Mano Medeiros : servidores do Jaboatão dos Guararapes terão aumento acima da inflação
09/05/2025
Esse percentual
Ficou bem acima da tabela do IPCA, que foi de 4,56%. O acordo foi fechado com o Sindicato dos Servidores Municipais de Jaboatão dos Guararapes - SINSMUJG. O reajuste será feito em duas parcelas. A partir de maio, será aplicado o percentual de 4,56%. E, em outubro deste ano, a diferença percentual será implementada na folha de pagamento.
O aumento
Vai repercutir financeiramente com uma despesa anual no valor de R$ 313.153.832,45. As 12 categorias beneficiadas abrangem um universo de 3.090 servidores lotados em todos os setores da Prefeitura do Jaboatão dos G...
Esse percentual
Ficou bem acima da tabela do IPCA, que foi de 4,56%. O acordo foi fechado com o Sindicato dos Servidores Municipais de Jaboatão dos Guararapes - SINSMUJG. O reajuste será feito em duas parcelas. A partir de maio, será aplicado o percentual de 4,56%. E, em outubro deste ano, a diferença percentual será implementada na folha de pagamento.
O aumento
Vai repercutir financeiramente com uma despesa anual no valor de R$ 313.153.832,45. As 12 categorias beneficiadas abrangem um universo de 3.090 servidores lotados em todos os setores da Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes.
O prefeito
Mano Medeiros assinou mais esse acordo e reafirmou o compromisso do Governo Municipal em valorizar todas as categorias de trabalhadores. "Essa semana já fechamos um acordo com o pessoal da Educação. Agora, mais uma etapa vencida, que vai beneficiar milhares de trabalhadores do Jaboatão. Como sempre, resultado de um esforço orçamentário e financeiro, garantindo melhorias salariais para todos", disse Mano.
Leia outras informações
Radar Ativaweb DataLab - O que o mundo digital discute nesta quarta-feira Por Alek Maracajá
09/09/2026
Brasília acordou com uma constatação desconfortável: a crise não esfriou, apenas aumentou o elenco. O monitoramento da Ativaweb DataLab já acumula 66.076.228 menções, ocorrências e interações digitais, das quais 3.676.228 surgiram somente em 8 de setembro.
Pela primeira vez neste ciclo, André Mendonça passou a concentrar maioria crítica, enquanto Alexandre de Moraes, Daniel Vorcaro e Banco Master permanecem no núcleo de maior rejeição. Em resumo: o digital não trocou de alvo apenas abriu espaço para todo mundo.
Enquanto isso, Edson Fachin tenta assumir o papel de árbitro, Lula administra o conflito entre STF e Polícia Federal, o Congresso calcula os custos da crise e a pesquisa Meio/Ideia mostra Lula e Flávio Bolsonaro empatados com 46% no segundo turno. Brasília está dividida sobre quase tudo. O eleitorado resolveu colaborar e também ficou dividido ao meio.
Quando uma crise ultr...
Brasília, 9 de setembro de 2026
Brasília acordou com uma constatação desconfortável: a crise não esfriou, apenas aumentou o elenco. O monitoramento da Ativaweb DataLab já acumula 66.076.228 menções, ocorrências e interações digitais, das quais 3.676.228 surgiram somente em 8 de setembro.
Pela primeira vez neste ciclo, André Mendonça passou a concentrar maioria crítica, enquanto Alexandre de Moraes, Daniel Vorcaro e Banco Master permanecem no núcleo de maior rejeição. Em resumo: o digital não trocou de alvo apenas abriu espaço para todo mundo.
Enquanto isso, Edson Fachin tenta assumir o papel de árbitro, Lula administra o conflito entre STF e Polícia Federal, o Congresso calcula os custos da crise e a pesquisa Meio/Ideia mostra Lula e Flávio Bolsonaro empatados com 46% no segundo turno. Brasília está dividida sobre quase tudo. O eleitorado resolveu colaborar e também ficou dividido ao meio.
Quando uma crise ultrapassa 66 milhões de registros, ela deixa de ser assunto do dia e passa a disputar o rumo político do país.
66 milhões de registros: a crise aumentou o elenco e agora ninguém sai ileso
O monitoramento exclusivo da Ativaweb DataLab identificou 3.676.228 novos registros em 8 de setembro, elevando para 66.076.228 menções, ocorrências e interações digitais o volume acumulado da crise envolvendo STF, Banco Master, Daniel Vorcaro, Alexandre de Moraes, André Mendonça, Polícia Federal, PGR e Executivo.
O principal achado foi a mudança no comportamento da conversa. Pela primeira vez, André Mendonça passou a concentrar maioria crítica: 52,8% de manifestações negativas, contra 33,5% de apoio e 13,7% de conteúdos jornalísticos. Apesar dessa virada, o núcleo Moraes + Vorcaro + Banco Master permanece no patamar mais elevado de rejeição, com 88,4% de críticas.
A discussão também deixou de girar apenas em torno de escândalo, dinheiro e personagens. Termos como poder, competência, autonomia, investigação, plenário, PF, PGR, AGU e Presidência do STF ganharam força, mostrando que a crise agora discute os próprios limites entre as instituições.
“No começo, a nuvem de palavras tinha personagens. Hoje, ela tem instituições inteiras. A crise começou falando de dinheiro; agora fala de poder.”
Chin ganha 72 horas e Brasília perde mais três dias de sossego
Edson Fachin concedeu 72 horas para André Mendonça se manifestar sobre o recurso da AGU contra o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. A Advocacia-Geral da União sustenta que nomear e exonerar o comandante da corporação é prerrogativa do presidente da República. Fachin tenta construir uma saída institucional, mas cada movimento abre um novo debate dentro e fora do Supremo.
Fachin pediu 72 horas. O problema é que, no digital, três minutos já são suficientes para nascer outra crise.
Mendonça limita a pf e a crise passa a usar crachá institucional
Além de afastar Andrei Rodrigues, Mendonça restringiu a produção de relatórios e impôs limites à atuação da inteligência da Polícia Federal. A decisão amplia o debate sobre competências, autonomia e controles institucionais. O episódio que começou como disputa investigativa agora envolve diretamente STF, PF, AGU e Presidência da República.
Quando ministro investiga a PF, a PF questiona ministro e o STF precisa arbitrar o próprio STF, o manual institucional já foi parar nos anexos.
Lula quer apagar o incêndio sem entrar na fumaça
A AGU entrou em campo para defender a prerrogativa presidencial e tentar restabelecer o comando da Polícia Federal, enquanto o governo evita transformar a reação jurídica em confronto pessoal com Mendonça. O Planalto sabe que reagir pouco pode transmitir fraqueza, mas reagir demais pode alimentar a tese de interferência e oferecer combustível eleitoral à oposição.
Lula tenta administrar a crise com uma mão no governo, outra na campanha e nenhuma disponível para segurar o extintor.
46 % a 46%: até a urna prendeu a respiração
A pesquisa Meio/Ideia aponta Lula e Flávio Bolsonaro empatados com 46% no segundo turno. No primeiro turno, Lula aparece com 38,4%, enquanto Flávio registra 37,3%. O resultado confirma uma eleição polarizada, estreita e vulnerável a qualquer nova crise econômica, política, judicial ou digital.
Quando os dois candidatos chegam a 46%, a margem deixa de ser apenas estatística e passa a ser emocional.
SRF entrou na eleição sem precisar pedir registro
A atuação de Mendonça passou a ser interpretada por setores do governo como movimento com impacto eleitoral, enquanto a oposição tenta apresentá-lo como contraponto institucional. Alexandre de Moraes permanece como principal alvo das críticas, e o Supremo, que deveria funcionar como árbitro, tornou-se personagem central da narrativa eleitoral.
A Corte não aparece na cédula, mas já ocupa espaço de candidato, adversário e tema de campanha.
Alcolumbre descobre que ficar parado também produz movimento
Pressionado pelos desdobramentos do confronto no STF e pelas cobranças relacionadas a pedidos contra Alexandre de Moraes, Davi Alcolumbre resiste a colocar formalmente o Senado dentro da crise. O cálculo é delicado: agir pode incendiar a relação entre os Poderes; não agir pode elevar seu próprio custo político e eleitoral.
Alcolumbre escolheu o modo silencioso, mas Brasília aumentou o volume.
A sociedade civil entra em campo e Fachin recebe mais uma conta
Empresários, juristas e personalidades lançaram manifesto cobrando apuração sobre os episódios envolvendo o STF. A mobilização amplia a pressão por transparência e demonstra que o conflito ultrapassou as disputas internas: passou a atingir a percepção pública sobre a legitimidade e a capacidade de autorregulação da Corte.
Quando a cobrança sai dos corredores de Brasília e ganha assinaturas fora deles, o problema já deixou de ser apenas interno.
Pesquisa acende o alerta sobre a confiança no supremo
Levantamento Meio/Ideia aponta que, para a maioria dos entrevistados, ministros do STF decidem mais por interesses do que pela lei. Independentemente do mérito jurídico de cada processo, a percepção de parcialidade produz um problema institucional profundo: decisões podem ser publicadas rapidamente, mas confiança pública não se reconstrói por despacho.
Tribunal decide com votos; instituição sobrevive com confiança.
Presidenciáveis já gastaram r$ 74 milhões e a fatura nem chegou ao segundo turno
As campanhas presidenciais já declararam aproximadamente R$ 74 milhões em despesas com publicidade, estratégia digital, viagens, voos e serviços jurídicos. Começa agora o prazo para candidatos, partidos, federações e coligações apresentarem à Justiça Eleitoral a prestação parcial das contas de campanha.
O voto continua gratuito para o eleitor, mas convencer o eleitor nunca custou tão caro.
Leitura estratégica Ativaweb Datalab
A crise entrou em uma nova etapa. Já não se discute somente quem tem razão dentro de cada processo, mas quem consegue controlar a percepção pública sobre o conflito. Mendonça conquistou centralidade, Moraes continua associado ao maior volume de críticas, Fachin tenta recuperar o comando institucional e Lula passou a sofrer o custo político de uma disputa que formalmente não começou no governo.
A mudança de sentimento sobre Mendonça é especialmente relevante. Até então, o ministro aparecia como principal beneficiário digital do confronto, com elevado volume de apoio. Ao registrar 52,8% de críticas, o ambiente mostra que o desgaste começou a se distribuir entre os personagens. Isso não significa que Moraes e o núcleo do Banco Master tenham sido poupados: com 88,4% de críticas, continuam no centro da rejeição.
Ao mesmo tempo, o empate de 46% a 46% entre Lula e Flávio demonstra que não existe gordura eleitoral suficiente para absorver sucessivos desgastes. Qualquer episódio capaz de organizar medo, indignação, identificação ou sentimento de injustiça pode interferir diretamente na disputa.
No digital, origem explica a intenção. Circulação revela o impacto.
Alek Maracajá é Ceo da Ativaweb DataLab. Cientista de dados. Professor ESPM-SP. Pesquisador UFPB
PF alerta Lula que decisão de Mendonça pode atrasar investigações
09/09/2026
O aviso
O aviso foi dado após Mendonça ter determinado os afastamentos temporários de Andrei Rodrigues e Leandro Almada.
Um dos casos citados ao presidente é o do Banco Master, cuja expectativa era de que o relatório final fosse finalizado no final de setembro.
Um dos fatores
Um dos fatores de preocupação apontado pela força policial foi a restrição por Mendonça de produção e compartilhamento de relatórios de inteligência.
Ameaça
Um segundo motivo é a ameaça de diretores da Polícia Federal de deixarem as suas funções diante da indefinição sobre o comando da força policial.
Conversa
Lula teve uma conversa nesta terça-feira (8) com Andrei Rodrigues e info...
A Polícia Federal alertou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que a decisão do ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), pode afetar investigações em curso.
O aviso
O aviso foi dado após Mendonça ter determinado os afastamentos temporários de Andrei Rodrigues e Leandro Almada.
Um dos casos citados ao presidente é o do Banco Master, cuja expectativa era de que o relatório final fosse finalizado no final de setembro.
Um dos fatores
Um dos fatores de preocupação apontado pela força policial foi a restrição por Mendonça de produção e compartilhamento de relatórios de inteligência.
Ameaça
Um segundo motivo é a ameaça de diretores da Polícia Federal de deixarem as suas funções diante da indefinição sobre o comando da força policial.
Conversa
Lula teve uma conversa nesta terça-feira (8) com Andrei Rodrigues e informou que a AGU (Advocacia-Geral da Uniao) recorreria da decisão.
O presidente sinalizou que pretende conversar em breve com o presidente do STF, Edson Fachin, para discutir a crise institucional.
Prazo
MPT e MPE emitem recomendações para combater o assédio eleitoral contra trabalhadores na Paraíba
09/09/2026
As recomendações
As recomendações dos órgãos também são válidas para o Governo da Paraíba e para todos os municípios paraibanos em relação aos servidores públicos durante as Eleições 2026.
O documento
O documento foi divulgado logo o após caso do vereador Roberto Cândido (UNIÃO) defender, durante sessão na Câmara de Junco do Seridó, que o prefeito do município obrigue servidores contratados a votar nos candidatos apoiados pela gestão.
De acordo com os órgãos, não é permitido utilizar a relação de emprego, autoridade hierárquica ou estrutura administrativa para pressionar, constranger, intim...
Após várias denúncias, inclusive envolvendo políticos, o Ministério Público (MP) Eleitoral da Paraíba e o Ministério Público do Trabalho (MPT) recomendaram aos candidatos, partidos políticos, coligações e federações do Estado condutas que devem ser adotadas para combater o assédio eleitoral contra trabalhadores.
As recomendações
As recomendações dos órgãos também são válidas para o Governo da Paraíba e para todos os municípios paraibanos em relação aos servidores públicos durante as Eleições 2026.
O documento
O documento foi divulgado logo o após caso do vereador Roberto Cândido (UNIÃO) defender, durante sessão na Câmara de Junco do Seridó, que o prefeito do município obrigue servidores contratados a votar nos candidatos apoiados pela gestão.
De acordo com os órgãos, não é permitido utilizar a relação de emprego, autoridade hierárquica ou estrutura administrativa para pressionar, constranger, intimidar ou influenciar trabalhadores e servidores em relação ao voto ou participação em atividades político-eleitorais.
Consequências das irregularidades
Na esfera eleitoral, os fatos poderão fundamentar representações, ações por condutas vedadas ou captação ilícita de sufrágio, ações de investigação judicial eleitoral por abuso de poder político ou econômico e apuração de crimes eleitorais.
Dependendo da gravidade, poderão ser aplicadas multas, cassação de registro ou diploma, inelegibilidade e responsabilização criminal.
Área trabalhista
Já na área trabalhista, o MPT poderá instaurar procedimentos investigatórios, propor termos de ajustamento de conduta (TAC) e ajuizar ações civis públicas, inclusive para impedir a continuidade das práticas e buscar a reparação dos danos provocados.
Divulgação das recomendações
O material informativo produzido pelo MP Eleitoral e MPT, com as principais orientações, devem ser divulgados através dos canais e redes sociais dos partidos, federações, coligações e campanhas.
O cartaz, incluso no material, deverá ser afixado em local visível nos comitês, sedes e repartições públicas.
O Poder
O Poder não recebeu nenhum suposto panfleto sobre Raquel. Não podemos ajudar na investigação
08/09/2026
O caso
Está contado no video.
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Anteriormente, a Polícia Federal já tinha solicitado a colaboração de O Poder, caso a nossa iniciativa de oferecer um prêmio a quem apresentasse UM panfleto que supostamente teria sido colado e distribuído no centro do Recife. Apesar do expressivo valor oferecido, ninguém apareceu. A condição para o prêmio era que o portador descrevesse em que condições recebeu e disponibilizasse o papel para ser encaminhado para a perícia das autoridades competentes. O caráter colaborativo da iniciativa era claro. Apesar disso, a coligação da governadora representou e o TRE, entendeu em decisão liminar, que a matéria devia sair do ar. Cumprimos, e estamos e recorrendo da decisão.
O caso
Está contado no video.
Pesquisa Quaest PE: Diferença entre Raquel e João cai para limite da margem de erro.
08/09/2026
Nova rodada Quaest mostra João avançando de 36% para 37%, enquanto Raquel recua de 44% para 43%. Como já dito acima, distância entre os dois cai de oito para seis pontos e disputa volta ao limite do empate técnico.
A notícia
A nova pesquisa Quaest, contratada pela Rede Globo e divulgada nesta terça-feira (8), mostra uma redução da diferença entre os dois principais candidatos ao Governo de Pernambuco. João Campos (PSB) passou de 36% para 37% das intenções de voto, enquanto a governadora Raquel Lyra (PSD) oscilou de 44% para 43%.
Com os movimentos
A distância entre os dois caiu de oito para seis pontos percentuais. Considerando a margem de erro de três pontos para mais ou para menos, os dois candidatos estão no limite...
São muitas emoções, no início da reta final da campanha, diferença entre os principais competidores cai para o limite da margem de erro. Campanha da governadora emite sinais de nervosismo. A
Nova rodada Quaest mostra João avançando de 36% para 37%, enquanto Raquel recua de 44% para 43%. Como já dito acima, distância entre os dois cai de oito para seis pontos e disputa volta ao limite do empate técnico.
A notícia
A nova pesquisa Quaest, contratada pela Rede Globo e divulgada nesta terça-feira (8), mostra uma redução da diferença entre os dois principais candidatos ao Governo de Pernambuco. João Campos (PSB) passou de 36% para 37% das intenções de voto, enquanto a governadora Raquel Lyra (PSD) oscilou de 44% para 43%.
Com os movimentos
A distância entre os dois caiu de oito para seis pontos percentuais. Considerando a margem de erro de três pontos para mais ou para menos, os dois candidatos estão no limite do empate técnico. Na rodada anterior da Quaest, divulgada em 25 de agosto, Raquel aparecia com 44% e João com 36%.
Os números
Indicam uma mudança na trajetória registrada entre as duas últimas rodadas do instituto: enquanto João avançou um ponto, Raquel recuou na mesma proporção. A movimentação ocorre em meio à intensificação da campanha eleitoral e a menos de um mês do primeiro turno.
O cenário
Também reforça o quadro de uma disputa apertada apontado por outros levantamentos recentes. Pesquisa Real Time Big Data divulgada no último dia 3 mostrou João Campos e Raquel Lyra rigorosamente empatados, com 43% para cada um no primeiro turno. Na simulação de segundo turno daquele levantamento, os dois também registraram 44%.
Metodologia
Realizada entre 21 e 24 de agosto, foram entrevistados 1.302 eleitores pernambucanos presencialmente. A margem de erro era de três pontos percentuais e o nível de confiança, de 95%.
ENTREVISTA HISTÓRICA! José Múcio revela bastidores da Defesa, disputa com Arraes e outras revelações
08/09/2026
No episódio de hoje do podcast do Blog do Magno em parceria com a Folha de Pernambuco, transmitido direto de Arcoverde pela TV LW e veiculado para 165 emissoras no Nordeste, Magno Martins recebe o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro.
Com a franqueza e o tom conciliador que marcam sua trajetória pública, o ministro fez um balanço de sua gestão à frente das Forças Armadas, destacando o cumprimento da missão de reestabelecer o diálogo institucional pacífico entre os militares e o poder civil. José Múcio apresentou uma análise contundente sobre o momento político brasileiro, alertando para as distorções de atribuições entre o Executivo, o Legislativo e o Judiciário. O ministro também expôs a situação orçamentária das Forças Armadas, ressaltando que o Brasil investe apenas 1%...
"A missão de pacificar as Forças Armadas com a política, a análise franca sobre o desequilíbrio entre os Três Poderes e as memórias da histórica eleição de 1986 contra Miguel Arraes."
No episódio de hoje do podcast do Blog do Magno em parceria com a Folha de Pernambuco, transmitido direto de Arcoverde pela TV LW e veiculado para 165 emissoras no Nordeste, Magno Martins recebe o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro.
Com a franqueza e o tom conciliador que marcam sua trajetória pública, o ministro fez um balanço de sua gestão à frente das Forças Armadas, destacando o cumprimento da missão de reestabelecer o diálogo institucional pacífico entre os militares e o poder civil. José Múcio apresentou uma análise contundente sobre o momento político brasileiro, alertando para as distorções de atribuições entre o Executivo, o Legislativo e o Judiciário. O ministro também expôs a situação orçamentária das Forças Armadas, ressaltando que o Brasil investe apenas 1% do PIB em defesa, defendeu a diplomacia como principal ferramenta de soberania territorial e relembrou bastidores marcantes de sua trajetória, incluindo o lendário debate de 1986 contra o ex-governador Miguel Arraes.
Os eixos centrais desta entrevista:
Pacificação das Forças: A transição institucional e a consolidação do diálogo neutro e profissional entre as Forças Armadas e o governo.
A Crise dos Três Poderes: O diagnóstico severo sobre o acúmulo de poder do Congresso, as amarras do Executivo e a atuação do Judiciário.
Orçamento & Soberania: O desafio de proteger os 17 mil quilômetros de fronteiras secas e recursos estratégicos com investimentos reduzidos.
Memória Política de Pernambuco: O lendário debate mediado por Chico José em 1986 e a relação de respeito construída com Miguel Arraes.
Assista à entrevista completa, entenda os bastidores da Defesa Nacional e deixe seu comentário: você concorda com a análise do ministro sobre o desequilíbrio entre os Poderes no Brasil?
Pesquisa Anova, agora - SenadoPB, duas vagas - João, 53,5%. Veneziano 37,1%.
08/09/2026
1o + 2o votos
Muita gente ainda nao sabe mas, este ano, os eleitores votam em dois senadores.
Considerando o somatório do primeiro e do segundo voto declarado pelos entrevistados, João Azevêdo aparece com 53,5% das intenções, seguido pelo senador Veneziano Vital do Rêgo, com 37,1%.
Na sequência, aparecem Nabor, com 15,1%, e Marcelo Queiroga, com 8,6%. Major Fábio registra 3,6%, enquanto André Gadelha soma 3,0%.
O levantamento ainda aponta 53,1% de eleitores indecisos e 23,0% de votos brancos ou nulos no somatório das duas escolhas.
Somatório do 1º e 2º voto
* João Azevêdo: 53,5%
* Veneziano: 37,1%
* Nabor: 1...
O ex-governador João Azevêdo (PSB) aparece, novamente, na liderança da corrida pelas duas vagas da Paraíba no Senado Federal nas Eleições 2026, segundo a mais recente pesquisa realizada pelo Instituto Anova, e divulgada pelo portal PB Agora hoje, terça-feira (08/09).
1o + 2o votos
Muita gente ainda nao sabe mas, este ano, os eleitores votam em dois senadores.
Considerando o somatório do primeiro e do segundo voto declarado pelos entrevistados, João Azevêdo aparece com 53,5% das intenções, seguido pelo senador Veneziano Vital do Rêgo, com 37,1%.
Na sequência, aparecem Nabor, com 15,1%, e Marcelo Queiroga, com 8,6%. Major Fábio registra 3,6%, enquanto André Gadelha soma 3,0%.
O levantamento ainda aponta 53,1% de eleitores indecisos e 23,0% de votos brancos ou nulos no somatório das duas escolhas.
Somatório do 1º e 2º voto
* João Azevêdo: 53,5%
* Veneziano: 37,1%
* Nabor: 15,1%
* Marcelo Queiroga: 8,6%
* Major Fábio: 3,6%
* André Gadelha: 3,0%
* João Batista: 1,4%
* Adriano Trajano: 1,0%
* Rinaldo Júnior: 0,3%
* Rosilene Santana: 0,3%
* Indecisos: 53,1%
* Branco/Nulo: 23,0%
Joao lidera primeiro voto
Quando o eleitor é questionado sobre sua primeira escolha para o Senado, João Azevêdo amplia a vantagem sobre os demais concorrentes e aparece com 43,4% das intenções de voto. Veneziano ocupa a segunda colocação, com 15,7%, seguido por Nabor, com 5,7%, e Marcelo Queiroga, com 5,3%.
André Gadelha registra 1,3%, Major Fábio aparece com 1,1%, João Batista tem 0,8%, Adriano Trajano, 0,3%, enquanto Rinaldo Júnior e Rosilene Santana somam 0,1% cada.
Nesse cenário, 16,7% dos entrevistados ainda estão indecisos, e 9,5% afirmam votar em branco ou nulo.
Primeiro voto
* João Azevêdo: 43,4%
* Veneziano: 15,7%
* Nabor: 5,7%
* Marcelo Queiroga: 5,3%
* André Gadelha: 1,3%
* Major Fábio: 1,1%
* João Batista: 0,8%
* Adriano Trajano: 0,3%
* Rinaldo Júnior: 0,1%
* Rosilene Santana: 0,1%
* Indecisos: 16,7%
* Branco/Nulo: 9,5%
Veneziano lidera segundo voto
Já quando os entrevistados indicam o segundo voto para o Senado, o cenário se modifica. Veneziano passa à primeira posição, com 21,4% das intenções.
João Azevêdo aparece em seguida, com 10,1%, seguido por Nabor, com 9,4%, e Marcelo Queiroga, com 3,3%.
Major Fábio registra 2,5%, André Gadelha, 1,7%, Adriano Trajano, 0,7%, e João Batista, 0,6%. Rinaldo Júnior e Rosilene Santana aparecem com 0,2% cada.
O número de eleitores que ainda não definiram o segundo voto chega a 36,4%, enquanto 13,5% optam por branco ou nulo.
Segundo voto
* Veneziano: 21,4%
* João Azevêdo: 10,1%
* Nabor: 9,4%
* Marcelo Queiroga: 3,3%
* Major Fábio: 2,5%
* André Gadelha: 1,7%
* Adriano Trajano: 0,7%
* João Batista: 0,6%
* Rinaldo Júnior: 0,2%
* Rosilene Santana: 0,2%
* Indecisos: 36,4%
* Branco/Nulo: 13,5%
No levantamento estimulado consolidado (fechando 100%), o ex-governador João Azevêdo também lidera a disputa para o Senado Federal com 26,8% das intenções de voto, seguido pelo senador Veneziano, que alcança 18,6%. Na sequência aparecem Nabor (7,5%), Dr. Marcelo Queiroga (4,3%), Major Fábio (1,8%), André Gadelha (1,5%), João Batista (0,7%) e Adriano Trajano (0,5%), enquanto Rinaldo Júnior e Rosilene Santana somam 0,1% cada. O percentual de eleitores indecisos nessa modalidade representa 26,6%, e os votos brancos ou nulos chegam a 11,5%.
Eleição terá duas vagas em disputa
Em 2026, os eleitores paraibanos escolherão dois senadores para representar o Estado no Senado Federal. Por isso, a pesquisa considera tanto a primeira quanto a segunda opção de voto do eleitor.
Os resultados
Mostram uma diferença entre as duas escolhas: João Azevêdo lidera com ampla vantagem no primeiro voto, enquanto Veneziano aparece à frente quando o eleitor indica sua segunda opção.
Metodologia
A pesquisa do Instituto Anova foi protocolada em 1º de setembro de 2026, sob os registros PB-01471/2026, no TRE-PB, e BR-02714/2026, no TSE.
Foram entrevistados 2.000 eleitores entre os dias 3 e 5 de setembro de 2026.
A margem de erro informada é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
O levantamento foi realizado em 70 municípios da Paraíba, abrangendo as regiões da Mata Paraibana, Agreste, Borborema e Sertão, com amostragem baseada em dados populacionais do IBGE.
Com o PBAgora.
A questão do dinheiro no bolso e o projeto de governo, por Virginia Pignot*
08/09/2026
Neste ano de eleição, a questão da economia das famílias, do comércio, da industria, do desenvolvimento do país, deve se tornar um eixo essencial de um projeto de governo. Cabe a nós eleitores termos em mente quais são nossas reivindicações e pautas, que país queremos construir junto ao governo que elegemos. Devemos nos informar sobre os projetos de governo para escolher o candidato e projeto que mais nos representa, que corresponde melhor ao que esperamos.
Para a questão do “dinheiro no bolso”, como um governo pode ajudar o povo a ter dinheiro no bolso, vamos contar com a ajuda do Professor de Economia da Unicamp Pedro Rossi. Faremos uma análise rapida do efeito de politicas publicas, o que funciona, e para quem.
Propostas ou ausência de propostas
Um dos candidatos ao governo do Paraná está aconselhando que as pessoas baixem nas redes e leiam o programa de governo de um dos candidatos à presidência da Republica, de...
Lição de Economia.
Neste ano de eleição, a questão da economia das famílias, do comércio, da industria, do desenvolvimento do país, deve se tornar um eixo essencial de um projeto de governo. Cabe a nós eleitores termos em mente quais são nossas reivindicações e pautas, que país queremos construir junto ao governo que elegemos. Devemos nos informar sobre os projetos de governo para escolher o candidato e projeto que mais nos representa, que corresponde melhor ao que esperamos.
Para a questão do “dinheiro no bolso”, como um governo pode ajudar o povo a ter dinheiro no bolso, vamos contar com a ajuda do Professor de Economia da Unicamp Pedro Rossi. Faremos uma análise rapida do efeito de politicas publicas, o que funciona, e para quem.
Propostas ou ausência de propostas
Um dos candidatos ao governo do Paraná está aconselhando que as pessoas baixem nas redes e leiam o programa de governo de um dos candidatos à presidência da Republica, de 74 paginas, para ver quais são suas propostas: manutenção ou não do Bolsa Família, do BPC ou Benefício
cio de Prestação Continuada, do respeito às aposentadorias… Neste caso, “nem uma linha sobre o assunto”, equivaleria ao projeto de descontinuidade destes direitos? Esta questão deve ser posta ao candidato pelos jornalistas durante a campanha, para que os eleitores sejam informados.
Como funciona a economia?
Na entrevista “Refutando mitos da Economia”, no Opera Mundi, Breno Altman cita o livro “Economia para a transformação social”, de autoria de Pedro Rossi e Juliana Furnas; ele oferece a Pedro Rossi a ocasião de nos trazer um aporte precioso esclarecendo a função e utilidade dos gastos públicos, desmistificando a questão da divida publica, que pode e deve, em certas circunstâncias, ser motor para o desenvolvimento. Vamos lá.
A falsa comparação entre a economia familiar e economia do governo
Costuma-se comparar a economia da família com aquela do Estado. O economista explica porque a comparação é falsa: Uma família não pode determinar sua arrecadação, o salario que seus membros recebem é determinado pelo patrão que os emprega. O governo, em período de crise, pode decidir de arrecadar mais para construir um hospital uma estrada...outra diferença, é que quando uma família gasta, o dinheiro vai embora. Já o governo movimenta a economia quando ele gasta, e parte deste dinheiro volta para ele em forma de arrecadação. E a terceira diferença é que as famílias não podem fabricar dinheiro em casa, mas os governos podem, as pessoas não emitem títulos da própria divida, os governos sim.
Mito que qualquer ação do estado gera inflação
A contenção de gastos se impõe quando há desemprego na família, mas austeridade no governo cria desaceleração econômica e desemprego. Só agrada empresários e seus lobistas no Congresso, contrários a direitos trabalhistas e ao aumento de salario mínimo, e aos rentistas ociosos.
Neste assunto a imprensa faz generalizações incorretas. Há investimentos públicos que geram lucro imediato ou de longo prazo, e os investimentos não geram sistematicamente inflação. Por exemplo, quando o governo contrata um trabalho, por exemplo, a construção de uma ponte, em uma economia que tem maquinas e trabalhadores parados, a construtora não aumenta o preço, não ha inflação.
Os efeitos sociais dos gastos públicos
No Brasil, estamos atualmente numa situação considerada de pleno emprego. Mas há muito trabalhador precário. Atualmente o governo investe, por exemplo, na reabertura de fábricas de fertilizante que tinham sido fechadas no governo Bolsonaro. Quando o trabalhador precário vai trabalhar na fabrica, com um salario melhor, a economia cresce. Entra mais dinheiro na roda da economia, há mais consumo e arrecadação, elevando o PIB. Também é importante investir na melhoria da educação, da merenda escolar, em hospitais, na atenção primaria, por razões óbvias. Porque se o governo restringe os gastos mas não tem população saudável e competitiva no mercado de trabalho daqui a alguns anos, para que e para quem serviu o corte de gastos? A organização dos recursos da sociedade pelo estado gera crescimento, como nos mostra o exemplo da China.
Conflito entre o trabalho e o capital
Vimos que nas áreas da politica econômica, do investimento publico e em outras questões que não abordamos como teto de gastos ou arcabouço fiscal, divida publica, estamos longe de ter “uma só voz”, eu diria até que há uma cacofonia. Na analise do professor de Economia Pedro Rossi se trataria de um conflito de classe, entre o trabalho e o capital. Ele lembra que na economia liberal o estado está, de certa forma, em concorrência com o capital. Este faz pressão, propaganda na mídia, e participa de golpes para tentar impedir avanços da classe trabalhadora, para acuar o estado. E há o interesse do capital de ganhar mercados do publico para o privado ligados à saúde, à educação, além do interesse em privatizações de empresas publicas lucrativas.
A luta com amor e com afeto pelo Brasil
Ouvimos daqui e dali que o modelo conciliatório de coalisão do governo atual esta se esgotando, que há contradições inconciliáveis entre o teto de gastos, ou o arcabouço fiscal, que encolhe os gastos públicos, e a própria Constituição de 88 que estabelece direitos fundamentais. Economistas progressistas também são formais quando afirmam que nossa SELIC podia baixar de 5 pontos percentuais, sem que isso trouxesse problema para a economia e para o desenvolvimento do pais, ao contrario. Só os bilionários ou milionários que vivem de renda à custa da sangria do dinheiro publico vão reclamar, e nos estaríamos mais próximos da taxa ainda mais baixa da maioria dos países desenvolvidos.
Claro que a agressividade dos ataques a uma posiçao firme do governo em defesa da soberania, da cidadania e do progresso do pais impõe uma certa prudência.
Por outro lado
Os entraves colocados pelo mercado e por seus aliados nacionais e estrangeiros impedem o desenvolvimento do Brasil. Se os brasileiros/as não quisermos entregar o Brasil para os interesses dos americanos e do mercado, vamos ter, na medida do possível, de dar voz à nossa esperança e entrar na luta com amor e com afeto pelos brasileiros e pelo Brasil.
*Virgínia de Souza Pignot é médica e articulista. Brasileira e francesa, mora em Toulouse, França e visita o Brasil várias vezes no ano.
*DenaSUS encaminha ao MPF relatório de auditoria sobre hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro
08/09/2026
O hospital tem como um dos sócios Jorge Branco, marido da vice-governadora Priscila Krause Branco.
O documento
Tornado público no fim de agosto, constatou que a unidade de saúde foi cenário de procedimentos forjados, pagamentos indevidos e um prejuízo de quase R$ 1 milhão aos cofres públicos, além de suposto direcionamento na contratação pela gestão da governadora Raquel Lyra (PSD).
O relatório
Foi encaminhado ao procurador-chefe do MPF em Pernambuco, Rodolfo Soares Ribeiro Lopes, em 20 de agosto. No ofício de apresentação da demanda, o diretor do DenaSUS, Rafael Bruxelas Parra...
O Ministério Público Federal (MPF) já está de posse do relatório do Departamento Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde (DenaSUS) sobre irregularidades no Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Garanhuns. A unidade é objeto de polemica que se arrasta há meses. Agora, chega formalmente à esfera do Ministério Público.
O hospital tem como um dos sócios Jorge Branco, marido da vice-governadora Priscila Krause Branco.
O documento
Tornado público no fim de agosto, constatou que a unidade de saúde foi cenário de procedimentos forjados, pagamentos indevidos e um prejuízo de quase R$ 1 milhão aos cofres públicos, além de suposto direcionamento na contratação pela gestão da governadora Raquel Lyra (PSD).
O relatório
Foi encaminhado ao procurador-chefe do MPF em Pernambuco, Rodolfo Soares Ribeiro Lopes, em 20 de agosto. No ofício de apresentação da demanda, o diretor do DenaSUS, Rafael Bruxelas Parra, solicita a adoção das “providências que julgar cabíveis”. O encaminhamento também foi feito ao diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, e à superintendente da corporação em Pernambuco, Adriana Albuquerque de Vasconcelos.
O DenaSUS
Iniciou a auditoria em fevereiro, após solicitação da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). Entre as principais inconsistências encontradas estão as relacionadas aos serviços de oncologia. Dos 60 procedimentos analisados por meio de Autorizações de Internação Hospitalar (AIHs), 33 apresentaram divergências entre as cobranças feitas ao SUS e as informações registradas nos prontuários dos pacientes. O relatório também apontou irregularidades em outras 113 autorizações referentes a procedimentos sequenciais, além de questionamentos sobre atendimentos de quimioterapia e hormonioterapia. Na hemodiálise, os auditores identificaram ainda 90 sessões cuja documentação não apresentava elementos suficientes para comprovar a realização dos procedimentos.
STF tem maioria para manter diretor da PF afastado
08/09/2026
Sessão virtual
O caso estava em análise em sessão virtual da Segunda Turma do STF. Nesse modelo, os ministros possuem um prazo para registrar os votos na página eletrônica do processo.
Em menos de 10 minutos da abertura da sessão, Gilmar pediu vista e, em seguida, os ministros Kassio Nunes Marques e Luiz Fux anteciparam o voto acompanhando o posicionamento de Mendonça na íntegra, consolidando a maioria.
Confirmação
Por se tratar de uma liminar, porém, mesmo sem a confirmação do colegiado, o afastamento segue válido. Gilmar tem até 90 dias para devolver a vista...
A Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) formou maioria na manhã de hoje, terça-feira (08/09) para manter Andrei Rodrigues afastado da direção da PF (Polícia Federal). O julgamento, porém, está suspenso por pedido de vista (mais tempo para análise) do ministro Gilmar Mendes, o que atrasa a proclamação do resultado colegiado.
Sessão virtual
O caso estava em análise em sessão virtual da Segunda Turma do STF. Nesse modelo, os ministros possuem um prazo para registrar os votos na página eletrônica do processo.
Em menos de 10 minutos da abertura da sessão, Gilmar pediu vista e, em seguida, os ministros Kassio Nunes Marques e Luiz Fux anteciparam o voto acompanhando o posicionamento de Mendonça na íntegra, consolidando a maioria.
Confirmação
Por se tratar de uma liminar, porém, mesmo sem a confirmação do colegiado, o afastamento segue válido. Gilmar tem até 90 dias para devolver a vista e liberar o julgamento.
O ministro André Mendonça determinou nesta terça-feira (8) o afastamento preventivo do diretor-geral da PF (Polícia Federal), Andrei Rodrigues, e do delegado Leandro Almada do cargo de diretor de Inteligência Policial da PF.
A decisão
A decisão ocorre após o ministro Alexandre de Moraes ter utilizado relatórios de inteligência da Polícia Federal para apontar possíveis crimes de abuso de autoridade atribuídos a Mendonça na condução da relatoria do Banco Master e das fraudes do INSS.
Os relatórios
Segundo Mendonça, os relatórios revelam um "monitoramento sistemático e ilegal", realizado por mais de 30 dias, sobre sua atuação e a de outras autoridades, como o advogado-geral da União, Jorge Messias.
Aponta
A decisão aponta ainda que os relatórios teriam exposto a Moraes e a terceiros detalhes de processos que tramitavam sob segredo de justiça.
Mendonça determinou ainda que a Corregedoria da Polícia Federal instaure procedimentos investigatórios, nas esferas penal e administrativo-disciplinar, para apurar os fatos. A investigação deverá identificar quem determinou a produção dos relatórios, quem os elaborou, quando foram produzidos e se existem outros documentos semelhantes.