
Lula leva pernambucano Fred Siqueira para tentar salvar Ministério das Comunicações
23/05/2025 -
Muito prazer. Frederico de Siqueira Filho, nascido no Recife, em 24 de março de 1977, é um desses profissionais altamente qualificados que atuam quase no anonimato. Fred, como é tratado pelos amigos, é engenheiro e administrador. O atual ministro das Comunicações do Brasil, anteriormente, exerceu o cargo de presidente da Telecomunicações Brasileiras S.A. (Telebras) de 2023 a 2025. Ele chega com uma missão (quase) impossível: colocar ordem e ação eficaz em um ministério devastado pela irresponsabilidade política. O presidente Lula, negociou a pasta e foi muito lento em defenestrar um ministro ineficaz e com gravíssimas suspeitas de corrupção. Só agiu quando o quadro tornou-se 100% inviável. E aí, para tentar salvar a hecatombe, Frederico Siqueira foi convocado.
Serviços
"Precisamos trabalhar, para garantir que a população tenha acesso aos serviços públicos da melhor forma possível”, diz o novo ministro das Comunicações, em entrevista exclusiva ao repórter Alberes Xavier.
Olhar para a frente
Nomeado recente para o comando do Ministério das Comunicações do Governo Lula, o pernambucano Frederico Siqueira falou sobre suas prioridades nesse início de gestão à frente da pasta, vista como essencial para o sucesso de qualquer governo.
Missão dada...
“A missão dada pelo presidente Lula foi, primordialmente, melhorar a questão da conectividade do Brasil, pois para ele, investir na conectividade é sinônimo de desenvolvimento social. Vamos ampliar e melhorar essa área, buscando alternativas, recursos e projetos que possibilitem isso”, disse o ministro.
Inclusão
Frederico Siqueira frisou que o foco de sua gestão será na inclusão digital, na expansão do 5G, no programa ‘Norte Conectado’ e na chegada da TV 3.0 ao Brasil. “Precisamos trabalhar, para garantir que a população tenha acesso aos serviços públicos da melhor forma possível. Precisamos levar nossos projetos, nossas ações às áreas mais remotas do país e para isso vamos firmar parcerias importantes com o poder privado, em especial com empresas de telefonia, para que possamos garantir o crescimento dos investimentos”.