imagem noticia

Mano Medeiros : servidores do Jaboatão dos Guararapes terão aumento acima da inflação

09/05/2025

imagem noticia
Depois do reajuste salarial aos profissionais da Educação, o prefeito do Jaboatão dos Guararapes, Mano Medeiros, anunciou hoje, sexta-feira (09/05) o aumento salarial para os demais servidores do município. Após rodadas de negociação com os sindicatos que representam 12 categorias profissionais, ficou definido que o reajuste será de 5,33%.

Esse percentual

Ficou bem acima da tabela do IPCA, que foi de 4,56%. O acordo foi fechado com o Sindicato dos Servidores Municipais de Jaboatão dos Guararapes - SINSMUJG. O reajuste será feito em duas parcelas. A partir de maio, será aplicado o percentual de 4,56%. E, em outubro deste ano, a diferença percentual será implementada na folha de pagamento.

O aumento

Vai repercutir financeiramente com uma despesa anual no valor de R$ 313.153.832,45. As 12 categorias beneficiadas abrangem um universo de 3.090 servidores lotados em todos os setores da Prefeitura do Jaboatão dos G...

imagem noticia
Depois do reajuste salarial aos profissionais da Educação, o prefeito do Jaboatão dos Guararapes, Mano Medeiros, anunciou hoje, sexta-feira (09/05) o aumento salarial para os demais servidores do município. Após rodadas de negociação com os sindicatos que representam 12 categorias profissionais, ficou definido que o reajuste será de 5,33%.

Esse percentual

Ficou bem acima da tabela do IPCA, que foi de 4,56%. O acordo foi fechado com o Sindicato dos Servidores Municipais de Jaboatão dos Guararapes - SINSMUJG. O reajuste será feito em duas parcelas. A partir de maio, será aplicado o percentual de 4,56%. E, em outubro deste ano, a diferença percentual será implementada na folha de pagamento.

O aumento

Vai repercutir financeiramente com uma despesa anual no valor de R$ 313.153.832,45. As 12 categorias beneficiadas abrangem um universo de 3.090 servidores lotados em todos os setores da Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes.

O prefeito

Mano Medeiros assinou mais esse acordo e reafirmou o compromisso do Governo Municipal em valorizar todas as categorias de trabalhadores. "Essa semana já fechamos um acordo com o pessoal da Educação. Agora, mais uma etapa vencida, que vai beneficiar milhares de trabalhadores do Jaboatão. Como sempre, resultado de um esforço orçamentário e financeiro, garantindo melhorias salariais para todos", disse Mano.

Leia outras informações

imagem noticia

Lula é escoltado por primeiro Supersônico produzido no Brasil, o F-39E Gripen

25/03/2026

O presidente Lula foi escoltado pela primeira aeronave supersônica produzida no Brasil: o caça F-39E Gripen, da empresa sueca Saab. O modelo foi apresentado na manhã de hoje, quarta-feira, 25/03, no aeródromo da Embraer, em Gavião Peixoto, SP.



O Gripen é Montado totalmente no Brasil

A aeronave é fruto de uma parceria entre a Saab e a Embraer. É o primeiro caça supersônico a ser totalmente montado no país. O projeto prevê 36 unidades, com 15 sendo produzidas localmente. O custo total é de US$ 4 bilhões, R$ 21,25 bilhões. O Gripen, da empresa sueca Saab, é um caça equipado com sistemas avançados de combate e alta capacidade de operação em diferentes cenários. A aeronave pode atingir velocidades de até 2,4 mil km/h, o equivalente a cerca de 2 vezes a velocidade do som, e tem autonomia de até 2 horas e meia de voo. Ela também conta com capacidade de reabastecimento em pleno ar, o que amplia ainda mais seu alcance operacional. O modelo pr...

imagem noticia

O presidente Lula foi escoltado pela primeira aeronave supersônica produzida no Brasil: o caça F-39E Gripen, da empresa sueca Saab. O modelo foi apresentado na manhã de hoje, quarta-feira, 25/03, no aeródromo da Embraer, em Gavião Peixoto, SP.



imagem 2




O Gripen é Montado totalmente no Brasil

A aeronave é fruto de uma parceria entre a Saab e a Embraer. É o primeiro caça supersônico a ser totalmente montado no país. O projeto prevê 36 unidades, com 15 sendo produzidas localmente. O custo total é de US$ 4 bilhões, R$ 21,25 bilhões. O Gripen, da empresa sueca Saab, é um caça equipado com sistemas avançados de combate e alta capacidade de operação em diferentes cenários. A aeronave pode atingir velocidades de até 2,4 mil km/h, o equivalente a cerca de 2 vezes a velocidade do som, e tem autonomia de até 2 horas e meia de voo. Ela também conta com capacidade de reabastecimento em pleno ar, o que amplia ainda mais seu alcance operacional. O modelo produzido no Brasil levou quase três anos para ser montado. O F-39 substitui os antigos caças F-5, de origem americana, que estavam em operação há décadas.



imagem 3




Falou o presidente

Segundo Lula, o país marca um passo importante no avanço tecnológico aeroespacial. O presidente compartilhou o vídeo nas redes sociais. “Eu acho que o Brasil marca um tempo importante hoje. No ponto de vista tecnológico, no posto de vista aeroespacial. Isso demonstra que o Brasil está dando um passo muito importante para a conquista da sua soberania, da área da defesa”, disse.



imagem 4




Feito inédito na América Latina

De acordo com o governo federal, o caça “insere o Brasil em um seleto grupo de nações com capacidade de desenvolver e produzir aeronaves de combate de alta complexidade”, em um feito inédito na América Latina.

Outras autoridades na apresentação

Outras autoridades também participaram do evento de apresentação do caça Gripen como a embaixadora da Suécia no Brasil, Karin Wallensteen; o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro Filho; o comandante da Força Aérea Brasileira, tenente-brigadeiro Marcelo Kanitz Damasceno; além de executivos das empresas envolvidas no programa.



imagem 5





imagem noticia

Jair Bolsonaro terá alta na sexta-feira e deixará o hospital para Prisão Domiciliar Humanitária

25/03/2026

Jair Bolsonaro, 71 anos, terá alta na sexta-feira, 27/03, e deve deixar o hospital onde está em Brasília para continuar cumprindo em prisão domiciliar a pena por tentativa de golpe de Estado. A informação foi dada hoje, 25/03, pelo cardiologista Brasil Caiado em entrevista a jornalistas.



Falou o médico

Segundo o médico, Bolsonaro está clinicamente estável e terminará na quinta-feira, 26/03, o ciclo de antibióticos para tratar o quadro de pneumonia bacteriana por broncoaspiração nos dois pulmões. Ele deve deixar ao DF Star entre a manhã e o início da tarde de sexta-feira. "Só [não terá alta hospitalar] se houver alguma intercorrência, mas, particularmente, acredito que não", disse Caiado. O médico afirmou que um exame de raio-X feito ontem, 24/03, mostrou que o pulmão direito do ex-presidente está "praticamente" normal, enquanto o esquerdo ainda tem uma "lesão residual", que já era esperada pela gravidade da doença. De acordo com ele...

imagem noticia

Jair Bolsonaro, 71 anos, terá alta na sexta-feira, 27/03, e deve deixar o hospital onde está em Brasília para continuar cumprindo em prisão domiciliar a pena por tentativa de golpe de Estado. A informação foi dada hoje, 25/03, pelo cardiologista Brasil Caiado em entrevista a jornalistas.



imagem 2




Falou o médico

Segundo o médico, Bolsonaro está clinicamente estável e terminará na quinta-feira, 26/03, o ciclo de antibióticos para tratar o quadro de pneumonia bacteriana por broncoaspiração nos dois pulmões. Ele deve deixar ao DF Star entre a manhã e o início da tarde de sexta-feira. "Só [não terá alta hospitalar] se houver alguma intercorrência, mas, particularmente, acredito que não", disse Caiado. O médico afirmou que um exame de raio-X feito ontem, 24/03, mostrou que o pulmão direito do ex-presidente está "praticamente" normal, enquanto o esquerdo ainda tem uma "lesão residual", que já era esperada pela gravidade da doença. De acordo com ele, a fase aguda da pneumonia passou e agora está no chamado período de convalescença, quando o organismo se recupera. Disse que a cura total da pneumonia pode levar de três a seis meses. Em relação a um risco de fibrose (enrijecimento e a formação de cicatrizes) nos pulmões de Bolsonaro, possibilidade alertada pela equipe médica na última semana, o cardiologista afirmou que será necessário acompanhar o quadro. "Como evoluirá essa cicatrização e se vai aparecer uma fibrose pulmonar realmente a gente não sabe. Faremos controles a posteriori", afirmou.

Equipe multidisciplinar

"Agora vão ser mecanismos de fisioterapia intensa. Nós já combinamos com o fisioterapeuta, a partir da alta, para que seja feito todo o tratamento em casa, disciplinado, com a rotina e uma prescrição precisa. Nutricionistas também. Todos já numa programação de transição para casa", declarou.

Casa sendo preparada

Brasil Caiado classificou a domiciliar como uma "decisão de bom senso" e afirmou que Bolsonaro recebeu a notícia "com satisfação". Segundo o médico, a casa de Bolsonaro já está sendo preparada para recebê-lo. Uma cama mais adequada para evitar o quadro de refluxo, que causou a pneumonia aspirativa, foi providenciada, por exemplo. "Nós que conhecemos intrinsecamente as patologias das quais ele é portador percebemos que o ambiente domiciliar é um humanamente mais saudável. O ambiente domiciliar está em preparação pela família, porque a decisão [de Moraes] foi bastante recente", declarou. Questionado se concorda com a limitação de visitas impostas pelo ministro do STF, o médico de Bolsonaro afirmou ser algo "subjetivo". "Você teria que ter um ambiente um pouco mais contaminado. Pessoas que não se prepararam com a assepsia para encontrar o paciente."

Cirurgia no ombro

Brasil Caiado disse que a equipe médica aproveitou a internação para avaliar na noite de segunda uma dor no manguito rotador do ombro direito relatada por Bolsonaro. Uma ressonância analisada pelo ortopedista Alexandre Firmino Paniago indicou que pode haver necessidade de cirurgia, que não será feita até a recuperação da pneumonia. "O ortopedista acha que pode ter sido potencializado e piorado na queda. Como foi uma avaliação ontem e nós precisamos de observar a evolução, ele acha que sim, mas ainda não é certeza", disse. Bolsonaro bateu a cabeça após cair enquanto dormia na Superintendência da PF, em janeiro.



imagem 3





imagem noticia

"Nossa Canarinha é a Pátria de Chuteiras" - Por Jarbas Beltrão*

25/03/2026

'Apresentação de um novo uniforme'

Uma estilista com um visual distante da silhueta de feminilidade ocidental e brasileira, usando um roupão preto e cabeça coberta com uma boina também escura, mais passaria por uma iraniana, foi colocada pela empresa patrocinadora de nossos uniformes da seleção de futebol para apresentar os novos trajes de um dos símbolos nacionais, ou seja, a seleção brasileira de futebol.

A escura silhueta feminina é brasileira, residente em Oklahoma - EUA, e segundo a mesma, sua apresentação teve como objetivo trazer os novos trajes para os craques brasileiros que disputarão a seleção de futebol na competição de 2026 (México, Canadá e Est. Unidos)


'Canarinha e povão'

Segundo a estilista, os trajes representarão um meio para buscar a conexão/identificação da nossa seleção com o sentimento das ruas, do povão excluído.

A estilista, segundo sua biografia, é socióloga, e cheg...

imagem noticia

'Apresentação de um novo uniforme'

Uma estilista com um visual distante da silhueta de feminilidade ocidental e brasileira, usando um roupão preto e cabeça coberta com uma boina também escura, mais passaria por uma iraniana, foi colocada pela empresa patrocinadora de nossos uniformes da seleção de futebol para apresentar os novos trajes de um dos símbolos nacionais, ou seja, a seleção brasileira de futebol.

A escura silhueta feminina é brasileira, residente em Oklahoma - EUA, e segundo a mesma, sua apresentação teve como objetivo trazer os novos trajes para os craques brasileiros que disputarão a seleção de futebol na competição de 2026 (México, Canadá e Est. Unidos)


'Canarinha e povão'

Segundo a estilista, os trajes representarão um meio para buscar a conexão/identificação da nossa seleção com o sentimento das ruas, do povão excluído.

A estilista, segundo sua biografia, é socióloga, e chegada ao movimento feminista da pós-modernidade, dos bailes funks e do uso livre da "canabis", que deve ter liberação sem nenhuma problema - pelo menos prá turma do comércio da mesma.

A fulana explicando as cores da nossa camisa, que nos faz muito orgulho, tem argumento "muitíssimo interessante".

A referência a cor amarela que está presente na nossa camisa principal, nossa seleção, a amarelinha, "canarinha", a design chama de Canário(canary? canabis?).

Depois, da argumentação a figura/figurinista, estilista, solta a marca presente na nossa camiseta - já tá na camisa treino - que sempre foi nosso orgulho - "Brasa", o meião já vem com a marca "Brasa"



imagem 2




Segundo a feminista/socióloga/estilista "Brasa", é como o povão chama nossa seleção; pois é, amigos" brasaleiros", um dos símbolos nacionais é separado da nossa identidade nacional e tratado como um "timizinho" de futebol: "Vai Brasa", "Dá-lhe Brasa", "Te amo Brasa", afinal, somos todos "brasaleiros".



imagem 3




'Modernidade e Tradição'

Um senador no Congresso criticou a iniciativa, afirmando que, isto não é modernidade, é afastar-se da identidade nacional.

Não! Excia, o senhor esta equivocado, trocar o Brasil por Brasa é sim modernidade, ou melhor é mais avançado, é pós-modernidade.

Modernidade é Revolução, e Revolução é o mesmo que destruir toda a Tradição. Há uma certa modernidade que é entendida como não convivência com tradições.

Destruir a Tradição é destruir os pilares da Civilização que compreende os símbolos, como: Família, Deus, marcos de Moralidade, Símbolos culturais, símbolos da nacionalidade e outros mais.

Destruir nossos símbolos é destruir nossas instituições legítimas ou repaginá-las, desde que elimine a tradição sob ataque.

Brasa é um "míssil da "guerra cultural" "guerra invisivel", lançado contra algo mais sagrado que temos, o nosso nome, a nossa identidade nacional e patriótica. "Brasa", "Viva Brasa".

Isso feito, após tantos outros ataques que nossa engenharia de espontaneidade nacional já tenha sofrido, é uma ajuda para uma futura eliminação da identidade nacional. Esses mesmos que resolveram transformar nossos padrões nacionais por um projeto político nacional, que acusam de "fascista", o tal de bolsonarismo.

Bolsonarismo é bolsonarismo, pode se um projeto de um grupo de pessoas, nossos símbolos nacionais é muito mais que isso.

'Ataques permanentes'

Patrocinadores e dirigentes de nosso futebol não desistem em destruir uma das nossas grandes identidades nacionais - a Seleção Brasileira de Futebol - a "nossa canarinha" que não tem nada a ver com um canário, mas como um das cores da nossa Bandeira Nacional - a amarela.

Amarela é cor que vem desde os tempos do Império, símbolo da Casa Dinástica dos Habsburgos da nossa mentora do Estado Nacional, a Imperatriz Leopoldina, que recebeu o nome de Maria Leopoldina quando casou-se com nosso primeiro Imperador - Pedro I, da Casa de Bragança.

A perseguida camisa azul, nossa segunda camisa, que anos atrás sofrera o ataque de ser retirada e substituída pela camisa vermelha, Agora terá, segundo a apresentação dos novos uniformes, uma estampa sombreada com a representação do diabo - "vade retro Satanás".

'Seleção de Futebol é a Pátria de Chuteiras'

Nosso célebre jornalista, teatrólogo Nelson Rodrigues, costumava dizer que "nossa "canarinha" é a Pátria de chuteiras - o nome de sua coluna na imprensa sobre o futebol tinha o nome de "A Pátria de chuteiras".

Chamado de reacionário direitista, tinha horror ao comunismo, amigo do ex- Presidente Medici, teve seu filho que militava na esquerda terrorista, preso.

Preso, Nelsinho, levou porradas, mas livrou-se de levar mais, graças ao prestígio da pai junto aos militares do poder, que furou o cerco dos torturadores e conseguiu tirar o filho das garras dos carcereiros. Mesmo assim Nelsinho, só entendeu o amor do pai bem mais tarde.



imagem 4




O irmão do velho Nelson, é autor de obra sociológica e histórica, é ele Mário Filho, que tem o nome de nosso maior Estádio de Futebol, Estádio Mário Filho - o Maracanã.

A obra de Mario Filho chama- se: "O Negro no Futebol Brasileiro", que certamente teria seu nome na Agenda de proibição do politicamente correto, nos dias do "racismo estrutural".

Na verdade, a nossa canarinha, é alvo constante da guerra cultural que há anos atinge os pilares ocidentais e, as tradições de nações sofrem cargas de ataques que vem escalando em cada novo tempo.

A guerra cultural é contra nossas tradições já frágeis de uma feição cristã ocidental.

A natureza judaico-cristã ocidental criou a mais brilhante das Civilizações da Humanidade, herdada não de uma certa modernidade, mas da Cristandade medieval européia.

A Modernidade trouxe maravilhas para a Humanidade, não esquecer que ela, modernidade, também perseguiu e tirou da cena Histórica muitas marcas identitárias do mundo Ocidental, valores que sempre estiveram em viagem de influências pelo mundo inteiro.

'As Revoluções e o ataque às tradições'

As Revoluções da modernidade política, a partir da Revolução Francesa destruiu marcas importantes de identidades nacionais por onde tenha passado.

O começo foi com Revolução Francesa, depois a Revolução Soviética, sequenciada da Revolução Maoista na China , todas seguidas por outras Revoluções nacionais contemporâneas. Sempre com a marca de dar saltos na História, eliminando violentamente o "antigo" e trazendo o moderno sem identidade.

A Revolução Frsncesa, perseguiu cristãos, cujos os exemplos podemos citar: as perseguições violentas com a eliminação do casal real francês, seguido da condenação à guilhotina das "Irmãs Carmelitas" executadas na Praça da Revolução e da Constituição civil do Clero, o controle estatal sobre o Clero Católico.

Na China, as marcas do tradionalismo dinástico - Taoismo, Confucionismo, Budismo, obediência familiar - foi substituído pela ética revolucionária comunista, que ajudou a destruir todas marcas da "antiga China".

'A guerra cultural no Brasil'

Agora, no Brasil, a modernidade e a pós-modernidade, vem escalando sua guerra há anos, com avanços e recuos, vai desfazendo nossas raízes culturais e substituindo-as por uma não identidade.

Nossa "canarinha", não canarinho, sempre será nossa "Pátria de Chuteiras" - Defender a identidade nacional por nossa canarinha é defender nossa identidade pátria, nossa nacionalidade

Vai Brasil!


*Jarbas Beltrão é Historiador, professor de História da UPE. Mestre em Educação pela UFPB. MBA em Política Estratégia Defesa e Segurança pela Adesg e Faculdade Metropolitana São Carlos/SP. Vinculado ao MBA em Geopolítica e Novas Fronteiras, Cibernética e Inteligência Artificial pela Adesg (Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra) e Instituto Venturo. Membro associado Academy Ventury de Política e Estratégia.


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.



imagem 5





imagem noticia

Dei a Carteirada - Crônica - Por, Romero Falcão*

25/03/2026

Sempre fui um adepto das vacinas — para a alegria de Oswaldo Cruz e Vital Brasil. Na pandemia, tomei todas e continuo tomando, de seis em seis meses, o imunizante para a Covid-19, como manda o protocolo para idosos a partir de 60 anos. Para a alegria de Katalin Karikó e Drew Weissman, os quais receberam o prêmio Nobel pelo desenvolvimento dos imunizantes de mRNA contra o coronavírus.

Dezenas de Tratamentos

A descoberta do mRNA tem revolucionado a medicina. Li artigo do biólogo Fernando Reinach, PhD em Biologia Celular e Molecular pela Cornell University:

"Como a tecnologia da vacina de Covid pode ajudar a recuperar corações enfartados. Dezenas de tratamentos estão sendo testados a partir das descobertas que levaram ao desenvolvimento dos imunizantes contra o coronavírus."



Fake News

Sei que, apesar dos estudos científicos comprovados sobre a eficácia e a segurança da vacina que detev...

imagem noticia

Sempre fui um adepto das vacinas — para a alegria de Oswaldo Cruz e Vital Brasil. Na pandemia, tomei todas e continuo tomando, de seis em seis meses, o imunizante para a Covid-19, como manda o protocolo para idosos a partir de 60 anos. Para a alegria de Katalin Karikó e Drew Weissman, os quais receberam o prêmio Nobel pelo desenvolvimento dos imunizantes de mRNA contra o coronavírus.

Dezenas de Tratamentos

A descoberta do mRNA tem revolucionado a medicina. Li artigo do biólogo Fernando Reinach, PhD em Biologia Celular e Molecular pela Cornell University:

"Como a tecnologia da vacina de Covid pode ajudar a recuperar corações enfartados. Dezenas de tratamentos estão sendo testados a partir das descobertas que levaram ao desenvolvimento dos imunizantes contra o coronavírus."



imagem 2




Fake News

Sei que, apesar dos estudos científicos comprovados sobre a eficácia e a segurança da vacina que deteve a mortandade pela Covid no mundo, uma parte considerável de brasileiros ainda tem a cabeça impregnada por fake news e vê com desconfiança o seu uso.

Sendo assim, o efeito colateral do movimento antivacina atinge a baixa procura pelo imunizante do sarampo.

"Dados recentes do Ministério da Saúde e de órgãos internacionais de saúde (2024/2025) indicam que, apesar de o Brasil ter recuperado o selo de eliminação da circulação endêmica do sarampo, a baixa procura pela segunda dose e a queda da cobertura vacinal acendem alertas para o risco de reintrodução da doença".

Não Deu o Braço à Agulha

Conheço gente que não se vacinou contra a Covid-19 e continua sem se vacinar, nem que a vaca tussa. Conheço casal que se separou porque um deles não deu o braço à agulha.



imagem 3




Febeapá

Também tem gente que, em tudo que não presta, bota a culpa na pobrezinha da vacina da Covid: chato, piolho, AVC, constipação, diarreia, trombose, reumatismo, neurastenia, impotência, coceira, infecção urinária e doença do mundo. Verdadeiro "Febeapá — Festival de Besteira que Assola o País". Ah! Stanislaw Ponte Preta, que falta você faz. Não há dúvida de que o brasileiro precisa ser estudado. Quem sabe não vem aí o nosso primeiro Nobel.



imagem 4




Recebi a Furada

Minha imunização estava vencida há dois meses. Dirigi-me então ao posto de saúde. A moça de branco me pediu os comprovantes das últimas doses. Com ar de Brasil imperial, dei a carteirada — puxei do bolso uma maçaroca de papéis desde a pandemia. Levantei a manga da camisa, recebi a furada. Agora, sim: um homem de bem, idoso e vacinado contra o coronavírus.


*Romero Falcão é cronista e poeta. Articulista de O Poder.


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.



imagem 5





imagem noticia

Da moenda à máquina - O fim dos engenhos, o começo das usinas, por Zé da Flauta

25/03/2026

Pernambuco já foi uma terra de engenhos espalhados como pequenas repúblicas, cada um com sua casa grande, sua moenda, sua gente e seu tempo próprio. O açúcar nascia ali com nome, com rosto, com história. Havia dureza, havia desigualdade, havia sofrimento, mas também havia uma espécie de ritmo humano, um mundo que girava em torno da terra, do corte da cana, do fogo da fornalha e do som da moagem atravessando o dia e a noite.

Máquina

Com o tempo veio a mudança, silenciosa no começo, depois inevitável. As usinas chegaram com outro tamanho, outra lógica e outra velocidade. Onde antes havia muitos engenhos, começaram a surgir poucos donos e muitas terras concentradas. A produção cresceu, ficou mais eficiente, mais industrial, mais alinhada com o mundo moderno. Mas junto com a eficiência veio uma transformação profunda, o açúcar deixou de ter rosto e passou a ter escala.

Gente

E foi aí que Pernambuco mudou de verdade....

imagem noticia

Pernambuco já foi uma terra de engenhos espalhados como pequenas repúblicas, cada um com sua casa grande, sua moenda, sua gente e seu tempo próprio. O açúcar nascia ali com nome, com rosto, com história. Havia dureza, havia desigualdade, havia sofrimento, mas também havia uma espécie de ritmo humano, um mundo que girava em torno da terra, do corte da cana, do fogo da fornalha e do som da moagem atravessando o dia e a noite.

Máquina

Com o tempo veio a mudança, silenciosa no começo, depois inevitável. As usinas chegaram com outro tamanho, outra lógica e outra velocidade. Onde antes havia muitos engenhos, começaram a surgir poucos donos e muitas terras concentradas. A produção cresceu, ficou mais eficiente, mais industrial, mais alinhada com o mundo moderno. Mas junto com a eficiência veio uma transformação profunda, o açúcar deixou de ter rosto e passou a ter escala.

Gente

E foi aí que Pernambuco mudou de verdade. O que antes era comunidade virou deslocamento. Gente que vivia nos engenhos perdeu lugar, perdeu vínculo, perdeu chão. Muitos foram para as cidades, outros ficaram à margem, tentando se adaptar a um mundo que já não precisava deles do mesmo jeito. A economia crescia, mas o sentimento de pertencimento diminuía. O progresso chegava, mas não chegava igual para todos.

Tempo

Talvez essa seja uma das maiores viradas silenciosas da nossa história. Não foi uma guerra, não foi uma invasão, não teve data marcada nem anúncio oficial. Foi o tempo passando e levando junto um modo de viver. As usinas não apenas produziram mais açúcar, elas mudaram Pernambuco por dentro. E até hoje, quando a gente atravessa a zona da mata e vê os canaviais sem fim, talvez esteja olhando não só para a riqueza da terra, mas também para a memória de tudo que ficou para trás.

Até a próxima!

Zé da Flauta é compositor e cronista



imagem 2





imagem noticia

Série Presidentes da República - Marechal Deodoro, “herói da República” ou “bobo da Corte”? Por Natanael Sarmento*

25/03/2026

Manuel Deodoro da Fonseca nasceu em Alagoas, 1827. De família com tradição militar, ingressa na Escola Militar do Rio aos 16 anos. Em 1848 participou da repressão à Revolução Praieira em Pernambuco. Em 1864 esteve na jornada de invasão brasileira no Uruguai para derrubar os “blancos” (os “colorados” eram aliados do Império do Brasil). 1870 na Guerra do Paraguai destaca-se em combate e recebe sucessivas promoções: Tenente, Capitão, Major e Coronel. Depois da guerra, é promovido a Marechal de Campo em 1887. Comandou tropas do Exército Imperial no Rio, RS, SP e no Nordeste.



Primeiro Presidente

Foi o primeiro Presidente do Clube Militar, entidade criada em 1887. Era amigo pessoal do Imperador e comensal dos banquetes da Casa Real. Militar com maior prestígio do Exército real. Longe dos campos de batalha destacava-se como pé-valsa, e poeta e galante. Comandava as contradanças: “damas à frente, cavalheiros atrás!”. Versejou: “Anjo que soi...

imagem noticia

Manuel Deodoro da Fonseca nasceu em Alagoas, 1827. De família com tradição militar, ingressa na Escola Militar do Rio aos 16 anos. Em 1848 participou da repressão à Revolução Praieira em Pernambuco. Em 1864 esteve na jornada de invasão brasileira no Uruguai para derrubar os “blancos” (os “colorados” eram aliados do Império do Brasil). 1870 na Guerra do Paraguai destaca-se em combate e recebe sucessivas promoções: Tenente, Capitão, Major e Coronel. Depois da guerra, é promovido a Marechal de Campo em 1887. Comandou tropas do Exército Imperial no Rio, RS, SP e no Nordeste.



imagem 2




Primeiro Presidente

Foi o primeiro Presidente do Clube Militar, entidade criada em 1887. Era amigo pessoal do Imperador e comensal dos banquetes da Casa Real. Militar com maior prestígio do Exército real. Longe dos campos de batalha destacava-se como pé-valsa, e poeta e galante. Comandava as contradanças: “damas à frente, cavalheiros atrás!”. Versejou: “Anjo que sois permiti/A ousadia do poeta agreste” à filha do Visconde de Pelotas, seu amigo. Na mesma tertúlia cortejou sem sucesso a Baronesa de Triunfo que dispensou a sua espada pela gravata do senador Silveira Martins. Depois dessa batalha amorosa, Deodoro se tornou inimigo do senador. Altaneiro e vaidoso, o Marechal gostava de joias. Perfumava a barba volumosa com flagrância violeta. O herói da Guerra do Paraguai mais condecorado e militar de maior prestigiado do Império do Brasil era Monarquista confesso.



imagem 3




Trama republicana


Foi envolvido na trama republicana e açulado pelas notícias falsas da própria prisão, levanta-se da cama para comandar a tropa na deposição do Gabinete de Ouro Preto. A queda do Gabinete levou de roldão a própria monarquia, no 15 de novembro 1889. Nos desdobramentos do golpe republicano tornou-se o chefe do governo provisório. E o primeiro Presidente da República, indiretamente eleito pelo Congresso e renunciar ao mandato, em 1891.



imagem 4




A Questão Militar

A chamada “questão militar” canalizava demandas da corporação armada depois da Guerra do Paraguai. Durante o conflito da Tríplice Aliança, a Monarquia brasileira elevou gastos e ampliou suas dívidas com os bancos ingleses. Os “vitoriosos” retornam inflados pelas glórias. Com soldos apertados pela crise. Com espírito de corpo afinado e agitado no clube militar onde ecoavam os descontentamentos da tropa. Militares pretendiam promoções, soldos maiores e mais influência no poder. No meio do caminho havia a pedreira do Gabinete de Ministros civis e do Poder Moderador exclusivo do Imperador. Registraram-se atos de insubordinação pública de coronéis. Na Escola Militar o coronel positivista e republicano Benjamin Constant influenciava os cadetes e outros colegas de farda.



imagem 5




Defendiam

Os positivistas defendiam uma “república técnica-científica” com “Ordem e Progresso”. No portal da crise, os coronéis Antônio de Sena Madureira e Ernesto Augusto Cunha criticam o governo, nos jornais. Contra as regras do montepio e o Ministro da Guerra. Os dois punidos com prisão. Nessas alturas, militares, senadores e deputados, fazendeiros, jornalistas abolicionistas carbonários baixavam a lenha nos “atos arbitrários” do governo. Constant, figura chave esticava a corda e solidarizando-se, publicamente, com os militares presos por insubordinação. A “crise militar” chegava ao ápice.

A Conspirata

Os fazendeiros demandavam indenização pelos escravos libertados, os militares insatisfeitos, jornalistas e intelectuais conspiravam e atacavam o Gabinete Ouro Preto e alguns diretamente a Monarquia e o Imperador. Pedro II, em seu longo reinado, mostrava exausto, sem elã para agir e governar. O Gabinete Ministerial, por sua vez, com proverbial soberba e autocracia, “apagava” incêndio com mais lenha na fogueira.

Crise econômica

Os problemas da crise econômica, acrescidos pelas crise política com o clero, militares e a oligarquia agrária ferviam o caldeirão da conspirata republicana. Mas havia obstáculos. Não havia consenso ne toda tropa e o Marechal Deodoro, monarquista e amigo do rei, não havia caído no prosélito de Benjamin Constant. Mas sucedeu fato novo, modificar de rumos. As falsas notícias, boatos espalhados pelos republicanos. De supostas ordens do Ministro da Guerra para prender vários oficiais, inclusive, o próprio Marechal Deodoro na lista da ordem de prisão. Só assim Deodoro se levantou do leito onde convalescia, constipado. Literalmente, ele montou no cavalo selado e marchou à frente da tropa, levado pela correnteza dos acontecimentos. Acacianamente, as “consequências nunca vem antes”.

A deposição do Gabinete levou também na queda da Monarquia e do Imperador. Enquanto Deodoro trotava no Campo de Marte, implantava-se da república. Dada como proclamada na Câmara pelo vereador José do Patrocínio. Quando Deodoro se apeou do cavalo, “era tarde, e Inez morta”.



imagem 6




Falsas notícias

O Ministro da Guerra deu ordens ao Major Frederico Sólon para deslocamento de tropas de São Cristóvão para a Praia Vermelha – mais distante do centro - tratava-se de guarnições militares mais agitadas. Mas o Major Sólon estava alinhado com o coronel Constant na conspirata republicana. Em vez de afastar as tropas, tratou de espalhar notícias falsas, rua do Ouvidor, centro nervoso do Rio, das redações dos jornais e cafés onde se reuniam políticos e intelectuais. Espalhou mentiras sobre recebimento de ordem para prender Marechal Deodoro e o coronel Benjamin Constant. Sobra ações violentas contra republicanos reunidos pacificamente pela “Guarda Negra” - de ex-escravos liderados por José do Patrocínio às ordens da Princesa Isabel. O fogo se espalhou.


Derruba-se governo em armas, sem derramar sangue?

A vitória do golpe militar e político de derrubada da monarquia se deu sem luta. A monarquia caiu como fruta podre. Tampouco é verdadeira a narrativa ufanista dos vitoriosos de “forte sentimento nacional republicano”. O partido republicano era inexpressivo. O povo brasileiro foi mero expectador. Nas palavras célebres de Aristides Lobo: “o povo assistiu ao movimento das tropas bestificado”. A república foi surpresa e notícia da mudança chegou dias depois em algumas Províncias mais distantes. Tampouco houve monarquistas dispostos a dar o sangue em lealdade ao Imperador. A dizer não houver lealdade alguma ou nenhuma gota de sangue derramado, registre-se o episódio bizarro do bravo barão de Ladário. Deodoro posicionou soldados e canhões na praça do Ministério. Ordenou a rendição. Todos se entregam sem reação, exceto o Ministro da Marinha, Barão de Ladário. Este imperial fiel tentou resistir e sacar a arma, foi atingido com tiro nas nádegas. O José da Costa Azevedo, Barão Ladário, alvejado na bunda, medicado, sobreviveu, ele verteu sangue pela monarquia.

Nos jornais

O Brasil amanheceu monarquia e foi dormir república. Os sucessos dos sucessos do dia 15/11/1889 são publicados nos jornais com notícias da Proclamação e da formação do governo provisório. O “Correio do Povo”, na estampa em letras garrafais, nessa ordem: “Viva a República Brazileira! Viva o Exército- Viva a Armada! Viva o Povo Brasileiro!”. Pública o ato da Proclamação dirigido aos “concidadãos” assinado por Deodoro da Fonseca – chefe de Governo provisório- Rui Barbosa, Quintino Bocaiúva e Benjamin Constant.

Governança

Chefe do governo provisório em 1889, Deodoro passa a 1º Presidente, eleito no Congresso, em 1891. Promulga a “Constituição dos Estados Unidos do Brasil” Carta Magna que o Rui Barbosa compilou da original Norte Americana o “federalismo”, o presidencialismo e os “Três Poderes”. A descentralização atendia demandas das oligarquias regionais. Antigas províncias imperiais são transmutadas em Estados federativos. Revoga-se o poder Moderador da super concentração de poderes nas mãos do Imperador.

Economia

Diante da crise econômica, o “gênio” de Rui Barbosa, Ministro da Fazenda, falhou feio. Sua política de criação de empresas fantasmas para obter empréstimos bancários e de emissão de papel moeda, sem lastro ouro, foi desastrosa. Motivou chacotas, sátiras. A “fábrica de dinheiro” do Rui criou bolha inflacionária, sem precedentes. Nas charges de jornais Rui é motivo de chacota. A revista o Malho estampa uma charge do Ministro empurrando carro- de- mão empilhado de dinheiro para comprar uma banana. Essa política chamada de “encilhamento” – ato de selar cavalo - é sátira à busca de lucro rápido como estivesse numa corrida de hipódromo. O dinheiro não valia o peso do papel. Os “empreendedores” de olho na riqueza rápida e fácil criaram empresas, fizeram empréstimos sabidos, amontaram dinheiro, sem valor real, como nos “Contos de Vigário”.

Renúncia

O Marechal herói da guerra do Paraguai e da Proclamação não suportou a crise econômica, a pressão política do legislativo, as críticas da imprensa. A gota d’água foi a ameaça de bombardeio da Capital pelos navios da Armada em levante. Deodoro renunciou em 23 de novembro de 1891. Afastado da vida, dos saraus poéticos e bailes, morreu em 1892, aos 65 anos, com complicações respiratórias. Tem um memorial em sua sepultura e consta do Panteão dos Heróis da pátria. Para o Imperador D. Pedro II, apesar da postura estoica, uma decepção a traição do velho amigo e do Império. Mas o governo republicano foi generoso com a família real, conservou privilégios, rendas, prebendas e bens da família Orleans e Bragança às expensas do povo brasileiro. Só o povo salva o povo!

*Natanael Sarmento é professor e escritor. Do diretório nacional do partido Unidade Popular Pelo Socialismo - UP.



imagem 7





imagem noticia

UFPE homenageia suas 649 vítimas de perseguições e assassinatos na ditadura

25/03/2026

NA DATA DO GOLPE DE 1964, A COMISSÃO DA VERDADE, MEMÓRIA E REPARAÇÃO DA UFPE APRESENTA RESULTADOS PARCIAIS

No dia 31 de março, véspera do Golpe de 1964 (iniciado na madrugada de 1o de abril), a Comissão da Verdade, Memória e Reparação da UFPE apresenta os resultados parciais do trabalho iniciado em junho de 2025. Pelo menos 649 professores, estudantes e técnicos vinculados à Universidade foram alvo de práticas autoritárias do regime militar que vão desde pedidos de informação sobre eventuais envolvimentos com atividades “subversivas” a cancelamentos de bolsas, desligamento de curso, demissões, entre outros. Destes, 132 foram presos ou detidos e pelo menos seis estudantes mortos pela repressão.

Debate sobre o futuro

Além de detalhar esses resultados parciais, o evento “A UFPE e o compromisso com as Memórias da Ditadura” permitirá à Comissão anunciar as próximas etapas desse trabalho de investigação e de reconstrução histórica da re...

imagem noticia

NA DATA DO GOLPE DE 1964, A COMISSÃO DA VERDADE, MEMÓRIA E REPARAÇÃO DA UFPE APRESENTA RESULTADOS PARCIAIS

No dia 31 de março, véspera do Golpe de 1964 (iniciado na madrugada de 1o de abril), a Comissão da Verdade, Memória e Reparação da UFPE apresenta os resultados parciais do trabalho iniciado em junho de 2025. Pelo menos 649 professores, estudantes e técnicos vinculados à Universidade foram alvo de práticas autoritárias do regime militar que vão desde pedidos de informação sobre eventuais envolvimentos com atividades “subversivas” a cancelamentos de bolsas, desligamento de curso, demissões, entre outros. Destes, 132 foram presos ou detidos e pelo menos seis estudantes mortos pela repressão.

Debate sobre o futuro

Além de detalhar esses resultados parciais, o evento “A UFPE e o compromisso com as Memórias da Ditadura” permitirá à Comissão anunciar as próximas etapas desse trabalho de investigação e de reconstrução histórica da repressão na universidade entre 1964 a 1985.
No evento, a discussão sobre a importância do direito fundamental à memória como defesa contínua da democracia será realizada pela palestra “Universidade, Memória e Reparação”, da professora Ana Paula Brito (Departamento de Antropologia), que também integra a Comissão. Como parte do evento e sob a responsabilidade da professora Soraia de Carvalho e do professor José Marcelo Ferreira Filho, serão remontadas exposições organizadas pelo Núcleo de Documentação sobre os Movimentos Sociais Dênis Bernardes (Nudoc - UFPE): “Lutas de Classes sob a ditadura de 1964-1985” e “Tecendo memórias e lutas”, em torno da memória de Soledad Barret e Padre Henrique, que foram assassinados por motivos políticos.

Vídeos e textos

Um conjunto de vídeos que recuperam a história e memória dos estudantes da UFPE, assassinados pelos agentes da repressão durante a Ditadura de 1964, também será lançado durante a cerimônia. Com três minutos cada, os vídeos começam a ser exibidos no mesmo dia, como interprogramas, às 18h, na TV Universitária. O material audiovisual foi produzido, no semestre passado, por alunos da disciplina eletiva “Jornalismo, Memória e Verdade”, juntamente com a equipe do Laboratório de Imagem e Som (LIS) do Departamento de Comunicação Social. No mesmo semestre, estudantes de jornalismo também realizaram 18 trabalhos escritos entre reportagens e entrevistas que serão disponibilizados no site da Comissão. As professoras Paula Reis e Yvana Fechine, que integram a Comissão e orientaram os trabalhos, também vão discorrer no evento sobre as experiências pedagógicas envolvidas na realização dos produtos de memória.



imagem 2




Participação

O envolvimento dos estudantes é uma importante particularidade do trabalho da Comissão da Verdade, Memória e Reparação da UFPE. Todo o levantamento de dados vem sendo realizado com a participação de estudantes voluntários e bolsistas, acompanhados pela técnica-administrativa Roberta Lira, responsável pela sistematização, sob a supervisão dos professores, integrantes da Comissão estadual e especialistas no tema. Neste semestre, o professor José Marcelo M. Ferreira Filho (Departamento de História), também integrante da Comissão, ministra a disciplina “Prática de pesquisa histórica”, associada ao esforço da Comissão no trabalho de sistematização dos dados.
Além do presidente da Comissão, professor Bruno Kawai (Departamento de História), falam na mesa de abertura: Alfredo Macedo Gomes (Reitor), Moacyr Cunha de Araújo Filho (Vice-Reitor), Socorro Ferraz (Representante da Comissão da Verdade Estadual), Márcia Ângela da Silva Aguiar (Presidente da Fundaj), Sidney Rocha (Diretor do Apeje) e Amparo Araújo (Representante da Comissão Nacional de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos). Participam ainda do evento, familiares, representantes ou os próprios professores, estudantes ou técnicos que sofreram algum tipo de violência política no período investigado, como o advogado Marcelo Santa Cruz, que foi expulso do curso de Direito da UFPE e hoje volta à universidade como integrante da Comissão.



imagem 3




Símbolo

A realização do evento no auditório João Alfredo, no prédio da Reitoria, tem também um simbolismo. João Alfredo Costa Lima, Reitor da então Universidade do Recife (atual UFPE), quando eclodiu o golpe de 1964, foi também uma vítima da repressão que se instalou no Brasil, resultando na prisão de intelectuais e figuras públicas da época. Em meio às pressões dos militares e de opositores que o acusavam de abrigar “comunistas” na universidade, acabou renunciando ao cargo poucos meses depois do golpe.

Serviço

Evento: A UFPE e o compromisso com as Memórias da Ditadura;

O quê:

Apresentação de resultados parciais da Comissão da Verdade, Memória e Reparação;

Data:31 de março de 2026;

Hora: 9h;

Local: Auditório João Alfredo
Prédio da Reitoria - Campus Recife UFPE.



imagem 4





imagem noticia

Ancelotti confirma seleção com Léo Pereira e 4 atacantes contra França

25/03/2026

O técnico Carlo Ancelotti confirmou em entrevista hoje, quarta-feira (25/03), a seleção brasileira escalada com quatro atacantes e com Léo Pereira na zaga no amistoso contra a França amanhã, nos Estados Unidos.


Time equilibrado


Apesar do esquema tático ofensivo, Ancelotti destacou a importância de ter um time equilibrado e defender bem


- Nestes meses eu tenho pensado qual é o melhor modelo de jogo para a equipe, tendo em conta as características dos jogadores, pensamos que o modelo de jogo que queremos planejar é com quatro na frente. Amanhã é o mesmo, um teste importante, queremos jogar uma boa partida, controlando o jogo, tentar defender bem, que é muito importante, ter equilíbrio e jogar bem com a bola, mostrar a qualidade que os quatro da frente têm – afirmou.

Fora

O comandante da Seleção confirmou que Marquinhos está fora dessa partida. Ele tem um desgaste muscular na...

imagem noticia

O técnico Carlo Ancelotti confirmou em entrevista hoje, quarta-feira (25/03), a seleção brasileira escalada com quatro atacantes e com Léo Pereira na zaga no amistoso contra a França amanhã, nos Estados Unidos.


Time equilibrado


Apesar do esquema tático ofensivo, Ancelotti destacou a importância de ter um time equilibrado e defender bem


- Nestes meses eu tenho pensado qual é o melhor modelo de jogo para a equipe, tendo em conta as características dos jogadores, pensamos que o modelo de jogo que queremos planejar é com quatro na frente. Amanhã é o mesmo, um teste importante, queremos jogar uma boa partida, controlando o jogo, tentar defender bem, que é muito importante, ter equilíbrio e jogar bem com a bola, mostrar a qualidade que os quatro da frente têm – afirmou.

Fora

O comandante da Seleção confirmou que Marquinhos está fora dessa partida. Ele tem um desgaste muscular na coxa. O Brasil faz na manhã desta quarta o último treino antes de viajar para Boston. Será nesta atividade que Ancelotti vai definir a escalação canarinho.

O jogo

O Brasil enfrenta a França nesta quinta-feira, às 17h (de Brasília), em Boston. Depois, na terça-feira, pega a Croácia, às 21h, em Orlando.

O Poder




imagem noticia

Paquistão entrega plano dos EUA ao Irã, e líder iraniano zomba de tentativa de cessar-fogo

25/03/2026

O Paquistão entregou ao Irã uma proposta de cessar-fogo dos Estados Unidos, disseram hoje, quarta-feira (25/03) autoridades iranianas e paquistanesas. Uma autoridade iraniana de alto escalão confirmou que o Irã recebeu uma proposta de cessar-fogo dos EUA por meio do Paquistão. Essa fonte, no entanto, não divulgou detalhes da proposta recebida e nem confirmou se se tratava do plano de 15 pontos elaborada por Washington e enviada a Teerã, segundo a mídia dos EUA.

Afirmaram

Já autoridades paquistanesas afirmaram que o governo entregou ao Irã, por meio de intermediários, o plano de 15 pontos elaborado pelos EUA.

Rejeitou

A entrega do plano de cessar-fogo, ocorre em meio a falas contraditórias entre EUA e Irã sobre negociações para finalizar a guerra. Enquanto o presidente Donald Trump disse que os iranianos "querem fazer um acordo", Teerã afirma que o norte-americano "negocia com ele mesmo" e rejeitou que tratati...

imagem noticia

O Paquistão entregou ao Irã uma proposta de cessar-fogo dos Estados Unidos, disseram hoje, quarta-feira (25/03) autoridades iranianas e paquistanesas. Uma autoridade iraniana de alto escalão confirmou que o Irã recebeu uma proposta de cessar-fogo dos EUA por meio do Paquistão. Essa fonte, no entanto, não divulgou detalhes da proposta recebida e nem confirmou se se tratava do plano de 15 pontos elaborada por Washington e enviada a Teerã, segundo a mídia dos EUA.

Afirmaram

Já autoridades paquistanesas afirmaram que o governo entregou ao Irã, por meio de intermediários, o plano de 15 pontos elaborado pelos EUA.

Rejeitou

A entrega do plano de cessar-fogo, ocorre em meio a falas contraditórias entre EUA e Irã sobre negociações para finalizar a guerra. Enquanto o presidente Donald Trump disse que os iranianos "querem fazer um acordo", Teerã afirma que o norte-americano "negocia com ele mesmo" e rejeitou que tratativas estejam em andamento.

Zombou

O tenente-coronel Ebrahim Zolfaghari, porta-voz do Quartel-General Central Khatam Al-Anbiya, das Forças Armadas do Irã, zombou nesta quarta-feira (25) das tentativas dos Estados Unidos de fechar um acordo pelo fim da guerra no Oriente Médio.




imagem noticia

Aos 92 anos, Othon Bastos volta ao Recife com peça e fala sobre vitalidade

25/03/2026

Aos 92 anos, o ator Othon Bastos, que já deu vida a tantos personagens nas telas e nos palcos segue em atividade com o premiado monólogo “Não Me Entrego, Não!”, que retorna ao Recife para uma temporada de oito apresentações, a partir de hoje, quarta-feira (25/03) até 4 de abril.

A apresentação

O Espetáculo será apresentado sempre de quarta-feira a sábado, às 19h30 na Caixa Cultural Recife - Avenida. Alfredo Lisboa, 505, Bairro do Recife.

O monólogo

Antes de viajar para Pernambuco, o monólogo cumpriu temporada de mais de três meses no Rio de Janeiro. Ao longo de 2026, a produção ainda deve circular por outras praças. Em entrevista à Folha de Pernambuco, Othon afirma que o segredo de sua vitalidade tem a ver não só com a arte, mas também com a forma como ele encara a vida.

O texto

Com texto e direção de Flávio Marinho, a montagem é inspirada na própria biografia do ator, pas...

imagem noticia

Aos 92 anos, o ator Othon Bastos, que já deu vida a tantos personagens nas telas e nos palcos segue em atividade com o premiado monólogo “Não Me Entrego, Não!”, que retorna ao Recife para uma temporada de oito apresentações, a partir de hoje, quarta-feira (25/03) até 4 de abril.

A apresentação

O Espetáculo será apresentado sempre de quarta-feira a sábado, às 19h30 na Caixa Cultural Recife - Avenida. Alfredo Lisboa, 505, Bairro do Recife.

O monólogo

Antes de viajar para Pernambuco, o monólogo cumpriu temporada de mais de três meses no Rio de Janeiro. Ao longo de 2026, a produção ainda deve circular por outras praças. Em entrevista à Folha de Pernambuco, Othon afirma que o segredo de sua vitalidade tem a ver não só com a arte, mas também com a forma como ele encara a vida.

O texto

Com texto e direção de Flávio Marinho, a montagem é inspirada na própria biografia do ator, passeando por sua trajetória pessoal e profissional. Othon estrelou trabalhos marcantes, como o icônico filme “Deus e o Diabo na Terra do Sol” (1964). Esse e outros títulos são citados no texto, que propõe uma reflexão sobre cada fase da carreira do artista.

O Poder




Confira mais

a

Telefone/Whatsapp

Brasília

(61) 99667-4410

Recife

(81) 99967-9957

Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nosso site.
Ao utilizar nosso site e suas ferramentas, você concorda com a nossa Política de Privacidade.

Jornal O Poder - Política de Privacidade

Esta política estabelece como ocorre o tratamento dos dados pessoais dos visitantes dos sites dos projetos gerenciados pela Jornal O Poder.

As informações coletadas de usuários ao preencher formulários inclusos neste site serão utilizadas apenas para fins de comunicação de nossas ações.

O presente site utiliza a tecnologia de cookies, através dos quais não é possível identificar diretamente o usuário. Entretanto, a partir deles é possível saber informações mais generalizadas, como geolocalização, navegador utilizado e se o acesso é por desktop ou mobile, além de identificar outras informações sobre hábitos de navegação.

O usuário tem direito a obter, em relação aos dados tratados pelo nosso site, a qualquer momento, a confirmação do armazenamento desses dados.

O consentimento do usuário titular dos dados será fornecido através do próprio site e seus formulários preenchidos.

De acordo com os termos estabelecidos nesta política, a Jornal O Poder não divulgará dados pessoais.

Com o objetivo de garantir maior proteção das informações pessoais que estão no banco de dados, a Jornal O Poder implementa medidas contra ameaças físicas e técnicas, a fim de proteger todas as informações pessoais para evitar uso e divulgação não autorizados.

fechar