imagem noticia

Internacional - Na Rússia, Lula celebra 80 anos da vitória contra o nazismo

09/05/2025

imagem noticia
 
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa, hoje, sexta-feira (09/05), em Moscou, na Rússia, da parada cívico-militar que celebra os 80 anos de vitória da União Soviética sobre a Alemanha nazista na Segunda Guerra Mundial.

A rendição
 
Nesta data, em 1945, o Exército Vermelho anunciou a rendição incondicional dos alemães, pondo fim ao conflito que devastou a Europa ocidental e matou dezenas de milhões de pessoas por mais de meia década (1939-1945).
 
Dia da Vitória

Na Rússia, a data é conhecida como Dia da Vitória e é marcada por uma grande celebração nacional. Lula está no país desde quarta-feira (7), a convite de Vladimir Putin, com quem manterá reunião bilateral ao longo do dia.
 
Cerimônia
 
De acordo com a agenda oficial divulgada pelo Palácio do Planalto, Lula inicia a programação às 10h, horário local (4h pelo horário de Brasília) com a participação na cerimô...

imagem noticia
 
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa, hoje, sexta-feira (09/05), em Moscou, na Rússia, da parada cívico-militar que celebra os 80 anos de vitória da União Soviética sobre a Alemanha nazista na Segunda Guerra Mundial.

A rendição
 
Nesta data, em 1945, o Exército Vermelho anunciou a rendição incondicional dos alemães, pondo fim ao conflito que devastou a Europa ocidental e matou dezenas de milhões de pessoas por mais de meia década (1939-1945).
 
Dia da Vitória

Na Rússia, a data é conhecida como Dia da Vitória e é marcada por uma grande celebração nacional. Lula está no país desde quarta-feira (7), a convite de Vladimir Putin, com quem manterá reunião bilateral ao longo do dia.
 
Cerimônia
 
De acordo com a agenda oficial divulgada pelo Palácio do Planalto, Lula inicia a programação às 10h, horário local (4h pelo horário de Brasília) com a participação na cerimônia principal, na Praça Vermelha, centro da capital russa. Em seguida, o presidente participa da cerimônia de oferenda floral no túmulo do soldado desconhecido.
 
A agenda
 
A agenda prossegue com um almoço oferecido por Putin no Palácio do Kremlin, sede do governo russo. Na parte da tarde, ainda pela manhã no Brasil, Lula e Putin se reúnem em agenda bilateral. Estão previstos anúncios de parcerias comerciais e a assinatura de acordos na área de ciência e tecnologia.
 
Reunião bilateral

Ainda nesta sexta, Lula manterá uma reunião bilateral com o primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico, e terminará o dia de compromissos com um jantar oferecido pela Embaixada do Brasil em Moscou. Lula está acompanhado da primeira-dama Janja da Silva e por uma comitiva de ministros e autoridades da República, incluindo o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
 
Pequim
 
De Moscou, Lula e comitiva embarcam no dia seguinte para Pequim, na China, onde participam da cúpula entre o gigante asiático e países da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), nos dias 12 e 13 de maio, além de fazer uma visita de Estado, com a assinatura de, pelo menos, 16 atos bilaterais.

Foto: Ricardo Stuckert

Leia outras informações

imagem noticia

"O Banco que é um amigo na praça. Um banqueiro que não é mão de vaca" - Por Jarbas Beltrão*

22/09/2026

'Preâmbulo'

Surge na praça uma nova modalidade de Banco e um novo perfil de banqueiro. Um balcão que distribui dinheiro facilmente. Um banqueiro "bom vivant" que financia bacanais, com as "primas" internacionais .

'Os tentáculos do novo banco'

"Banco" com menos de dez de criado, consegue levar seus tentáculos para os mais prováveis e improváveis cenários e grupos das elites economicas, politica e jurídicas brasileiras.

Grupos vinculados ao Estado e estados, grupos particulares, clubes de futebol, outras instituições financeiras e por aí vai.

Os seus tentáculos não são de alguns centímetros, metros, mas quilômetros.

'O surgimento do "Banco" de novo perfil'

O Banco, praticamente, surgiu quase de um "nada financeiro", originou-se de um estado do nordeste - Bahia - que não é nenhum centro financeiro do país.

Rapidamente chegou no coração financeiro do país, o cérebr...

imagem noticia

'Preâmbulo'

Surge na praça uma nova modalidade de Banco e um novo perfil de banqueiro. Um balcão que distribui dinheiro facilmente. Um banqueiro "bom vivant" que financia bacanais, com as "primas" internacionais .

'Os tentáculos do novo banco'

"Banco" com menos de dez de criado, consegue levar seus tentáculos para os mais prováveis e improváveis cenários e grupos das elites economicas, politica e jurídicas brasileiras.

Grupos vinculados ao Estado e estados, grupos particulares, clubes de futebol, outras instituições financeiras e por aí vai.

Os seus tentáculos não são de alguns centímetros, metros, mas quilômetros.

'O surgimento do "Banco" de novo perfil'

O Banco, praticamente, surgiu quase de um "nada financeiro", originou-se de um estado do nordeste - Bahia - que não é nenhum centro financeiro do país.

Rapidamente chegou no coração financeiro do país, o cérebro das célebres corretoras, dos grandes negócios financeiros do território nacional - a Avenida Faria Lima na cidade se São Paulo.

O Banco financiou, emprestou, comprou, deu tudo e a todos. Fez a compra de um Banco, que já era um cadáver financeiro, comprou figurões da nossa República - Executivo, Legislativo, Judiciário e outras Instituições do Estado.

No campo político, não respeitou limites, trouxe a cumplicidade de todos: "esquerda", "direita", "centrão".

O Banco está no centro da corrosão do Estado Republicano brasileiro, colocou de joelhos e com a mão estendida, todos aqueles que tinham por dever tocar o Estado, levando em consideração leis positivas e leis da moralidade.

"Banco ou banca e um playboy banqueiro"

Como pode ter acontecido? Nos leva a acreditar que, este banco, parece não ser "Banco", mas uma "banca", um balcão de ofertas fáceis de dinheiro... muito dinheiro.

Instituição que por trás dela, parece existir algo muito maior. Algo que é um "partícipe" de um rede que não se esgota no nosso pais, mas que atravessa nossas fronteiras.

E o banqueiro-mor; que por sinal está preso, um "playboy" de vasta cabeleira, jovem, apreciador de festas/bacanais - deu muitas delas (es) pelo mundo afora - tendo sempre convidados - figurões da nossa República e dos grupos de influentes brasileiros.



imagem 2




O "playboy" bonitão de vasta cabeleira, nada tem à ver com o que temos como estereótipo do banqueiro e sua imagem pública



'Derrubou-se o banqueiro discreto e respeitável'

O banqueiro sempre esteve presente nos nossos olhos como aquele cidadão respeitável, com mais de 70 anos, vestido em impecável terno escuro, gravata com laço tradicional.

Banqueiro sempre teve vida discretíssina, não é/ era chegado à exposições públicas - por uma questão de segurança pessoal - não revelava sua vida particular para a sociedade, acompanhado de sua esposa, mulher madura sempre com um conservador vestido abaixo bem abaixo do joelho - no meio da canela - que segurava braço direito do marido para fotografias da imprensa, sempre a um passo atrás do marido.

A foto postada na imprensa era/é sempre só ao lado da família.



imagem 3




Banqueiro não é/era chegado a festas com muitas presenças, a não ser em festa de "debutantes", matrimônios, ou aniversários de amigos bastante íntimos. Estava presente nas colunas sociais - que já não existem mais.

Enfim, nada de se "mostrar", não cultivar hábitos de extravagante opulência.

Whisky e charutos, com consumo discreto, sempre cafezinho ou Chá no melhor hábito britânico.

Eis, que com o "Banco dos escândalos" da nossa República, estamos diante um novo tipo de "banqueiro".

"Banqueiro" que sai distribuindo dinheiro pra aqueles que solicitam. "Promoter' de festas milionárias, charutos caribenhos, Whisky Macalan, guloseimas de frutos do mar nas bandejas, mulheres, belas e muitas mulheres de nacionalidades diversas e de diferentes cor de pele.

'As festas do "banqueiro" mão aberta'

Nas festas/ bacanais, mulheres, seis para cada um dos ilustres (Excelentíssimos) convidados. Vinte convidados, 120 mulheres, só perdeu para "paraíso de Alah", por lá é mais de setenta.

Um "banqueiro" mão aberta, Banqueiro sempre foi "mão de vaca", sempre teve cuidados com suas contas; forjada ao longo de anos de trabalhos contábeis, que gerou calvície, cabelos de fios grisalhos e lisos na cabeça. Rosto de linhas de rugas.

Essa "nova versão' de "banqueiro", um "mão aberta", iates, jatinhos automóveis de luxo; despesas de viagens, tudo emprestado ou pago pelo "novo banqueiro".

Sem a menor dúvida, o "banqueiro" que traz pra suas festas prostitutas globais por ele pagas para o desfrute de seus convidados / amigos. Gatonas de corpos perfeitos, é "banqueiro" que parece ter uma conexão com redes internacionais de alta prostituição, tráfico de drogas e outros terrenos mais.

Empresas de captura de imagens se encarregaram de registrar os flagrantes, que foram parar nos "Data centeres" e seus arquivos nas núvens; que serão usados como armas contra os figurantes ilustres entusiasmados nas festas.

'Lembranças de outras orgias'

A conclusão a ser tirada dessa experiência, é que não foram apenas nossos figurões que caíram na armadiilha; lembrem-se de Jeffrey Epstein com sua mansão na Flórida, a safadeza encomendada "comia no centro". Bill Clinton, que o diga.

Outra lembrança que destaca-se é das festas do "rapper" produtor musical Sean Diddy Cohm, conhecido como Puff Daddy ou P. Diddy, o rapper da orgias, das orgias regadas a muitas ilicitude.

A nossa República caiu na "armadilha" do dinheiro, das orgias e drogas.


Fica Dito.


*Jarbas Beltrão é historiador e professor de História da Universidade de Pernambuco - UPE. Mestre em Educação pela UFPB. Especialista (MBA) em Política Estratégia Defesa e Segurança Nacional. (Adesg Famesc).Especialista (MBA) em Geopolítica/Novas Fronteiras/Cibernética e IA. (Adesg/Instituto Venturo)



imagem 4




NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.




imagem noticia

O Leviatã e o Vazio: Engenharia da Soberania em Tempos de Bipolaridade - Por Amadeu Robalinho*

22/09/2026

“Se a igualdade tende ao infinito, a liberdade tende a zero, mas a recíproca também é verdadeira.”


A História política moderna pode ser interpretada como uma permanente tentativa de equilibrar forças aparentemente contraditórias, liberdade e igualdade, indivíduo e Estado, autonomia e segurança, soberania nacional e interdependência internacional. Entretanto, quando essas relações deixam de ser compreendidas como elementos de uma arquitetura política complexa e passam a ser tratadas como antagonismos absolutos, produz-se aquilo que pode ser denominado vazio de soberania, uma condição na qual os indivíduos continuam formalmente submetidos a instituições políticas, jurídicas e econômicas, mas perdem progressivamente a capacidade coletiva de determinar os rumos fundamentais de sua própria existência histórica.

É nesse ponto que a metáfora do Leviatã adquire renovada importância. O Estado, concebido por Thomas Hobbes como instrumento de superação da gue...

imagem noticia

“Se a igualdade tende ao infinito, a liberdade tende a zero, mas a recíproca também é verdadeira.”


A História política moderna pode ser interpretada como uma permanente tentativa de equilibrar forças aparentemente contraditórias, liberdade e igualdade, indivíduo e Estado, autonomia e segurança, soberania nacional e interdependência internacional. Entretanto, quando essas relações deixam de ser compreendidas como elementos de uma arquitetura política complexa e passam a ser tratadas como antagonismos absolutos, produz-se aquilo que pode ser denominado vazio de soberania, uma condição na qual os indivíduos continuam formalmente submetidos a instituições políticas, jurídicas e econômicas, mas perdem progressivamente a capacidade coletiva de determinar os rumos fundamentais de sua própria existência histórica.

É nesse ponto que a metáfora do Leviatã adquire renovada importância. O Estado, concebido por Thomas Hobbes como instrumento de superação da guerra de todos contra todos, não é apenas uma estrutura administrativa. Ele representa a concentração institucionalizada da força, da autoridade e da capacidade de coordenação necessárias à preservação de uma comunidade política. O problema estratégico começa quando a concentração do poder deixa de estar subordinada à finalidade de preservar a sociedade e passa a constituir finalidade em si mesma.

O século XX tornou essa questão dramaticamente mais complexa. Hiroshima e Nagasaki demonstraram que a evolução tecnológica havia produzido uma ruptura qualitativa na relação entre guerra, política e sobrevivência. Nuremberg, por sua vez, revelou que o Estado moderno poderia converter sua extraordinária capacidade organizacional em instrumento de destruição sistemática. A humanidade passou, então, a enfrentar uma contradição central da modernidade tecnológica, quanto maior a capacidade do Estado de proteger sua população, maior também pode ser sua capacidade de destruí-la.

A guerra deixou de ser apenas uma disputa entre forças militares. Tornou-se uma competição sistêmica envolvendo ciência, indústria, energia, logística, informação, finanças, infraestrutura, capacidade produtiva e domínio tecnológico. A soberania passou, portanto, a depender de variáveis que ultrapassam largamente a dimensão territorial. Um Estado pode conservar suas fronteiras formalmente intactas e, ainda assim, encontrar-se profundamente dependente de tecnologias, cadeias produtivas, sistemas financeiros, infraestrutura crítica ou recursos energéticos controlados externamente.

É precisamente nesse deslocamento que se encontra um dos fundamentos da Engenharia de Soberania e Estratégia.

A soberania, sob essa perspectiva, não deve ser compreendida exclusivamente como atributo jurídico do Estado, mas como capacidade sistêmica de uma sociedade organizada produzir, proteger, decidir e sustentar autonomamente os meios indispensáveis à realização de seus objetivos nacionais. Soberania não é apenas a prerrogativa de decidir, é a capacidade material de transformar decisão em realidade.

A Guerra Fria constituiu uma das manifestações mais sofisticadas dessa competição sistêmica. A bipolaridade entre Estados Unidos e União Soviética não representava apenas a oposição entre dois modelos econômicos ou duas doutrinas ideológicas. Tratava-se da disputa entre dois complexos de poder capazes de mobilizar indústria, ciência, forças armadas, energia, tecnologia, propaganda, inteligência, infraestrutura e recursos humanos em escala planetária.

Sob essa perspectiva, o conflito pode ser interpretado como uma gigantesca experiência histórica de engenharia estratégica. Cada bloco procurava construir capacidade autônoma suficiente para sobreviver, dissuadir, influenciar e expandir sua esfera de poder. A corrida espacial, a corrida nuclear, a competição industrial, a disputa tecnológica e a expansão das redes de alianças demonstravam que a capacidade militar era apenas a expressão mais visível de uma infraestrutura muito mais profunda de poder nacional.

O colapso soviético em 1991 alterou essa arquitetura. A dissolução da bipolaridade produziu um período no qual uma determinada concepção de ordem internacional adquiriu predominância. A globalização econômica avançou, as cadeias produtivas foram internacionalizadas, o capital tornou-se progressivamente transnacional e organizações multilaterais adquiriram maior influência sobre políticas econômicas, jurídicas e regulatórias dos Estados.

A questão fundamental, entretanto, não reside em reconhecer a existência da globalização, mas em compreender seus efeitos sobre a autonomia estratégica.

Interdependência não é sinônimo de soberania compartilhada. Dependência também pode ser produzida sem ocupação territorial, sem guerra convencional e sem coerção militar direta. Um Estado pode tornar-se vulnerável quando não possui capacidade própria de produzir energia, alimentos, medicamentos, equipamentos militares, semicondutores, sistemas de comunicação, infraestrutura digital, tecnologias críticas ou meios industriais essenciais.

Surge, assim, uma forma contemporânea de vulnerabilidade estratégica, a dependência estrutural.

O século XXI acrescentou uma dimensão inédita a esse fenômeno. A soberania passou a depender também do domínio de dados, inteligência artificial, computação, cibersegurança, sistemas espaciais, tecnologias quânticas, biotecnologia e engenharia avançada. A infraestrutura física e a infraestrutura informacional passaram a formar uma única arquitetura estratégica.

Nesse contexto, a pergunta fundamental deixa de ser simplesmente quem possui território, população e forças armadas. A pergunta passa a ser quem possui capacidade de sustentar sua própria decisão estratégica.

Essa mudança é essencial para compreender a soberania contemporânea.

Um país pode possuir forças armadas modernas e permanecer tecnologicamente dependente. Pode possuir território continental e depender de energia importada. Pode possuir universidades e não dominar tecnologias críticas. Pode possuir recursos naturais extraordinários e exportá-los predominantemente como commodities, importando posteriormente os produtos tecnológicos de maior valor agregado produzidos a partir deles.

Nesse caso, existe soberania jurídica, mas existe soberania estratégica incompleta.

A Engenharia de Soberania e Estratégia parte justamente dessa distinção. Seu objeto não é a soberania como conceito abstrato, mas os mecanismos capazes de converter recursos nacionais em capacidades autônomas de poder, proteção e desenvolvimento.

A estrutura pode ser compreendida como uma cadeia de transformação:

Recursos ? Energia ? Infraestrutura ? Tecnologia ? Capacidade Industrial ? Defesa ? Autonomia Estratégica ? Soberania.

Cada elo depende do anterior e, simultaneamente, retroalimenta os demais. A ausência de energia compromete a indústria. A ausência de indústria compromete a tecnologia aplicada. A dependência tecnológica limita a capacidade de defesa. A fragilidade da defesa reduz a liberdade de decisão. E a redução da liberdade de decisão compromete a própria soberania.

A soberania, portanto, não deve ser pensada apenas como ponto de partida, mas como resultado de uma engenharia sistêmica.

É nesse contexto que o Leviatã contemporâneo apresenta sua segunda face. O Estado continua sendo indispensável para coordenar recursos, proteger infraestrutura crítica, organizar a defesa nacional e estabelecer objetivos estratégicos de longo prazo. Entretanto, a concentração estatal de poder pode produzir um paradoxo, quanto maior a necessidade de coordenação diante de ameaças complexas, maior também a necessidade de mecanismos institucionais capazes de impedir que a capacidade de proteção se transforme em capacidade de dominação.

A questão central não é, portanto, Estado forte ou Estado fraco.

É Estado capaz.

Estado forte, no sentido estratégico, não significa necessariamente Estado autoritário ou Estado maximalista. Significa Estado capaz de proteger sua população, garantir continuidade institucional, preservar infraestrutura crítica, sustentar sua economia em situações de crise, defender seus interesses nacionais e assegurar liberdade de decisão diante de pressões externas.

Essa distinção é fundamental.

A liberdade política sem capacidade material pode converter-se em abstração. Da mesma maneira, a capacidade estatal sem limites institucionais pode converter-se em opressão. Entre esses extremos encontra-se o desafio permanente da arquitetura da soberania.

A crise financeira de 2008, as crises das dívidas soberanas, o Brexit, a eleição de Donald Trump, a ascensão econômica e tecnológica da China, a guerra entre Rússia e Ucrânia e a crescente competição tecnológica entre grandes potências demonstraram que a ideia de uma ordem internacional definitivamente pacificada estava longe de se consolidar.

O retorno da competição entre grandes potências recolocou no centro da estratégia conceitos que durante determinado período pareciam secundários, segurança energética, autonomia industrial, capacidade militar, segurança alimentar, resiliência logística, soberania tecnológica, proteção de infraestrutura crítica e segurança das cadeias de suprimento.

A guerra contemporânea confirma essa transformação.

O campo de batalha já não começa necessariamente na fronteira. Ele pode começar na rede elétrica, no sistema financeiro, nos cabos submarinos, nos satélites, nos sistemas de navegação, nos centros de dados, nas cadeias logísticas, nos portos, nas redes de comunicação ou nos sistemas industriais.

A defesa nacional, consequentemente, não pode mais ser concebida exclusivamente como preparação para o combate armado. Ela deve incorporar a capacidade de uma sociedade continuar funcionando sob pressão, preservar sua infraestrutura essencial, recompor sua capacidade produtiva e manter sua liberdade de decisão.

Isso significa que defesa e desenvolvimento deixam de ser categorias separadas.

Uma indústria de defesa tecnologicamente sofisticada produz conhecimento, engenharia, empregos qualificados, capacidade industrial e inovação. Uma infraestrutura energética resiliente fortalece a economia e, simultaneamente, aumenta a capacidade de defesa. Uma indústria naval desenvolvida produz meios militares e comerciais, preservando conhecimento tecnológico e capacidade logística. A pesquisa nuclear, quando orientada por objetivos nacionais e submetida às salvaguardas e normas aplicáveis, constitui também um vetor de domínio tecnológico e autonomia energética.

A soberania passa, portanto, pela integração dessas capacidades.

Esse é o núcleo da Engenharia de Soberania e Estratégia, compreender o Estado e a nação como sistemas complexos de capacidades interdependentes, nos quais energia, infraestrutura, indústria, ciência, tecnologia, defesa, inteligência, logística e recursos humanos constituem componentes de uma mesma arquitetura estratégica.

Nesse modelo, a cidadania também adquire dimensão estratégica.

Uma sociedade politicamente livre não é apenas aquela que pode votar, expressar opiniões ou escolher seus representantes. É também aquela que possui instituições capazes de preservar sua autonomia diante de crises e ameaças. A liberdade política necessita de uma base material que a sustente.

Sem capacidade econômica, tecnológica e institucional, a liberdade pode tornar-se dependente da vontade de terceiros.

Da mesma maneira, o patriotismo estratégico não deve ser confundido com nacionalismo agressivo, expansionista ou racial. A defesa da soberania nacional pode coexistir com a cooperação internacional, com o direito internacional, com a democracia e com a proteção da dignidade humana.

O desafio do século XXI não consiste em escolher entre nação e humanidade.

Consiste em construir nações capazes de cooperar sem perder a capacidade de decidir.

Essa talvez seja a principal diferença entre nacionalismo do século XX e soberania estratégica no século XXI. O primeiro frequentemente foi construído a partir da mobilização de identidades contra o outro. A segunda pode ser construída a partir da capacidade de uma sociedade proteger sua autonomia e, simultaneamente, participar de sistemas cooperativos internacionais.

A soberania estratégica não é isolamento.

É capacidade de escolha.

Um país soberano pode cooperar porque possui alternativas. Um país dependente coopera porque frequentemente não possui alternativas.

É nessa diferença que reside a dimensão mais profunda da liberdade nacional.

O Leviatã, portanto, não deve ser simplesmente destruído nem simplesmente fortalecido. Deve ser projetado. Deve possuir capacidade suficiente para proteger a sociedade, mas limites suficientes para não substituí-la. Deve coordenar capacidades nacionais sem destruir a autonomia dos indivíduos. Deve proteger a infraestrutura crítica sem transformar vigilância em finalidade política. Deve exercer o monopólio legítimo da força sem converter a força em fundamento absoluto da legitimidade.

Essa é, em última análise, uma questão de engenharia institucional.

Assim como um sistema mecânico exige equilíbrio entre resistência, energia, carga e movimento, uma sociedade política necessita equilibrar autoridade, liberdade, segurança, desenvolvimento e soberania. Sistemas excessivamente frágeis colapsam sob pressão. Sistemas excessivamente rígidos perdem capacidade de adaptação. Sistemas sem redundância tornam-se vulneráveis a falhas únicas. Sistemas sem manutenção acumulam vulnerabilidades invisíveis até o momento da ruptura.

A mesma lógica pode ser aplicada às nações.

Soberania é resiliência política.

Soberania é redundância estratégica.

Soberania é capacidade industrial.

Soberania é domínio tecnológico.

Soberania é energia disponível.

Soberania é infraestrutura protegida.

Soberania é inteligência capaz de antecipar ameaças.

Soberania é defesa capaz de dissuadir agressões.

Soberania é, finalmente, a capacidade de uma sociedade transformar recursos em liberdade de decisão.

O século XXI apresenta, portanto, uma nova forma de disputa pela autonomia. A competição internacional não ocorre somente entre territórios e exércitos, mas entre sistemas nacionais de inovação, produção, energia, informação e defesa. As nações que dominarem esses sistemas possuirão maior liberdade estratégica. As que dependerem integralmente de sistemas externos estarão sujeitas a graus crescentes de vulnerabilidade.

O verdadeiro campo de batalha do futuro poderá ser menos visível do que os campos de batalha do passado. Não necessariamente haverá trincheiras, colunas blindadas ou cidades destruídas antes que uma nação perceba que perdeu parte de sua autonomia. A perda de soberania poderá ocorrer silenciosamente, por meio da dependência tecnológica, da vulnerabilidade energética, da fragilidade logística, da perda de capacidade industrial ou da incapacidade de proteger seus próprios sistemas críticos.

É nesse ponto que a Engenharia de Soberania e Estratégia deixa de ser apenas uma formulação conceitual e passa a constituir uma proposta metodológica.

Seu objetivo fundamental é identificar os recursos estratégicos de uma nação, mapear suas dependências críticas, avaliar suas vulnerabilidades, estabelecer capacidades prioritárias e projetar mecanismos capazes de converter conhecimento, infraestrutura, energia, indústria e tecnologia em autonomia estratégica.

A pergunta central deixa de ser “quanto poder possui uma nação?” e passa a ser:

quanto de seu próprio destino uma nação é capaz de decidir?

Essa é a métrica profunda da soberania.

O futuro não pertencerá necessariamente às nações maiores, mais populosas ou mais ricas. Pertencerá às nações capazes de transformar seus recursos em capacidades, suas capacidades em autonomia e sua autonomia em liberdade estratégica.

Entre o Leviatã e o vazio existe, portanto, uma terceira possibilidade, a construção consciente de uma arquitetura nacional de soberania.

Não se trata de retornar ao passado.

Trata-se de projetar o futuro.

A Engenharia de Soberania e Estratégia nasce exatamente desse desafio, compreender que a liberdade de uma nação não é apenas um princípio jurídico ou filosófico, mas uma capacidade concreta que precisa ser construída, protegida, mantida e continuamente aperfeiçoada.

Porque, no século XXI, soberania não é simplesmente possuir uma bandeira, um território e um governo.

Soberania é possuir capacidade para decidir, capacidade para produzir, capacidade para proteger e, sobretudo, capacidade para continuar decidindo quando o mundo ao redor deixa de ser previsível.

A verdadeira engenharia da soberania começa quando uma nação compreende que sua independência não está apenas naquilo que possui, mas naquilo que é capaz de fazer por si mesma.


*Amadeu Robalinho, é Comissário Especial da Polícia Civil de PE, pós-graduado em Engenharia Naval e especialista em Política, Estratégia, Defesa e Segurança Pública. Atua como Conselheiro de Assuntos de Defesa Nacional e Segurança Pública da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG-PE), desenvolvendo estudos e artigos sobre soberania, geopolítica, indústria de defesa e desenvolvimento estratégico do Brasil. @amadeurobalinho


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.




imagem noticia

Pensando nas Eleições – por Virgínia Pignot*

22/09/2026

Avanços e entraves ao projeto de desenvolvimento


A “quebra de braço” entre a proposta de desenvolvimento econômico com inclusão social, ilustrada pelos governos do PT entre 2003 e 2014, retomada em 2023, e a proposta de corte de gastos e de retirada dos direitos dos trabalhadores ilustrada pelos governos Temer e Bolsonaro, ainda é atual.

O governo Lula 3 trabalhou muito para “arrumar a casa”, está investindo na reindustrialização com abertura de fábricas, na instalação de ferrovias, produziu crescimento do PIB e aumento de empregos de carteira assinada, defende a soberania face aos ataques do Trump, está lutando pela escala de 5/2, com dois dias de repouso do trabalhador por semana sem perda de salario, entre outros avanços e conquistas. Teve que começar com a PEC da transição, pois o governo anterior sequer havia previsto, como deveria ter feito, o orçamento para 2023, ao contrario, deixou calotes.

Porém

...

imagem noticia

Avanços e entraves ao projeto de desenvolvimento


A “quebra de braço” entre a proposta de desenvolvimento econômico com inclusão social, ilustrada pelos governos do PT entre 2003 e 2014, retomada em 2023, e a proposta de corte de gastos e de retirada dos direitos dos trabalhadores ilustrada pelos governos Temer e Bolsonaro, ainda é atual.

O governo Lula 3 trabalhou muito para “arrumar a casa”, está investindo na reindustrialização com abertura de fábricas, na instalação de ferrovias, produziu crescimento do PIB e aumento de empregos de carteira assinada, defende a soberania face aos ataques do Trump, está lutando pela escala de 5/2, com dois dias de repouso do trabalhador por semana sem perda de salario, entre outros avanços e conquistas. Teve que começar com a PEC da transição, pois o governo anterior sequer havia previsto, como deveria ter feito, o orçamento para 2023, ao contrario, deixou calotes.

Porém

Persistem, apesar das melhorias, um desconforto e desequilíbrio econômico. Muitas famílias e empresas estão endividadas, algumas regras econômicas aplicadas pelo Banco Central e algumas leis aprovadas desde o governo FHC favorecem a drenagem bilionária do dinheiro público para bancos e rentistas, enquanto são mantidas regras fiscais rígidas e discutíveis que impedem o crescimento da economia e dificultam o respeito do cumprimento de direitos decididos na Constituição de 88. Regras fiscais podem ser mudadas. Quando houve a crise econômica mundial de 2008 o governo Lula resolveu aumentar seus gastos públicos adotando politicas anticíclicas contra a crise. O BC reduziu na época a taxa de juros para estimular a atividade econômica e o consumo aumentou, estimulado por juros mais baixos dos bancos públicos. A taxa Selic ficou em 8,75% até o início de 2010, ultimo ano do governo Lula. Com essas medidas adotadas o Brasil saiu gigante da crise.

Cortina de fumaça da desinformação como arma política

A imprensa dos barões silencia o que faz diferença nas propostas dos dois campos majoritários, mas faz barulho com questões paralelas, cria querelas e desvio de foco.

O mau jornalismo se manifesta mais uma vez no apoio massivo que deram à condução suspeita do Ministro bolsonarista relator do caso Master no Supremo, assim como na diferença de tratamento que deram aos dois Flávios: calavam provas de corrupção contra Flávio Bolsonaro, enquanto repetiam suspeitas envolvendo o empresário Flávio Luis. Alias, as suspeitas ou denúncias em relação ao empresário se renovam a cada ano de eleição desde 2006. Até hoje os processos das eleições passadas foram todos arquivados, não tinham embasamento jurídico. Este ataque através da desinformação torna o empresário vítima de prejuízo econômico, moral, familiar, além de ser uma maneira desonesta de procurar atingir o seu pai.

Fatores que podem fazer diferença e influenciar o voto:

-A experiência das pessoas, que já viveram em governos de Lula e do PT, e nos governos de Temer e Bolsonaro. Quando estive no Rio no começo do ano, um motorista de táxi comparava o preço do quilo do arroz no governo atual e no governo Bolsonaro; a comparação avantajava o governo atual, e direcionava junto com outros elementos a sua preferência, como mais ambulâncias do SAMU para atender a população, mais ônibus e barcas para o transporte escolar, mais estudantes vindos do proletariado tendo acesso à universidade.

-Baixa da taxa de juros. Na última reunião da COPOM a taxa de juros baixou um pouco, o que gera alívio nas contas fiscais do tesouro, torna o crédito mais acessível, favorece o investimento, e melhora o consumo das famílias. Mas a taxa de juros brasileira ainda é a maior do mundo, o que não se justifica pelo volume da nossa dívida/ PIB, inferior àquele de países como os EUA, Japão, países europeus, que no entanto têm taxas de juros inferiores à nossa.

-A população pode ter acesso à mídia alternativa, a jornalistas investigativos sérios nas redes e aos poucos vai se tornando melhor informada e menos alienada.

Cortes no orçamento público e farra de privilegiados com juros da dívida

Base do orçamento público, a economia não é uma ciência exata, e deve ser submetida a regras. No Brasil, as regras atuais do Banco Central para fixar a taxa de juros determinadas por critérios do boletim Focus têm-se mostrado inócuas, cometendo erros frequentes de calculo. Estas regras que deveriam supostamente conter a inflação e se adequar ao projeto de governo, talvez devam ser mudadas, pois têm favorecido os interesses do mercado financeiro atendendo “ao vício” dos bancos e rentistas de mamar nas tetas da Nação lucrando sem trabalhar com os juros estratosféricos da dívida. Os juros da divida publica não entram no orçamento que é submetido a cortes, e com a volatividade do cambio investidores que aplicam no Brasil de manha podem levar esse dinheiro para fora do país sem pagar dividendos com o lucro, à noite.

Lembrete histórico

Nos governos Lula 1 e 2 houve aumento de gastos públicos, o que gerou crescimento econômico, aumento do salário mínimo e do emprego, aumento da arrecadação. Nossa dívida reduziu, pagamos nossa dívida externa ao FMI, a mais difícil, em dólar.

Antes do impeachment da Presidente Dilma o Brasil estava em pleno emprego e o salário mínimo estava acima da inflação, não havia crise econômica. Dilma planejava baixar a taxa de juros.

A associação do mercado financeiro associado ao “terrorismo da mídia” atacou o governo, convidando o povo a ir às ruas protestar, provocando crise politica, econômica, austeridade, aumento da taxa de juros, e conduziram aos governos Temer e Bolsonaro, que aprovaram o teto de gastos e a retirada de direitos dos trabalhadores.

Conclusão

O governo atual tem feito benfeitorias e trazido evolução para boa parte da população. Neste sentido não podemos dizer que ele é um “servo” do mercado financeiro Por outro lado, o Banco Central “independente” esta atrelado aos interesses da elite rentista, que na sua gula por juros altos e outros privilégios prejudicam o desenvolvimento do país e do seu povo. Se Lula for reeleito, vamos ter que pressionar o governo e o Banco Central contra a altíssima taxa de juros que “rouba” de certa forma dinheiro público, e pela flexibilização do regime de metas que engessam arbitrariamente nosso desenvolvimento.


*Virgínia Pignot é médica e articulista. Mora em Toulouse, França, desde os anos 1980.



imagem 2




NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.




imagem noticia

Secreto - Crônica Poética - Por Romero Falcão*

22/09/2026

Quase um sólido geométrico,
face inclinada,
dedos, teclado numérico.

Se fosse um cubo,
contestariam o volume.

Se fosse um ovo,
apedrejariam a galinha.

Não, não é nada disso.
Não é o Super-Homem,
nem disco voador.

É a urna eletrônica,
que nunca provaram vício

Mas há quem queira
torná-la pedra,
caixa de lona,
e contar voto a voto
na décima casta zona

Ah, urna eletrônica,
respeitada mundo afora.
Mas aqui, na terrinha,
ah, picuinha, caipora!

Um urra da urna eletrônica:

— O voto é secreto.
A estupidez é ostensiva.


*Romero Falcão é cronista e poeta. Articulista de O Poder. @romerocoutinhodearruda



NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.

imagem noticia

Quase um sólido geométrico,
face inclinada,
dedos, teclado numérico.

Se fosse um cubo,
contestariam o volume.

Se fosse um ovo,
apedrejariam a galinha.

Não, não é nada disso.
Não é o Super-Homem,
nem disco voador.

É a urna eletrônica,
que nunca provaram vício

Mas há quem queira
torná-la pedra,
caixa de lona,
e contar voto a voto
na décima casta zona

Ah, urna eletrônica,
respeitada mundo afora.
Mas aqui, na terrinha,
ah, picuinha, caipora!

Um urra da urna eletrônica:

— O voto é secreto.
A estupidez é ostensiva.


*Romero Falcão é cronista e poeta. Articulista de O Poder. @romerocoutinhodearruda



imagem 2




NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.




imagem noticia

Teto desaba novamente na restauração. Incompetência de Raquel no caso é gritante

22/09/2026

Primeiro, a fachada. Impressionante. Para enganar os crédulos. Enquanto isso, la dentro, tudo continua caótico. Como noticiou o Blog do Magno, hoje, terça-feira, 22/09, por pouco não foi uma tragédia.

Ironia

Parte do teto da Sala de Saúde do Trabalhador do Hospital da Restauração (HR) do Recife caiu, expondo mais uma vez os problemas estruturais enfrentados pela principal emergência pública de Pernambuco. Logo a sala de segurança do trabalhador, que ironia.

O descaso total

A incompetência gerenciar é total. Todo mundo sabe que os tetos têm desabado em sucessão na Restauração.
A engenharia da unidade já foi acionada e esteve no local. Porém, isso é inacreditável, a equipe, informou que não dispõe, neste momento, do material necessário para realizar o reparo.

Confira

A seguir, vídeo registrando o desmantelo e comentário do nosso diretor José Nivaldo Junior.

imagem noticia

Primeiro, a fachada. Impressionante. Para enganar os crédulos. Enquanto isso, la dentro, tudo continua caótico. Como noticiou o Blog do Magno, hoje, terça-feira, 22/09, por pouco não foi uma tragédia.

Ironia

Parte do teto da Sala de Saúde do Trabalhador do Hospital da Restauração (HR) do Recife caiu, expondo mais uma vez os problemas estruturais enfrentados pela principal emergência pública de Pernambuco. Logo a sala de segurança do trabalhador, que ironia.

O descaso total

A incompetência gerenciar é total. Todo mundo sabe que os tetos têm desabado em sucessão na Restauração.
A engenharia da unidade já foi acionada e esteve no local. Porém, isso é inacreditável, a equipe, informou que não dispõe, neste momento, do material necessário para realizar o reparo.

Confira

A seguir, vídeo registrando o desmantelo e comentário do nosso diretor José Nivaldo Junior.








imagem noticia

Sob El Niño, primavera deve ter calor, seca e tempestades severas

22/09/2026

A primavera de 2026 chega ao Hemisfério Sul hoje, terça-feira (22/09), às 21h05, com previsão de altas temperaturas e formação rápida de tempestades severas no Brasil.


As regiões

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a influência do El Niño deve acentuar a seca nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Já no Sudeste e no Sul do país, a projeção é de que o fenômeno vai agravar o excesso de chuvas.

“O El Niño tem potencial para influenciar as condições climáticas no Brasil durante a primavera, especialmente nas regiões Sul, Norte e Nordeste”, afirma o meteorologista do Inmet, Mozar de Araújo Salvador.

Primavera

Nesta primavera, o El Niño tem mais de 90% de probabilidade de atingir a categoria de muito forte e 75% de chance de ser o evento mais forte registrado desde 1950, conforme as projeções do Centro de Previsão Climática da Administração Nacional Oceânica e Atmos...

imagem noticia

A primavera de 2026 chega ao Hemisfério Sul hoje, terça-feira (22/09), às 21h05, com previsão de altas temperaturas e formação rápida de tempestades severas no Brasil.


As regiões

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a influência do El Niño deve acentuar a seca nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Já no Sudeste e no Sul do país, a projeção é de que o fenômeno vai agravar o excesso de chuvas.

“O El Niño tem potencial para influenciar as condições climáticas no Brasil durante a primavera, especialmente nas regiões Sul, Norte e Nordeste”, afirma o meteorologista do Inmet, Mozar de Araújo Salvador.

Primavera

Nesta primavera, o El Niño tem mais de 90% de probabilidade de atingir a categoria de muito forte e 75% de chance de ser o evento mais forte registrado desde 1950, conforme as projeções do Centro de Previsão Climática da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (CPC/NOAA).

Influências

Segundo Mozar Salvador, a influência do fenômeno El Niño na primavera deste ano faz com que a estação ganhe diferentes contornos em relação aos anos anteriores.

Temporais e seca

Durante a primavera, o fluxo de umidade vinda da Amazônia fica mais intenso, levando chuvas para o centro-sul da Região Norte, Centro-Oeste e Sudeste do país.

Na Região Sul, também devem ocorrer Complexos Convectivos de Mesoescala – um aglomerado de tempestades em formato circular.

Sistemas


Segundo o meteorologista do Inmet, esses sistemas fazem com que haja significativa probabilidade de chuvas acima da média na Região Sul, assim como em parte das regiões Sudeste e Centro-Oeste.

“Nessas duas últimas regiões, os estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul podem se destacar com maiores volumes de chuvas”, complementa Salvador.

Norte e Nordeste

Por outro lado, o norte da Região Nordeste, especialmente o norte do Piauí e o noroeste do Ceará, deve receber menos chuvas.
“Nas Regiões Norte e Nordeste, há maior potencial para chuvas mais irregulares, resultando em déficit de chuvas em grande parte dessas regiões. Também há possibilidade de predomínio de déficit de chuva no centro-norte de Mato Grosso e no norte de Goiás”, afirma Salvador.

Equinócio

A primavera do Hemisfério Sul começa quando o planeta alcança o equinócio de setembro ? dia do ano em que os Hemisférios Norte e Sul recebem a mesma incidência de raios solares, tendo dia e noite com a mesma duração.

O fenômeno se repete duas vezes por ano: em março e em setembro, marcando o início da primavera ou do outono.

Dias longos

Ao longo dos próximos três meses, os dias passarão a ficar cada vez mais longos no Hemisfério Sul, até que seja atingido o solstício de dezembro, às 18h50 do dia 21, dando início ao verão.
No Hemisfério Norte, ocorre o oposto: o equinócio de setembro inicia o outono, e as noites ficam cada vez mais longas até que o inverno comece em dezembro.

Com Agência Brasil



imagem 2





imagem noticia

Teto da sala de saúde do Hospital da Restauração desaba no Recife

22/09/2026

Por pouco não foi uma tragédia. Parte do teto da Sala de Saúde do Trabalhador do Hospital da Restauração (HR), na área central do Recife, caiu, expondo mais uma vez os problemas estruturais enfrentados pela principal emergência pública de Pernambuco. A engenharia da unidade já foi acionada e esteve no local, mas, segundo informações repassadas à equipe, informou que não dispõe, neste momento, do material necessário para realizar o reparo.

Reforma

A queda ocorre em meio à ampla reforma anunciada pelo Governo de Pernambuco para o HR. Em junho deste ano, a governadora Raquel Lyra (PSD) afirmou que a unidade passa pela maior transformação estrutural de sua história, com investimento de cerca de R$ 168 milhões em obras de ampliação e recuperação.

Com blog do Magno



imagem noticia

Por pouco não foi uma tragédia. Parte do teto da Sala de Saúde do Trabalhador do Hospital da Restauração (HR), na área central do Recife, caiu, expondo mais uma vez os problemas estruturais enfrentados pela principal emergência pública de Pernambuco. A engenharia da unidade já foi acionada e esteve no local, mas, segundo informações repassadas à equipe, informou que não dispõe, neste momento, do material necessário para realizar o reparo.

Reforma

A queda ocorre em meio à ampla reforma anunciada pelo Governo de Pernambuco para o HR. Em junho deste ano, a governadora Raquel Lyra (PSD) afirmou que a unidade passa pela maior transformação estrutural de sua história, com investimento de cerca de R$ 168 milhões em obras de ampliação e recuperação.

Com blog do Magno



imagem 2





imagem noticia

Imprensa nacional repercute mensagens de Vorcaro que se definia como ‘o número 1’ de Hugo Motta

22/09/2026

As mensagens ganharam ampla repercussão nacional e mostram a relação do presidente da Câmara do Deputados Hugo Motta com o banqueiro Daniel Vorcaro. Dados extraídos pela Polícia Federal do celular de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, revelam mensagens em que o banqueiro afirmava ter relação próxima com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), a quem chamava de “irmão”. As informações foram divulgadas pelo blog da jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo.

O número 1

Vorcaro se definiu como “o número 1” de Motta em conversa com seu diretor jurídico, Luiz Rennó, em 2 de fevereiro de 2025, um dia depois da eleição do deputado para o comando da Câmara.

Troca de mensagens

Na troca de mensagens, Vorcaro disse que estava em Brasília “com Davi e Hugo”, em referência ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e ao próprio Hugo Motta. Rennó, então, perguntou se o banqueiro “transita...

imagem noticia

As mensagens ganharam ampla repercussão nacional e mostram a relação do presidente da Câmara do Deputados Hugo Motta com o banqueiro Daniel Vorcaro. Dados extraídos pela Polícia Federal do celular de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, revelam mensagens em que o banqueiro afirmava ter relação próxima com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), a quem chamava de “irmão”. As informações foram divulgadas pelo blog da jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo.

O número 1

Vorcaro se definiu como “o número 1” de Motta em conversa com seu diretor jurídico, Luiz Rennó, em 2 de fevereiro de 2025, um dia depois da eleição do deputado para o comando da Câmara.

Troca de mensagens

Na troca de mensagens, Vorcaro disse que estava em Brasília “com Davi e Hugo”, em referência ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e ao próprio Hugo Motta. Rennó, então, perguntou se o banqueiro “transita bem” com o deputado. Vorcaro respondeu: “Transito bem? Kkkk. Sou ‘number 1’. Amigo irmão”.

A eleição de Motta

A eleição de Motta para a Presidência da Câmara ocorreu em primeiro turno, com 444 votos e apoio de 17 partidos, entre eles PL e PT. No mesmo dia, Alcolumbre foi eleito presidente do Senado, com 73 votos entre 81 senadores. Procurado por meio de sua assessoria, Hugo Motta ainda não havia se manifestado sobre o teor das mensagens.

Revelação

A revelação amplia o conjunto de informações sobre a relação de Vorcaro com autoridades políticas no contexto das investigações envolvendo o Banco Master. Em junho, a Polícia Federal apontou que o banqueiro custeou estadias para Motta durante uma viagem a Lisboa, em 2024.
Na ocasião, o presidente da Câmara disse “não ver problemas” no pagamento das diárias, sob o argumento de que se tratava de um evento “corporativo e jurídico”. Segundo a investigação, Vorcaro bancou suítes em um hotel da capital portuguesa para Motta e para o senador Ciro Nogueira (PP-PI).

A cunhada de Motta

A reportagem também lembra que, em março de 2024, Bianca Medeiros, cunhada de Hugo Motta, tomou um empréstimo de pelo menos R$ 22 milhões com o Banco Master. Segundo a Folha de S. Paulo, o crédito foi usado para a compra de um terreno em João Pessoa.

As mensagens

Mensagens já divulgadas anteriormente indicam ainda que Motta era recebido por Vorcaro em sua casa. Em março de 2025, em conversa com a então namorada Martha Graeff, o dono do Master foi questionado se estava acompanhado. Ele respondeu que “Hugo e Ciro” haviam chegado à residência para “falar com Alexandre”, em referência ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Com Brasil 247



imagem 2





imagem noticia

Vítima do assédio eleitoral a vários de seus apoiadores, André Gadelha convoca cruzada contra corrupção

22/09/2026

O candidato ao Senado pela Paraíba, André Gadelha, indignado com as sucessivas operações de assédio eleitoral a políticos que o apoiam, reagiu. Ele, que levantou desde a pré-campanha o tema do combate à corrupção, faz agora um novo apelo.

NEGO

André convoca o eleitorado paraibano a não se deixar corromper e a integrar "a corrente do bem contra o mal".
Com a bandeira do Estado, que registra a expressão de rebeldia de João Pessoa, quase um século atrás ele registra a sua indignação.

Confira a fala de André

<'video'>

imagem noticia

O candidato ao Senado pela Paraíba, André Gadelha, indignado com as sucessivas operações de assédio eleitoral a políticos que o apoiam, reagiu. Ele, que levantou desde a pré-campanha o tema do combate à corrupção, faz agora um novo apelo.

NEGO

André convoca o eleitorado paraibano a não se deixar corromper e a integrar "a corrente do bem contra o mal".
Com a bandeira do Estado, que registra a expressão de rebeldia de João Pessoa, quase um século atrás ele registra a sua indignação.

Confira a fala de André








imagem noticia

Comícios, caminhadas, carreata e sabatinas movimentam agendas dos presidenciáveis nesta terça-feira

22/09/2026

Os candidatos à Presidência da República têm compromissos eleitorais previstos para hoje, terça-feira (22/09). As atividades ocorrem em diferentes pontos do país e incluem entrevistas, reuniões políticas, comícios, carreatas encontros com apoiadores e participação em eventos.

Entre os locais que terão atividades dos presidenciáveis, estão São Paulo, Goiás, São Luiz (MA) e Minas Gerais.

Agenda dos presidenciáveis
Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
Nova York (EUA)
8h40 – Encontro com o Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres
9h – Discurso na abertura da Assembleia Geral da ONU
13h50 – Partida para Brasília
Local: Aeroporto Internacional John F. Kennedy
23h40 – Chegada a Brasília
Local: Base Aérea de Brasília

Flávio Bolsonaro (PL)
São Luís (MA)
10h – Recepção no Aeroporto Internacional Marechal Cunha Machado
10h22 – Início da moto-carreata
Concentração:...

imagem noticia

Os candidatos à Presidência da República têm compromissos eleitorais previstos para hoje, terça-feira (22/09). As atividades ocorrem em diferentes pontos do país e incluem entrevistas, reuniões políticas, comícios, carreatas encontros com apoiadores e participação em eventos.

Entre os locais que terão atividades dos presidenciáveis, estão São Paulo, Goiás, São Luiz (MA) e Minas Gerais.

Agenda dos presidenciáveis
Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
Nova York (EUA)
8h40 – Encontro com o Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres
9h – Discurso na abertura da Assembleia Geral da ONU
13h50 – Partida para Brasília
Local: Aeroporto Internacional John F. Kennedy
23h40 – Chegada a Brasília
Local: Base Aérea de Brasília

Flávio Bolsonaro (PL)
São Luís (MA)
10h – Recepção no Aeroporto Internacional Marechal Cunha Machado
10h22 – Início da moto-carreata
Concentração: QG do Capitão – BR-135 km 0, retorno do aeroporto
12h – Comício
Local: Av. Daniel de La Touche, 2, bairro Cohajap (ponto de referência: estacionamento)

Romeu Zema (Novo)
Minas Gerais (MG)
10h – Entrevista ao vivo TV Poços
11h – Entrevista (gravada) para a Jovem Pan Poços
12h – Entrevista ao vivo para a rádio Onda Poços
12h30 – Almoço com empresários da Ácia.
Local: R. Barros Cobra, 35 – Centro, Poços de Caldas – MG, 37701-018.
14h40 – Caminhada no centro de Poços de Calda.
Local: Mercado Municipal de Poços de Caldas/ R. Pernambuco, s/n – Centro, Poços de Caldas – MG, Brasil.

Renan Santos (Missão)
São Paulo (SP)
10h30 — Missa em Aparecida
Local: Santuário Nacional de Nossa Senhora da Conceição Aparecida
11h30 — Encontro com apoiadores e candidatos da Missão
Local: Estacionamento do Santuário Nacional de Nossa Senhora da Conceição Aparecida
13h — Ato de campanha em São José dos Campos
Local: Universidade do Vale do Paraíba – Campus Castejón
19h45 – Sabatina Rede Record

Ronaldo Caiado (PSD)
Goiás
15h30 – Carreata em Buriti Alegre (GO)
Local: Concentração GO-419 (em frente à AABB) – BURITI ALEGRE/GO
16h30 – Carreata Morrinhos (GO)
Local: Concentração Igreja São José Operário – MORRINHOS/GO
20h30 – Reunião política com lideranças de Luziânia/GO
Local: Chácara Sorgatto (Avenida 6, Quadra 42, Lotes S/N, Parque Estrela Dalva VII) – LUZIÂNIA/GO

Augusto Cury (Avante)
São Paulo (SP)
10h: Agenda de entrevistas
Local: Online no QG da campanha em São Paulo (SP)
13h – Caminhada pelo Brás
14h – Visita à Igreja Casa de Oração do Brás em São Paulo (SP)
Local: Rua Visconde de Parnaíba, 1616 – Brás, São Paulo
19h – Participação em Sabatina da VEJA em São Paulo (SP)
Local: Av. Alcides Sangirardi, 301 Usina São Paulo – Espaço C – Cidade Jardim, São Paulo

Wilson Grassi (Democrata)
10h – Concede entrevista ao portal A Priori.
14h – Gravações externas e em estúdio com a equipe de audiovisual para materiais de campanha.

Hertz Dias (PSTU)
9h – Participa do podcast ‘Tamir Convida’
13h – Participa do podcast IronTalks

Edmilson Costa (PCB)
Não divulgou agenda para esta terça.

Samara Martins (UP)
Reuniões internas da campanha.
Rui Costa Pimenta (PCO)
Não divulgou agenda para esta terça.
Clariana Barão (DC)
Não divulgou agenda para esta terça.

O Poder




Confira mais

a

Telefone/Whatsapp

Brasília

(61) 99667-4410

Recife

(81) 99967-9957

Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nosso site.
Ao utilizar nosso site e suas ferramentas, você concorda com a nossa Política de Privacidade.

Jornal O Poder - Política de Privacidade

Esta política estabelece como ocorre o tratamento dos dados pessoais dos visitantes dos sites dos projetos gerenciados pela Jornal O Poder.

As informações coletadas de usuários ao preencher formulários inclusos neste site serão utilizadas apenas para fins de comunicação de nossas ações.

O presente site utiliza a tecnologia de cookies, através dos quais não é possível identificar diretamente o usuário. Entretanto, a partir deles é possível saber informações mais generalizadas, como geolocalização, navegador utilizado e se o acesso é por desktop ou mobile, além de identificar outras informações sobre hábitos de navegação.

O usuário tem direito a obter, em relação aos dados tratados pelo nosso site, a qualquer momento, a confirmação do armazenamento desses dados.

O consentimento do usuário titular dos dados será fornecido através do próprio site e seus formulários preenchidos.

De acordo com os termos estabelecidos nesta política, a Jornal O Poder não divulgará dados pessoais.

Com o objetivo de garantir maior proteção das informações pessoais que estão no banco de dados, a Jornal O Poder implementa medidas contra ameaças físicas e técnicas, a fim de proteger todas as informações pessoais para evitar uso e divulgação não autorizados.

fechar