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O policial suíço e o criminoso de fuzil: a fantasia pacifista que mata, por Jorge Henrique de Freitas Pinho*

01/12/2025

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I - Preâmbulo - Quando o Estado espera cortesia e o crime


Há notícias que não estremecem o leitor pelo conteúdo, mas pelo silêncio ensurdecedor que carregam. A matéria do Poder de Pernambuco informava, com a tranquilidade de quem comunica a troca de luminárias, que Recife receberia 1.165 armas não letais para a Guarda Municipal.

A nota era discreta, quase asséptica, sem linguagem dramática, sem indignação cívica, sem alarde técnico.

No entanto, o tom burocrático escondia o absurdo; e o absurdo residia na naturalidade com que o Estado se vangloriava de equipar seus agentes com instrumentos incapazes de enfrentar a violência que domina as ruas.


Aplauso

Esse aplauso à “moderada força” é a missa solene do pacifismo institucional. Em nome da harmonia pública, entrega-se spray de pimenta a quem enfrenta fuzis, pistolas e granadas.

A moral substitui a estratégia. O humanitarismo carica...

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I - Preâmbulo - Quando o Estado espera cortesia e o crime


Há notícias que não estremecem o leitor pelo conteúdo, mas pelo silêncio ensurdecedor que carregam. A matéria do Poder de Pernambuco informava, com a tranquilidade de quem comunica a troca de luminárias, que Recife receberia 1.165 armas não letais para a Guarda Municipal.

A nota era discreta, quase asséptica, sem linguagem dramática, sem indignação cívica, sem alarde técnico.

No entanto, o tom burocrático escondia o absurdo; e o absurdo residia na naturalidade com que o Estado se vangloriava de equipar seus agentes com instrumentos incapazes de enfrentar a violência que domina as ruas.


Aplauso

Esse aplauso à “moderada força” é a missa solene do pacifismo institucional. Em nome da harmonia pública, entrega-se spray de pimenta a quem enfrenta fuzis, pistolas e granadas.

A moral substitui a estratégia. O humanitarismo caricatural suplanta a defesa legítima da sociedade.

Com isso, o governo reduz seu poder de fogo esperando, com um gesto pedagógico, que o criminoso faça o mesmo.

Troca-se o cajado do pastor por um ramo de oliveira, na esperança de que o lobo respeite o símbolo de paz.

A fantasia não pacifica a fera: apenas expõe as ovelhas. Esse é o pacto silencioso — desarmar o Estado e esperar cortesia do crime.

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II. A moralização irreal do criminoso


Essa suposição parte de uma crença ingênua: o crime pode ser civilizado pela norma que ele já decidiu violar.

O discurso oficial parte da ética, mas o criminoso parte do cálculo. Enquanto o Estado pergunta o que é justo, o bandido pergunta o que é vantajoso.

É nesse abismo entre moral e utilidade que a gestão da segurança cai. Troca-se a compreensão da estratégia pela fé no arrependimento alheio.

Hobbes sabia que o monopólio da força não é garantia de opressão, mas de civilização. Uma sociedade sem medo razoável do Estado cai no medo absoluto do crime.

Humanização do conflito

Quando o governo abdica da força em nome da “humanização do conflito”, consagra o poder daquele que não pede licença para usar violência.

O Leviatã deixa de ser o Estado; torna-se o narcotraficante, o miliciano, o chefe de facção que governa ruas, bairros e comunidades inteiras.

O humanismo, quando aplicado à garantia de segurança pública, não é gesto de compaixão — é abandono moral da autoridade legítima.

III. O nascimento do problema: o medo de corporações armadas na CF/88

O Brasil carrega o trauma político da ditadura como se fosse maldição hereditária. A Constituição de 1988, elaborada sob a sombra das botas militares, limitou tanto o poder armado fora das Forças Armadas que acabou por amputar a segurança municipal.

Não se tratava de proteger o cidadão do crime, mas de proteger o poder político de futuras rivalidades armadas. Não se temia o bandido; temia-se a polícia. O inimigo, aos olhos dos constituintes, tinha farda, não facção.

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Foi trágico

O resultado institucional foi trágico: os municípios ganharam guardas “meio policiais, meio cidadãs”.

Corporações sem autonomia, sem estrutura investigativa, sem poder real de enfrentamento. Fardas com apito. Uniformes com spray. Símbolos de autoridade sem autoridade concreta.

Criou-se a segurança municipal com vocabulário sentimental, não com mecanismos eficazes. O crime, por sua vez, ocupou o espaço vazio com poder, munição e hierarquia.

Na prática, o cidadão passou a conviver com uma entidade curiosa: uma força pública que não pode agir como força.

Um agente estatal treinado para ser visto, mas não obedecido; presente, porém impotente; uniformizado, mas inofensivo.

Em outras palavras, um espantalho institucional — elegante, simbólico, e completamente inútil contra os corvos humanos da criminalidade.

IV. Segurança estratificada: quando a polícia chama a polícia


A consequência dessa timidez constitucional é grotesca: o guarda municipal não está apenas mal armado — ele precisa de uma polícia verdadeira para sobreviver. Sua missão não é enfrentar o crime, mas suportar o tempo até que outra força pública chegue.

Criou-se não uma linha de defesa, mas uma profissão de espera. Um uniforme para ganhar tempo. Um agente para chamar outro agente.

O Rio de Janeiro tornou-se o exemplo caricato dessa deformidade. Quando a Polícia Federal se depara com fuzis e granadas, clama pela Polícia Militar. Quando a Polícia Militar enfrenta grupos paramilitares, chama o Exército. Quando o Exército atua, só opera em “força de apoio”, como se a soberania nacional fosse um revezamento de fraquezas coordenadas. É a coreografia do medo institucional.

Polícia auxiliar

Não existe “polícia auxiliar” num país onde o crime não é auxiliar. Nenhuma força reduzida enfrenta organizações que operam com arsenal de guerra.

Armar guardas municipais com instrumentos de contenção é o equivalente político de enviar paramédicos para apagar um incêndio com gaze e soro fisiológico — um gesto bem-intencionado, porém inútil.

E, se o fogo ao menos é cego, o crime não é: escolhe alvos, mede vulnerabilidades e avança exatamente onde percebe hesitação.

Por isso, moderar a força estatal não produz paz; apenas transforma o agente público na próxima vítima de um confronto que a política insiste em negar.

V. Guardas municipais como seguranças de shopping


O Brasil produziu, em escala industrial, uma classe de agentes públicos que desempenha papel semelhante ao do segurança de shopping norte-americano: vigia, observa, aciona o sistema, registra o incidente — e espera que a força real chegue.

Mas há uma diferença essencial: nos Estados Unidos, o segurança de shopping enfrenta pequenas ocorrências e furtos de varejo; no Brasil, a guarda enfrenta facções com AK-47, pistolas Glock convertidas e granadas caseiras.

O país

O país governou a segurança pública como quem assiste à comédia Paul Blart: Mall Cop — o segurança obeso que derrota criminosos armados apenas com uma arma de choque e boa vontade. A realidade, porém, não imita a farsa. No cinema, a improvisação salva. No Brasil, ela mata.

A fantasia ganhou contornos macabros quando uma “especialista” televisiva afirmou que é possível “desarmar um homem de fuzil com uma pedra”.

Dias depois de ensinar heroísmo improvisado ao povo, pediu proteção policial ao se sentir ameaçada por críticas virtuais.

O pacifismo midiático exige bravura dos outros, mas pede escolta para a própria segurança. A coragem proposta é sempre terceirizada.

VI. Exemplos de que a estratégia falha


Os defensores da “moderação bélica” gostam de repetir que armas não letais são uma evolução civilizatória. Não dizem, porém, que tais instrumentos podem mutilar, cegar, desfigurar e até matar, dependendo da região atingida, da proximidade do disparo e da intensidade do confronto.

A bala de borracha, por exemplo, já deixou dezenas de pessoas cegas no Brasil e no exterior; o bean bag — sacola de chumbo envolta em tecido — já rompeu órgãos internos e causou óbitos; o taser já levou cardíacos à morte e epilépticos à convulsão fatal. Quando se invoca a “não letalidade”, omite-se a parte essencial: é letal, mas aleatória.

O problema não é apenas ético. É estratégico. Armas não letais só fazem sentido em ambientes controlados de baixa ameaça.

Porém, o Brasil as coloca nas ruas de alto risco, onde criminosos enfrentam o Estado com fuzis AR-15, pistolas Glock adaptadas para tiro automático, munições perfurantes e granadas artesanais.

A política

A política de contenção leve só funciona quando o agressor tem interesse em sobreviver — o criminoso com fuzil, ao contrário, entra no conflito preparado para matar ou morrer.

Na América Latina, experiências de “polícia leve” fracassaram de forma retumbante. No Equador, policiais comunitários desarmados viraram alvos preferenciais de facções que buscavam “dominar territórios pelo medo”.

Áreas dominadas pelo narcotráfico

Na Argentina, em áreas dominadas pelo narcotráfico, agentes sem poder real foram assassinados sem reação estatal proporcional. Quando a presença não representa ameaça, ela não dissuade — ela apenas registra o desastre que não pôde evitar.

Nos Estados Unidos, o fenômeno é ainda mais revelador. Boa parte dos massacres em escolas e shoppings ocorreu com seguranças presentes — porém desarmados ou limitados. Sua presença, ao invés de reduzir o risco, gerou testemunhas sem capacidade de reação. Quando a força é insuficiente, ela não salva: documenta carnificinas.

A sociedade

A sociedade brasileira está criando, em larga escala, exatamente esse tipo de serviço público: uniformes que não defendem, apenas contemplam o crime com impotência oficial.

Síntese: Quando o inimigo é letal, a moderação estatal vira combustível da ousadia criminosa. Onde o Estado entrega benevolência, o crime entrega cadáveres.


VII. O recado subliminar do governo ao crime

O uso expansivo de armas “humanizadas” não envia uma mensagem pedagógica à sociedade — envia um aviso estratégico ao criminoso: “não reagiremos proporcionalmente.”

O bandido lê com precisão aquilo que o Estado comunica de maneira subliminar. Ele entende que o risco diminuiu, que o confronto perdeu dificuldade, que o tempo de reação aumentou. A cada centímetro de fraqueza estatal, o crime avança um quilômetro de ousadia.

Sun Tzu ensina que, quando o adversário diminui sua força, a estratégia não é dialogar — é atacar. Se o inimigo se desarma, avance. Se se divide, cerque-o. Se quer demonstrar benevolência, explore-a.

Interpreta

O crime organizado não interpreta a “polícia leve” como gesto civilizado; interpreta como oportunidade. Um Estado fraco não inspira gratidão; inspira lucro.

Não se trata apenas de reação prática, mas de cultura criminológica: o crime agradece a bondade do Estado com mais violência.

O discuso

O discurso governamental que promete clemência gera o oposto da pacificação: estimula a agressividade de quem vive da impunidade.

A mensagem subliminar da política pública brasileira é um convite involuntário ao ataque — não porque ama a violência, mas porque teme exercer o poder.

VIII. A política do cadáver e do fingimento


A arma não letal não salva o criminoso — sacrifica o guarda municipal. A redução da “letalidade policial” que muitos governos celebram não é conquista ética, mas transferência de óbitos: não morre o agressor, morre o agente estatal de baixa capacidade defensiva. O governo troca o morto de lado e chama isso de progresso.

Para piorar, a expansão das guardas municipais atrai um contingente de pessoas que não tem vocação policial, mas busca estabilidade, remuneração e benefícios de carreira.

A farda vira emprego. Quem entra sem espírito de risco não está preparado para enfrentar facções, tampouco para lidar com a crueldade de organizações que nasceram para o confronto.

Forma-se um exército de fardas sem espírito de combate, treinado para “prevenir” conflitos que exigem enfrentamento.

Financiar

A sociedade passa a financiar, com impostos, um teatro de segurança. Um circo de bravura simbólica. O cidadão vê o uniforme e imagina força. O crime vê o uniforme e detecta fragilidade.

Quando o primeiro tiro é disparado, a farda que deveria proteger precisa ela mesma ser protegida.

Essa inversão é trágica: quem deveria garantir a ordem se torna cliente de quem deveria garantir a ordem. A polícia chama a polícia. A guarda chama a polícia. E a população chama quem?

IX. Conclusão - a paz que não resiste a um tiro


Desarmar o Estado é desarmar o cidadão. Não se retira o fuzil do crime com pistolas de choque, nem se protege o trabalhador com moralismo legislado. Criminoso não negocia ética; negocia vantagem. Não há diálogo possível entre a boa intenção estatal e o cálculo utilitário da criminalidade organizada.

A paz verdadeira não se constrói com slogans, mas com poder legítimo. Não há civilização sem autoridade capaz de defender a vida honesta.

O Estado que teme exercer a força que lhe cabe entrega o monopólio da violência a quem não tem escrúpulos em usá-la. A fantasia pacifista não poupa vidas; produz mártires sem causa.

Quando o Estado tem medo da força que deveria exercer, o poder migra para quem não tem medo de usá-la. Humanizar a segurança não é desarmar o agente — é proteger o inocente.

X.Pós-Escrito — Domesticação femocrática e a coragem terceirizada

O pacifismo estatal brasileiro não nasce da busca pela paz, mas do temor ao poder armado que não obedece ao centro político.

A disputa não é contra o fuzil do crime, mas contra a possibilidade de que estados e municípios tenham força autônoma.


Guardas inofensivas

Assim, preferem guardas inofensivas não por amor à vida, mas por medo de instituições que não dependam de seus comandos.

A questão não é “por que desarmar o crime?”, mas: por que desarmar quem pode enfrentá-lo?

Esse mecanismo encontra eco em setores progressistas que não têm qualquer ligação com o crime, mas produzem discursos penais que, na prática, oferecem dividendos involuntários aos que desejam impunidade.

O voto do preso, majoritariamente voltado à esquerda, não é ideológico, mas pragmático: busca clemência, redução de pena, linguagem conciliadora. Não é adesão a uma causa; é cálculo.

E, paradoxalmente, reforça narrativas que tratam a violência como dilema moral, e não como disputa de força.

A contradição aparece de forma cristalina na Bahia, onde governos que defendem suavidade nacional operam uma das polícias mais letais do país. Onde convém parecer humanista, suavizam-se discursos; onde é preciso governar, arma-se a mão estatal. Não é ideologia — é oportunidade.

Teatro público

Nesse teatro público, a suavidade vira estética política. O caso da “especialista” que recomendou enfrentar fuzis com pedras e logo pediu escolta policial revela o espírito do tempo: a coragem proposta é sempre para os outros.

Sou contrário à violência estatal, mas a realidade brasileira não permite a fantasia suíça de agentes equipados apenas com dispositivos não letais.

E ainda há o custo silencioso: armas de choque, sprays e munições especiais são caras, exigem manutenção constante e envelhecem rápido — talvez mais do que o armamento convencional que deveriam substituir. É uma modernidade cara para resultados duvidosos.

No fim, o discurso pacifista protege narrativas, não vidas. E quem paga a conta é sempre o cidadão que não tem fuzil, não tem partido e não tem plateia.

*Jorge Pinho é advogado, escritor e pensador. Ex-procurador-geral do Estado do Amazonas.

NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores. O Poder estimula o livre confronto de ideias e acolhe o contraditório. Todas as pessoas e instituições citadas têm assegurado espaço para suas manifestações.

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Liderança Autêntica - Alexandre Paes lança livro inspirador

09/12/2025

Desenvolva sua Sabedoria Emocional e Lidere com Confiança. Chaves para uma Governança Transformadora e Inspiradora no Século XXI. Tudo isso está no novo livro do estrategista político, escritor e especialista em desenvolvimento humano Alexandre Paes.

Obra potente, atual e necessária

Liderança Autêntica é um convite direto e corajoso ao autoconhecimento e à prática de uma liderança que concilie técnica, sensibilidade e consciência ética. Com mais de vinte campanhas eleitorais em seu currículo e uma sólida trajetória em inteligência eleitoral e formação de lideranças, Alexandre Paes une experiências reais, ciência do comportamento e estratégias contemporâneas para formar líderes preparados para os desafios do século XXI.


Sobre o Autor

Alexandre Paes é escritor, estrategista político, coach de lideranças e especialista em inteligência eleitoral. Possui certificações em instituições como Dale Carnegie, Elos e FEBRACIS, con...

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Desenvolva sua Sabedoria Emocional e Lidere com Confiança. Chaves para uma Governança Transformadora e Inspiradora no Século XXI. Tudo isso está no novo livro do estrategista político, escritor e especialista em desenvolvimento humano Alexandre Paes.


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Obra potente, atual e necessária

Liderança Autêntica é um convite direto e corajoso ao autoconhecimento e à prática de uma liderança que concilie técnica, sensibilidade e consciência ética. Com mais de vinte campanhas eleitorais em seu currículo e uma sólida trajetória em inteligência eleitoral e formação de lideranças, Alexandre Paes une experiências reais, ciência do comportamento e estratégias contemporâneas para formar líderes preparados para os desafios do século XXI.



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Sobre o Autor

Alexandre Paes é escritor, estrategista político, coach de lideranças e especialista em inteligência eleitoral. Possui certificações em instituições como Dale Carnegie, Elos e FEBRACIS, consolidando sua reputação em desenvolvimento humano e alta performance. Atua como formador de líderes, consultor e palestrante.




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Raquel faz contrato de R$ 31 milhões sem licitação. Waldemar Borges cobra justificativa

09/12/2025

O deputado estadual Waldemar Borges (PSB) voltou a cobrar respostas claras do Governo de Pernambuco sobre o contrato de R$ 31 milhões firmado sem licitação para a implantação de um sistema de computação no Estado. Em pronunciamento na Assembleia Legislativa nesta terça-feira (09), o parlamentar afirmou que o Executivo enviou uma resposta de mais de 130 páginas ao seu pedido de informações, mas sem esclarecer pontos centrais do questionamento.

Borges

Explicou que, semanas atrás, solicitou oficialmente esclarecimentos após reportagens da imprensa local apontarem que a secretária de Administração teria viajado à Estônia e Finlândia para conhecer o sistema oferecido por uma empresa privada — justamente a mesma empresay que, posteriormente, recebeu o contrato milionário por inexigibilidade de licitação.

Enrolação do governo

“Pedimos informações muito simples”, afirmou o deputado. “Queríamos saber por que essa empresa...

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O deputado estadual Waldemar Borges (PSB) voltou a cobrar respostas claras do Governo de Pernambuco sobre o contrato de R$ 31 milhões firmado sem licitação para a implantação de um sistema de computação no Estado. Em pronunciamento na Assembleia Legislativa nesta terça-feira (09), o parlamentar afirmou que o Executivo enviou uma resposta de mais de 130 páginas ao seu pedido de informações, mas sem esclarecer pontos centrais do questionamento.

Borges

Explicou que, semanas atrás, solicitou oficialmente esclarecimentos após reportagens da imprensa local apontarem que a secretária de Administração teria viajado à Estônia e Finlândia para conhecer o sistema oferecido por uma empresa privada — justamente a mesma empresay que, posteriormente, recebeu o contrato milionário por inexigibilidade de licitação.

Enrolação do governo

“Pedimos informações muito simples”, afirmou o deputado. “Queríamos saber por que essa empresa foi contratada sem licitação, qual a justificativa robusta para esse procedimento e se a secretária de fato viajou e quem pagou por essa viagem. São duas perguntas básicas.” Segundo o parlamentar, a resposta enviada pelo Executivo não trouxe objetivamente nenhum dos esclarecimentos solicitados.

Encher linguiça

“Recebemos um calhamaço de 130 páginas, mas nenhuma resposta clara. Não mostram a exclusividade do sistema, não comprovam a necessidade de inexigibilidade e não dizem, concretamente, se a secretária viajou e à custa de quem”, criticou.

Superfaturamento?

Borges afirmou ainda que sua equipe já constatou que o sistema contratado não é exclusivo e que outros estados utilizam soluções semelhantes, pagas pelo poder público, e por valores menores do que os praticados em Pernambuco. “Isso reforça ainda mais a necessidade de explicações. Não é a única empresa capaz de fornecer esse tipo de sistema, e há estados que pagam menos por serviços semelhantes”, destacou.

Documentação irregular?

Outro ponto levantado pelo deputado foi a ausência de documentos essenciais solicitados, como o parecer da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), que deveria fundamentar a decisão pela inexigibilidade. “Esse parecer simplesmente não foi apresentado”, disse. Ele ironizou a falta de clareza das respostas: “Dizem que uma empresa pagou, mas não dizem a quem, nem apresentam os documentos que pedimos”, critica.

TCE convocado

O parlamentar informou que protocolou um requerimento ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) para que seja instaurado um procedimento de fiscalização sobre o caso. O objetivo é aprofundar as investigações e obter oficialmente as informações que o Legislativo não recebeu do Executivo. “Não estamos querendo nada complexo. Só queremos saber por que houve inexigibilidade, quais critérios foram cumpridos para justificá-la, e quem pagou pelas viagens — especialmente a que ocorreu em maio, antes da assinatura do contrato”, afirmou.

Viagens suspeitas?

Segundo Borges, uma segunda viagem ocorreu posteriormente, já dentro do escopo contratual, mas a primeira é a que levanta maior preocupação. O deputado concluiu dizendo que a falta de respostas claras demonstra resistência do governo em esclarecer fatos simples. “Isso poderia ser respondido em três ou quatro linhas. Mas parece haver certa dificuldade cognitiva de quem lê as nossas perguntas”, provocou.

A expectativa

Como Raquel, como de costume, não esclarece as coisas, o que se espera agora é que o TCE analise o pedido e determine as próximas etapas de fiscalização, diz Waldemar Borges.




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Vez da esquerda ocupar ilegalmente a mesa da Câmara. O pau quebrou feio

09/12/2025

O processo de cassação do deputado Glauber Rocha (PSOL/RJ), pautado para amanhã quarta-feira/12, provocou uma confusão inédita na Câmara dos Deputados. O parlamentar foi acusado pelo partido Novo de ter faltado ao decoro parlamentar ao expulsar da Câmara, em abril do ano passado, com empurrões e chutes, o integrante do Movimento Brasil Livre (MBL) Gabriel Costenaro.
A cassação foi aprovada por ampla maioria.

Feio

Glauber, com apoio dos parlamentares de esquerda, sentou na cadeira do presidente Hugo Motta e disse " daqui não saio, daqui ninguém me tira". Hugo Motta desvendou o seu lado arbitrário e atrabiliário, próprio dos sertões nordestinos no começo do século passado. O presidente fugiu e determinou alguns atos nem vistos na ditadura. Cortou o sinal da TV, expulsou os jornalistas do recinto e mandou retirar Glauber na marra. E assim foi.

Todos errados

Glauber Braga, que espancou pessoas meses atrás,...

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O processo de cassação do deputado Glauber Rocha (PSOL/RJ), pautado para amanhã quarta-feira/12, provocou uma confusão inédita na Câmara dos Deputados. O parlamentar foi acusado pelo partido Novo de ter faltado ao decoro parlamentar ao expulsar da Câmara, em abril do ano passado, com empurrões e chutes, o integrante do Movimento Brasil Livre (MBL) Gabriel Costenaro.
A cassação foi aprovada por ampla maioria.

Feio

Glauber, com apoio dos parlamentares de esquerda, sentou na cadeira do presidente Hugo Motta e disse " daqui não saio, daqui ninguém me tira". Hugo Motta desvendou o seu lado arbitrário e atrabiliário, próprio dos sertões nordestinos no começo do século passado. O presidente fugiu e determinou alguns atos nem vistos na ditadura. Cortou o sinal da TV, expulsou os jornalistas do recinto e mandou retirar Glauber na marra. E assim foi.

Todos errados

Glauber Braga, que espancou pessoas meses atrás, no próprio recinto da Casa, argumenta que a pena é desproporcional e que o processo é uma perseguição política. O deputado sustenta que está sendo cassado devido a uma articulação do ex-presidente da Câmara deputado Arthur Lira (PP-AL), devido às denúncias que faz do chamado orçamento secreto. Lira nega as acusações.

Motta

Comandou uma arbitrariedade inédita. Promoveu o mais triste espetáculo em mais de 200 anos do Legislativo.
Glauber errou feio. A esquerda acompanhou, perdendo a moral para criticar a direita, que já fez até pior. Ruim para todo mundo.

Conversas fiadas

Vêm de todos os lados. Todos os lados tentando justificar o injustificável. Difícil saber quem errou mais. Dois lados de uma bagaceira só

Fala Glauber

Na avaliação do parlamentar, a pena que poderia ser aplicada era a de censura verbal ou escrita para atos que infringissem as regras de boa conduta, para ofensas físicas ou morais e desacato nas dependências da Câmara dos Deputados, conforme prevê o regimento.

Fala Braga

“É também um processo que já deveria ter sido levado ao plenário desde o dia 22 de abril deste ano. Todos sabem que esse processo foi concluído lá no Conselho de Ética e que o Plenário precisa dar o seu veredito final. Vamos enfrentar esse caso do deputado Glauber nesta semana, para que o Plenário possa dar a sua posição”, anunciou Motta.




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Quebrou o pau na Câmara. Saiba as principais notícias da noite

09/12/2025

- Última: Deputado Glauber Braga ocupa mesa da Câmara. Seguranças esvaziam plenário e TV Câmara desliga sinal. Braga é retirado à força.

- Ministros do TSE descartam Bolsonaro elegível em 2026

Ministros do TSE descartam a possibilidade de Jair Bolsonaro se tornar elegível para disputar as eleições presidenciais de 2026. A informação foi revelada pela CNN Brasil, após conversar com integrantes da corte eleitoral. A declaração surge quando, Flávio condicionou sua desistência da pré-candidatura à presidência, à reabilitação política de Bolsonaro.

- Motta: os deputados vão analisar as cassações de Eduardo Bolsonaro e Carla Zambelli, amanhã

- Lula lança CNH do Brasil: fim da autoescola obrigatória e novas regras para tirar CNH

- PL da Dosimetria: Gleisi classifica dosimetria como "retrocesso" e diz que projeto contraria decisão do STF



- "Agora é só...

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- Última: Deputado Glauber Braga ocupa mesa da Câmara. Seguranças esvaziam plenário e TV Câmara desliga sinal. Braga é retirado à força.

- Ministros do TSE descartam Bolsonaro elegível em 2026

Ministros do TSE descartam a possibilidade de Jair Bolsonaro se tornar elegível para disputar as eleições presidenciais de 2026. A informação foi revelada pela CNN Brasil, após conversar com integrantes da corte eleitoral. A declaração surge quando, Flávio condicionou sua desistência da pré-candidatura à presidência, à reabilitação política de Bolsonaro.

- Motta: os deputados vão analisar as cassações de Eduardo Bolsonaro e Carla Zambelli, amanhã

- Lula lança CNH do Brasil: fim da autoescola obrigatória e novas regras para tirar CNH

- PL da Dosimetria: Gleisi classifica dosimetria como "retrocesso" e diz que projeto contraria decisão do STF



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- "Agora é só eleição, Natal já foi esquecido", diz Lula

O presidente Lula afirmou, hoje, que o Natal "já foi esquecido e agora é só eleição". Segundo o chefe do Executivo, o ano de 2026 "vai ser o ano da verdade". Declarou que todos já estão em "clima de eleição" e que, no início do próximo ano, vai prestar contas à sociedade "sobre o que aconteceu neste país". "Temos que aproveitar esse momento para conversar, ... Eu não acho que agora tá polarizada, polarizada sempre foi".

- Polarização: "Você pode polarizar. Eu posso ser adversário do Sidônio, mas eu posso continuar sendo amigo do Sidônio e respeitar ele", falou o presidente

- Equipe de Beyoncé diz que vai acionar a Justiça contra filme de Bolsonaro. Produção utilizou música da cantora

- Saúde: Pernambucana é eleita presidente da Sociedade Brasileira de Hepatologia. Dra. Leila Maria Moreira Beltrão Pereira

- Réveillon: Governo do Estado leva festival Pernambuco Meu País para o Réveillon de Jaboatão. De 29 a 31/12

- Prefeitura do Recife: INW, Instituto Nelson Wilians, promove Mutirão Jurídico gratuito no Compaz Leda Alves, amanhã, 10/12

- Honraria: Câmara do Recife aprova Título de Cidadão Recifense para o senador Humberto Costa

- Polícia Federal de Pernambuco assina contrato para construção de nova sede. Obras têm prazo previsto de 38 meses



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- Dia D de Mobilização: Prefeitura do Recife realiza Mobilização contra Arboviroses amanhã

A Prefeitura do Recife realiza, amanhã, quarta-feira, 10/12, o Dia D de Mobilização contra Arboviroses, com o objetivo de fortalecer as ações de prevenção e controle da dengue, zika e chikungunya na cidade. O mutirão de inspeções domiciliares acontecerão simultaneamente, das 8h às 13h, com com a presença de duplas volantes para atividades educativas e de mobilização comunitária, além da atuação conjunta com as equipes das USFs.

- Dólar hoje sobe para R$ 5,435 ainda com Flávio Bolsonaro no radar

- Cooperação: Lula diz que falou a Trump sobre "maior devedor" do país, que mora em Miami. Sem citar nomes ou entrar em detalhes, alertou: "prender esse aí"



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- EUA elaboram planos sobre “próximos passos” caso Nicolás Maduro seja deposto

O governo de Donald Trump está elaborando planos para o caso de Nicolás Maduro, ditador da Venezuela, ser deposto, segundo dois altos funcionários da administração federal dos EUA e outra fonte familiarizada com as discussões. Os planos estão sendo redigidos discretamente e mantidos em sigilo.

- Nobel da Paz: líderes latino-americanos prestigiarão prêmio de María Corina Machado. Evento acontece amanhã, 10/12, em Oslo

- Trump x Imprensa: presidente dos EUA chama repórter de "desagradável" durante coletiva de imprensa

- Missão Espacial: Astronautas dos EUA e da Rússia retornam à Terra hoje. Missão conjunta demonstra que cooperação entre russos e americanos no espaço continua imune às tensões geopolíticas

- Temperatura no Mundo: 2025 será 2o ou 3o ano mais quente já registrado, afirmam cientistas da UE



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Este ano deverá ser o segundo ou terceiro mais quente já registrado no mundo, potencialmente superado apenas pelo calor recorde de 2024, informou o Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus (C3S), da União Europeia hoje, 09/12. Os dados são os mais recentes do C3S após a COP30, em que os governos não conseguiram chegar a um acordo sobre novas medidas substanciais para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, refletindo a geopolítica tensa.




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No momento, Flávio reconhece não haver chance de anistia a Bolsonaro

09/12/2025

O senador Flávio Bolsonaro reconheceu hoje não haver chance, pelo menos nesse momento, de aprovação de um projeto de anistia ao pai. O projeto de perdão ao ex-presidente, condenado a 27 anos de prisão, não encontra respaldo no Congresso, mas segue como bandeira pública do ‘bolsonarismo’, inclusive do próprio Flávio. Porém, ele mesmo se contradisse sobre o tema, 4 dias depois de anunciar ter sido escolhido pelo pai para disputar a Presidência da República em 2026.

Após visita a Jair Bolsonaro na PF

Após visitar Jair Bolsonaro na Superintendência da PF, o senador tentou se explicar sobre as declarações que havia dado no domingo no sentido de que a sua desistência tinha um preço, que era Bolsonaro anistiado e disputando com Lula a Presidência da República. "Não foi um ato isolado aquilo que eu falei. Foi um ato que começou no final da manhã e foi até a noite. Eu falei qual era o meu preço: o meu preço era o Bolsonaro livre e nas urnas. Ou seja, não tem...

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O senador Flávio Bolsonaro reconheceu hoje não haver chance, pelo menos nesse momento, de aprovação de um projeto de anistia ao pai. O projeto de perdão ao ex-presidente, condenado a 27 anos de prisão, não encontra respaldo no Congresso, mas segue como bandeira pública do ‘bolsonarismo’, inclusive do próprio Flávio. Porém, ele mesmo se contradisse sobre o tema, 4 dias depois de anunciar ter sido escolhido pelo pai para disputar a Presidência da República em 2026.

Após visita a Jair Bolsonaro na PF

Após visitar Jair Bolsonaro na Superintendência da PF, o senador tentou se explicar sobre as declarações que havia dado no domingo no sentido de que a sua desistência tinha um preço, que era Bolsonaro anistiado e disputando com Lula a Presidência da República. "Não foi um ato isolado aquilo que eu falei. Foi um ato que começou no final da manhã e foi até a noite. Eu falei qual era o meu preço: o meu preço era o Bolsonaro livre e nas urnas. Ou seja, não tem preço. Essa é a conclusão", disse o senador. A declaração no sentido de afirmar que, na verdade, não há "preço" ou negociação em torno de sua candidatura, foi dada em resposta sobre a mudança de discurso entre domingo e hoje. Flávio também manifestou não ter obtido apoio dos demais partidos, apenas compromisso de consulta às bases partidárias. PSD e Republicanos, que também fazem parte do grupo de partidos de centro e de direita que dominam o Congresso, não compareceram a uma reunião de líderes ontem, 08/12. A exceção do PL, que tende a se beneficiar principalmente nas eleições a deputado federal tendo um sobrenome Bolsonaro disputando a Presidência, os demais partidos do centrão trabalham pela candidatura do governador Tarcísio de Freitas.




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PL da Dosimetria será pautada hoje, anuncia Hugo Motta

09/12/2025

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, disse que vai pautar hoje a votação do PL, projeto de lei, que pode reduzir penas para envolvidos com os atos golpistas, inclusive do ex-presidente Jair Bolsonaro. Batizado de PL da Dosimetria, o texto é uma alternativa que vem sendo costurada pelo relator, Paulinho da Força, ao projeto de lei da anistia aos envolvidos com os atos golpistas.





Relator: "inclui benefício para o ex-presidente Bolsonaro”

Apresentado em 2023 por deputados do PL e do Republicanos, o projeto de lei visava a perdoar todos os envolvidos direta ou indiretamente com manifestações ocorridas desde o 2o turno das eleições de 2022. O texto chegou a ter a urgência aprovada pela Câmara dos Deputados, mas, como enfrenta resistências, ainda não foi a votação. O texto final do PL da Dosimetria ainda não é conhecido. Paulinho vinha dizendo que "a ideia é pacificar o país, um projeto meio-termo", que não iri...

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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, disse que vai pautar hoje a votação do PL, projeto de lei, que pode reduzir penas para envolvidos com os atos golpistas, inclusive do ex-presidente Jair Bolsonaro. Batizado de PL da Dosimetria, o texto é uma alternativa que vem sendo costurada pelo relator, Paulinho da Força, ao projeto de lei da anistia aos envolvidos com os atos golpistas.



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Relator: "inclui benefício para o ex-presidente Bolsonaro”

Apresentado em 2023 por deputados do PL e do Republicanos, o projeto de lei visava a perdoar todos os envolvidos direta ou indiretamente com manifestações ocorridas desde o 2o turno das eleições de 2022. O texto chegou a ter a urgência aprovada pela Câmara dos Deputados, mas, como enfrenta resistências, ainda não foi a votação. O texto final do PL da Dosimetria ainda não é conhecido. Paulinho vinha dizendo que "a ideia é pacificar o país, um projeto meio-termo", que não iria "fazer nenhum projeto que vá de encontro ao Supremo", e que o texto "inclui benefício para o ex-presidente Bolsonaro”. Tempo de prisão de Bolsonaro pode cair para pouco mais de 2 anos, diz relator. "Para ficar claro, porque o reduz não é de 27 para 2 anos e 4 meses, reduz de 6 anos e 7 meses para 2 anos e 4 meses. Essa aqui é o resumo do projeto que nós vamos votar hoje", disse o Relator.




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Imunização: vacina contra bronquiolite começa a ser aplicada em gestantes no Recife

09/12/2025

A partir de amanhã, 10/12, gestantes que moram no Recife podem se vacinar contra o vírus sincicial respiratório, VSR, causador da bronquiolite. A doença é uma das principais causas de internação de bebês. A vacina foi incluída no calendário nacional e é aplicada em dose única. Nesta primeira etapa, a capital pernambucana recebeu 4.470 das 30.700 doses enviadas ao estado pelo Ministério da Saúde. Segundo a prefeitura, a meta é vacinar 80% das gestantes. Atualmente, 18.753 mulheres estão grávidas na cidade. Para se imunizar, é preciso apresentar cartão de vacina, CPF ou cartão SUS e documento que comprove a idade gestacional. A vacina está disponível em 162 salas de vacinação.





Bebê protegido por formas graves da doença

A vacina contra VSR é aplicada na mulher grávida, que produz anticorpos e os transfere para o bebê ainda durante a gestação. Assim, a criança já nasce protegida contra formas graves da doença, especialmen...

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A partir de amanhã, 10/12, gestantes que moram no Recife podem se vacinar contra o vírus sincicial respiratório, VSR, causador da bronquiolite. A doença é uma das principais causas de internação de bebês. A vacina foi incluída no calendário nacional e é aplicada em dose única. Nesta primeira etapa, a capital pernambucana recebeu 4.470 das 30.700 doses enviadas ao estado pelo Ministério da Saúde. Segundo a prefeitura, a meta é vacinar 80% das gestantes. Atualmente, 18.753 mulheres estão grávidas na cidade. Para se imunizar, é preciso apresentar cartão de vacina, CPF ou cartão SUS e documento que comprove a idade gestacional. A vacina está disponível em 162 salas de vacinação.



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Bebê protegido por formas graves da doença

A vacina contra VSR é aplicada na mulher grávida, que produz anticorpos e os transfere para o bebê ainda durante a gestação. Assim, a criança já nasce protegida contra formas graves da doença, especialmente nos primeiros meses de vida, quando o risco é maior. A imunização é contraindicada para quem tem histórico de alergia aos componentes da vacina. Mulheres com febre moderada ou alta devem adiar a imunização até o completo desaparecimento dos sintomas.

Vírus Sincicial Respiratório, VSR

Segundo o Ministério da Saúde, o VSR é responsável por cerca de 75% dos casos de bronquiolite e 40% dos casos de pneumonia em crianças menores de dois anos. A vacina oferece proteção imediata aos recém-nascidos, reduzindo hospitalizações. Como a maioria dos casos é decorrente de infecção viral, não existe um tratamento específico para a bronquiolite. O manejo é baseado apenas no tratamento dos sinais e sintomas que incluem: terapia de suporte; suplementação de oxigênio; hidratação; uso de broncodilatadores, especialmente quando há chiados evidentes.




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Veneziano detalha dados econômicos positivos do governo Lula

09/12/2025

 
Em pronunciamento na tribuna do Senado Federal, o Senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) citou dados econômicos apresentados pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável (CDESS).

Projeta

Segundo Veneziano, o governo projeta crescimento médio de 2,8% até 2026 e taxa de desemprego de 6,6%.

Destacou
 
O Senador destacou ainda a redução da informalidade e o aumento do rendimento médio para R$ 3.507. “O governo do presidente Lula terá o maior crescimento médio, como reflexo de diversas políticas implementadas durante o mandato. É o maior crescimento desde Fernando Henrique Cardoso. Concluiremos, em 2026, com a média de 2,8%, só ficando aquém do próprio Lula 2, que foi de 4,6%”, relatou o Senador paraibano, ao dizer que a oposição, sem apresentar dados, critica o governo tentando passar uma imagem de terra arrasada para a população....

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Em pronunciamento na tribuna do Senado Federal, o Senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) citou dados econômicos apresentados pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável (CDESS).

Projeta

Segundo Veneziano, o governo projeta crescimento médio de 2,8% até 2026 e taxa de desemprego de 6,6%.

Destacou
 
O Senador destacou ainda a redução da informalidade e o aumento do rendimento médio para R$ 3.507. “O governo do presidente Lula terá o maior crescimento médio, como reflexo de diversas políticas implementadas durante o mandato. É o maior crescimento desde Fernando Henrique Cardoso. Concluiremos, em 2026, com a média de 2,8%, só ficando aquém do próprio Lula 2, que foi de 4,6%”, relatou o Senador paraibano, ao dizer que a oposição, sem apresentar dados, critica o governo tentando passar uma imagem de terra arrasada para a população.
 
Crescimento

Veneziano disse também que esse “crescimento robusto impulsionou o mercado de trabalho, levando à menor taxa de desemprego: 6,6% é a taxa projetada para o ano de 2026, para os quatro anos” e que “a menor taxa de desemprego veio acompanhada também da menor taxa de informalidade. Vamos ter, ao término de 2025, 14,7% de taxa de informalidade. Teremos, então, o mercado de trabalho aquecido, junto a uma política de valorização do salário mínimo”, ressaltou.




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Biblioteca Pública de Pernambuco lança obra “Antologia de Literatura Novo Horizonte”

09/12/2025

Uma obra escrita por vários autores. Na próxima sexta-feira (12/12), às 17h30, na Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco, localizada na rua João Líra, s/n, Santo Amaro, Recife-PE, será lançada a obra “Antologia de Literatura Novo Horizonte” organizada pelas escritoras, professoras e editoras, Lourdes Nicácio e Silva e Raphaela Nicácio da Silva Lopes.

A obra

A obra reúne 47 autores de vários estados brasileiros como Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, São Paulo, destacando participação das seguintes cidades, entre outras: Belém do São Francisco, Floresta, Bezerros, Afogados da Ingazeira, Cabo de Santo Agostinho, Catende, Crato, Garanhuns, Ilha de Itamaracá, João Pessoa, Jaboatão dos Guararapes, Maceió, Mamanguape, Natal, Olinda, Paulista, Petrolina, Pesqueira, Palmares e Recife.

“À luz da sensibilidade, da disciplina e do encantamento, planejamos e organizamos esta antologia voltada para o i...

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Uma obra escrita por vários autores. Na próxima sexta-feira (12/12), às 17h30, na Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco, localizada na rua João Líra, s/n, Santo Amaro, Recife-PE, será lançada a obra “Antologia de Literatura Novo Horizonte” organizada pelas escritoras, professoras e editoras, Lourdes Nicácio e Silva e Raphaela Nicácio da Silva Lopes.

A obra

A obra reúne 47 autores de vários estados brasileiros como Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, São Paulo, destacando participação das seguintes cidades, entre outras: Belém do São Francisco, Floresta, Bezerros, Afogados da Ingazeira, Cabo de Santo Agostinho, Catende, Crato, Garanhuns, Ilha de Itamaracá, João Pessoa, Jaboatão dos Guararapes, Maceió, Mamanguape, Natal, Olinda, Paulista, Petrolina, Pesqueira, Palmares e Recife.

“À luz da sensibilidade, da disciplina e do encantamento, planejamos e organizamos esta antologia voltada para o intercâmbio, a divulgação das produções literárias dos autores participantes nas escolas, universidades, academias de letras, bibliotecas, entre outras instituições educativas e culturais. Sabemos que nossas antologias sempre mereceram o reconhecimento de autores e leitores, favorecendo especialmente os novos autores, muitos do interior, incentivados pela oportunidade de aproximação entre nomes dos mais admiráveis no meio literário”, afirmam, na apresentação da obra, as organizadoras da “Antologia de Literatura Novo Horizonte”, Lourdes Nicácio e Raphaela Nicácio.

Autores participantes

A obra conta com a participação dos autores, Alfredo Fagundes de Sousa, Ana Lúcia Coelho Caribé Bastos, Ana Prosini, Andréa Catão, Antônio Neto, Carlos Alberto Jales, Eduardo Gomes, Eliana Cavalcanti, Felipe Araújo, Fernando Farias, Fernando Tavares, Giordano Bruno Ferraz de Carvalho, Glória de Albuquerque, eitor Bezerra de Brito, Jacira Barros, José Augusto de Oliveira Tenório, Jonadab Mansur, Josinaldo Maria da Costa, Leny Amorim, Lourdes Nicácio e Silva, Lourdes Sarmento, Lúcia Regina, Lucilo Varejão Neto, Luiz Gonzaga Granja Filho ,Márcia Matos, Maria Arilena Borba Soares Coutinho, Maria Auxiliadora Lustosa Coelho (Dodora), Maria de Lourdes Hortas, Maria de Lourdes Soares Ornellas, Maria Helena Romeira Biondi, Maria Lúcia de Araújo Nogueira, - Maria Nilza da Conceição, Melchiades Montenegro, Milton Júnior, Moisés da Paixão, Nadilson Ferreira, Nelson Brandão, Petrucia Camelo ,Rachel Carrilho, Raphaela Nicácio, Ricardo Moreira (Testão), Rosângela Maria Ferraz Dutra, Rozeni Maria de Araújo, Socorro Costa, Telma Brilhante, Turmalina Teles e Zélia Monte.

O Poder



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Deputado federal Pedro Campos destaca o papel de Luciana Santos para a política pernambucana

09/12/2025

O deputado federal Pedro Campos, que ocupa o posto de líder do PSB na Câmara Federal, garantiu em entrevista ao repórter Alberes Xavier, a importância da ministra da Ciência e Tecnologia do governo Lula, Luciana Santos para a política pernambucana.


Referência

Casada com o deputado estadual Waldemar Borges, do MDB, Luciana tornou-se ao longo das últimas décadas uma referência do PCdoB pernambucano.

"Luciana tem tantos serviços prestados pelo povo pernambucano, como prefeita de Olinda, deputada federal, vice-governadora e hoje ela ajuda o presidente Lula, como ministra da Ciência e Tecnologia, assim como o meu pai o fez no passado”, disse.

Retomado

Ele acrescentou que “través de Luciana o país tem retomado os investimentos na ciência e tecnologia e avançado muito, algo muito importante para todo o Brasil”.

Celebrou

Um dos principais nomes da política per...

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O deputado federal Pedro Campos, que ocupa o posto de líder do PSB na Câmara Federal, garantiu em entrevista ao repórter Alberes Xavier, a importância da ministra da Ciência e Tecnologia do governo Lula, Luciana Santos para a política pernambucana.


Referência

Casada com o deputado estadual Waldemar Borges, do MDB, Luciana tornou-se ao longo das últimas décadas uma referência do PCdoB pernambucano.

"Luciana tem tantos serviços prestados pelo povo pernambucano, como prefeita de Olinda, deputada federal, vice-governadora e hoje ela ajuda o presidente Lula, como ministra da Ciência e Tecnologia, assim como o meu pai o fez no passado”, disse.

Retomado

Ele acrescentou que “través de Luciana o país tem retomado os investimentos na ciência e tecnologia e avançado muito, algo muito importante para todo o Brasil”.

Celebrou

Um dos principais nomes da política pernambucana, a ministra da Ciência e Tecnologia do governo Lula, Luciana Santos, celebrou recentemente em Brasília o seu aniversário de 60 anos.

Autoridades

Várias autoridades políticas e jurídicas marcaram presença na celebração, dentre eles, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, os deputados federais Renildo Calheiros e Jandira Feghali, do PCdoB, Pedro Campos e Eriberto Medeiros, ambos do PSB.

O Poder




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