É Findi - O poeta e desembargador Josué Sena*, em dose dupla
10/05/2025
Sorride, moça de olhos azuis,
Portanto não choreis.
Seguindo do otimismo as leis
Que dão ao olhar tanta luz.
Sorride como na bela canção
De Charles Chaplin,
Sorride. Tereis a convicção
De Que o sorriso é doce como um sim.
Sorride. O sorriso
É remédio para a alma,
Ele a mente acalma,
Tende dele o melhor juízo.
Direi de toda forma
O sorriso para melhor nos transforma.
Soneto sobre Um caminho
Bela pintura. Caminho de Renoir?
É na França de antanho?
Não. Na dúvida não me apanho.
É de Beetholven. Mas aonde vai chegar?
É caminho da Massangana?
Vai até onde o nascente raia,
Em Ponta de Pedras ou outra praia
De nossa amada Goiana?
Enquanto isso, no galho da mangabeira,
Que a mão da nat...
Sorride, moça de olhos azuis,
Portanto não choreis.
Seguindo do otimismo as leis
Que dão ao olhar tanta luz.
Sorride como na bela canção
De Charles Chaplin,
Sorride. Tereis a convicção
De Que o sorriso é doce como um sim.
Sorride. O sorriso
É remédio para a alma,
Ele a mente acalma,
Tende dele o melhor juízo.
Direi de toda forma
O sorriso para melhor nos transforma.

Soneto sobre Um caminho
Bela pintura. Caminho de Renoir?
É na França de antanho?
Não. Na dúvida não me apanho.
É de Beetholven. Mas aonde vai chegar?
É caminho da Massangana?
Vai até onde o nascente raia,
Em Ponta de Pedras ou outra praia
De nossa amada Goiana?
Enquanto isso, no galho da mangabeira,
Que a mão da natureza planta,
Um canário da terra canta
De tão perfeita maneira,
Que deveras nos encanta,
Nesse rumo de pouca ladeira.
*Josué Sena, poeta e desembargador do TJPE.
Leia outras informações
Veneziano recebe apoio de vereadores ligados ao deputado Chió e defende construção do Hospital Regional do Brejo
24/07/2026
Parceira com o deputado Chió
Paulinho de Kiko, conhecido como PK, Jailson Celular, Janduy e Juliana do Conselho ressaltaram o trabalho que Veneziano vem desempenhando, em Brasília, em favor da população de Remígio e do brejo paraibano; e a frutífera parceira, política e administrativa, que Veneziano mantém com o deputado Chió.
Veneziano
Na reunião, Veneziano se comprometeu em atuar pela implantação do Hospital Regional do Brejo, para atender Remígio e os demais municípios da região, pauta defendida pelos vereadores. Ele lembrou que o pré-candidato a governador pelo MDB, Cícero Lucena, já vem defendendo esta pauta, priorizando a descentralização da saúde como forma de...
Um grupo de vereadores da cidade de Remígio, ligados ao Deputado Estadual Chió, anunciou apoio à pré-campanha de reeleição do Senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) ao Senado Federal. O anúncio foi selado durante reunião nesta, sexta-feira, 24/07.
Parceira com o deputado Chió
Paulinho de Kiko, conhecido como PK, Jailson Celular, Janduy e Juliana do Conselho ressaltaram o trabalho que Veneziano vem desempenhando, em Brasília, em favor da população de Remígio e do brejo paraibano; e a frutífera parceira, política e administrativa, que Veneziano mantém com o deputado Chió.
Veneziano
Na reunião, Veneziano se comprometeu em atuar pela implantação do Hospital Regional do Brejo, para atender Remígio e os demais municípios da região, pauta defendida pelos vereadores. Ele lembrou que o pré-candidato a governador pelo MDB, Cícero Lucena, já vem defendendo esta pauta, priorizando a descentralização da saúde como forma de melhor atender as demandas de toda a Paraíba.
Assessoria de Imprensa
Senador Veneziano Vital do Rêgo – MDB/PB
Pré-candidato à reeleição ao Senado Federal
Doze anos após morte de Eduardo, Antônio Campos* visita memorial em Santos e reforça busca por esclarecimentos
24/07/2026
Doze anos após a tragédia, o acidente que vitimou Eduardo Campos e outras seis pessoas continua sendo alvo de questionamentos e de uma disputa judicial pela ampliação das investigações sobre as causas da queda da aeronave.
Antônio Campos e a mãe, a ex-ministra do Tribunal de Contas da União Ana Arraes, são autores de uma ação de produção antecipada de provas que tramita na 4ª Vara Federal de Santos desde 2017. O processo busca aprofundar a análise técnica sobre as circunstâncias do acidente.
Nos autos, foi apresentado parecer elaborado pelo perito Carlos Camacho, que aponta indícios de possível...
Durante viagem à 24ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), o advogado e escritor Antônio Campos fez uma parada em Santos, no litoral paulista, onde visitou o memorial construído no local da queda do avião que transportava o ex-governador de Pernambuco e então candidato à Presidência da República, Eduardo Campos, em agosto de 2014.
Doze anos após a tragédia, o acidente que vitimou Eduardo Campos e outras seis pessoas continua sendo alvo de questionamentos e de uma disputa judicial pela ampliação das investigações sobre as causas da queda da aeronave.
Antônio Campos e a mãe, a ex-ministra do Tribunal de Contas da União Ana Arraes, são autores de uma ação de produção antecipada de provas que tramita na 4ª Vara Federal de Santos desde 2017. O processo busca aprofundar a análise técnica sobre as circunstâncias do acidente.
Nos autos, foi apresentado parecer elaborado pelo perito Carlos Camacho, que aponta indícios de possível falha na aeronave e defende a necessidade de novos estudos para esclarecer as causas da queda, incluindo a hipótese de uma eventual interferência externa.
A ação também ganhou relevância no campo jurídico ao contribuir para o entendimento de que a produção judicial de provas pode ser utilizada em casos envolvendo acidentes aéreos. Dessa forma, os relatórios produzidos pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) e pela Polícia Federal não impedem a realização de perícias independentes nem encerram, de forma definitiva, a apuração dos fatos.
O inquérito da Polícia Federal não apresentou uma conclusão definitiva sobre as causas do acidente.
Durante a visita ao memorial, Antônio Campos reafirmou que continuará buscando novos esclarecimentos sobre a morte do irmão.
“Não desistirei de buscar Justiça e a verdade sobre a morte prematura de Eduardo Campos, então candidato à Presidência da República. É necessário esclarecer, com rigor técnico e independência, se o acidente decorreu de uma falha da aeronave e se essa falha pode ter sido provocada”, afirmou.
O local visitado por Antônio Campos também foi um dos primeiros pontos para onde ele se dirigiu após a tragédia, em 2014. Para ele, a memória do episódio reforça a necessidade de manter a busca por respostas.
“Passados doze anos, continuamos defendendo que todas as possibilidades sejam analisadas com responsabilidade e profundidade. A verdade é um direito da sociedade e das famílias envolvidas”, declarou.
*Antônio Campos, Curador Geral da Fliporto, advogado, escritor e membro da Academia Pernambucana de Letras e da ABI - Associação Brasileira de Imprensa. @antoniocampos.adv

Da Série, os Mistérios do Aquém - Transamazônica: estrada da integração ou via de corrupção e extermínio de etnias? – Por Natanael Sarmento*
24/07/2026
Pra Frente Brasil
Governança ditatorial favoreceu grandes empresários, estrangeiros e nacionais. Submeteu os trabalhadores a brutal exploração. Criminalizou greves e movimentos sociais. Extinguiu etnias originárias. Causou impactos ambientais desastrosos. Manipulou a opinião pública com a propaganda típica do fascismo. Silenciou as vozes oponentes através da censura e da repressão política.
“Integrar para não entregar”?
O lema da farra do boi na transamazônica devia ser “devastar para entregar”. Destruíram milhares de hectares de matas e florestas natura...
A história da BR-230 – Transamazônica - é emblemática da Ditadura Militar. É o traçado rodoviário golpista autoritário, entreguista e antinacional de 1964. Com todos as características: incapacidade administrativa, servilismo ao grande capital e endividamento externo, saque das riquezas naturais, falta de transparência e censura, corrupção e violência extrema.
Pra Frente Brasil
Governança ditatorial favoreceu grandes empresários, estrangeiros e nacionais. Submeteu os trabalhadores a brutal exploração. Criminalizou greves e movimentos sociais. Extinguiu etnias originárias. Causou impactos ambientais desastrosos. Manipulou a opinião pública com a propaganda típica do fascismo. Silenciou as vozes oponentes através da censura e da repressão política.
“Integrar para não entregar”?
O lema da farra do boi na transamazônica devia ser “devastar para entregar”. Destruíram milhares de hectares de matas e florestas naturais. Entregaram as riquezas do solo e subsolo para exploração predatória com impactos ecológicos e humanos incalculáveis, de que é símbolo o transnacional “Projeto Jari”. Etnias nativas, populações originais foram despojadas e extintas e os militares restituíam com juros o financiamento do golpe pelo capital externo, principalmente dos EUA.
Tamanho do rombo
A ditadura militar nunca deu satisfação à sociedade dos valores dissipados com a transamazônica. Contudo, cruzamentos de dados do DNIT é possível dimensionar o tamanho do "rombo". E uma diferença transamazônica entre o que foi prometido na rodovia e o que foi efetivamente entregue.
O que foi prometido
No papel a rodovia da integração nacional seria entregue totalmente pavimentada. Com pontes de concreto e infraestrutura de escoamento, éreas de ocupação. Elo de ligação entre o Oceano Atlântico ao Pacífico. Do ponto zero Cabedelo (PB) até a fronteira com o Peru, cerca de 8.000 km de extensão. Custaria 1 U$S bilhão.
O que foi entregue
O fim da linha foi Lábrea, (AM). Toda extensão cobre 4.300 km ou metade do planejado. Menos de 30% da extensão são pavimentados, portanto entrega-se estrada de terra e cascalho com pontes precárias de madeira. Gradualmente, com mais recursos, foram substituídas durante décadas, por concreto. Dinheiro da Viúva. Os custos se elevaram de U$S 1 bilhão para U$S 8 bilhões. Novos contratos, fato do príncipe, imprevisões, força maior, termos aditivos, falta de fiscalização, forte censura, desinformação, falcatrua nesta “e na melhor forma da lei”.
Oposição
Os opositores e críticos acusados de traidores da pátria e comunistas acabaram no pau-de-arara, nas sessões de choques elétricos. Muitos despareceram nos mistérios do aquém.
Ufanismo
O país do futebol se regalava com a conquista do tri, a propaganda ufanista do “Pra Frente Brasil”, “Ame-o ou deixei-o!” servia de cortina de fumaça para desfalques e peculatos dos entreguistas vendilhões travestidos de patriotas verde-oliva.
Geopolítica
A Transamazônica tornou-se símbolo da megalomania e geopolítica do governo militar. O ditador Emílio Garrastazu Médici tinha pressa. Inaugura os primeiros trechos em 1972.
A metragem “Médici” da cabeça aos pés
Médici decretou que as empreiteiras construtoras fossem pagas por meta de terraplanagem, privilegiou a rapidez em prejuízo da qualidade e durabilidade da rodovia.
Dinheiro na chuva
O açodamento drenou bilhões de recursos públicos na chuva. Fazia e caía para refazer. Mais contratos. Emergência. Manutenções sucessivas, ano após ano. A terraplanagem na tora e paga na chincha - (nem sempre real). Sobre a falcatrua das metragens dizia-se em piada “Médici da cabeça aos pés”.
Sangue na floresta
Enquanto os tratores do “progresso” integravam o NE ao Norte, dezenas de territórios ancestrais de etnias foram usurpados para terraplanagem. Os impactos devastadores às populações originárias não se contabilizam.
Dizimação
Povos isolados ou cujos contatos com a “civilização” eram recentes não tinham defesa, imunidades, às mazelas virais ou bacterianas dos adventícios. E aldeias inteiras foram dizimadas em curto tempo, nos surtos de gripe, sarampo e outros “benefícios” da civilização.
Parakanã
A etnia dos Parakanã foi forçada a contatos com empreiteiros sob “curatela” da Funai. A aldeia foi reduzida a 50% da população.
Waimiri-Atroari
Na lógica da geopolítica do Golbery dos inimigos internos e externos, a BR 174 exterminou 90% da etnia Waimiri-Atroari. Pacificação feita dinamites e metralhadoras.
Guerra e exploração
Outras etnias, quais Jiahui e Tenharim opuseram resistência à usurpação de suas terras. Esse território virou praça de genocídio indígena. Os sobreviventes foram expulsos e escoltados à força às "reservas" bem distantes. O trator passa literalmente por cima. O território usurpado é liberado pelo governo para extração de madeira e especulação fundiária. A farra do boi de grandes empresários, grandes fazendeiros, mineradores e outros aliados do regime militar.
"Pacificação" da Funai
Na Transamazônica a Funai criada com finalidade de proteger os povos originários se transforma em agência dos interesses dos fazendeiros e mineradores. Fazia a "limpeza do terreno". Quando suas miçangas e promessas falhavam, fechava os olhos ao uso da força bruta. E agenciava o confinamento forçado nas colônias agrícolas militarizadas. Garantia que o cronograma dessas obras “do interesse nacional” não sofressem atrasos.
Números ocultados
A matemática militar inflava o PIB e manipulava a inflação para baixo. Sofria de amnésia na contagem dos cadáveres da ditadura. Minucioso trabalho da Comissão Nacional da Verdade (CNV) ajuda a recuperar a memória ocultada. E estima o tamanho do massacre das etnias originárias. Entre 1946 e 1988: são 8.350 indígenas mortos pela ação direta ou omissão criminosa do Estado
Nota contra o esquecimento
O último ditador, Figueiredo, na saída pelas portas dos fundos e pediu para ser esquecido pelos brasileiros. Só que não. Temos mais é que lembrar a quem serviu 21 anos de ditadura militar-empresarial que massacrou trabalhadores e tratou povos originários como empecilhos topográficos. Para isso serve a “Transamazônica”, memorial de poeira (no verão) e lama (no inverno), estrada da incúria e corrupção. Lembrar para nunca esquecer. Ditadura nunca mais!
*Natanael Sarmento é professor e escritor, e integrante do Diretório Nacional da UP. @sarmentonatanael

NR - Os textos assinados expressam a opinião dos autores.
O Reino Além-Mar - A América que não virou retalhos, por Zé da Flauta*
24/07/2026
A nossa formação não foi a de uma feitoria qualquer jogada às traças, mas a de uma verdadeira extensão do território lusitano, um Portugal além-mar que esperava apenas a faísca certa para assumir o seu tamanho real. E a irônica faísca do destino atendeu pelo nome de Napoleão Bonaparte.
O homenzinho de chapéu de dois bicos achou que estava apenas encurralando um príncipe regente em Lisboa, mas acabou agindo como o grande corretor de imóveis do Atlântico: forçou a coroa a mudar de endereço e transferiu a capital do império para o lugar onde ele realmente cabia.
Consolidação
A chegada de Dom João VI em 1808 não foi um...
Há quem goste de olhar para o passado com as lentes do coitadismo, enxergando Portugal como um mero explorador que só deixou poeira e saudade. Puro engano ou preguiça de historiador de gabinete. O Atlântico nunca foi uma fronteira para cortar, mas a grande rua que unia um Portugal de cá a um Portugal de lá.
A nossa formação não foi a de uma feitoria qualquer jogada às traças, mas a de uma verdadeira extensão do território lusitano, um Portugal além-mar que esperava apenas a faísca certa para assumir o seu tamanho real. E a irônica faísca do destino atendeu pelo nome de Napoleão Bonaparte.
O homenzinho de chapéu de dois bicos achou que estava apenas encurralando um príncipe regente em Lisboa, mas acabou agindo como o grande corretor de imóveis do Atlântico: forçou a coroa a mudar de endereço e transferiu a capital do império para o lugar onde ele realmente cabia.
Consolidação
A chegada de Dom João VI em 1808 não foi uma fuga covarde como a caricatura apressada gosta de pintar, mas uma jogada geopolítica magistral. Pela primeira e única vez na história moderna, a sede da Coroa atravessou o oceano, assumindo de direito a centralidade que este lado do Atlântico já exercia de fato.
O Brasil foi formalizado como Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. Enquanto a América espanhola ao nosso redor se esfacelava em uma dúzia de repúblicas sangrentas, divididas por caudilhos e ressentimentos locais, o Brasil consolidava-se gigante, coeso e centralizado. Tornamo-nos o único império do Sul do mundo, uma potência tropical com tribunal, banco, imprensa e a coroa mais reluzente abaixo da linha do Equador.
Parentesco
A teia da história é caprichosa e tem um humor refinado. O mesmo Napoleão que empurrou a corte para o Rio de Janeiro acabou virando parente da nossa casa imperial. Por meio do casamento de Dom Pedro I com a arquiduquesa Maria Leopoldina da Áustria, irmã de Maria Luísa, a segunda esposa do imperador francês, o "furacão da Europa" tornou-se tio por afinidade do nosso primeiro imperador.
Como se não bastasse, no segundo matrimônio, Pedro I casou-se com Amélia de Leuchtenberg, neta de Joséphine, a primeira mulher de Bonaparte. O destino não apenas usou Napoleão para desenhar o mapa do Brasil continental, como amarrou o sangue do conquistador francês no trono que governou a nossa terra.
Ousadia
Olhar para a nossa dimensão continental hoje é entender que a nossa grandeza não nasceu por acaso ou por decreto de burocrata. Ela foi gestada na ousadia de manter um império unido sob o sol dos trópicos, preservando a língua, o território e o brio de uma nação que recusou o destino da fragmentação.
Não somos um retalho de pequenas nações porque fomos, antes de tudo, o coração de um império transatlântico. E quando o leitor desavisado dobrar o jornal hoje, vale a pena lembrar: cada quilômetro quadrado deste gigante chamado Brasil traz a marca de um tempo em que o mar não nos separava da nossa história, mas nos tornava infinitos.
Até a próxima!
*Zé da Flauta é compositor e cronista

Da Teoria da Internet Morta à Possível Realidade: Implicações Estratégicas para a Inteligência Artificial, a Soberania Nacional e a Defesa - Por Amadeu Robalinho*
24/07/2026
É fundamental distinguir hipótese de evidência. Até o momento, não há provas de que a internet seja ou venha a ser majoritariamente composta por conteúdo artificial. Contudo, observa-se um crescimento expressivo da produção automatizada de textos, imagens, vídeos e interaçõe...
A Denominada Dead Internet Theory (Teoria da Internet Morta) surgiu como a hipótese de que uma parcela crescente do conteúdo disponível na internet deixaria de ser produzida por seres humanos, passando a ser gerada, distribuída e amplificada por sistemas automatizados. Durante anos, essa ideia foi tratada como uma teoria conspiratória sem comprovação empírica. Entretanto, o avanço acelerado da Inteligência Artificial Generativa, dos Modelos de Linguagem de Grande Escala (Large Language Models – LLMs), dos agentes autônomos e das redes automatizadas de disseminação de conteúdo faz com que alguns dos fenômenos imaginados por essa teoria passem a encontrar respaldo na evolução tecnológica contemporânea.
É fundamental distinguir hipótese de evidência. Até o momento, não há provas de que a internet seja ou venha a ser majoritariamente composta por conteúdo artificial. Contudo, observa-se um crescimento expressivo da produção automatizada de textos, imagens, vídeos e interações digitais, impondo novos desafios à governança da informação, à segurança cibernética, à soberania digital e à defesa nacional.
A transformação do ambiente informacional
A internet foi concebida como um ambiente predominantemente humano. Entretanto, a evolução da computação em nuvem, do aprendizado profundo (Deep Learning) e da Inteligência Artificial modificou profundamente esse paradigma.
Atualmente, sistemas computacionais são capazes de produzir conteúdo em escala industrial, responder automaticamente a usuários, criar perfis virtuais altamente convincentes, desenvolver campanhas coordenadas de influência e alimentar mecanismos de busca com grandes volumes de documentos sintéticos.
O risco estratégico não reside apenas na existência dessas tecnologias, mas na crescente dificuldade em distinguir conteúdos produzidos por pessoas daqueles gerados por máquinas.
Surge, assim, um novo domínio de disputa: o domínio cognitivo, no qual a informação, a percepção e a confiança tornam-se ativos estratégicos de elevado valor.
Inteligência Artificial como multiplicador estratégico
A Inteligência Artificial representa uma das mais significativas revoluções tecnológicas da história contemporânea. Entretanto, sua utilização em larga escala e sem mecanismos adequados de governança pode produzir efeitos colaterais relevantes.
Entre eles destacam-se:
- produção massiva de desinformação;
- manipulação automatizada da opinião pública;
- operações de influência em processos políticos e sociais;
- falsificação de identidades digitais por meio de deepfakes;
- criação de ecossistemas artificiais de informação;
- treinamento de novos modelos de IA com conteúdos produzidos por outras IAs, reduzindo progressivamente a diversidade, a qualidade e a confiabilidade dos dados.
Esse último fenômeno, conhecido na literatura como colapso ou degeneração dos modelos (Model Collapse), é particularmente preocupante, pois pode comprometer a capacidade futura dos sistemas de Inteligência Artificial de representar adequadamente a realidade.
Implicações para a Soberania Nacional
A Soberania ultrapassa o controle do território físico e passa a abranger o domínio das infraestruturas digitais críticas.
Isso inclui o controle:
- da infraestrutura digital;
- dos centros de processamento e armazenamento de dados;
- dos modelos nacionais de Inteligência Artificial;
- das redes de comunicação;
- dos cabos submarinos de telecomunicações;
- das plataformas digitais;
- da produção científica e tecnológica;
- da capacidade nacional de processamento computacional.
Na hipótese de uma internet progressivamente dominada por conteúdo automatizado, Estados excessivamente dependentes de plataformas e tecnologias estrangeiras poderão tornar-se mais vulneráveis à manipulação informacional, à perda de autonomia tecnológica e à influência estratégica exercida por atores estatais e não estatais.
Nesse contexto, a soberania digital consolida-se como dimensão indissociável da soberania nacional.
Impactos para a Defesa Nacional
Os conflitos contemporâneos demonstram que as guerras não são travadas exclusivamente por meios convencionais.
A informação tornou-se um vetor estratégico de poder.
Campanhas automatizadas de influência podem produzir impactos políticos, econômicos e sociais comparáveis aos efeitos de determinadas operações militares, especialmente quando empregadas de forma coordenada em ambientes digitais.
Diante desse cenário, as Forças Armadas, os órgãos de Inteligência e as instituições de Segurança Pública devem ampliar suas capacidades relacionadas à:
- Defesa Cibernética;
- Inteligência de Fontes Abertas (OSINT);
- Contrainteligência;
- Guerra Cognitiva;
- Operações de Informação;
- Proteção de Infraestruturas Críticas.
A capacidade de identificar, monitorar e neutralizar campanhas automatizadas de manipulação informacional tende a representar uma vantagem estratégica crescente no ambiente de segurança internacional.
A necessidade de uma Engenharia da Informação Estratégica
A resposta a esses desafios não consiste em restringir a inovação tecnológica, mas em desenvolver capacidades nacionais capazes de assegurar autonomia, resiliência e competitividade.
Isso requer investimentos em:
- Inteligência Artificial nacional;
- computação de alto desempenho;
- semicondutores;
- armazenamento estratégico de dados;
- criptografia;
- certificação de autenticidade de conteúdos digitais;
- infraestrutura de nuvem soberana;
- formação de especialistas em segurança cibernética, ciência de dados e Inteligência Artificial.
Da mesma forma, universidades, centros de pesquisa, indústria de defesa, setor produtivo e governo devem atuar de forma coordenada para fortalecer a autonomia tecnológica brasileira e reduzir vulnerabilidades estratégicas.
A chamada Teoria da Internet Morta permanece, em grande medida, uma hipótese sem comprovação empírica de que a maior parte da internet já seja composta por conteúdo artificial. Todavia, as tecnologias que poderiam produzir um cenário semelhante evoluem em ritmo acelerado.
O verdadeiro desafio estratégico não consiste em determinar se a teoria está correta, mas em compreender que a crescente automação da produção e da circulação de informações está transformando profundamente os ambientes político, econômico, militar e social.
Nesse contexto, a Inteligência Artificial deixa de ser apenas uma ferramenta tecnológica para consolidar-se como um dos principais elementos do Poder Nacional. Nações que desenvolverem capacidade própria para criar, auditar, proteger e governar seus ecossistemas digitais estarão mais bem posicionadas para preservar sua soberania, fortalecer sua defesa e garantir autonomia estratégica diante dos desafios da atualidade.
A Informação confiável transforma-se, assim, em um recurso estratégico tão relevante quanto a energia, a infraestrutura, a capacidade industrial e o poder militar. Preservar sua integridade, autenticidade e confiabilidade será uma das missões mais relevantes dos Estados modernos e uma condição indispensável para a manutenção da soberania nacional em uma sociedade cada vez mais orientada por dados e algoritmos.
*Amadeu Robalinho, é Comissário Especial da Polícia Civil de PE, pós-graduado em Engenharia Naval e especialista em Política, Estratégia, Defesa e Segurança Pública. Atua como Conselheiro de Assuntos de Defesa Nacional e Segurança Pública da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG-PE), desenvolvendo estudos e artigos sobre soberania, geopolítica, indústria de defesa e desenvolvimento estratégico do Brasil. @amadeurobalinho

NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores. O Poder estimula o livre confronto de ideias e acolhe o contraditório. Todas as pessoas e instituições citadas têm assegurado espaço para suas manifestações.
Prefeito Dr. Elton Martins e Silvio Costa Filho anunciam hospital para Águas Belas
24/07/2026
Foi projetado
O Hospital Municipal de Águas Belas foi projetado para atender à crescente demanda por serviços de média complexidade na cidade e região, ampliando o acesso da população a atendimentos especializados, urgência e emergência 24 horas, exames de imagem e laboratoriais, centro obstétrico, centro cirúrgico e internação hospitalar.
Contará
A unidade contará com 52 leitos de internamento, distribuídos entre enfermarias masculina, feminina, pediátrica, maternidade e ala psiquiátrica, além de dois centros cirúrgicos e obstétrico humanizado, laboratório de análises clínicas estruturado e atendimento ambu...
O prefeito de Águas Belas, Dr. Elton Martins; e o deputado federal, Silvio Costa Filho, anunciaram, nesta sexta-feira, a construção de um hospital no município avaliado em R$ 22 milhões. O equipamento, que será erguido no município, foi inserido nas obras do Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
Foi projetado
O Hospital Municipal de Águas Belas foi projetado para atender à crescente demanda por serviços de média complexidade na cidade e região, ampliando o acesso da população a atendimentos especializados, urgência e emergência 24 horas, exames de imagem e laboratoriais, centro obstétrico, centro cirúrgico e internação hospitalar.
Contará
A unidade contará com 52 leitos de internamento, distribuídos entre enfermarias masculina, feminina, pediátrica, maternidade e ala psiquiátrica, além de dois centros cirúrgicos e obstétrico humanizado, laboratório de análises clínicas estruturado e atendimento ambulatorial em diversas especialidades.
"Falamos com o nosso presidente Lula e conseguimos empenhar o Hospital de Águas Belas no valor de R$ 22 milhões. A unidade foi incluída no Novo PAC, um sonho antigo da população e, sob a liderança do prefeito Elton, vamos conseguir fazer em Águas Belas. Essa unidade será fundamental para garantir mais qualidade de vida a população", disse Silvio.
O espaço
O novo empreendimento será construído num espaço adquirido e com recursos da prefeitura.
"Gostaria de agradecer ao presidente Lula, o empenho do deputado Silvio e o ministro Padilha. Estamos realizando um sonho dos moradores do município. Não tenho dúvida que ficará na história de Águas Belas", disse Elton.
Foto: Wesley D'Almeida
Candidatos ao governo de Pernambuco podem gastar até R$ 17,3 milhões na campanha eleitoral de 2026; confira os valores
24/07/2026
Limite máximo
De acordo com o TSE, o limite máximo de gastos permitido com a campanha terá o mesmo valor da última eleição geral, em 2022.
Pernambuco
Em Pernambuco, para o 1º turno, o limite de gastos para o cargo de governador é de R$ 11.562.724,00. Caso a disputa vá ao 2º turno, o tribunal autoriza um acréscimo de R$ 5.781.362,00.
Confira abaixo, quanto cada candidato pode gastar durante a campanha:
Governador:
R$ 11.562.724 (1º turno);
R$ 5.781.362 (acréscimo permitido em caso de 2º...
Os limites de gastos determinados pela Justiça Eleitoral. E quem extrapolar o valor, corre o risco de inelegibilidade. Os candidatos ao governo de Pernambuco vão poder gastar até R$ 17,3 milhões na campanha eleitoral de 2026. Os limites de gastos para as candidaturas a governador, senador e deputados federais e estaduais foram estabelecidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Limite máximo
De acordo com o TSE, o limite máximo de gastos permitido com a campanha terá o mesmo valor da última eleição geral, em 2022.
Pernambuco
Em Pernambuco, para o 1º turno, o limite de gastos para o cargo de governador é de R$ 11.562.724,00. Caso a disputa vá ao 2º turno, o tribunal autoriza um acréscimo de R$ 5.781.362,00.
Confira abaixo, quanto cada candidato pode gastar durante a campanha:
Governador:
R$ 11.562.724 (1º turno);
R$ 5.781.362 (acréscimo permitido em caso de 2º turno);
R$ 17.344.086 (total da eleição).
Senador:
R$ 4.447.201,54.
Deputado federal:
R$ 3.176.572,53.
Deputado estadual:
R$ 1.270.629.
Limite menor
Para os cargos legislativo, o limite de gasto de campanha por candidato é menor. Para o Senado, o permitido em Pernambuco é de até R$ 4.447.201,54.
Deputados federais
Os candidatos a deputado federal, por sua vez, poderão gastar, no máximo, R$ 3.176.572,53. Já os candidatos a deputado estadual vão ter permissão de gastar até R$ 1.270.629,01.
Todos os valores
De acordo com a Justiça Eleitoral, o montante autorizado para gasto deve compreender não apenas as despesas contratadas diretamente pela candidata ou pelo candidato, mas também outros valores relacionados à campanha.
A Lei
Os limites de gastos são definidos com base na Lei nº 9.504/1997 (Lei das Eleições) e na Resolução TSE nº 23.607/2019, e servem de referência para as despesas realizadas pelas campanhas eleitorais.
Multas
De acordo com o TSE, os candidatos que ultrapassarem o limite estabelecido podem pagar multa equivalente a 100% do valor excedente, além da possibilidade de serem enquadrados na Lei de Inelegibilidade.
O Poder
Peças com Marco Nanini e Gregorio Duvivier, shows de Edson Gomes e Carol Levy, e exposições movimentam agenda cultural no Grande Recife
24/07/2026
O espetáculo
A programação também inclui show de Fitti e o espetáculo "Não se Conta o Tempo na Paixão", com Auricéia Fraga. Para as crianças, o 22º Festival de Teatro para Crianças de Pernambuco entra em seus últimos dias. Além disso, há contação de histórias com Carol Levy e os musicais "A Princesa dos Mares" e "O Reino Congelado".
Confira a programação cultural:
Projeto "Circulação do Mamulengo Flor Formosa"
O mestre Adiel Luna leva o espetáculo para os mercados públicos do Recife. A peça reúne mamulengo, música, poesia popular, improviso, ventriloquia e elementos circenses, com participação de um grupo de cavalo-marinho.
Musical Infantil, peças teatrais, Festival do Teatro, Festa da Cocada, shows e diversas exposições. O Grande Recife está com diversas opções de diversão ao longo da semana. Entre elas, tem peça com Marco Nanini e Guilherme Weber, espetáculo com Gregorio Duvivier, show de Mumuzinho.
O espetáculo
A programação também inclui show de Fitti e o espetáculo "Não se Conta o Tempo na Paixão", com Auricéia Fraga. Para as crianças, o 22º Festival de Teatro para Crianças de Pernambuco entra em seus últimos dias. Além disso, há contação de histórias com Carol Levy e os musicais "A Princesa dos Mares" e "O Reino Congelado".
Confira a programação cultural:
Projeto "Circulação do Mamulengo Flor Formosa"
O mestre Adiel Luna leva o espetáculo para os mercados públicos do Recife. A peça reúne mamulengo, música, poesia popular, improviso, ventriloquia e elementos circenses, com participação de um grupo de cavalo-marinho.
"Circulação do Mamulengo Flor Mimosa nos Mercados Públicos do Recife"
Sexta-feira (24), às 8h
Mercado de Casa Amarela: Rua Padre Lemos, 94, Casa Amarela - Recife
Cine Apipucos
Projeto realizado pela Viva do Brasil, empresa que gere parques públicos do Recife, o "Cine Apipucos" promove exibição de filmes a céu aberto com almofadas, cadeiras e organização em formato de plateia. Durante as sessões, a "Cine Feira" oferece opções de lanches no local.
Cine Apipucos
Parque Apipucos: Rua de Apipucos, s/n, Apipucos - Recife
Gratuito
Show de Fitti
O cantor recifense Fitti apresenta o show “Transespacial”, baseado no álbum de estreia indicado ao Grammy Latino. O repertório reúne canções do disco e também músicas de “Fitti Canta Ney”, projeto em homenagem a Ney Matogrosso. A apresentação ainda conta com participação da cantora e compositora Isabela Moraes. Vencedor do Prêmio da Música Brasileira na categoria Artista Revelação, Fitti construiu trajetória que passa pela música, audiovisual e teatro.
Show de Fitti
Sexta-feira (24), às 19h30
Teatro do Parque: Rua do Hospício, 81, Boa Vista - Recife
Espetáculo “Não se Conta o Tempo na Paixão”, com Auricéia Fraga
A atriz Auricéia Fraga celebra 80 anos de vida e cinco décadas de carreira no espetáculo autobiográfico “Não se Conta o Tempo na Paixão”. A montagem revisita memórias da infância no interior de Pernambuco, a entrada no teatro nos anos 1970 e a trajetória na cena cultural pernambucana. Dirigido por Rodrigo Dourado, o trabalho mistura relato documental e ficção, com canções da música popular brasileira interpretadas ao vivo pela atriz.
Espetáculo “Não se Conta o Tempo na Paixão”, com Auricéia Fraga
Sexta (24) e sábado (25), às 19h30
Teatro Apolo: Rua do Apolo, 121, Bairro do Recife
Peça "Fim de Partida", com Marco Nanini e Guilherme Weber
A nova montagem de “Fim de Partida”, clássico de Samuel Beckett, conta com Marco Nanini e Guilherme Weber nos papéis centrais. Dirigido por Rodrigo Portella, o espetáculo também tem Helena Ignez e Ary França no elenco. Escrita nos anos 1950, a peça retrata um cenário de ruínas físicas e emocionais e volta à cena com questões contemporâneas.
Peça "Fim de Partida", com Marco Nanini e Guilherme Weber
Sexta-feira (24) e sábado (25), às 20h; domingo (25), às 19h
Teatro Luiz Mendonça - Parque Dona Lindu: Av. Boa Viagem, s/n, Boa Viagem – Recife
Ocupa Cena com Carol Levy
A contadora de histórias e cantora Carol Levy se apresenta na programação do projeto Ocupa Cena. A curta temporada marca o reencontro da artista com o público e tem como base o espetáculo “Conto de Casa”, que une música, literatura e narração de histórias. No domingo, a apresentação também terá cenas de teatro de bonecos comandadas por Fábio Caio, ampliando o aspecto cênico do espetáculo.
Ocupa Cena com Carol Levy
Sábado (25) e domingo (26), às 16h
Sesc Casa Amarela: Avenida Norte Miguel Arraes de Alencar, 4490, Mangabeira -Recife
Cantos e Encantos da Sanfona
O projeto “Cantos e Encantos da Sanfona” encerra sua circulação no Recife com um cortejo de sanfoneiros pelas ruas da Várzea. A proposta transforma o bairro em um palco a céu aberto para celebrar a tradição do forró e da sanfona. Antes de chegar à capital pernambucana, a programação passou por Camaragibe e João Pessoa.
Cantos e Encantos da Sanfona
Sábado (25), com concentração às 15h30 e cortejo a partir das 16h30
Em frente à Igreja da Várzea, com percurso até a Praça Quitéria, no Terminal da linha 2040 - CDU/Boa Viagem/Caxangá
Espetáculo “Karingana e a Batucada de Contos”
O artista moçambicano Klemente Tsamba apresenta o espetáculo “Karingana e a Batucada de Contos”. A montagem é inspirada na tradição oral africana e reúne histórias, ritmos e jogos que propõem interação com o público. Ator, músico, performer, contador de histórias e arte-educador, Tsamba atua há mais de 20 anos em atividades ligadas às artes performativas e à formação de crianças e jovens.
Espetáculo “Karingana e a Batucada de Contos”
Sábado (25), às 17h
Espaço O Poste: Rua do Riachuelo, 641, Boa Vista - Recife
Noite de fados
A Noite de Fados une música, gastronomia e referências da cultura portuguesa. A apresentação é conduzida pela fadista Ananda Botelho Mendes, que interpreta clássicos da música portuguesa e canções do cancioneiro lusitano. A programação também inclui menu especial inspirado na culinária de Portugal, preparado pelo chef Marcelo Inojosa.
Noite de fados
Sábado (25), às 20h
Casa Morim: Rua Teixeira de Freitas, 77, Várzea - Recife
Espetáculo "Espetinho de Coração de Frango"
O Coletivo Flutuante retoma o espetáculo “Espetinho de Coração de Frango”. Em cena, quatro atores apresentam histórias inspiradas em experiências reais, em uma narrativa sobre afetos, encontros e vivências LGBTQIAPN+ abordadas com humor, desejo, vulnerabilidade e memória.
Espetáculo "Espetinho de Coração de Frango"
Sábado (25) e 1º de agosto, às 21h
Central das Estrelas: Rua Mamede Simõe, 204, Santo Amaro - Recife
Musical "A Princesa dos Mares"
O musical “A Princesa dos Mares” acompanha a jornada de uma jovem que parte em aventura para salvar sua terra, em uma narrativa sobre família, perseverança e respeito à natureza. A direção do espetáculo é de Emmanuel Matheus com coreografia de Gabriela Barbosa.
Musical "A Princesa dos Mares"
Domingo (26), às 14h
Teatro Beberibe – Centro de Convenções: Avenida Professor Andrade Bezerra, s/n, Salgadinho - Olinda
Musical "O Reino Congelado"
“O Reino Congelado” é uma adaptação livre inspirada no conto “A rainha da neve”, de Hans Christian Andersen, e aborda o poder do amor em meio a uma missão para quebrar uma maldição de inverno eterno. A direção do espetáculo é de Ivaldo Cunha Filho com coreografia de Kassio Soares.
Musical "O Reino Congelado"
Domingo (26), às 16h30
Teatro Beberibe – Centro de Convenções: Avenida Professor Andrade Bezerra, s/n, Salgadinho – Olinda

22º Festival de Teatro para Crianças de Pernambuco
O 22º Festival de Teatro para Crianças de Pernambuco acontece durante as férias de julho com uma programação voltada ao público infantil. A edição deste ano reúne 15 espetáculos de grupos de Pernambuco, Paraíba e Portugal, além de atividades formativas gratuitas e apresentações em espaços públicos. Com o tema “Aplausos para a imaginação”, o festival também celebra os 40 anos do grupo Mão Molenga Teatro de Bonecos.
22º Festival de Teatro para Crianças de Pernambuco
Até domingo (26), aos sábados e domingos, com sessões às 11h, 16h ou 16h30
Musical infantil “A Cigarra e a Formiga”
O musical infantil “A Cigarra e a Formiga” conta com cinco atores e três músicos em cena. O espetáculo adapta a fábula de Esopo e acompanha a história da Cigarra e das formigas em uma narrativa sobre responsabilidade, amizade e solidariedade. A sessão contará com acessibilidade em Libras.
Musical infantil “A Cigarra e a Formiga”
Domingo (26), às 11h
Teatro RioMar: no 4º piso, Avenida República do Líbano, 251, no Pina - Recife
Show "Resenha do Mumu"
Mumuzinho traz ao Recife a turnê “Resenha do Mumu – Turnê 10 Anos”, que celebra uma década do projeto ligado ao samba e ao pagode. O show promete mais de quatro horas de apresentação, em clima de roda entre amigos, com repertório formado por sucessos da carreira do cantor. Entre as músicas previstas no setlist, estão “Fechadão com o Amor”, “Fulminante”, “Curto Circuito”, “Fala” e “Eu Mereço Ser Feliz”.
Show "Resenha do Mumu"
Domingo (26), a partir das 17h
Mirante do Paço: Travessa do Amorim, 75, 4º andar, Bairro do Recife
26ª Festa da Cocada Gigante de Maracaípe
A 26ª Festa da Cocada Gigante reúne cultura popular, shows e a preparação coletiva do doce que dá nome ao evento. Nesta edição, a cocada chega a 39 metros de comprimento, novo recorde da festa criada em 1999 pela comunidade local. A programação também marca a estreia da primeira atração internacional do evento, a cantora norte-americana Dezarie, e inclui nomes como Edson Gomes, além de maracatus, quadrilhas juninas e artistas locais.
Orla de Maracaípe: Ipojuca, Grande Recife
Espetáculo “O Céu da Língua”, com Gregorio Duvivier
O espetáculo “O Céu da Língua”, estrelado por Gregorio Duvivier, tem direção de Luciana Paes e uma montagem que mistura humor, poesia e reflexão para abordar a língua portuguesa, seus sotaques, transformações e usos no cotidiano. O monólogo já passou por mais de 50 cidades em dez países e recebeu prêmios como o Bibi Ferreira de Melhor Ator para Duvivier.
Espetáculo “O Céu da Língua”, com Gregorio Duvivier
Quarta-feira (29), às 18h, 20h30; e quinta (30), às 18h e 20h30
Teatro Beberibe – Centro de Convenções: Avenida Professor Andrade Bezerra, s/n, Salgadinho - Olinda
Espetáculo “Meretrizes”
O espetáculo “Meretrizes”, do coletivo gaúcho Gompa, apresenta uma montagem que combina teatro, música ao vivo e depoimentos reais para abordar temas como vulnerabilidade social, discriminação, violência, sexualidade e relações de gênero. Com direção de Camila Bauer, a peça foi construída a partir de relatos de profissionais do sexo e inclui bate-papo com o público em duas sessões.
Espetáculo “Meretrizes”
Dias 29, 30 e 31 de julho, 1º de agosto, e 5, 6 e 7 de agosto, às 19h30; com sessão extra gratuita em 1º de agosto, às 16h
Caixa Cultural Recife: Avenida Alfredo Lisboa, 505, Bairro do Recife
Exposição "Ocarinada"
Conhecido pela produção de ocarinas, instrumento de sopro em formato oval, o artista Agnaldo da Silva, o Mestre Nado, apresenta o resultado de décadas de experimentações. A mostra reúne as peças de argila que remodelam o trabalho com o som. Entre elas, está a série "A forma do som", na qual ocarinas se acoplam, formando organismos que evocam animais fantásticos.
Exposição "Ocarinada"
Visitação até sexta-feira (31). De terça a sexta, das 10h às 19h; sábados e feriados, das 10h às 17h
Galeria Marco Zero: Avenida Domingos Ferreira, 3393, Boa Viagem – Recife
Exposição "Das graças alcançadas"
Na exposição "Das graças alcançadas", o artista Derlon apresenta ao público obras em diversos suportes: telas, paredes, objetos e instalação. Com curadoria de Daniel Donato, as produções exibem figuras que representam a coletividade a partir da memória da cultura nordestina.
Exposição "Das graças alcançadas"
Visitação até 31 de julho. De terça a sexta, das 10h às 19h; sábados e feriados, das 10h às 17h
Galeria Marco Zero: Avenida Domingos Ferreira, 3393, Boa Viagem - Recife
Exposição “Gigantes do Gelo”
A exposição “Gigantes do Gelo” tem proposta imersiva e educativa sobre a Era Glacial. A mostra reúne 26 réplicas de animais pré-históricos, incluindo 14 "animatrônicos" com movimentos e sons, em uma experiência voltada para crianças, jovens e adultos. Entre os destaques, estão exemplares em tamanho real de espécies como mamute, tigre-dente-de-sabre e rinoceronte-lanudo.
Exposição “Gigantes do Gelo”
Visitação até 1º de agosto. De segunda a sábado, das 9h às 22h, e aos domingo, das 12h às 21h
Piso L1 do Shopping RioMar: Avenida República do Líbano, 251, Pina – Recife

Exposição "De lá e de cá"
A exposição imersiva “De lá e de cá” tem como proposta aproximar as tradições juninas de Pernambuco e de Portugal. A mostra reúne fotografias, objetos, sons e aromas em um percurso que apresenta origens, costumes e manifestações ligadas ao São João nos dois territórios. Entre os elementos abordados estão tradições portuguesas, como o manjerico, as rusgas e as sardinhas, e referências pernambucanas, como o forró, a quadrilha, as bandeirinhas e as comidas de milho.
Exposição "De lá e de cá"
Visitação até 2 de agosto. De terça a sexta, das 10h às 18h, e sábado e domingo, das 11h às 19h
Paço do Frevo: Praça do Arsenal da Marinha, 91, Bairro do Recife - Recife
Exposição "Maracatu - Antropologia Visual"
O Paço do Frevo recebe a exposição temporária “Maracatu – Antropologia Visual”, dedicada à história e à força cultural do maracatu em Pernambuco. A mostra, com curadoria e design de Augusto Lins Soares, reúne 40 fotografias de Lula Cardoso Ayres, Katarina Real, Fred Jordão e July P., além de vídeos, obras de arte, capas de discos e indumentárias ligadas ao universo do maracatu. A abertura contará com apresentações do Maracatu Nação Estrela Brilhante do Recife e do Maracatu de Baque Solto Cruzeiro do Forte.
Exposição ‘Maracatu - Antropologia Visual’
Até 2 de agosto. Visitação de terça a sexta, das 10h às 18h; sábado e domingo, das 11h às 19h
Paço do Frevo: Praça do Arsenal da Marinha, 91, Bairro do Recife
"Chaves: a exposição"
“Chaves: a exposição” é a maior mostra já realizada em homenagem ao personagem criado por Roberto Gómez Bolaños. A experiência celebra os 40 anos de estreia do programa no Brasil e reúne cenários do seriado, figurinos, elementos cênicos, roteiros, bonecos em tamanho real e objetos originais, como a marreta do Chapolin. A proposta também inclui espaços interativos, informações sobre elenco e dubladores e acesso a “episódios perdidos”.
"Chaves: a exposição"
RioMar Recife, piso L3: Avenida República do Líbano, 251, Pina – Recife
Exposição “Para não esquecer”, de Bia Melo
Primeira exposição individual da artista visual Bia Melo, “Para não esquecer” reúne cinco obras tipográficas instaladas de forma performática em espaços públicos do Grande Recife, além de registros em vídeo dessas ações.
Exposição “Para não esquecer”, de Bia Melo
Visitação até 2 de agosto. De sexta a domingo, das 16h às 20h
Galeria Maumau: Rua Nicarágua, 173, Espinheiro - Recife
Exposição "Vereda Interior"
Nesta mostra, o fotógrafo pernambucano Gustavo Pimentel alterna entre o registro espontâneo de situações do cotidiano e a construção de cenas que evocam suas memórias. As imagens revelam um sertão contemporâneo, distante dos estereótipos, e apresentam uma leitura poética do território. A exposição fotográfica reúne imagens feitas ao longo de duas décadas.
Exposição "Vereda Interior"
Visitação até 16 de agosto. De terça a sexta-feira, das 10h às 17h, e aos sábados e domingos, das 14h às 18h
Torre Malakoff: Praça do Arsenal, s/n, Bairro do Recife - Recife
Exposição "Hoje eu subi numa pilha de livros pra estar à sua altura"
Em sua primeira exposição individual, a artista visual Carolina Drahomiro propõe uma reflexão sobre a força de trabalho da mulher no contexto social.
Exposição "Hoje eu subi numa pilha de livros pra estar à sua altura"
Visitação até 16 de agosto. De terça a sexta-feira, das 10h às 17h, e aos sábados e domingos, das 14h às 18h
Torre Malakoff: Praça do Arsenal, s/n, Bairro do Recife - Recife
Exposição "Traços da Memória"
A exposição “Traços da Memória” reúne trabalhos da artista visual Consuelo Figueira. A mostra apresenta quadros e obras decorativas desenhadas à caneta, com paisagens, fauna e flora nordestinas inspiradas no movimento armorial. Terapeuta ocupacional de formação, Consuelo passou a apresentar seus desenhos após a aposentadoria em 2022.
Exposição "Traços da Memória"
Visitação até 17 de agosto, das 9h às 17h
Galeria Pedra do Reino, no Compaz Ariano Suassuna: Avenida General San Martin, 1208, Cordeiro - Recife
Exposição “Forquilha”
A exposição “Forquilha” reúne mais de 100 obras recentes dos artistas Fernando Duarte e Fernando Augusto. Com curadoria de Guilherme Moraes, a mostra parte do encontro entre as pesquisas dos dois artistas e propõe um diálogo entre diferentes leituras da realidade, com trabalhos ligados à figura humana, paisagem, memória, território e imaginação.
Exposição “Forquilha”
Visitação até 23 de agosto, de terça a sexta-feira, das 9h às 17h, e sábados e domingos, das 14h às 17h
Museu do Estado de Pernambuco (Mepe): Avenida Rui Barbosa, 960, Graças -
Exposição “Cozinha Sertaneja – Comer para resistir”
A exposição “Cozinha Sertaneja – Comer para resistir” propõe um olhar sobre a culinária sertaneja como patrimônio cultural, reunindo objetos, utensílios, instalações, fotografias e textos com curadoria de Bruno Albertim e Lúcio Omena. O percurso, que faz parte do projeto Fenearte – Cozinha de Território, aborda temas como mandioca, criação de animais, conservação dos alimentos, convivência familiar e religiosidade popular no semiárido.
Exposição “Cozinha Sertaneja – Comer para resistir”
Visitação até 23 de agosto. De terça a domingo, das 9h às 17h
Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa: Largo do Varadouro, s/n, Varadouro - Olinda
Exposição "Acervo em Diálogo"
Com curadoria de Beth da Matta, a exposição reúne obras produzidas entre as décadas de 1940 e 2020 e coloca em diálogo artistas que ajudaram a construir importantes capítulos da arte brasileira e pernambucana. Entre os nomes apresentados estão Farnese de Andrade, Francisco Brennand, Lula Cardoso Ayres e Reynaldo Fonseca.
Exposição "Acervo em Diálogo"
Visitação até 27 de agosto. De segunda a sexta-feira, das 9h às 18h; e aos sábados, das 10h às 14h
Galeria Maurício Redig: Empresarial Marcela Dubeux Priori, Av. Eng. Domingos Ferreira, 604, Térreo
Exposição “Bicho Feira”
A primeira exposição individual de Hugo Sá transforma a Feira de Caruaru em ponto de partida para uma produção que articula memória, cultura popular e arte contemporânea. Com curadoria de Paula Borghi, “Bicho Feira” reúne pinturas e esculturas inspiradas em personagens, paisagens e objetos do Agreste pernambucano. Natural de Caruaru, o artista revisita lembranças da infância e cria uma linguagem visual que transita entre figuração e abstração.
Exposição “Bicho Feira”
Visitação até 4 de setembro, de segunda a sexta, das 10h às 19h
Número Galeria: Rua Professor Eduardo Wanderley Filho, 187, térreo, Boa Viagem - Recife
Exposição "Letras da Ilha"
A exposição “Letras da Ilha” apresenta a arte dos pintores letristas de Itamaracá e propõe um recorte da memória gráfica da ilha. A mostra reúne fotografias, vídeos, obras, langanhos e letreiros produzidos por artistas que transformam madeira, tinta e tipografia popular em expressão cultural. Resultado de uma pesquisa iniciada em 2020 por Lili Nascimento, o projeto também destaca nomes como Tuca Pintor, Dilza Fernanda, John Alex e Edilson Catanha.
Exposição "Letras da Ilha"
Visitação até 4 de outubro
Embaixada da Ciranda Lia de Itamaracá: Avenida Benigno Cordeiro Galvão, 559, Jaguaribe, Ilha de Itamaracá
Exposição "Esse é Sérvulo Esmeraldo"
A Caixa Cultural Recife recebe a exposição “Esse é Sérvulo Esmeraldo”, dedicada à trajetória do artista cearense que é apontado como expoente da arte cinética brasileira. A mostra reúne 50 obras, entre esculturas, pinturas, gravuras e desenhos, produzidas ao longo de quase 70 anos de carreira. Com curadoria de Dodora Guimarães Esmeraldo, a seleção apresenta diferentes fases da produção do artista.
Exposição "Esse é Sérvulo Esmeraldo"
Visitação até 25 de outubro. De terça a sábado, das 10h às 20h, e domingos e feriados, das 10h às 18h
Caixa Cultural Recife: Avenida Alfredo Lisboa, 505, Bairro do Recife

Exposições “Que herança você vai poder?” e “Restituir o possível”
O Museu da Abolição abre duas exposições que marcam uma nova etapa do projeto museográfico da instituição após a reforma concluída em 2022. As mostras abordam memória, resistência e herança afro-brasileira, a partir de obras contemporâneas e de um recorte do acervo de cultura material africana do museu. “Que herança você vai poder?” reúne 26 artistas e 31 obras em torno dos desdobramentos da abolição no Brasil. Já “Restituir o possível” apresenta peças de 12 países africanos e insere o museu no debate sobre restituição de bens culturais.
Exposições “Que herança você vai poder?” e “Restituir o possível”
Sem prazo determinado. Visitação de segunda a sexta, das 9h às 17h; sábado, das 13h às 17h
Museu da Abolição: Rua Benfica, 1150, Madalena -Recife
Exposição “Escolas do Barro”
O Museu de Arte Popular do Recife (MAP) celebra 40 anos de atividades com a exposição “Escolas do Barro”. A mostra traz a diversidade e a tradição da produção cerâmica pernambucana com 109 obras de importantes artistas como Mestre Vitalino, Ana das Carrancas e Zé do Carmo.
Exposição “Escolas do Barro”
Até 2027. Visitação de quarta a domingo, das 10h às 16h
Museu de Arte Popular: casa 49, Pátio de São Pedro, São José – Recife
Com vasta programação, agora é só se programar e aproveitar.
O Poder

Cantor João Gomes é internado em hospital do Recife e cancela shows
24/07/2026
Redes sociais
João Gomes postou, nas redes sociais, imagens em que aparece deitado num leito do hospital na companhia da esposa, a influenciadora Ary Mirelle, na manhã de hoje, sexta-feira (24/07). Segundo a assessoria do cantor, ele chegou na madrugada à unidade de saúde, mas já teve alta e está em casa, no Recife.
A retomada
Segundo a assessoria do artista, "a retomada das atividades ocorrerá somente após melhora clínica significativa, pelo menos 48 horas após a remissão da febre e mediante nova avaliação médica".
As imagens
Nas imagens postadas nos sto...
O cantor João Gomes foi internado no Real Hospital Português, localizado no bairro do Paissandu, na área central do Recife . O artista pernambucano foi diagnosticado com Influenza e cancelou dois shows: um em Petrolina, no Sertão do estado, hoje sexta-feira (24/07); e outro no Riachão do Jacuípe (BA), amanhã sábado (25/07).
Redes sociais
João Gomes postou, nas redes sociais, imagens em que aparece deitado num leito do hospital na companhia da esposa, a influenciadora Ary Mirelle, na manhã de hoje, sexta-feira (24/07). Segundo a assessoria do cantor, ele chegou na madrugada à unidade de saúde, mas já teve alta e está em casa, no Recife.
A retomada
Segundo a assessoria do artista, "a retomada das atividades ocorrerá somente após melhora clínica significativa, pelo menos 48 horas após a remissão da febre e mediante nova avaliação médica".
As imagens
Nas imagens postadas nos stories do Instagram, João Gomes aparece recebendo medicamento na veia enquanto a esposa dorme sobre suas pernas. Ao compartilhar o vídeo, ele escreveu a legenda "Nosso date de hoje", encarando a situação com bom humor.
O Poder
Congresso dos EUA pede ação de Trump contra Brasil por projeto de big techs
24/07/2026
O ofício
O ofício encaminhado é encabeçado pelos congressistas Adrian Smith (Nebraska) e Jim Jordan (Ohio). Outros 18 parlamentares do Partido Republicano decidiram firmar a reclamação.
Argumentam
Eles argumentam que a proposta brasileira, enviada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Congresso Nacional, replica os termos de legislação europeia sobre o assunto e "oneram plataformas digitais americanas bem-sucedidas com um novo regime regulatório".
O PL 4675 ainda não tem data para ser votado, mas o deputad...
Um grupo de 20 congressistas republicanos enviou carta ao chefe do USTR (Escritório do Representante Comercial da Casa Branca), Jamieson Greer, pedindo ação contra o Brasil pelo avanço do projeto de lei que regula mercados digitais e amplia poderes do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) contra práticas anticoncorrenciais das big techs.
O ofício
O ofício encaminhado é encabeçado pelos congressistas Adrian Smith (Nebraska) e Jim Jordan (Ohio). Outros 18 parlamentares do Partido Republicano decidiram firmar a reclamação.
Argumentam
Eles argumentam que a proposta brasileira, enviada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Congresso Nacional, replica os termos de legislação europeia sobre o assunto e "oneram plataformas digitais americanas bem-sucedidas com um novo regime regulatório".
O PL 4675 ainda não tem data para ser votado, mas o deputado Aliel Machado (PV-PR) já apresentou seu relatório e fez um apelo aos colegas por sua aprovação, em reunião de líderes neste mês.