gerações.
“Um produto de qualidade internacional para um excelente evento”, destacou
A data
O evento acontece amanhã, quinta-feira (30/04), no Espaço tô em Casa, a partir das 19h. O Espaço fica localizado na rua Marquês de Abrantes, 479, Campo Grande.
A voz
Paulinho Vintage é conhecido por sua voz e interpretação, traz a essência das músicas da banda. A "viagem" costuma passar cronologicamente por grandes clássicos como I Want to Hold Your Hand, Yesterday, Come Together e Hey Jude.
O Poder

Regularização Fundiária avança em Jaboatão e inicia processo para entrega de títulos de propriedade
29/04/2026
A iniciativa
A iniciativa é da Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes, por meio da Secretaria Executiva de Habitação e Regularização Fundiária, vinculada à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente, em parceria com o Ministério das Cidades, através da Secretaria Nacional de Periferias.
Contempla
A ação contempla famílias que residem há mais de 18 anos na comunidade. Ao todo, mais de 600 imóveis devem ser regularizados, garantindo segurança jurídica e direito à moradia para os moradores da área, considerada um núcleo urbano...
Moradores da Comunidade da Portelinha, em Muribeca, em Jaboatão dos Guararapes, participaram, na noite de ontem, terça-feira (28/04), de uma solenidade que marca o início do processo de regularização fundiária na localidade. O encontro foi realizado na Praça do Betel e representa os primeiros passos para a concessão dos títulos de propriedade das residências.
A iniciativa
A iniciativa é da Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes, por meio da Secretaria Executiva de Habitação e Regularização Fundiária, vinculada à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente, em parceria com o Ministério das Cidades, através da Secretaria Nacional de Periferias.
Contempla
A ação contempla famílias que residem há mais de 18 anos na comunidade. Ao todo, mais de 600 imóveis devem ser regularizados, garantindo segurança jurídica e direito à moradia para os moradores da área, considerada um núcleo urbano consolidado.
Primeira etapa
Durante o evento, foi apresentada a primeira etapa da Regularização Fundiária Urbana (Reurb), instrumento previsto na legislação brasileira que permite a legalização de áreas urbanas ocupadas de forma informal. Os moradores também receberam orientações sobre o andamento do processo, que inclui visitas técnicas às residências, medições e coleta de documentação necessária para o registro dos imóveis.
Destacou
O prefeito do Jaboatão dos Guararapes, Mano Medeiros, destacou a importância da ação para a população.
“Esse é um momento histórico para os moradores da Portelinha, que aguardavam há anos pelo título de suas casas. A regularização garante dignidade, segurança e fortalece o sentimento de pertencimento da população”, afirmou.
Certidão
Com a conclusão do processo, será emitida a Certidão de Regularização Fundiária (CRF), documento que possibilita o registro oficial dos imóveis.
De acordo com o gerente de Habitação, Luís Felipe, esta fase inicial é fundamental para o andamento do projeto.
Visitas domiciliares
Nos próximos dias, equipes técnicas iniciarão as visitas domiciliares para levantamento das áreas, medições e cadastramento dos moradores, etapas essenciais para a efetivação da regularização fundiária na comunidade.
Hugo Mota sob investigação da PF por voo de Bet com bagagens que burlaram alfândega
29/04/2026
O voo da sonegação
É assim que vem sendo chamado o desastroso e potencialmente criminoso episódio. Cinco bagagens, todas de parlamentares, que estavam em um um voo em 2025, em aeronave pertencente ao dono de uma Bet, passaram ao largo da fiscalizacão. Estavamo neste voo, alem do presidente da Câmar...
O presidente da Câmara dos Deputados, o paraibano Hugo Mota (Republicanos), admitiu que estava no voo em aeronave pertencente ao dono de uma Bet, vinda de paraíso fiscal, no Caribe. O pior não é essa promiscuidade. O escândalo mesmo é o fato das bagagens, cujo conteudo é obscuro e desconhecido, não terem passado pelo raio X da alfandega. No desembarque, as malas passaram ao largo da fiscalização, o que não só provocou indignação, como virou objeto de investigação da Polícia Federal. O pai de Hugo Mota, Nabor Wanderley (Republicanos) ex-prefeito de Patos, é pré-candidato ao Senado na PB, na chapa de Lucas Ribeiro, governador, e João Azevedo. Senador.
O voo da sonegação
É assim que vem sendo chamado o desastroso e potencialmente criminoso episódio. Cinco bagagens, todas de parlamentares, que estavam em um um voo em 2025, em aeronave pertencente ao dono de uma Bet, passaram ao largo da fiscalizacão. Estavamo neste voo, alem do presidente da Câmara, Hugo Motta, o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e outros parlamentares. O avião pertence a Fernando Oliveira Lima, dono de empresas de apostas online. O voo vinha da ilha caribenha de São Martinho, um dos mais notórios paraísos fiscais. Também estavam a bordo os deputados Dr. Luizinho (PP-RJ) e Isnaldo Bulhões (MDB-AL), líderes de seus partidos na Câmara.
Como aconteceu
Ao chegar a São Paulo, um auditor fiscal autorizou o piloto a passar os volumes por fora do raio-X. O episódio ocorreu no aeroporto executivo Catarina, em São Roque (SP).
Polícia Federal no caso
O inquérito apura eventuais crimes de falsificação, contrabando, descaminho e prevaricação. Segundo a PF, o auditor já foi indiciado em outro processo por corrupção passiva. Procurado, Hugo Motta confirmou que esteve no voo e disse que cumpriu os protocolos ao desembarcar. O piloto afirmou que seguiu normas da legislação. Nogueira, Dr.Luizinho Bulhões e o auditor não responderam. A Receita disse investigar o servidor.
Vindos do paraíso
São Martinho, Saint Martin ou Sint Maarten, no Caribe, é um paraíso fiscal, caracterizado por baixa ou nula tributação e completo sigilo bancário. A ilha, dividida entre França e Holanda, atrai capitais pela facilidade de movimentação financeira e é listada como tal pela Receita Federal, sendo, inclusive, destino investigado por autoridades brasileiras devido a trânsito de recursos não declarados. O que essa turma estava fazendo lá? A explicação deve estar no conteúdo das bagagens. Cabe a PF descobrir.
O moído
Em tempo de campanha eleitoral, o fato ganhou as redes sociais e até um gibi irônico já circula pela Paraíba. Apenas a título de informação aos leitores, reproduzimos a peça a seguir.
(O Poder com informações da Folha de São Paulo)
