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É Findi - Pega! Crônica, por AJ Fontes*

10/05/2025

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Dinheiro na mão é vendaval.

Ressoava uma das tantas músicas que ouvimos no show de Paulinho da Viola no Classic hall, ao chegarmos em um bar participante do Comida de Buteco, próximo ao Mercado da Encruzilhada.
Meio aos nacos do salgado principal da casa, goles de caipirinha, cerveja e rum com coca-cola, o prezado compositor e cantor Nuca Sarmento percebeu que estávamos no Antiquário. Era esse o nome do bar, nos idos de 1970, onde o amante da boa música cantava acompanhado de seu violão.
Ele recordou uma das muitas noites que tocou e cantou lá. Tomava os últimos goles de rum misturado, depois da apresentação, enquanto o amigo e proprietário tentava convencê-lo de dormir no sofá do escritório. Nuca agradeceu, mas queria mesmo era encostar a cabeça no seu travesseiro. Guardou o instrumento, colocou nas costas e disse até logo.

Cabeça baixa, seguiu pela calçada do mercado, alheio ao vazio da noite, contando de cabeça os cruzeiros guardado...

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Dinheiro na mão é vendaval.

Ressoava uma das tantas músicas que ouvimos no show de Paulinho da Viola no Classic hall, ao chegarmos em um bar participante do Comida de Buteco, próximo ao Mercado da Encruzilhada.
Meio aos nacos do salgado principal da casa, goles de caipirinha, cerveja e rum com coca-cola, o prezado compositor e cantor Nuca Sarmento percebeu que estávamos no Antiquário. Era esse o nome do bar, nos idos de 1970, onde o amante da boa música cantava acompanhado de seu violão.
Ele recordou uma das muitas noites que tocou e cantou lá. Tomava os últimos goles de rum misturado, depois da apresentação, enquanto o amigo e proprietário tentava convencê-lo de dormir no sofá do escritório. Nuca agradeceu, mas queria mesmo era encostar a cabeça no seu travesseiro. Guardou o instrumento, colocou nas costas e disse até logo.

Cabeça baixa, seguiu pela calçada do mercado, alheio ao vazio da noite, contando de cabeça os cruzeiros guardados no bolso e se dava por satisfeito ter o suficiente para a passagem e meia carteira de minister.
Espantou-se quando sentiu um peso sobre os ombros. Quis se afastar, mas não conseguiu. Um sujeito segurou com firmeza, encostou a boca no ouvido dele.

— Se aperrei não. Só quero o dinheiro.
— Bicho, sobrou o da passagem de ônibus.
— Faça isso não com seu irmão. Preciso levar algum pra casa.

No meio da conversa do que parecia ser de dois amigos no fim de uma farra, o sujeito passou a mão no couro às suas costas e fez nosso amigo se encolher, fechar os olhos. Rápido buscou desviar a atenção.

- Cara, tem gente em algum lugar com dinheiro.

Não teve jeito. Com os olhos fixos e um sorriso se abrindo.

— É um violão, né?
— É com ele que faturo algum. Faz isso não.
— Então...

O sorriso se completou e ele esfregou os dedos na altura dos olhos.
Choroso, olhando as pedras da calçada, entregou o dinheiro amassado, continuou andando. O silêncio fez Nuca voltar a cabeça para o lado e não viu mais o sujeito. Parou, deu meia volta para o bar. Três passos adiante e percebeu alguém caminhando ao lado.

— Passa o dinheiro, senão leva.

O cantor abriu os braços.

— Porra! Acabei de ser assaltado.
— Foi mesmo. Eu vi. Parados no meio da rua, sob o facho da luz do poste, o novato escaneia Nuca.
— O quê é isso aí no bolso?

Desalentado, Nuca retira uma carteira amassada com o último cigarro.

— Aí, velho, te manda que é perigoso andar por aqui.

Em um passe de mágica, as sombras o engoliram.
O autor do frevo Pernambucana, estático, parecia contar as folhas caídas das árvores quando viu chegar um par de pés descalços.

— Moço, tem um dinheiro aí?
— Você tá brincando, né?
— Tá certo, eu vi tudo. Aperrei não que eu levo o senhor no bar.

À maneira dos anteriores, também se escafedeu.

Nuca resolveu encarar as risadas do amigo, no Antiquário. Encostou o pinho em uma cadeira e embarcou no sofá de onde acordou com o sol na cara, saindo de um sonho e gritando.

— Pega ladrão!

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*AJ Fontes, contista e cronista, engenheiro aposentado, e eterno estudante na arte da escrita, publicou o livro de contos: ‘Mantas e Lençóis’.

Leia outras informações

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Senadores criticam minirreforma eleitoral aprovada esta semana pela Câmara

23/05/2026

Antes mesmo de serem desfeitas as polêmicas e divergências entre parlamentares existentes hoje no Congresso, outro tema já passou a ser incluído nessa lista, com senadores batendo o pé e dizendo que vão brigar para não votar este ano, de forma alguma, o Projeto de Lei (PL) aprovado essa semana pela Câmara dos Deputados que praticamente institui uma minirreforma eleitoral.

Votado de forma simbólica, o texto, depois de aprovado pela outra Casa e sancionado, sugere entrar em vigor ainda nas eleições deste ano. Em um dos itens mais criticados, abre brecha para o envio automatizado de mensagens eleitorais, uma vez que permite comunicações em massa por partidos, inclusive com sistemas automatizados, desde que haja opção de descadastro.

Em outro item, reduz punições e flexibiliza cobrança de dívidas partidárias. A proposta limita multas por rejeição de contas, de forma a proteger diretórios nacionais, e amplia para até 180 meses o parcelamento de débitos com a...

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Antes mesmo de serem desfeitas as polêmicas e divergências entre parlamentares existentes hoje no Congresso, outro tema já passou a ser incluído nessa lista, com senadores batendo o pé e dizendo que vão brigar para não votar este ano, de forma alguma, o Projeto de Lei (PL) aprovado essa semana pela Câmara dos Deputados que praticamente institui uma minirreforma eleitoral.

Votado de forma simbólica, o texto, depois de aprovado pela outra Casa e sancionado, sugere entrar em vigor ainda nas eleições deste ano. Em um dos itens mais criticados, abre brecha para o envio automatizado de mensagens eleitorais, uma vez que permite comunicações em massa por partidos, inclusive com sistemas automatizados, desde que haja opção de descadastro.

Em outro item, reduz punições e flexibiliza cobrança de dívidas partidárias. A proposta limita multas por rejeição de contas, de forma a proteger diretórios nacionais, e amplia para até 180 meses o parcelamento de débitos com a Justiça eleitoral.

Críticas e preocupações

O presidente Lula sinalizou que deve vetar a matéria, caso venha a ser aprovada, mas vários senadores já foram taxativos ao afirmarem que a tendência é engavetar a matéria até o final do ano. O presidente do Senado, senador Davi Alcolumbre (União-AP), inclusive, desconversou quando perguntado por jornalistas e disse que precisará ler o conteúdo primeiro para depois se reunir com os líderes partidários e “só então chegar a qualquer posição a respeito”.

“Achei um acinte, um texto que vai na contramão do que acontece nos outros países democráticos. Será um estímulo ao desvio de dinheiro público dos fundos partidários e o Senado deveria arquivar”, disse o senador Renan Calheiros (MDB-AL). A posição não separa integrantes da base aliada nem da oposição ao governo. O senador Eduardo Girão (Novo-CE) tem posição na mesma linha de Calheiros, apesar de se posicionarem de forma diferente em várias votações.

“Essa matéria é totalmente inoportuna. O Brasil querendo transparência na luta contra a impunidade, que teima em voltar ao nosso país, a gente está querendo passar o Brasil a limpo e vem a Câmara dos Deputados, na calada da noite, fazer uma minirreforma dessa? Eu espero que no Senado não seja votado”, disse, em tom indignado.

Sem jejum de anualidade

O texto também é considerado perigoso para o pleito deste ano e, se sancionado certamente terá sua constitucionalidade questionada, porque estabelece que as regras passem a valer a partir deste ano, sem passar pelo chamado “jejum de anualidade da Lei Eleitoral”, que exige que textos relacionados a eleições sejam aprovados até um ano antes do pleito.

Em alguns dos itens polêmicos, o PL propõe que o número de telefone oficial não poderá ser bloqueado pelos provedores de serviços de mensagens eletrônicas e instantâneas, “salvo em caso de ordem judicial”. Como compensação, os provedores de serviços de mensagens deverão oferecer mecanismos que permitam que o usuário se descadastre do recebimento de mensagens.

Sem punição a irregularidades

A proposta também impede que diretórios nacionais de partidos políticos sejam punidos financeiramente por irregularidades cometidas por diretórios estaduais ou municipais. E o valor a ser estabelecido para multar a rejeição de contas pela Justiça Eleitoral terá de ser de, no máximo, até R$ 30 mil.

Já o prazo de parcelamento de multas eleitorais e devoluções ao erário determinadas pela Justiça Eleitoral passa a ser de 180 meses — medida que vale, inclusive, para dívidas já em execução e para sanções transitadas em julgado.

— Com Metrópoles e Agências de Notícias




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Fernando Moraes lança 'Lula 2', no próximo sábado (30), no Recife

23/05/2026

O “Além das Letras”, iniciativa da Bienal do Livro de Pernambuco, será realizado no próximo dia 30 de maio, sábado, a partir das 14h, no Auditório 3 do Centro de Convenções de Pernambuco. O evento propõe uma programação dedicada ao diálogo entre diferentes expressões artísticas, reunindo literatura, música, poesia, atividades infantis e ações voltadas à economia criativa, com foco na valorização da produção cultural pernambucana.



Destaques

Entre os principais destaques do evento está o lançamento de “Lula – Volume 2”, do jornalista e escritor Fernando Morais. O encontro será realizado às 17h30 e contará com a participação da escritora Cida Pedrosa e do senador Humberto Costa.

A programação literária

Tem início às 15h, com a apresentação do livro “Novos Engenhos — ensaios e artigos de cultura contemporânea (2003–2025)”, de Beto Azoubel. O debate terá mediação de Rodrigo Acioly e participação de Jos...

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O “Além das Letras”, iniciativa da Bienal do Livro de Pernambuco, será realizado no próximo dia 30 de maio, sábado, a partir das 14h, no Auditório 3 do Centro de Convenções de Pernambuco. O evento propõe uma programação dedicada ao diálogo entre diferentes expressões artísticas, reunindo literatura, música, poesia, atividades infantis e ações voltadas à economia criativa, com foco na valorização da produção cultural pernambucana.



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Destaques

Entre os principais destaques do evento está o lançamento de “Lula – Volume 2”, do jornalista e escritor Fernando Morais. O encontro será realizado às 17h30 e contará com a participação da escritora Cida Pedrosa e do senador Humberto Costa.

A programação literária

Tem início às 15h, com a apresentação do livro “Novos Engenhos — ensaios e artigos de cultura contemporânea (2003–2025)”, de Beto Azoubel. O debate terá mediação de Rodrigo Acioly e participação de Josias de Paula e Jeder Janotti. Em seguida, às 16h, os jornalistas Evaldo Costa e Ítalo Rocha Leitão lançam “Eduardo Campos em Histórias”, obra que revisita a trajetória política e pessoal do ex-governador pernambucano Eduardo Campos.

Manifestações poéticas

Também integram a agenda do “Além das Letras”, as 17h, o coletivo Afrologia, que promove uma intervenção dedicada à poesia marginal e periférica. Já às 18h30, o Clube de Leitura Floriterária realiza um sarau aberto ao público.

Crabolando

No foyer do Centro de Convenções, a Crabolando Feira Criativa acontece das 14h às 21h, reunindo artistas, artesãos e empreendedores locais ligados aos segmentos de moda, artesanato, gastronomia artesanal e decoração.

Para a criançada

A programação contempla ainda atividades voltadas ao público infantil, realizadas na área externa do evento entre 14h e 17h30, além de sessões de autógrafos com os autores convidados ao longo do dia.




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Zambelli livre, comemora; mas reviravolta da Justiça italiana nesta sexta-feira (22) leva políticos e juristas a se perguntarem: até quando?

23/05/2026

A notícia, divulgada no início da noite desta sexta-feira (22/05) , provocou surpresa entre representantes dos três Poderes em Brasília. A ex-deputada federal Carla Zambelli, que já tinha tido extradição autorizada pela Justiça italiana foi solta e aparece desde então em várias fotos nas redes sociais, comemorando a reviravolta da Justiça italiana.

A surpresa se dá porque, desde que foi iniciado o processo para julgamento do seu pedido de extradição para o Brasil, as decisões vinham sendo favoráveis à transferência dela para o presídio feminino da Colméia, localizado em Brasília.

Faltava o julgamento de um último recurso dos seus advogados argumentando que a condenação dela pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no ano passado, tinha tido motivação política. Um desses recursos, com o mesmo argumento, já tinha sido rejeitado, mas ontem, foi acolhido por outra instância, a Suprema Corte de Cassações — o que anulou a decisão anterior pela extradição.
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A notícia, divulgada no início da noite desta sexta-feira (22/05) , provocou surpresa entre representantes dos três Poderes em Brasília. A ex-deputada federal Carla Zambelli, que já tinha tido extradição autorizada pela Justiça italiana foi solta e aparece desde então em várias fotos nas redes sociais, comemorando a reviravolta da Justiça italiana.

A surpresa se dá porque, desde que foi iniciado o processo para julgamento do seu pedido de extradição para o Brasil, as decisões vinham sendo favoráveis à transferência dela para o presídio feminino da Colméia, localizado em Brasília.

Faltava o julgamento de um último recurso dos seus advogados argumentando que a condenação dela pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no ano passado, tinha tido motivação política. Um desses recursos, com o mesmo argumento, já tinha sido rejeitado, mas ontem, foi acolhido por outra instância, a Suprema Corte de Cassações — o que anulou a decisão anterior pela extradição.

Última instância da Justiça italiana

A Suprema Corte de Cassações é considerada a última instância da Justiça italiana. A decisão surpreendeu até mesmo os parentes de Carla. O deputado estadual Bruno Zambelli (PL), irmão dela, afirmou que a família considerou a decisão um "milagre". Disse também que ela continuará morando naquele país, "por saber que se vier ao Brasil pode ser presa" e “aguarda os próximos passos da Justiça brasileira para saber o que fazer".

Ainda podem ser observados novos capítulos dessa novela. A decisão dessa sexta diz respeito ao processo em que Zambelli foi condenada por invadir o sistema de tecnologia do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Há ainda um segundo processo de extradição correndo na Justiça italiana, referente à condenação por ela ter ameaçado um radialista correndo atrás dele pelas ruas de São Paulo e portando um revólver, na véspera das eleições de 2022.

STF enviou um único pedido

O Supremo Tribunal Federal (STF) enviou à Itália um único pedido de extradição, referente às condenações nos dois processos, mas a Justiça italiana decidiu separar os casos. Portanto, ainda há outro pedido de extradição em análise, embora sem data para uma decisão final.

Quando forem esgotadas as vias judiciais, o processo terá de ser submetido ao ministro da Justiça da Itália, Carlo Nordio, que pode dar parecer favorável ou contrário à extradição. O ministro tem prazo de 45 dias para se manifestar a partir da publicação do acórdão da Justiça.

Tratado de extradição

Brasil e Itália possuem um tratado recíproco de extradição, em vigor desde 1993 – e que já foi acionado dezenas de vezes desde então. O primeiro artigo do tratado determina, inclusive, que Brasil e Itália ficam obrigados a entregar, um ao outro, pessoas que sejam procuradas pelo outro país – seja para levar a julgamento ou para cumprir uma pena restritiva de liberdade. Mas nem todos os casos foram cumpridos.

Cesare Battisti, ex-ativista e escritor italiano, condenado à prisão perpétua em seu país de origem por quatro assassinatos cometidos na década de 1970, viveu como foragido por quase quatro décadas, passando pelo México, França e Brasil. Na época, em seu segundo governo, o presidente Lula não autorizou sua extradição.

Relação internacional

Battisti terminou sendo extraditado para a Itália, mas pela Bolívia, onde foi capturado em 2019. Tinha fugido do Brasil porque o então presidente, Jair Bolsonaro, apresentou posição oposta, no sentido de autorizar a extradição dele para o governo italiano.

Mais do que um caso político relevante para o Brasil, a polêmica em torno do “extradita-não extradita” de Carla Zambelli pode marcar uma nova virada de chave na relação internacional entre os dois países.

— Com Agências de Notícias




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Denúncia na educação de Raquel - Sintepe denuncia irregularidades em contrato de R$ 183 milhões

22/05/2026

O valor, pago pelo Governo do Estado, foi destinado para reformas em escolas. Só que...

Coletiva denuncia

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe) realizou nesta sexta-feira (22/05) uma coletiva de imprensa, onde apresentou denúncias de suspeita de mau uso de dinheiro público nas escolas da rede estadual de ensino. Na ocasião, o sindicato lançou a campanha: “Cadê a Reforma da Minha Escola?”. Representaram o Sindicato na mesa os diretores de comunicação Magna Katariny, Alceu Domingues e Dilson Marques.

O Sintepe

Coletou informações no Portal da Transparência do Governo do Estado de um contrato de manutenção das escolas, no valor total de R$ 182.784.905,05. Após coletados centenas de Boletins de Medição de Obra, o Sindicato analisou parte destes documentos e constatou 'in loco' a situação de uma pequena amostragem de 10 escolas, na última segunda-feira (18/05). O contrato abarcou reforma...

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O valor, pago pelo Governo do Estado, foi destinado para reformas em escolas. Só que...

Coletiva denuncia

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe) realizou nesta sexta-feira (22/05) uma coletiva de imprensa, onde apresentou denúncias de suspeita de mau uso de dinheiro público nas escolas da rede estadual de ensino. Na ocasião, o sindicato lançou a campanha: “Cadê a Reforma da Minha Escola?”. Representaram o Sindicato na mesa os diretores de comunicação Magna Katariny, Alceu Domingues e Dilson Marques.

O Sintepe

Coletou informações no Portal da Transparência do Governo do Estado de um contrato de manutenção das escolas, no valor total de R$ 182.784.905,05. Após coletados centenas de Boletins de Medição de Obra, o Sindicato analisou parte destes documentos e constatou 'in loco' a situação de uma pequena amostragem de 10 escolas, na última segunda-feira (18/05). O contrato abarcou reformas em 798 unidades de ensino em todo o Estado. Estes dados estão disponíveis no site do Sintepe.

Problemas não sanados

Nas 10 escolas, todas localizadas na Região Metropolitana do Recife, o Sindicato constatou diversos problemas que deveriam ter sido sanados pelas reformas milionárias. Entre os principais problemas estão: estruturas comprometidas com infiltrações, rachaduras, salas inadequadas para atividades pedagógicas, problemas elétricos com fiações expostas e risco de choque elétrico, banheiros sem condições adequadas de uso, mato alto na área externa das unidades, quadras em situações degradantes, além de ambientes quentes e sem climatização adequada.

Precariedade

A Escola de Referência em Ensino Fundamental Creusa Barreto Dornelas Câmara, localizada no bairro da Torre, foi uma das unidades com a pior situação encontrada. Um cenário de precariedade que contrasta com o volume de intervenções e recursos empregados na escola do montante de R$ 1.717.583,22 - um valor que, em tese, deveria garantir condições adequadas de funcionamento e resolver os principais problemas estruturais da escola por um longo período.

Diante desses diversos problemas encontrados, o Sintepe elaborou um hotsite (anexado no final desta matéria) denunciando esse provavel "escândalo da educação". Nele, é possível conferir os boletins de medição de obras nas 798 escolas abarcadas por este contrato de quase R$ 183 milhões.

O Sintepe

Denunciou estas possíveis irregularidades encontradas ao Tribunal de Contas do Estado (TCE), ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE) e ao Tribunal de Contas da União (TCU), para que estas cortes de fiscalização possam tomar as providências cabíveis e o governo estadual explique: “Cadê a Reforma das Escolas?” e onde foram investidos os quase R$ 183 milhões.


Confira no site
https://bit.ly/denuncia_escola




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É Findi – Poesia Pura - Por Poeta Pica-Pau*

22/05/2026

Sou cria da rima viva
filho da literatura
Sou quarteto sou sextilha
Sou bisneto da cultura
Sou o verso e a leitura
Sou decassílabo entoado
Sou martelo agalopado
sou a poesia pura

Sou repente e embolada
Sou lírica e absoluta
Abstrata e inspiração
Da poesia matuta
Quando a áurea se mistura
Um fenômeno acontece
Inspiração aparece
sou a poesia pura

Sou o forró e xaxado
Maracatu e baião
O xote do rei Gonzaga
Nas noites de são João
Sou foguetão nas alturas
Sou barro de Vitalino
Sou um luar nordestino
Sou a poesia pura

Sou o eco numa gruta
Sou o sonoro da mata
Sinfonias de pardais
Sou barulho da cascata
Sou vento em embocadura
Sou crepúsculo vespertino
Sou oxente nordestino
Sou a poesia pura

Sou vento rodopiando
F...

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Sou cria da rima viva
filho da literatura
Sou quarteto sou sextilha
Sou bisneto da cultura
Sou o verso e a leitura
Sou decassílabo entoado
Sou martelo agalopado
sou a poesia pura

Sou repente e embolada
Sou lírica e absoluta
Abstrata e inspiração
Da poesia matuta
Quando a áurea se mistura
Um fenômeno acontece
Inspiração aparece
sou a poesia pura

Sou o forró e xaxado
Maracatu e baião
O xote do rei Gonzaga
Nas noites de são João
Sou foguetão nas alturas
Sou barro de Vitalino
Sou um luar nordestino
Sou a poesia pura

Sou o eco numa gruta
Sou o sonoro da mata
Sinfonias de pardais
Sou barulho da cascata
Sou vento em embocadura
Sou crepúsculo vespertino
Sou oxente nordestino
Sou a poesia pura

Sou vento rodopiando
Folha seca pelo ar
Sou sol, estrela e lua
Sou terra e sol e o mar
Com fortaleza e candura
Sou um casal se amando
E o cupido flechando
Sou a poesia pura


*Pica-Pau é poeta. Vive em Palmares, PE. @poeta.picapau


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.



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É Findi - A Casa da Minha Avó - Poema - Por Eduardo Albuquerque*

22/05/2026

No ancestral lar da minha avó,
não se sabia o maior xodó,
os lindos móveis de jacarandá,
as cadeiras de palhinhas, o sofá.



Oratório de nobre madeira,
santos de todos os jeitos.
Resta ainda a linda compoteira,
guardo-a como relíquia, afeito.

Vivíamos em pleno encanto,
por dez anos sob o manto,
da “Mãezinha”, nosso anjo.



Oh! saudoso, ainda me relembro!
Por que se desfez o quebranto?
O que sei: resta o desencanto!


*Eduardo Albuquerque, poeta, cronista, escritor. @eduardoalbuquerque99



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No ancestral lar da minha avó,
não se sabia o maior xodó,
os lindos móveis de jacarandá,
as cadeiras de palhinhas, o sofá.



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Oratório de nobre madeira,
santos de todos os jeitos.
Resta ainda a linda compoteira,
guardo-a como relíquia, afeito.

Vivíamos em pleno encanto,
por dez anos sob o manto,
da “Mãezinha”, nosso anjo.



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Oh! saudoso, ainda me relembro!
Por que se desfez o quebranto?
O que sei: resta o desencanto!


*Eduardo Albuquerque, poeta, cronista, escritor. @eduardoalbuquerque99



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É Findi - Havemos Pão - Crônica - Por AJ Fontes*

22/05/2026

Vim, vi e venço, cada instante vivido. Diferente de Júlio, o César, estou na batalha que findará um dia. Findar não é coisa certa visto ser possível manter os acumulados no célebre cérebro, chamados de consciência, para além do finado conjunto biológico por ora metida.

Enquanto o féretro não me cabe, vou gerundiando meus tempos. Acerto umas palavras em pedaços de papel; o sal no ovo do café de algumas manhãs. Claro, errei muito antes.

Assim também no aprendizado, sendo o primeiro a escuta, sem o que nada seria. Iniciei no instante em que percebi algo novo. Digo isso por me reconhecer nos modos iniciáticos dos filhos. Nesse adiantado, continuo, embora em menor monta, pois já não há tantas mais coisas a descobrir.

Sorte, eu ter sido lançado em meio a novos e diferentes inventos, sem esquecer as situações adversas que, embora tenham sido repetições, trouxeram outras necessidades. O mais importante: foram, ambos, responsáveis por questionamento...

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Vim, vi e venço, cada instante vivido. Diferente de Júlio, o César, estou na batalha que findará um dia. Findar não é coisa certa visto ser possível manter os acumulados no célebre cérebro, chamados de consciência, para além do finado conjunto biológico por ora metida.

Enquanto o féretro não me cabe, vou gerundiando meus tempos. Acerto umas palavras em pedaços de papel; o sal no ovo do café de algumas manhãs. Claro, errei muito antes.

Assim também no aprendizado, sendo o primeiro a escuta, sem o que nada seria. Iniciei no instante em que percebi algo novo. Digo isso por me reconhecer nos modos iniciáticos dos filhos. Nesse adiantado, continuo, embora em menor monta, pois já não há tantas mais coisas a descobrir.

Sorte, eu ter sido lançado em meio a novos e diferentes inventos, sem esquecer as situações adversas que, embora tenham sido repetições, trouxeram outras necessidades. O mais importante: foram, ambos, responsáveis por questionamentos excepcionais, até então. Esses fatores levaram à busca de novos caminhos neuronais na continuidade da pretensa celebridade do cérebro.

Viva! Ganhei mais vida.

Refiro-me à vitalidade e não a um joguinho do smartphone.

Persistiram questões cujas respostas perambulavam ora para um, ora para outro lado e me faziam montar em perguntas derivadas e galopar tais cavalos bravios, impossíveis da doma, trazendo desassossego. Por cansaço ou compreensão, hoje eu ando devagar e trago esse sorriso.

A bem da verdade, chego a esse tempo vindo nem sei de onde, tampouco de quando, pelejando comigo, com a boca escancarada, cheia de dentes, em nome da sanidade. Isso me guarda entre pares e díspares a comungar dias, seguindo o regrado por uns, acolhido no espaço que me cabe no infinito. Tão infinito quanto o cérebro, não tão célebre, a expor o não limite do pensar aos convivas que se alimentam de pão e graça, por aceite às regras dos eternos vencedores.


*AJ Fontes, contista e cronista, engenheiro aposentado, e eterno estudante na arte da escrita, publicou o livro de contos: ‘Mantas e Lençóis’. @aj.fontes


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.



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É Findi – Meu Sol Continua Rei – Croniqueta, por Xico Bizerra*

22/05/2026

Desde pequeno, tempos do Externato Santa Izabel, dona Silvina Diretora e Dona Luíza professora (naquele tempo não chamávamos de tia) me ensinaram que o sol era uma bola enorme de fogo a brilhar no céu e a iluminar nossos dias. E assim eu o desenhava, soberano, pairando sobre a paisagem, com traços amarelos que nem labaredas arrodeando-o. Igual fazia um cronista que admiro e que andou abordando o tema, recentemente.

Agora vem um fela-da-puta de um cientista maluco, por falta de coisa melhor a fazer, dizer que não, que o Sol nosso de cada dia é apenas uma estrelinha qualquer, menor que a maioria delas e que em algumas das quais caberia até duzentos sóis. Que mania mais besta a desse estudioso de bobagem de querer destruir sonhos infantis. Para mim, ele continua a reinar absoluto no meu céu de criança. Fosse assim tão inexpressivo, como justificar a luz e o calor que dele emana ...

Não entendi a razão de querer tornar república besta a monarquia sol...

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Desde pequeno, tempos do Externato Santa Izabel, dona Silvina Diretora e Dona Luíza professora (naquele tempo não chamávamos de tia) me ensinaram que o sol era uma bola enorme de fogo a brilhar no céu e a iluminar nossos dias. E assim eu o desenhava, soberano, pairando sobre a paisagem, com traços amarelos que nem labaredas arrodeando-o. Igual fazia um cronista que admiro e que andou abordando o tema, recentemente.

Agora vem um fela-da-puta de um cientista maluco, por falta de coisa melhor a fazer, dizer que não, que o Sol nosso de cada dia é apenas uma estrelinha qualquer, menor que a maioria delas e que em algumas das quais caberia até duzentos sóis. Que mania mais besta a desse estudioso de bobagem de querer destruir sonhos infantis. Para mim, ele continua a reinar absoluto no meu céu de criança. Fosse assim tão inexpressivo, como justificar a luz e o calor que dele emana ...

Não entendi a razão de querer tornar república besta a monarquia solar tão decantada. Ou não seria o sol o rei do firmamento, como tão bem decantou Wilson Batista, para Nelson cantar: ‘ô, Sol, tu que és o rei dos astros’? Não vou ligar pras baboseiras desse cientista desocupado. Vai ver ele descobre, qualquer dia desses, que o céu é vermelho e que as nuvens são verde cor de capim, antes de querer comê-las. E se ele achar que a lua não é dos namorados?

Apenas por ferir meus princípios morais mais elementares não vou desejar que esse doido e sua absurda tese apodreçam sob o sol quente e cáustico de um deserto árido e inclemente. Mas que ele não invente nada contra dona lua ... Aí ele vai ter que se ver comigo!


*Xico Bizerra, é compositor, poeta e escritor. @bizerraxico



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É Findi - A Pena do Galináceo - Crônica - Por Romero Falcão*

22/05/2026

Ah! Semana ingrata, não arranjo nada. Nem sequer uma linha para amarrar o primeiro parágrafo. Pelo menos uma ponta de inspiração obscura... nada. Ué, e se diz escritor? Escritor com bloqueio criativo para escrever mamão com açúcar — crônica — ? Não, não, não acredito. Pois é, acredite. É a idade. É a idade. Mas tem dias que é assim, assim, cabeça de jumento. Cabeça de jumento?

Um Processo pela Proa

Cuidado com as palavras — não tem medo de tomar um processo pela proa? Zoofobia, bullying contra os animais? Sim, eu sei, eu sei.
Escrever, hoje em dia, é pisar em ovos dentro da galinha. Ô, elemento, se orienta: é melhor no sapatinho do que na fricção.



Ideias raras e Frases Fortes

Por falar em atrito, o ônibus é minha salvação. Bote fé, leitor, é lá que encontro um manancial de ideias raras e frases fortes. Nunca entendi o mistério: arejar os miolos dentro de um troço apertado e quente. Na prime...

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Ah! Semana ingrata, não arranjo nada. Nem sequer uma linha para amarrar o primeiro parágrafo. Pelo menos uma ponta de inspiração obscura... nada. Ué, e se diz escritor? Escritor com bloqueio criativo para escrever mamão com açúcar — crônica — ? Não, não, não acredito. Pois é, acredite. É a idade. É a idade. Mas tem dias que é assim, assim, cabeça de jumento. Cabeça de jumento?

Um Processo pela Proa

Cuidado com as palavras — não tem medo de tomar um processo pela proa? Zoofobia, bullying contra os animais? Sim, eu sei, eu sei.
Escrever, hoje em dia, é pisar em ovos dentro da galinha. Ô, elemento, se orienta: é melhor no sapatinho do que na fricção.



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Ideias raras e Frases Fortes

Por falar em atrito, o ônibus é minha salvação. Bote fé, leitor, é lá que encontro um manancial de ideias raras e frases fortes. Nunca entendi o mistério: arejar os miolos dentro de um troço apertado e quente. Na primeira oportunidade, pego um.

Escrevo sobre esse Homem?

Um homem cochila no banco ao meu lado. A cada freio, a cada solavanco, a barba trisca o meu ombro. Escrevo sobre esse homem? Ora, ora — isso não dá em nada. E ainda por cima, alguém pode te acusar de apropriação indébita de sonho. Tem calma, aguarda, vai aparecer coisa melhor.

Santa Crônica

Pronto: entra um passageiro, livro preto na mão, prega alto. Grita, gesticula, ameaça com fogo do inferno. Daria uma santa crônica. Daria? Cuidado — o tema é espinhoso. Já bastam as encrencas com os pais dos pets. Quer arrumar mais?

Diga seu CPF

Desço de mãos vazias, nada na tela. Ando a esmo pela rua — pelo menos aqui tem remédio: é farmácia pra tudo que é lado. Olha aí, aproveita — cibalena, nostalgia... dá crônica. Não, não, sem chance. O povo não aguenta mais: diga seu CPF, vou te dar um desconto. Chega!

Costurada na Carne

Quando menos espero, uma moça me olhando. Ela me fita com olho comprido, daquele jeito, leitor. Aparenta uns cinquenta, o rosto ainda jovem, corpo bem talhado, colado na calça. Tão colada, costurada na carne duríssima. E o sorriso, os dentes, a barra branca quase fluorescente? E as unhas? Punhais a atravessar meu pescoço numa noite de fúria? Basta de especulação, babaca. No duro, no duro, ela é Galega, cabelo esvoaçante. É de farmácia, né? Sim, e daí?



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A Mulher Nua no Asfalto

O importante é a simplicidade dela — aquela simplicidade de interior. Sim, tô entendendo, tenha vergonha, me engana que eu gosto. Será que faço seu tipo? Estou desacostumado. Perdi o faro. Faz tempo, muito tempo, que as mulheres não me fitam desse jeito. Sou um sessentão sensual invisível. Penso em pintar o cabelo, comprar umas roupas de boy. Jovem, jovem, jovem. Que ridículo. E me vem a cena rodriguiana: a mulher nua no asfalto. Seria o título da crônica?

Pouso Por Aproximação

Mas ela é diferente: continua andando sem perder o foco e o rebolado. Virou o pescoço duas vezes. É pra mim? É claro que é, boca aberta. Me senti grande, poderoso, um pinto na... aumentei o passo, tento um pouso por aproximação. Hesito...

Obsessão Por Academia e Proteína

Vai, chega junto, faz alguma coisa, mané. Ao menos o cadastro. Cadastro? É, seu idiota. Nome, celular, quantos remédios toma por dia, obsessão por academia e proteína, número de gatos no apartamento, o pet dorme na cama?

E se tudo acabar no "Não é Não"?

Fica peixe — você tem uma carta na manga: o cadastro de boas cuidadoras.

Ah, que alegria. A pena do galináceo volta a cantar.


*Romero Falcão é cronista e poeta. Articulista de O Poder. @romerocoutinhodearruda


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.



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É Findi - Felipe Bezerra* Hoje Chega em Duas Doses

22/05/2026

Aberto Caminho - Poema


A alma inquieta,
ciente do absurdo,
sabe que nada no mundo
acalma ou conforta.

Apenas o confronto,
com o irremediável, inútil,
cada dia mais próximo,
faz vibrar a aorta.

Nem toda pedra
no meio do caminho
configura infortúnio.
Somos Sísifos sem volta.


ANALfaBETos - Poema

O país dominado
pelo crime organizado.
O pasto bem tratado,
nos dois extremos lados.

A ilusão alimenta o gado,
que se acha puro e iluminado.
Das tesouras novo teatro,
mulas e otários mirando o palco.

Eterno futuro no passado,
do povo que segue fadado
a ser novamente enganado,
pelo velho Lula ou Bolsonaros".


*Felipe Bezerra, advogado e poeta. @felipebezerradesouza


NR - Os textos assinados expres...

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Aberto Caminho - Poema


A alma inquieta,
ciente do absurdo,
sabe que nada no mundo
acalma ou conforta.

Apenas o confronto,
com o irremediável, inútil,
cada dia mais próximo,
faz vibrar a aorta.

Nem toda pedra
no meio do caminho
configura infortúnio.
Somos Sísifos sem volta.


ANALfaBETos - Poema

O país dominado
pelo crime organizado.
O pasto bem tratado,
nos dois extremos lados.

A ilusão alimenta o gado,
que se acha puro e iluminado.
Das tesouras novo teatro,
mulas e otários mirando o palco.

Eterno futuro no passado,
do povo que segue fadado
a ser novamente enganado,
pelo velho Lula ou Bolsonaros".


*Felipe Bezerra, advogado e poeta. @felipebezerradesouza


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.



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