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Internacional - Na Rússia, Lula celebra 80 anos da vitória contra o nazismo

09/05/2025

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa, hoje, sexta-feira (09/05), em Moscou, na Rússia, da parada cívico-militar que celebra os 80 anos de vitória da União Soviética sobre a Alemanha nazista na Segunda Guerra Mundial.

A rendição
 
Nesta data, em 1945, o Exército Vermelho anunciou a rendição incondicional dos alemães, pondo fim ao conflito que devastou a Europa ocidental e matou dezenas de milhões de pessoas por mais de meia década (1939-1945).
 
Dia da Vitória

Na Rússia, a data é conhecida como Dia da Vitória e é marcada por uma grande celebração nacional. Lula está no país desde quarta-feira (7), a convite de Vladimir Putin, com quem manterá reunião bilateral ao longo do dia.
 
Cerimônia
 
De acordo com a agenda oficial divulgada pelo Palácio do Planalto, Lula inicia a programação às 10h, horário local (4h pelo horário de Brasília) com a participação na cerimô...

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa, hoje, sexta-feira (09/05), em Moscou, na Rússia, da parada cívico-militar que celebra os 80 anos de vitória da União Soviética sobre a Alemanha nazista na Segunda Guerra Mundial.

A rendição
 
Nesta data, em 1945, o Exército Vermelho anunciou a rendição incondicional dos alemães, pondo fim ao conflito que devastou a Europa ocidental e matou dezenas de milhões de pessoas por mais de meia década (1939-1945).
 
Dia da Vitória

Na Rússia, a data é conhecida como Dia da Vitória e é marcada por uma grande celebração nacional. Lula está no país desde quarta-feira (7), a convite de Vladimir Putin, com quem manterá reunião bilateral ao longo do dia.
 
Cerimônia
 
De acordo com a agenda oficial divulgada pelo Palácio do Planalto, Lula inicia a programação às 10h, horário local (4h pelo horário de Brasília) com a participação na cerimônia principal, na Praça Vermelha, centro da capital russa. Em seguida, o presidente participa da cerimônia de oferenda floral no túmulo do soldado desconhecido.
 
A agenda
 
A agenda prossegue com um almoço oferecido por Putin no Palácio do Kremlin, sede do governo russo. Na parte da tarde, ainda pela manhã no Brasil, Lula e Putin se reúnem em agenda bilateral. Estão previstos anúncios de parcerias comerciais e a assinatura de acordos na área de ciência e tecnologia.
 
Reunião bilateral

Ainda nesta sexta, Lula manterá uma reunião bilateral com o primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico, e terminará o dia de compromissos com um jantar oferecido pela Embaixada do Brasil em Moscou. Lula está acompanhado da primeira-dama Janja da Silva e por uma comitiva de ministros e autoridades da República, incluindo o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
 
Pequim
 
De Moscou, Lula e comitiva embarcam no dia seguinte para Pequim, na China, onde participam da cúpula entre o gigante asiático e países da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), nos dias 12 e 13 de maio, além de fazer uma visita de Estado, com a assinatura de, pelo menos, 16 atos bilaterais.

Foto: Ricardo Stuckert

Leia outras informações

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Lula diz que alertou Trump que EUA pararam de investir no Brasil e espaço foi ocupado pela China. Siga com tópicos abordados em reunião hoje para o seu Papo da Noite

07/05/2026

Lula afirmou que disse ao presidente dos EUA, Donald Trump, que o país parou de investir no Brasil e o espaço foi ocupado pela China. Lula discursou durante uma coletiva de imprensa na Embaixada do Brasil após seu encontro na Casa Branca com Donald Trump. "Disse ao presidente Trump de que é importante que os Estados Unidos voltem a ter interesse nas coisas do Brasil. Por exemplo, eu disse para ele que muitas vezes nós fazemos licitações internacionais para fazer uma rodovia, uma ferrovia, e os Estados Unidos não participam da licitação, quem participa são os chineses", disse Lula.

O presidente lembrou que os Estados Unidos foi o maior parceiro comercial do Brasil no século passado.

"Eu disse para ele que durante um bom tempo, tantos Estados Unidos deixaram de olhar para a América Latina, só olhava com o olhar de combate ao narcotráfico, como é o Brasil. A União Europeia deixou de olhar para a América Latina por conta da conquista do leste europeu e...

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Lula afirmou que disse ao presidente dos EUA, Donald Trump, que o país parou de investir no Brasil e o espaço foi ocupado pela China. Lula discursou durante uma coletiva de imprensa na Embaixada do Brasil após seu encontro na Casa Branca com Donald Trump. "Disse ao presidente Trump de que é importante que os Estados Unidos voltem a ter interesse nas coisas do Brasil. Por exemplo, eu disse para ele que muitas vezes nós fazemos licitações internacionais para fazer uma rodovia, uma ferrovia, e os Estados Unidos não participam da licitação, quem participa são os chineses", disse Lula.

O presidente lembrou que os Estados Unidos foi o maior parceiro comercial do Brasil no século passado.

"Eu disse para ele que durante um bom tempo, tantos Estados Unidos deixaram de olhar para a América Latina, só olhava com o olhar de combate ao narcotráfico, como é o Brasil. A União Europeia deixou de olhar para a América Latina por conta da conquista do leste europeu e deixou de olhar para a África também. E agora as pessoas perceberam a importância outra vez da América Latina nesse mundo conturbado", disse.

- Lula diz que um dia Trump “ainda vai fazer um Pix”. Brasil é alvo de investigação dos EUA que pode gerar imposição de novas tarifas ao país. Ação envolve o Pix, etanol e outros assuntos

- "Não precisamos inventar nada para a imprensa", diz Lula sobre ter pedido mudança em protocolo de encontro com Trump



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- Imprensa internacional repercute encontro de Lula com Trump

O jornal norte-americano NYT cobriu o evento em tempo real. O NYT afirmou que o encontro ocorreu em um clima de “trégua frágil” após meses de tensão diplomática, marcados por tarifas americanas contra produtos brasileiros, críticas públicas e divergências sobre o processo contra Jair Bolsonaro. O jornal destacou que a reunião na Casa Branca durou cerca de três horas, mas terminou sem a coletiva de imprensa conjunta prevista. A BBC News também cobriu a reunião em tempo real. Afirmou que houve surpresa entre os jornalistas que cobrem a Casa Branca após Lula deixar a reunião com Trump sem participar da tradicional aparição diante das câmeras no Salão Oval, algo comum em encontros com líderes estrangeiros. Segundo a emissora, ainda não está claro o que isso revela sobre a conversa entre os 2 presidentes, embora Trump tenha dito que a reunião “correu muito bem”. A expectativa da imprensa era ouvir mais detalhes em uma coletiva posterior de Lula na embaixada brasileira em Washington. A BBC descreveu o dia como um “jogo de espera” para os jornalistas. O horário oficial da agenda da Casa Branca já costuma atrasar, mas, desta vez, os repórteres esperaram cerca de 3 horas sem receber orientações até descobrirem que Lula estava deixando o local.

- Lula brinca com Trump: "espero que você não anule o visto dos jogadores da seleção brasileira para a Copa do Mundo"

- Lula consegue 30 dias para negociar com Trump sobre tarifas. Presidente disse que o norte-americano aceitou que equipes dos 2 países listem as diferenças sobre cobrança de impostos e que cada parte reduza tarifas caso seja necessário.



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- Lula diz que facções não foi tema em conversa com Trump

Lula afirmou que o enfrentamento ao crime organizado e ao tráfico de drogas exige a superação de temas considerados tabus e a adoção de uma estratégia internacional baseada em alternativas econômicas, e não apenas em ações militares. "Como você vai fazer um país deixar de produzir coca se você não oferece alternativa de outro produto para que alguém possa plantar a ganhar dinheiro? E nós temos que incentivar o plantio de outra coisa e sermos os compradores para que as pessoas possam sobreviver. Enquanto houver gente necessitada de recursos e consumidores, não vamos parar de ter o mundo cheio de droga por tudo quanto é lado", disse o presidente. Segundo Lula, não discutiram a situação das facções brasileiras serem declaradas como grupos terroristas, possibilidade levantada nos EUA. "Não discutimos facção criminosa e terrorismo com o presidente Trump, partindo dele falar de alguma facção no Brasil", afirmou Lula.

- "Amor à primeira vista, química", diz Lula sobre relação com Trump. Após encontro na Casa Branca, presidente brasileiro afirmou que tem interesse em fazer "os melhores acordos" com os EUA. "Nossa relação é muito boa"



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- Terra raras: Lula diz que terras raras são questão de "soberania nacional"

O presidente Lula disse que falou com Trump sobre a proposta que trata de minerais críticos, aprovada pela Câmara dos Deputados ontem, 06/05, e que trata o tema como "soberania nacional". "Disse ao presidente [Donald] Trump que não só fizemos uma coisa extraordinária aprovando na Câmara ontem a lei sobre a questão dos minerais críticos, como a aprovação de um Conselho sob a coordenação da Presidência da República, tratando a questão dos minerais críticos como uma questão de soberania nacional", disse Lula.

- Lula disse ainda que não quer que o Brasil seja apenas um exportador de minerais críticos e sim que "seja o grande ganhador dessa riqueza que a natureza nos deu".

- Lula sobre encontro com Trump: “Almoço teve boa salada e boa carne”. O presidente brasileiro também brincou sobre a refeição. “Ele reclamou que não gosta de laranja na salada e foi retirando a laranja da salada”, afirmou Lula ao comentar a postura de Trump durante o almoço.



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- "Trump não vai mudar o jeito dele de ser por causa de uma reunião comigo", diz Lula ao comentar guerras

Lula afirmou que não espera mudanças na postura de Donald Trump em relação a conflitos internacionais após a reunião de quase três horas entre os dois na Casa Branca. Afirmou que há diferenças claras de visão entre os dois sobre a geopolítica internacional, mas disse que evitou adotar um tom de confronto. Para o presidente, Trump disse que acredita que as questões do Irã e Venezuela estão resolvidas. O presidente declarou ainda que não pretende entrar em embates com Trump por causa de divergências sobre guerras. Lula defendeu que o caminho para resolver crises internacionais passa pelo diálogo, e não pelo uso da força. “Trump não vai mudar o jeito dele de ser por causa de uma reunião de três horas comigo”, disse. “Conversar é muito mais barato. Não tem morte, não tem vítima.” Lula disse ainda que falou com Trump sobre a necessidade de reformar o Conselho de Segurança da ONU.

-Lula sobre Trump e Venezuela: "Ele acha que na Venezuela está tudo resolvido. Eu espero que esteja. Eu lido com a Venezuela desde 2002. Eu acho que a Venezuela... Eu espero que a Venezuela resolva seus problemas, porque o povo venezuelano precisa ter uma chance na vida de viver bem", comentou.

- Lula sobre Trump e Irã: "Invasão do Irã" vai causar mais prejuízo do que Trump imagina

Lula afirmou que a guerra do Irã vai causar muito mais prejuízo para os EUA do que Donald Trump "imagina". "O que eu fiz questão de dizer para ele é o que eu penso das coisas que eu acho que podem ser feitas. Eu acredito muito mais no diálogo do que na guerra. Eu acho que a invasão do Irã vai causar mais prejuízo do que ele está imaginando", afirmou Lula. "Mas tem várias suposições. Ele acha que a guerra já acabou, não é o real. Mas ele acha, eu não vou ficar brigando com ele por causa da visão que ele tem da guerra", adicionou.

- Trump diz que Irã "não pode ter arma nuclear" após conversa com UE. Presidente dos EUA fez declaração após uma conversa com Ursula von der Leyen, Presidente da Comissão Europeia, hoje à tarde.



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- Dólar hoje termina pregão estável, a R$ 4,92, com foco em notícias da guerra no Irã

- Líbano e Israel farão nova rodada de negociações nos EUA em meio a frágil trégua. Encontro nos dias 14 e 15 será o terceiro entre os países, que não têm relações diplomáticas formais.



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- ONU condena ataques de Israel contra centros médicos no Líbano

A ONU condenou os ataques israelenses contra centros médicos e paramédicos, alertando que tais ataques “prejudicam o acesso das pessoas aos cuidados de saúde e colocam em risco tanto os pacientes quanto os profissionais que atuam na linha de frente”. Instalações de saúde foram atacadas pelo menos 151 vezes, informou a Organização Mundial da Saúde.




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Jaboatão apresenta em São Paulo PPP da Atenção Primária e reúne empresas interessadas no projeto

07/05/2026

São Paulo é a primeira cidade a sediar o roadshow de apresentação da Parceria Público-Privada (PPP) para a Modernização da Atenção Primária à Saúde da Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes. O encontro acontece hoje, quinta-feira (dia 07/05), no empresarial WTC e reúne sete empresas que demonstraram interesse em conhecer do edital lançado pela gestão municipal na última terça-feira (dia 05/05).

A PPP

Prevê investimento de aproximadamente R$ 198 milhões em um contrato de 19 anos. O projeto é considerado pioneiro na área da Atenção Primária à Saúde. A proposta prevê a modernização da infraestrutura da rede municipal, com construção, reconstrução e requalificação de unidades de saúde, além da operação de serviços de apoio e manutenção predial.

O prefeito Mano Medeiros

Disse que o roadshow é uma etapa estratégica para garantir parceiros qualificados e fortalecer os serviços ofertados à população. “Estamos apresentando...

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São Paulo é a primeira cidade a sediar o roadshow de apresentação da Parceria Público-Privada (PPP) para a Modernização da Atenção Primária à Saúde da Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes. O encontro acontece hoje, quinta-feira (dia 07/05), no empresarial WTC e reúne sete empresas que demonstraram interesse em conhecer do edital lançado pela gestão municipal na última terça-feira (dia 05/05).

A PPP

Prevê investimento de aproximadamente R$ 198 milhões em um contrato de 19 anos. O projeto é considerado pioneiro na área da Atenção Primária à Saúde. A proposta prevê a modernização da infraestrutura da rede municipal, com construção, reconstrução e requalificação de unidades de saúde, além da operação de serviços de apoio e manutenção predial.

O prefeito Mano Medeiros

Disse que o roadshow é uma etapa estratégica para garantir parceiros qualificados e fortalecer os serviços ofertados à população. “Estamos apresentando um projeto estruturado, responsável e inovador, que vai permitir mais eficiência na gestão das unidades e melhores condições de atendimento para a população. O nosso foco continua sendo cuidar das pessoas e fortalecer o SUS em Jaboatão”, afirmou.

Entre os serviços previstos na PPP

Estão limpeza, vigilância patrimonial, recepção, gestão de resíduos e suporte administrativo, permitindo que as equipes de saúde concentrem esforços no atendimento aos usuários.

Melhor assistência

A secretária municipal de Saúde, Zelma Pessôa, ressaltou que a iniciativa vai contribuir diretamente para a melhoria da assistência prestada nas unidades básicas. “O projeto foi pensado para qualificar os espaços de atendimento, oferecer mais conforto aos usuários e garantir melhores condições de trabalho para os profissionais da saúde. Isso impacta diretamente na qualidade do serviço prestado à população”, declarou.

Atendimento

“Trata-se de uma PPP que vai trazer impactos sociais significativos, especialmente em áreas de maior vulnerabilidade socioeconômica”, explica o diretor de Planejamento e Relações Institucionais do BNDES, Nelson Barbosa. Segundo ele, “as novas unidades de saúde resultarão em um atendimento mais eficiente, reduzindo desigualdades no acesso à saúde e melhorando a qualidade de vida da população”.

Nesta primeira etapa

O projeto prevê a requalificação de cinco Unidades de Saúde da Família, definidas a partir de critérios de vulnerabilidade social e necessidade estrutural. A gestão da saúde seguirá pública, com manutenção dos serviços gratuitos, conforme as diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS)..De acordo com o projeto, serão construídas as USFs Jardim Muribeca I e II, Vila Sotave e João de Deus, Jardim Coqueiral e Dois Carneiros Baixo, além de reconstruída e ampliada a USF Quadros. Para isso, estão previstos R$ 36,6 milhões em investimentos para construção e equipagem, e mais aproximadamente R$ 75 milhões em investimentos operacionais ao longo do período contratual.

A estruturação do edital

Contou com apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social e da International Finance Corporation. O cronograma do roadshow inclui ainda apresentações em outras cidades brasileiras.

Imagem - Lançamento do edital, na terças-feira passada.




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Master - Operação contra o senador Ciro Nogueira reduz chance de fechar delação de Vorcaro

07/05/2026

A quinta fase da Operação 'Compliance Zero', que teve como um dos alvos o presidente do Progressistas, senador Ciro Nogueira (PP-PI), reduz ainda mais as chances do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, fechar um acordo de colaboração premiada. A avaliação de fontes a par da investigação é que já há dados consistentes sobre a fraude financeira, o que permitiu à PF deflagrar uma operação contra o chamado "andar de cima" da política. A ação de hoje foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do STF, relator da ação penal do caso Master.

Celulares e caminhos do esquema

Para conseguir um acordo, Vorcaro teria que apresentar provas e elementos novos para o esclarecimento da fraude financeira bilionária. A avaliação, porém, é que o vasto conteúdo dos aparelhos celulares de Daniel Vorcaro e outros investigados indica o caminho do esquema e da rede de proteção que o ex-banqueiro formou por meio da relação com autoridades. Segundo interlocutores com acesso...

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A quinta fase da Operação 'Compliance Zero', que teve como um dos alvos o presidente do Progressistas, senador Ciro Nogueira (PP-PI), reduz ainda mais as chances do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, fechar um acordo de colaboração premiada. A avaliação de fontes a par da investigação é que já há dados consistentes sobre a fraude financeira, o que permitiu à PF deflagrar uma operação contra o chamado "andar de cima" da política. A ação de hoje foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do STF, relator da ação penal do caso Master.

Celulares e caminhos do esquema

Para conseguir um acordo, Vorcaro teria que apresentar provas e elementos novos para o esclarecimento da fraude financeira bilionária. A avaliação, porém, é que o vasto conteúdo dos aparelhos celulares de Daniel Vorcaro e outros investigados indica o caminho do esquema e da rede de proteção que o ex-banqueiro formou por meio da relação com autoridades. Segundo interlocutores com acesso às informações, há citações a políticos de direita, de esquerda, mas principalmente de centro na proposta de delação.



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André Mendonça

O ministro André Mendonça relatou a interlocutores ver manipulação da defesa do banqueiro e seletividade de informações. Em consequência, teria passado a avaliar uma revisão de sua estratégia para o caso. O dono do Master narra datas, horários e cidades em que realizou encontros, reuniões, festas e viagens com políticos.

Ciro Nogueira

O senador Ciro Nogueira, alvo da operação de hoje, é um líder do Centrão. Presidente do PP, ele foi ministro da Casa Civil do governo de Jair Bolsonaro. Tomou posse no dia 4 de agosto de 2021, prometendo ser um "extintor" das crises no Palácio do Planalto. Ciro está proibido de manter contato com testemunhas e demais investigados na operação. A PF apontou, em relatório enviado ao STF, que o senador recebeu "vantagens indevidas" de Daniel Vorcaro, dono do antigo Banco Master. Segundo o documento, o parlamentar teria apresentado uma emenda com o objetivo de ampliar a cobertura do FGC, Fundo Garantidor de Crédito, de R$ 250 mil para R$ 1 milhão. Segundo investigadores, o instrumento teria sido elaborado com participação de integrantes do Banco Master. (com a CNN)



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André Gadelha diz na cara de Hugo Motta que inimigo dos empresários não é escala 5X2 mas impostos e corrupção

07/05/2026

Em sessão especial da Assembleia Legislativa da Paraíba, com a presença do presidente da Câmara, Hugo Motta, diversos deputados importantes, empresários e autoridades, para tratar do fim da escala 6X 1, o pré-candidato ao Senado, André Gadelha (MDB), botou o dedo no ponto crucial. Ele disse que o Brasil não pode ir na contramão do mundo onde todos vivem melhor. Ali, os trabalhadores trabalham menos, os impostos são muito mais baixos e a corrupção em níveis irrisórios.

Problemas reais

Temos que enfrentar os problemas reais. Defendo a escala 5 X 2, hoje já vitoriosa, com um período de transição para setores mais sensíveis, onde deve prevalecer a liberdade de negociação patrões/empregados. Mas nada resolve com esses níveis de impostos e, principalmente, a corrupção instalada no país. A corrupção desvia recursos que deveriam resolver problemas reais do povo para golpes milionários, farras, privilégios e e abusos de autoridade, como verificamos recentem...

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Em sessão especial da Assembleia Legislativa da Paraíba, com a presença do presidente da Câmara, Hugo Motta, diversos deputados importantes, empresários e autoridades, para tratar do fim da escala 6X 1, o pré-candidato ao Senado, André Gadelha (MDB), botou o dedo no ponto crucial. Ele disse que o Brasil não pode ir na contramão do mundo onde todos vivem melhor. Ali, os trabalhadores trabalham menos, os impostos são muito mais baixos e a corrupção em níveis irrisórios.

Problemas reais

Temos que enfrentar os problemas reais. Defendo a escala 5 X 2, hoje já vitoriosa, com um período de transição para setores mais sensíveis, onde deve prevalecer a liberdade de negociação patrões/empregados. Mas nada resolve com esses níveis de impostos e, principalmente, a corrupção instalada no país. A corrupção desvia recursos que deveriam resolver problemas reais do povo para golpes milionários, farras, privilégios e e abusos de autoridade, como verificamos recentemente, embutiu na sua fala.

Hugo Motta

Segundo testemunhos, corou e baixou a cabeça quando André mencionou os recentes casos de corrupção de políticos.

Confira

Assista a trecho do vídeo da fala de André Gadelha.








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Última - Trump elogia reunião e fala que novos encontros ocorrerão. Diz que Lula é "muito dinâmico"

07/05/2026

O presidente Trump, elogiou a reunião que teve com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O norte-americano avaliou o encontro como “muito bom”. Em uma rede social, Trump disse que os dois discutiram temas como comércio e tarifas. Segundo ele, novas conversas entre representantes dos dois países já estão previstas para avançar em pontos considerados estratégicos. “Acabo de concluir minha reunião com Luiz Inácio Lula da Silva, o muito dinâmico presidente do Brasil. Discutimos muitos temas, incluindo comércio e, especificamente, tarifas”, diz o texto. “A reunião foi muito boa. Nossos representantes devem se reunir para tratar de alguns pontos-chave. Novos encontros serão marcados nos próximos meses, conforme necessário.” (Com G1)

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O presidente Trump, elogiou a reunião que teve com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O norte-americano avaliou o encontro como “muito bom”. Em uma rede social, Trump disse que os dois discutiram temas como comércio e tarifas. Segundo ele, novas conversas entre representantes dos dois países já estão previstas para avançar em pontos considerados estratégicos. “Acabo de concluir minha reunião com Luiz Inácio Lula da Silva, o muito dinâmico presidente do Brasil. Discutimos muitos temas, incluindo comércio e, especificamente, tarifas”, diz o texto. “A reunião foi muito boa. Nossos representantes devem se reunir para tratar de alguns pontos-chave. Novos encontros serão marcados nos próximos meses, conforme necessário.” (Com G1)




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Última - Trump e Lula cancelam entrevista à imprensa na Casa Branca

07/05/2026

Os presidentes dos EUA, Donald Trump, e Lula cancelaram a entrevista conjunta que dariam à imprensa na Casa Branca hoje, quinta-feira, 07/05. A Casa Branca ainda não havia confirmado a informação até os últimos momentos, mas assessores da Presidência presentes na Casa Branca disseram que o presidente Lula já deixou o local em direção à Embaixada do Brasil em Washington, onde falaria à imprensa. A informação é da equipe da TV Globo no local. (Com o G1)



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Os presidentes dos EUA, Donald Trump, e Lula cancelaram a entrevista conjunta que dariam à imprensa na Casa Branca hoje, quinta-feira, 07/05. A Casa Branca ainda não havia confirmado a informação até os últimos momentos, mas assessores da Presidência presentes na Casa Branca disseram que o presidente Lula já deixou o local em direção à Embaixada do Brasil em Washington, onde falaria à imprensa. A informação é da equipe da TV Globo no local. (Com o G1)



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Brasil suspende exigência de visto para chineses até 2026. Decisão em reciprocidade à China

07/05/2026

O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, oficializou hoje, quinta-feira, 07/05, o acordo que suspende a exigência de vistos para entrada de cidadãos chineses no Brasil em viagens de curta duração. A medida, que entra em vigor na próxima segunda-feira, 11/05, foi adotada em reciprocidade à China, que suspendeu a exigência de visto para cidadãos brasileiros entrarem no país em junho de 2025. A decisão foi publicada no DOU de hoje e anunciada por Alckmin em Fortaleza durante a abertura da 10ª edição do Salão do Turismo, evento promovido pelo Ministério do Turismo. Em discurso, Alckmin destacou o potencial de crescimento do número de turistas vindos da China, país com 1,3 bilhão de habitantes.

O acordo

Alckmin afirmou também que, mesmo com a exigência de vistos, o número de turistas chineses cresceu 35% no ano passado. A expectativa é de um crescimento ainda maior com a queda do visto. O acordo que suspende a exigência de vistos permanece em vigor at...

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O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, oficializou hoje, quinta-feira, 07/05, o acordo que suspende a exigência de vistos para entrada de cidadãos chineses no Brasil em viagens de curta duração. A medida, que entra em vigor na próxima segunda-feira, 11/05, foi adotada em reciprocidade à China, que suspendeu a exigência de visto para cidadãos brasileiros entrarem no país em junho de 2025. A decisão foi publicada no DOU de hoje e anunciada por Alckmin em Fortaleza durante a abertura da 10ª edição do Salão do Turismo, evento promovido pelo Ministério do Turismo. Em discurso, Alckmin destacou o potencial de crescimento do número de turistas vindos da China, país com 1,3 bilhão de habitantes.

O acordo

Alckmin afirmou também que, mesmo com a exigência de vistos, o número de turistas chineses cresceu 35% no ano passado. A expectativa é de um crescimento ainda maior com a queda do visto. O acordo que suspende a exigência de vistos permanece em vigor até 31 de dezembro de 2026 e é válido para viagens de até 30 dias para turismo, negócios, trânsito, além da participação em atividades artísticas ou esportivas.



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Decisão de suspender

A decisão de suspender a exigência de visto foi anunciada pelo presidente Lula em 23/01. No dia anterior, Lula havia comunicado a decisão ao líder chinês Xi Jinping em conversa por telefone. O Brasil vive um momento de ascensão na entrada de turistas vindos de outros países. Em 2025, o Brasil alcançou o recorde de 9,2 milhões de turistas estrangeiros. No primeiro trimestre de 2026, 3,4 milhões de visitantes internacionais entraram no país.




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'O discurso da desigualdade social' - Por Jarbas Beltrão*

07/05/2026

'Todos falam da desigualdade'

Tornou-se lugar comum na fala das pessoas, sobretudo das camadas médias de classes médias prá baixo, bem como dos discursos políticos, principalmente em tempos pré-eleitorais, o argumento de condenação da "injustiça social" , produto da desigualdade social.

Políticos, demagogicamente, apresentam suas promessas de acabar com as "condenáveis desigualdades sociais" ou pelo menos reduzí-las.

A desigualdade social é o "mote" que serve de apoio para os mais absurdos e demagógicos argumentos, principalmente, dos que professam fé "esquerdista" (populistas, socialistas, comunistas, social-democratas e outros). Embora, dentro dos que professam as crenças "direitistas", isto não deixe de acontecer.

A ingenuidade no campo da "esquerda" como da "direita" é o produto da desinformação.

'Esquerda e desigualdade social'

A "Esquerda" é o alvo que pretendemos abordar, por...

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'Todos falam da desigualdade'

Tornou-se lugar comum na fala das pessoas, sobretudo das camadas médias de classes médias prá baixo, bem como dos discursos políticos, principalmente em tempos pré-eleitorais, o argumento de condenação da "injustiça social" , produto da desigualdade social.

Políticos, demagogicamente, apresentam suas promessas de acabar com as "condenáveis desigualdades sociais" ou pelo menos reduzí-las.

A desigualdade social é o "mote" que serve de apoio para os mais absurdos e demagógicos argumentos, principalmente, dos que professam fé "esquerdista" (populistas, socialistas, comunistas, social-democratas e outros). Embora, dentro dos que professam as crenças "direitistas", isto não deixe de acontecer.

A ingenuidade no campo da "esquerda" como da "direita" é o produto da desinformação.

'Esquerda e desigualdade social'

A "Esquerda" é o alvo que pretendemos abordar, porque dela surge principalmente o argumento de que a base encontra-se na teoria da "mais valia". O "malvadão capitalista" se apropria da maior parte da riqueza produzida, deixando para os trabalhadores só o suficiente para sua manutenção/ reprodução.

Quem, na verdade, produz é o trabalhador, diz a mente esquerdista, comprometendo seu suor e sangue. O trabalhador do campo e da cidade é o herdeiro dos desapropriados, desde quando, surgiu a propriedade privada, fruto da expropriação e daí nasce a desigualdade social. Nesse contexto teórico, o trabalhador é aquele que encontra-se na ponta da cadeia do trabalho. Equívoco tremendo.

Com base neste argumento surgiu o contexto de relações humanas de que, "se um grupo ganha o outro só faz perder".

Ora, a medida que as sociedades humanas, se complexificam, isto é o efeito da complexificação estrutural de um modo geral, economia, política, cultura e por aí vai.

'Organizações de trabalho'

O mundo do trabalho é cada vez mais ocupado por inúmeras (já agora infinitas) organizações, onde as pessoas atuam, e de suas atuações tiram suas sobrevivência. Organizações na cidade e no campo.

Dentro das organizações, há uma inevitável hierarquia organizacional, onde pessoas e grupos exercem papéis e funções diversos.

De acordo com as posições a participação na riqueza é diferente e desigual.

O capital é o responsável econômico pela organização da produção e a produção é baseada numa demanda social, explicada pela escassez da mesma.



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Quanto ao Estado, o mesmo vai se complexificanfo à medida que demandas vão empurrando para tal complexidade. Atua, ou deveria atuar, como moderador, regulador das relações

A relação capital X trabalho não é uma relação de, quem ganha arranca a riqueza de quem "produz", mas uma relação de ganhos desiguais.

Numa sociedade de consumo, democrática, os que num certo momento histórico não são os organizadores - às vezes ocupam lugares na hierarquia organizacional/ social - em outros momentos alcançam condições para serem os organizadores.

Se o consumo pressiona o capital para planejar a produção é ai que reside o progresso humano.

O socialismo marxista transfere para a Planificação estatal, a organização, ou mesmo para as cooperativas de produção e consumo.

Neste caso, a liberdade de iniciativa econômica fica tolhida. Se fica tolhida, a escassez, não é suprida, não há atendimento da demanda, fica reprimida, inovação não ocorre.

A paralisia econômica é a marca da Planificação, e a fome, se não total, poderá ocorrer em alguns grupos.

O Estado asfixia a liberdade econômica e centraliza a produção/consumo. A produção voltada para os interesses do Estado ( militar e infra-estrutura) passa a ser a razão da vida econômica neste contexto.

Então, União Soviética, Leste da Europa, Cuba e Venezuela tiveram seus sistemas quebrados por conta dessa "geringonça" econômica, burocrática/ estatal/ partidária, controlando e sendo a alavancagem. Coreia do Norte tá se aguentando.



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China, Vietnã conseguiram, até agora a superação da "escassez", optaram por uma alavancagem econômica baseada na abertura para capitais ocidentais e produção para exportação - mercado. A produção para exportação gerou ocupações de trabalho a partir de uma hierarquia organizacional. Mas tais modelos preservam o controle estatal/ partidário. Até quando seguirá, é a questão.

Então, senhores políticos, a temporada de promessas, que não serão cumpridas, tá aberta. O público na sua maioria é desinformado. O Estado é apresentado como grande"casa de caridade", sempre , ainda, tem lugar para os programas sociais que não param de crescer. Bola prá frente. Grande parte da turma não gosta lá de muito trabalho. E quer lugar no assistencialismo, só não sabe de onde vem "tanta grana".


Fica dito


*Jarbas Beltrão é Historiador, professor de História da UPE. Mestre em Educação pela UFPB. MBA em Política Estratégia Defesa e Segurança pela Adesg e Faculdade Metropolitana São Carlos/SP. Vinculado ao MBA em Geopolítica e Novas Fronteiras, Cibernética e Inteligência Artificial pela Adesg (Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra) e Instituto Venturo. Membro associado Academy Ventury de Política e Estratégia.


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.




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Entre a Constituição e a conveniência política - Por Wellington Carneiro*

07/05/2026

Há algo profundamente perigoso acontecendo no Brasil.

E não é apenas a crise econômica. Não é apenas a degradação moral da política. Nem mesmo o aparelhamento ideológico das instituições.

O que deveria preocupar qualquer cidadão lúcido é o avanço silencioso do domínio político sobre o Judiciário.

A Justiça existe para proteger a Constituição e o ordenamento jurídico. Não para disputar protagonismo político. Não para tutelar a sociedade. E muito menos para substituir a vontade popular.

Quando ministros passam a agir como atores políticos, quando decisões judiciais começam a produzir efeitos eleitorais, quando interpretações constitucionais parecem seguir conveniências ideológicas, a democracia deixa de respirar normalmente.

Porque o Judiciário foi concebido para ser árbitro. Nunca jogador.

O problema é que, no Brasil de hoje, cresce a sensação de que determinadas Cortes abandonaram a postura de equ...

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Há algo profundamente perigoso acontecendo no Brasil.

E não é apenas a crise econômica. Não é apenas a degradação moral da política. Nem mesmo o aparelhamento ideológico das instituições.

O que deveria preocupar qualquer cidadão lúcido é o avanço silencioso do domínio político sobre o Judiciário.

A Justiça existe para proteger a Constituição e o ordenamento jurídico. Não para disputar protagonismo político. Não para tutelar a sociedade. E muito menos para substituir a vontade popular.

Quando ministros passam a agir como atores políticos, quando decisões judiciais começam a produzir efeitos eleitorais, quando interpretações constitucionais parecem seguir conveniências ideológicas, a democracia deixa de respirar normalmente.

Porque o Judiciário foi concebido para ser árbitro. Nunca jogador.

O problema é que, no Brasil de hoje, cresce a sensação de que determinadas Cortes abandonaram a postura de equilíbrio institucional para assumir um papel ativo na condução do país.

E isso é gravíssimo.

A própria discussão pública sobre “código de ética” para ministros e os alertas sobre politização dentro do sistema revelam que a preocupação já ultrapassou a crítica popular e passou a existir dentro das próprias estruturas do Judiciário.

Nenhuma democracia madura sobrevive quando a população começa a desconfiar da imparcialidade de seus juízes.

Sem confiança no Judiciário, o cidadão perde a última trincheira contra os abusos do poder.

E aqui reside o ponto central: não se trata de defender governo ou oposição. Trata-se de defender limites.

Porque toda instituição que perde seus freios acaba se tornando parte do problema que deveria combater.

O Brasil assiste, há anos, a uma escalada perigosa: decisões monocráticas com impactos nacionais; interpretações elásticas da Constituição; interferências sucessivas entre os Poderes; e um ambiente onde discordar de certas posições passou a ser tratado quase como afronta institucional.

Isso não fortalece a democracia. Isso enfraquece a República.

A independência entre os Poderes não foi criada para ornamentar discursos. Foi criada para impedir concentrações excessivas de autoridade.

Quando um Poder começa a ultrapassar suas fronteiras naturais, os demais deixam de funcionar em equilíbrio. E o resultado é exatamente o que vemos hoje: instabilidade institucional permanente.

O mais preocupante é que muitos dos que antes defendiam limites ao poder agora silenciam diante dos excessos, desde que estes atinjam seus adversários ideológicos.

Mas a história mostra algo simples: todo poder sem controle eventualmente se volta contra a própria sociedade.

Não existe democracia sólida onde juízes sejam tratados como líderes políticos. Não existe liberdade duradoura quando interpretações constitucionais passam a oscilar conforme o clima ideológico do momento.

A Justiça precisa voltar a ser previsível. Precisa voltar a ser técnica. Precisa voltar a ser respeitada não pelo medo, mas pela credibilidade.

Porque quando o cidadão começa a enxergar influência política onde deveria existir apenas imparcialidade, o que entra em colapso não é apenas a confiança nas Cortes.

É a própria ideia de Justiça.


*Wellington Carneiro é advogado. @pastorwellingtoncarneiro


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores. O Poder estimula o livre confronto de ideias e acolhe o contraditório. Todas as pessoas e instituições citadas têm assegurado espaço para suas manifestações.



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O fim do Plim-Plim: Como a internet estilhaçou o púlpito da doutrinação, por Zé da Flauta

07/05/2026

Antigamente, o brasileiro acordava com o plim-plim e dormia com o "boa noite" solene que ditava o que era bom, o que era belo e quem era o vilão da semana. Viver no Brasil era como habitar um imenso auditório onde a Rede Globo e as cartilhas escolares formavam um dueto de doutrinação cultural impecável, regendo o coro de milhões com a batuta de um monopólio invisível. Passamos décadas achando que tínhamos opinião própria, quando na verdade estávamos apenas repetindo o roteiro escrito por meia dúzia de iluminados em salas com ar-condicionado no Rio de Janeiro.

Quebra-cabeça

A internet não foi apenas uma ferramenta técnica, mas um "Big Bang" cognitivo que estilhaçou o espelho único da realidade. Saímos da caverna platônica onde as sombras eram projetadas em 4K para um campo aberto e caótico, onde cada indivíduo virou seu próprio emissor e curador. Se antes a verdade era uma mercadoria entregue em domicílio com horário marcado, hoje ela é um quebra-cab...

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Antigamente, o brasileiro acordava com o plim-plim e dormia com o "boa noite" solene que ditava o que era bom, o que era belo e quem era o vilão da semana. Viver no Brasil era como habitar um imenso auditório onde a Rede Globo e as cartilhas escolares formavam um dueto de doutrinação cultural impecável, regendo o coro de milhões com a batuta de um monopólio invisível. Passamos décadas achando que tínhamos opinião própria, quando na verdade estávamos apenas repetindo o roteiro escrito por meia dúzia de iluminados em salas com ar-condicionado no Rio de Janeiro.

Quebra-cabeça

A internet não foi apenas uma ferramenta técnica, mas um "Big Bang" cognitivo que estilhaçou o espelho único da realidade. Saímos da caverna platônica onde as sombras eram projetadas em 4K para um campo aberto e caótico, onde cada indivíduo virou seu próprio emissor e curador. Se antes a verdade era uma mercadoria entregue em domicílio com horário marcado, hoje ela é um quebra-cabeça infinito, forçando o cidadão a abandonar a passividade de espectador para assumir o risco, e a vertigem, de pensar por conta própria.

Reencontro

A emoção desse novo tempo transborda no alívio de quem finalmente ouve vozes que antes eram abafadas pelo chiado do silêncio imposto. É o desabafo de gerações que viram sua cultura, seus valores e suas dores serem ignorados ou caricaturados pelas lentes de quem se achava dono da narrativa nacional. Ver esse monopólio ruir é como assistir à queda de um muro que separava o Brasil real do Brasil oficial; é o reencontro emocionante de um povo com a sua própria diversidade, sem o filtro higienizador dos "doutores" da cultura.

trilha sonora

Refletindo sobre o amanhã, percebemos que a liberdade de expressão não é um porto seguro, mas um mar revolto que exige novos músculos mentais. A mudança é irreversível: a escola e a TV perderam o púlpito sagrado, e agora precisam aprender a dialogar em vez de apenas ditar. A internet quebrou a mordaça, mas cabe a nós garantir que essa nova polifonia não se torne um barulho vazio, e sim a trilha sonora de uma nação que prefere o risco da liberdade ao conforto da doutrinação.

Até a próxima!
Zé da Flauta é compositor e cronista



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