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Rombo, traição e confisco: a revelação de um estado que perdeu a medida, por Jorge Pinho*

03/12/2025

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“Quando o Estado gasta o que não tem, toma da sociedade o que ela ainda não perdeu.”



I. Preâmbulo - Quando o rombo se torna método e a traição vira rotina

Vivemos um daqueles momentos históricos em que a máscara cai. O governo Lula 3 produziu um déficit de proporções inéditas — R$ 400 bilhões — e, diante da própria incapacidade de administrar o país, encontrou a solução mais antiga e mais covarde da política: fazer o contribuinte pagar a conta.


Surpreendente

Nada disso seria surpreendente, não fosse a forma como a operação ocorreu: oculta pela prisão de Bolsonaro, abafada pelo tumulto midiático, chancelada por setores inteiros do Parlamento que deveriam defender a liberdade, mas optaram pela conveniência.

A aprovação da tributação de lucros e dividendos acima de R$ 50 mil mensais — e o confisco imediato de 10% sobre qualquer centavo a mais — não é apenas um ajuste fiscal. É a assinatur...

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“Quando o Estado gasta o que não tem, toma da sociedade o que ela ainda não perdeu.”



I. Preâmbulo - Quando o rombo se torna método e a traição vira rotina

Vivemos um daqueles momentos históricos em que a máscara cai. O governo Lula 3 produziu um déficit de proporções inéditas — R$ 400 bilhões — e, diante da própria incapacidade de administrar o país, encontrou a solução mais antiga e mais covarde da política: fazer o contribuinte pagar a conta.


Surpreendente

Nada disso seria surpreendente, não fosse a forma como a operação ocorreu: oculta pela prisão de Bolsonaro, abafada pelo tumulto midiático, chancelada por setores inteiros do Parlamento que deveriam defender a liberdade, mas optaram pela conveniência.

A aprovação da tributação de lucros e dividendos acima de R$ 50 mil mensais — e o confisco imediato de 10% sobre qualquer centavo a mais — não é apenas um ajuste fiscal. É a assinatura de um projeto de poder.

Um projeto que não começa na economia e não termina nela. Ele começa no bolso, passa pela alma e termina na submissão.

O que segue não é apenas uma análise econômica. É um diagnóstico civilizacional.

II. O Rombo como projeto – a economia quebrada que legitima a tutela


O déficit gigantesco do governo não é acidente: ele é fundamento operacional.

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Romper o equilíbrio fiscal produz, intencionalmente ou não, uma narrativa útil: a narrativa da emergência.
E, diante da emergência, tudo se torna justificável.

Tributos se tornam “necessários”. Restrições se tornam “medidas de proteção”. Intervenções viram “gestos de responsabilidade”.

O governo

Um governo incompetente deveria ser contido pelo próprio fracasso. Mas um governo ideológico transforma seu fracasso em combustível político.

Quando o rombo se torna permanente, a liberdade deixa de ser prioridade. O Estado passa a reivindicar tudo: o direito de regular, de corrigir, de arbitrar — e, sobretudo, de punir quem ainda produz.

Esse é o ponto decisivo: um Estado quebrado não pede ajuda; exige obediência.

III. A lógica do colapso – as quatro causas do Estado predatório

Aristóteles nos ensinou que tudo pode ser explicado pelas quatro causas. Aplicadas ao Brasil, elas revelam o mapa da decadência.

1. A causa material: Um Estado hipertrofiado, pesado, improdutivo, incapaz de viver com o que arrecada e insaciável no que deseja extrair da sociedade.

2. A causa eficiente: O populismo fiscal — a crença de que é possível governar distribuindo o que não existe, prometendo o que não se pode entregar e empurrando para o futuro o que não se quer resolver.

3. A causa formal: A solução autoritária: quando tudo falha, cria-se um novo imposto. A forma do governo deixa de ser administração e passa a ser apropriação.

4. A causa final: O controle social. O Estado que financia tudo se sente autorizado a mandar em tudo. O Estado que arrecada tudo se acredita dono de todos.

Por isso, o ponto filosófico é irrefutável:
um Estado que não se contém, contém a sociedade.

IV. A sanha tributária – Quando o Estado confisca o futuro


A nova tributação de lucros e dividendos — sobretudo com o limite arbitrário de R$ 50 mil mensais — é uma agressão direta à liberdade econômica.

Não se trata de “contribuição justa”, mas de confisco disfarçado.

Dois empresários com a mesma renda anual pagarão impostos diferentes, dependendo do número de empresas em que repartiram seus lucros.

Ou seja: o Fisco não mede riqueza; mede arquitetura societária. Um absurdo jurídico. Um escárnio lógico. Uma perversão ética.

Quando o Estado pune quem ganha mais em uma única empresa, mas perdoa quem divide lucros em várias, ele abandona o princípio da isonomia e abraça a lógica do controle: não importa quanto você ganha; importa como você está estruturado.

E quem domina a estrutura, domina o contribuinte.

A tributação agressiva, porém, revela algo mais grave: um governo que usa o bolso como instrumento de disciplina.
O objetivo não é arrecadar: é enquadrar.

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V. O mecanismo de poder – a espiral hegeliana do caos

A dialética hegeliana jamais esteve tão visível, como sw demonstra abaixo.

A tese: é o Estado democrático: limitado, racional, contido, sustentado pela responsabilidade fiscal.

A antítese: é o caos produzido pelo próprio governo: o rombo que paralisa, o déficit que humilha, a crise que desorganiza.

A síntese: é um Estado ampliado, tutor, interventor — legitimado por resolver o caos que ele próprio produziu.

O Estado cria o incêndio. Depois se apresenta como bombeiro. E termina dono da casa inteira.

Esse é o método: governar a partir da escassez, não da prosperidade.

O déficit não é um problema: é uma arma.
É justificativa. É narrativa. É o oxigênio de um governo que só sobrevive criando dependência.

VI. A liberdade em risco – o bolso como coleira


Toda tirania começa pelo bolso. O governo sabe que o bolso é o local mais poderoso para domesticar uma população.

A tributação excessiva não atinge apenas empresas: atinge consciências. Ela ensina as pessoas a temerem o sucesso, hesitarem diante do risco e renunciarem ao crescimento.

Ela converte responsabilidade em culpa. Prosperidade em suspeita. Liberdade em concessão.

Martin Buber dizia que a verdadeira relação política é “Eu–Tu”. Mas o Estado brasileiro transformou o contribuinte em “Isto”: um objeto tributável, uma fonte de extração, uma estatística.

E quando o cidadão deixa de ser sujeito e vira coisa, a democracia deixa de ser pacto e vira tutela.

Quando o Estado amarra o bolso, amarra também o espírito. Porque a liberdade econômica é irmã gêmea da liberdade política. Mata-se uma, e a outra agoniza.

VII. O Brasil resiste – a moral do empreender


Apesar disso, há força no país. E essa força não vem do governo: vem do empreendedor.

O empreendedor brasileiro é um herói ético.
Ele produz apesar do Estado, cresce apesar dos impostos, cria apesar das burocracias.

Ele é o homem que diz ao mundo: “Eu existo por minha própria obra, não pela autorização da máquina pública.”

O sentido

Frankl ensinava que o sentido sustenta o homem. O empreendedor sabe disso. Ele cria não por vaidade, mas por vocação — pelos filhos, pela família, pela memória dos pais, pelo desejo de deixar um legado.

É por isso que o governo o teme. Porque ele não precisa do Estado. E tudo que não depende do Estado ameaça o poder dos que se alimentam dele.

O empreendedor é, hoje, a última trincheira da liberdade.

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VIII. O aviso importante – a nação à beira do abismo fiscal


Toda Nação enfrenta um momento de decisão. O nosso momento chegou.

O déficit é grave, mas não é fatal. O que pode ser fatal é o hábito — o costume de aceitar abusos como se fossem inevitáveis.

A submissão não começa com violência. Começa com cansaço. Com resignação.
Com o pensamento fatalista: “É assim mesmo.”

Nenhuma sociedade se salva quando começa a normalizar o abuso. Nenhum povo permanece livre quando confunde estabilidade com obediência.
Nenhuma República sobrevive quando aceita que liberdade é aquilo que o Estado permite — e não aquilo que o cidadão possui por natureza.

Estamos à beira de um abismo fiscal.
Mas ainda temos chão moral.

A hora de resistir é agora.

IX. Pós-escrito – a cumplicidade, a cortina de fumaça e a minoria que ainda merece a história


O mais grave não é o governo que tenta confiscar: é o Parlamento que permite.

Enquanto a prisão de Bolsonaro dominava as manchetes, o Congresso votava silenciosamente o maior ataque tributário da década. A comoção serviu de biombo.

A urgência moral da anistia — justa e necessária — consumiu o fôlego político da oposição.

Houve reações? Sim. Notas, vídeos, protestos pontuais. Mas tímidos. Dispersos. Sufocados.

A oposição lutava simultaneamente por duas causas:

– a liberdade econômica do país;

– a dignidade humana dos presos de 8 de janeiro.

E, exaurida, perdeu terreno em ambas.

Mesmo assim, houve uma minoria lúcida, digna, coerente, que votou contra. Essa minoria deve ser lembrada. Honrada.
Protegida.

Porque a história sempre distingue os que resistem dos que apenas sobrevivem.

O PT não teria vencido se a direita não tivesse capitulado. Essa é a verdade que precisa ser dita.

E que fique registrado:o rombo é enorme,
a tributação é injusta, mas nada é tão perigoso quanto o silêncio cúmplice.

O Brasil sobreviverá ao déficit. O que talvez não sobreviva é ao hábito de aceitar parlamentares que o traem sob pretexto de salvá-lo.

Quem votou contra merece a memória. Quem votou a favor merece a História — mas daquela que cobra.

X. Advertência final – a falsa segurança que destrói


Há no Brasil uma ilusão perigosa: a de que “essa tributação não atinge a maioria”.
Assalariados, informais, autônomos e até servidores públicos acreditam estar protegidos porque não distribuem lucros ou porque têm contracheque garantido.
Mas essa sensação é apenas conforto psicológico — não realidade econômica.

Todo tributo sobre produção vira preço.

Todo sufocamento ao empreendedor vira desemprego. Todo rombo fiscal vira inflação.

E a inflação é o imposto invisível que corrói primeiro justamente quem se julga protegido. O servidor que confia no reajuste perde poder de compra. O assalariado vê a cesta básica encolher. O trabalhador comum perde acesso ao básico.

E há algo ainda mais grave: sufocar quem empreende destrói o único motor que cria prosperidade real.

Não existe grupo a salvo quando o Estado transforma a população em fonte de extração.

A conta chega para todos — multiplicada para os vulneráveis.



(*) O autor é advogado, Procurador do Estado aposentado, ex-Procurador-Geral do Estado do Amazonas e membro da Academia de Ciências e Letras Jurídicas do Amazonas.

NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores. O Poder estimula o livre confronto de ideias e acolhe o contraditório. Todas as pessoas e instituições citadas têm assegurado espaço para suas manifestações.

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Bombeiros retomam buscas por aluno de remo do Sport que desapareceu em rio no Recife após cair de caiaque

03/03/2026

A luta para encontrar o remador desaparecido. O Corpo de Bombeiros retomou, hoje, terça-feira 03/02), as buscas pelo aluno de remo do Sport Club do Recife que desapareceu após cair no Rio Capibaribe. Edvane Cesar do Carmo, de 51 anos, sumiu na manhã de ontem, segunda-feira (02/03), quando fazia um treinamento em um caiaque sem usar colete salva-vidas.

O remador

O remador não foi encontrado até o momento. No primeiro dia de buscas, foram utilizados bote, caiaques e helicóptero, mas os bombeiros suspenderam os trabalhos por volta das 17h40 da segunda. À noite, a família de Edvane conseguiu, com ajuda de amigos, três barcos e um drone com câmera termal e continuaram as buscas até 2h40 desta terça.

Local do desaparecimento

Neste segundo dia de buscas, os bombeiros retomaram ao local do desaparecimento por volta das 6h. As buscas, segundo a corporação, se concentram entre a Ponte da Torre, onde o remador desapareceu,...

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A luta para encontrar o remador desaparecido. O Corpo de Bombeiros retomou, hoje, terça-feira 03/02), as buscas pelo aluno de remo do Sport Club do Recife que desapareceu após cair no Rio Capibaribe. Edvane Cesar do Carmo, de 51 anos, sumiu na manhã de ontem, segunda-feira (02/03), quando fazia um treinamento em um caiaque sem usar colete salva-vidas.

O remador

O remador não foi encontrado até o momento. No primeiro dia de buscas, foram utilizados bote, caiaques e helicóptero, mas os bombeiros suspenderam os trabalhos por volta das 17h40 da segunda. À noite, a família de Edvane conseguiu, com ajuda de amigos, três barcos e um drone com câmera termal e continuaram as buscas até 2h40 desta terça.

Local do desaparecimento

Neste segundo dia de buscas, os bombeiros retomaram ao local do desaparecimento por volta das 6h. As buscas, segundo a corporação, se concentram entre a Ponte da Torre, onde o remador desapareceu, e a sede do Remo Sport, o que equivale a um trecho de rio com cerca de dois quilômetros.

Uso de colete

Segundo a Capitania dos Portos, "o uso de colete salva-vidas na prática do remo em atividades esportivas é considerado material de salvatagem recomendado, conforme previsto nas Normas da Autoridade Marítima para Atividades de Esporte e Recreio (NORMAM-211/DPC), com base na Lei nº 9.537/1997 (Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário – Lesta)".


Servidor público

Edvane Cesar do Carmo é um servidor público da prefeitura de Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife, onde ocupa um cargo comissionado na Secretaria Executiva de Segurança Cidadã. Em nota, o município afirmou que "acompanha os desdobramentos do acidente".

O Poder




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Edson Vieira conquista apoios importantes na cidade de Jataúba

03/03/2026

O deputado estadual Edson Vieira segue ampliando sua base política com foco na recondução à Assembleia Legislativa de Pernambuco. Em agenda realizada nesta segunda-feira (02), o parlamentar consolidou novos apoios no município de Jataúba, reforçando sua presença no Agreste.

Durante reunião ao lado da prefeita de Casinhas e pré-candidata a deputada federal Juliana de Chaparral e do prefeito de Surubim, Chaparral, Edson recebeu oficialmente o apoio do vereador de Jataúba, Buru, e do ex-vereador Maviael Araújo. O encontro também contou com a presença do vereador Diego do Riacho do Meio, que, ao lado de Doutor Políto, já integra o grupo de apoio ao deputado no município.

A movimentação fortalece o projeto político de Edson Vieira em Jataúba e evidencia a articulação conjunta com Juliana de Chaparral na região.

“Temos trabalho prestado em Jataúba e um mandato presente, que acompanha de perto as demandas do povo. É graças a esse compromisso e a es...

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O deputado estadual Edson Vieira segue ampliando sua base política com foco na recondução à Assembleia Legislativa de Pernambuco. Em agenda realizada nesta segunda-feira (02), o parlamentar consolidou novos apoios no município de Jataúba, reforçando sua presença no Agreste.

Durante reunião ao lado da prefeita de Casinhas e pré-candidata a deputada federal Juliana de Chaparral e do prefeito de Surubim, Chaparral, Edson recebeu oficialmente o apoio do vereador de Jataúba, Buru, e do ex-vereador Maviael Araújo. O encontro também contou com a presença do vereador Diego do Riacho do Meio, que, ao lado de Doutor Políto, já integra o grupo de apoio ao deputado no município.

A movimentação fortalece o projeto político de Edson Vieira em Jataúba e evidencia a articulação conjunta com Juliana de Chaparral na região.

“Temos trabalho prestado em Jataúba e um mandato presente, que acompanha de perto as demandas do povo. É graças a esse compromisso e a essa presença constante que seguimos conquistando novos apoios, agora ao lado de Juliana, fortalecendo ainda mais nosso grupo no município”, pontuou o deputado.




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Convênios assinados por Veneziano e prefeitos, destinam R$ 25,5 milhões para 14 municípios da PB com pavimentações

03/03/2026

Prefeitos e prefeitas de 14 cidades paraibanas, o Senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) e o Superintendente na Paraíba da Codevasf – Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba, Fred Queiroga Pinto, assinaram ontem, segunda-feira (02/03) convênios para beneficiar os municípios com a implantação de pavimentação em piso intertravado. Ao todo, serão investidos R$ 25.486.562,50 via recursos destinados pelo mandato de Veneziano.

As cidades

Foram beneficiadas as cidades de Alagoa Grande, Assunção, Bayeux, Cruz do Espírito Santo, Itapororoca, Logradouro, Maturéia, Parari, Pedra Lavrada, Pitimbu, Poço de José de Moura, Rio Tinto, São Bento e São Vicente do Seridó.

“Estamos aqui hoje nos reunindo com 14 gestores, entre prefeitos e prefeitas, que serão contemplados, ao todo, com cerca de R$ 25,5 milhões, destinados pelo nosso mandato, através da Codevasf, para pavimentações de ruas por meio dos bloquetes, que é o p...

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Prefeitos e prefeitas de 14 cidades paraibanas, o Senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) e o Superintendente na Paraíba da Codevasf – Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba, Fred Queiroga Pinto, assinaram ontem, segunda-feira (02/03) convênios para beneficiar os municípios com a implantação de pavimentação em piso intertravado. Ao todo, serão investidos R$ 25.486.562,50 via recursos destinados pelo mandato de Veneziano.

As cidades

Foram beneficiadas as cidades de Alagoa Grande, Assunção, Bayeux, Cruz do Espírito Santo, Itapororoca, Logradouro, Maturéia, Parari, Pedra Lavrada, Pitimbu, Poço de José de Moura, Rio Tinto, São Bento e São Vicente do Seridó.

“Estamos aqui hoje nos reunindo com 14 gestores, entre prefeitos e prefeitas, que serão contemplados, ao todo, com cerca de R$ 25,5 milhões, destinados pelo nosso mandato, através da Codevasf, para pavimentações de ruas por meio dos bloquetes, que é o piso intertravado. É uma das modalidades que você tem para pavimentação, além do CBUQ e do TSD”, disse Veneziano.

Fruto

A ação, segundo Veneziano, é fruto do atendimento de solicitações feitas pelos gestores das cidades beneficiadas.



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Clima em rota de extremos: O que esperar para o Brasil em 2026 Por Thiago Pietrobon*

03/03/2026

O início de 2026 tem sido marcado por eventos climáticos extremos em diferentes regiões do planeta, reforçando o alerta sobre a intensificação dos impactos das mudanças do clima.
Enquanto no Brasil as chuvas provocaram inundações e deslizamentos em várias cidades de Minas Gerais, os Estados Unidos, Canadá e Europa já registraram nevascas de grande magnitude, paralisando cidades, cancelando voos e deixando um rastro de caos nas redes de energia e transporte. O Japão também enfrentou grandes nevascas, deixando ao menos 30 mortos e centenas de feridos, segundo autoridades locais. Enquanto isso, no hemisfério sul, a Austrália viveu uma das ondas de calor mais severas em anos, com temperaturas atingindo ou superando 50 °C.

Não se engane com afirmações – não sei se ingênuas ou maliciosa – questionando o “aquecimento global” em tempos de frio extremo. Climatologistas destacam que esses extremos — frio extremo em algumas latitudes e calor recorde em outras — são consiste...

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O início de 2026 tem sido marcado por eventos climáticos extremos em diferentes regiões do planeta, reforçando o alerta sobre a intensificação dos impactos das mudanças do clima.
Enquanto no Brasil as chuvas provocaram inundações e deslizamentos em várias cidades de Minas Gerais, os Estados Unidos, Canadá e Europa já registraram nevascas de grande magnitude, paralisando cidades, cancelando voos e deixando um rastro de caos nas redes de energia e transporte. O Japão também enfrentou grandes nevascas, deixando ao menos 30 mortos e centenas de feridos, segundo autoridades locais. Enquanto isso, no hemisfério sul, a Austrália viveu uma das ondas de calor mais severas em anos, com temperaturas atingindo ou superando 50 °C.

Não se engane com afirmações – não sei se ingênuas ou maliciosa – questionando o “aquecimento global” em tempos de frio extremo. Climatologistas destacam que esses extremos — frio extremo em algumas latitudes e calor recorde em outras — são consistentes com um clima global aquecido, no qual eventos outrora raros se tornam mais comuns devido ao aumento da temperatura média da Terra e à maior disponibilidade de energia térmica na atmosfera e nos oceanos.

E se é certo que estas mudanças vieram para ficar, é certo também que precisaremos de mudanças para enfrentar o clima extremo – a tão falada adaptação – sob o risco de continuarmos apenas resgatando vítimas ao final de cada episódio climático.

Mudanças pequenas, grandes efeitos

Imagine a quantidade de energia envolvida para aquecer o oceano. No Pacífico, episódios de El Niño e La Niña mostram como mudanças de poucos graus são capazes de provocar impactos climáticos em todo o planeta. O oceano é o principal reservatório de calor do planeta e, quando essa energia se acumula e se redistribui de forma cada vez mais rápida entre as bacias oceânicas e a atmosfera, o sistema climático entra em desequilíbrio.

Processos que antes levavam vários anos hoje ocorrem em períodos de 6 a 9 meses. Essa aceleração no deslocamento de energia ajuda a explicar a intensificação de eventos extremos ao redor do mundo, como ondas de calor recordes, chuvas intensas, secas prolongadas e até nevascas severas em regiões acostumadas ao frio.

E como fica o Brasil em 2026

Em tempos de mudanças climáticas, qualquer previsão é um desafio. O que é certo é que no Brasil, o cenário climático deve continuar caracterizado por extremos. Institutos meteorológicos e estudos científicos apontam que, mesmo em anos sem um evento forte de El Niño, a tendência é de manutenção da frequência e intensidade de ondas de calor elevada, e da irregularidade no padrão de chuvas.

Nosso novo normal – pelo menos por enquanto – é esta combinação de variabilidade natural (como fases de ENSO — El Niño e La Niña) com o aquecimento global, resultando em um Brasil com verões mais quentes e secos em algumas regiões, e chuvas intensas e concentradas em outras — cenário que agrava riscos de incêndios, danos no sistema de distribuição de energia, falta de água e impactos para a agricultura e infraestrutura urbana.



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Impacto no mercado de ar-condicionado no Brasil

Nesse contexto de temperaturas elevadas e ondas de calor mais frequentes, o setor de ar-condicionado no Brasil tem registrado um crescimento contínuo desde 2024, impulsionado por uma maior demanda residencial e comercial por soluções de climatização. A expectativa é de que essa tendência continue em 2026, à medida que consumidores e empresas buscam conforto térmico e proteção contra o calor extremo.

O balanço divulgado pela Associação Brasileira de Refrigeração, Ar-condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava), estima um crescimento orgânico médio de 10% ao ano para o setor nos próximos cinco a dez anos, ainda que as incertezas na geopolítica internacional e do cenário eleitoral brasileiro possam impactar os custos de insumos e a estabilidade do mercado. Destaque para o segmento de instalação e manutenção, que lidera o crescimento em 2026, com alta estimada de 19,8%.

A demanda pelo equipamento também é reforçada pelos picos de temperatura em centros urbanos. Reportagem exibida recentemente pelo Fantástico, da TV Globo, mostrou como as chamadas ilhas de calor afetam de forma desproporcional favelas e periferias urbanas, onde a alta densidade de construções, a falta de áreas verdes e o uso de materiais que acumulam calor fazem com que a temperatura seja significativamente mais alta do que em bairros vizinhos.

Adaptações e maior proteção à saúde

O calor excessivo agrava problemas de saúde, reduz o conforto térmico e expõe moradores — especialmente idosos, crianças e pessoas com doenças crônicas — a riscos cada vez maiores em um contexto de aquecimento global. Nesse cenário, o acesso ao ar-condicionado tende a ganhar importância como medida de adaptação e proteção à saúde nessas comunidades, já que soluções de climatização passiva, como ventilação natural ou sombreamento, têm eficácia limitada diante das condições urbanas e térmicas desses territórios.

Durante a COP30, ouviu-se repetidamente que climatização deve ser encarada como direito humano básico, ao lado de água potável, saneamento básico e energia.

Mas com todo esse crescimento, o setor elétrico nacional já começa a sentir os efeitos de uma nova dinâmica de consumo. Dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) indicam que a energia destinada ao uso de condicionadores de ar no setor residencial deve crescer significativamente nas próximas décadas, pressionando a necessidade de geração, distribuição e atendimento dos picos de consumo nos períodos mais quentes.



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Conforto térmico mais acessível

Esses relatórios também mostram que, em anos recentes, o avanço das temperaturas já elevou a carga elétrica no país, levando o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) a registrar aumento expressivo da demanda nos horários de pico durante ondas de calor. Os avanços que estamos tendo em eficiência energética, tanto para aparelhos de ar-condicionado quanto para edificações, não só reduzirão o impacto sobre o sistema elétrico mas tornarão o acesso ao conforto e segurança térmica mais acessível para toda a população, reduzindo custos.

Por fim, o avanço acelerado da climatização também traz um desafio ambiental adicional: o aumento do estoque de hidrofluorcarbonos (HFCs), gases refrigerantes amplamente usados em aparelhos de ar-condicionado e com alto potencial de aquecimento global se liberados na atmosfera. Vazamentos durante a instalação, falhas na manutenção e o descarte inadequado de equipamentos antigos podem transformar uma solução de adaptação ao calor em um fator de agravamento da crise climática.

Nova instrução normativa do IBAMA

Não à toa, a nova Instrução Normativa do IBAMA, que esteve em consulta pública até 28/02, coloca como crime ambiental o vazamento do gás refrigerante em qualquer etapa do processo. E os Programas Brasileiros de Eliminação de HCFC e de redução de HFC tem colocado grande esforço no fortalecimento da economia circular destes equipamentos e no treinamento de técnicos por todo o país.

É essencial garantir instalações bem executadas, manutenção com recolhimento correto do fluido refrigerante e o funcionamento efetivo da logística reversa, assegurando que a expansão da climatização ocorra sem ampliar as emissões responsáveis pelo aquecimento global.

*Thiago Pietrobon é biólogo, consultor em sustentabilidade e diretor de Meio Ambiente da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (ABRAVA).



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Paraíba entra em relatório dos EUA sobre supostas bases secretas chinesas na América do Sul

03/03/2026

Um relatório publicado pelo Congresso dos Estados Unidos, por meio do Comitê Seleto sobre a China, trouxe à tona preocupações sobre instalações ligadas a parcerias científicas entre Brasil e China. O arquivo acusa o Brasil, assim como outros países da América Latina, de possuírem bases militares chinesas para lançamentos especiais.

O relatório

O relatório norte-americano fala que o Laboratório Conjunto China-Brasil para Radioastronomia Tecnologia na Serra do Urubu, na Paraíba faria parte de uma suposta rede de espionagem chinesa.

O documento

O documento, divulgado em 26 de fevereiro, cita uma possível base militar secreta chinesa chamada Estação Terrestre de Tucano que estaria localizada em Salvador, na Bahia, na sede da Ayla Space.

Serra do Urubu

O texto também cita a Paraíba, mais especificamente a Serra do Urubu, na zona rural do município de Aguiar, onde está sendo implant...

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Um relatório publicado pelo Congresso dos Estados Unidos, por meio do Comitê Seleto sobre a China, trouxe à tona preocupações sobre instalações ligadas a parcerias científicas entre Brasil e China. O arquivo acusa o Brasil, assim como outros países da América Latina, de possuírem bases militares chinesas para lançamentos especiais.

O relatório

O relatório norte-americano fala que o Laboratório Conjunto China-Brasil para Radioastronomia Tecnologia na Serra do Urubu, na Paraíba faria parte de uma suposta rede de espionagem chinesa.

O documento

O documento, divulgado em 26 de fevereiro, cita uma possível base militar secreta chinesa chamada Estação Terrestre de Tucano que estaria localizada em Salvador, na Bahia, na sede da Ayla Space.

Serra do Urubu

O texto também cita a Paraíba, mais especificamente a Serra do Urubu, na zona rural do município de Aguiar, onde está sendo implantado o radiotelescópio Bingo, criado após um acordo entre o China Electric Science and Technology Network Communication Research Institute (CESTNCRI) e as universidades federais de Campina Grande (UFCG) e da Paraíba (UFPB).

Objetivo

A parceria tem como objetivo desenvolver pesquisas avançadas em radioastronomia, tecnologias de observação do espaço profundo e planejamento de projetos científicos de grande escala.

Caráter estratégico

 O documento norte-americano aponta um possível caráter estratégico da iniciativa. O texto afirma que, por estar integrado à base industrial de defesa da China, o CESTNCRI pode utilizar os avanços tecnológicos do laboratório em aplicações de uso dual, ou seja, tanto civis quanto militares. Entre as possíveis capacidades estão a inteligência militar, a consciência situacional espacial (SSA) e o rastreamento de alvos não cooperativos.

Laboratório

O relatório destaca que o laboratório na Paraíba tem mandato para coordenar cooperação científica internacional e planejar grandes iniciativas de pesquisa, mas observa que tais atividades podem fornecer à China meios de ampliar sua presença em regiões consideradas vitais para a segurança dos Estados Unidos.

O Poder



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Projeto Recife Antigo Vivo é lançado para fortalecer cultura

03/03/2026

A Prefeitura do Recife realiza, hoje, terça-feira (03/03), o lançamento do Projeto Recife Antigo Vivo, um pacote de ações que reúne iniciativas em execução e previstas para fortalecer a vida urbana, a cultura, a segurança e a convivência no Bairro do Recife, dentro do Programa Recentro.

Presença

O evento contará com a presença do prefeito João Campos e será um momento de apresentação e diálogo sobre as próximas etapas de transformação do Recife Antigo, com detalhamento das ações integradas previstas para o território.

Local

O lançamento acontece às 11h na Villa 219 – Bairro do Recife.



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A Prefeitura do Recife realiza, hoje, terça-feira (03/03), o lançamento do Projeto Recife Antigo Vivo, um pacote de ações que reúne iniciativas em execução e previstas para fortalecer a vida urbana, a cultura, a segurança e a convivência no Bairro do Recife, dentro do Programa Recentro.

Presença

O evento contará com a presença do prefeito João Campos e será um momento de apresentação e diálogo sobre as próximas etapas de transformação do Recife Antigo, com detalhamento das ações integradas previstas para o território.

Local

O lançamento acontece às 11h na Villa 219 – Bairro do Recife.



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Carreta da Mulher cuida da prevenção e da saúde feminina em Jaboatão

03/03/2026

Com foco na prevenção e no cuidado integral com a saúde feminina, o Governo do Estado, em parceria com a Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes, iniciou ontem, segunda-feira (02/03), mais uma edição da Carreta da Mulher.



Ficará

A unidade móvel ficará instalada no antigo terminal de ônibus, na Praça da Avenida Um, no Curado IV, com atendimentos das 8h às 17h, nos dias úteis. No sábado (07/02), o serviço será oferecido das 8h às 12h.

A ação

A ação é voltada às mulheres do município e oferece exames e consultas especializadas, com atenção à saúde da mama e do colo do útero, reforçando a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento contínuo. A iniciativa amplia o acesso a serviços essenciais, levando atendimento especializado para mais perto da população.

Compromisso

O prefeito Mano Medeiros afirma que a saúde da mulher é um compromisso da gestão com pol...

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Com foco na prevenção e no cuidado integral com a saúde feminina, o Governo do Estado, em parceria com a Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes, iniciou ontem, segunda-feira (02/03), mais uma edição da Carreta da Mulher.



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Ficará

A unidade móvel ficará instalada no antigo terminal de ônibus, na Praça da Avenida Um, no Curado IV, com atendimentos das 8h às 17h, nos dias úteis. No sábado (07/02), o serviço será oferecido das 8h às 12h.

A ação

A ação é voltada às mulheres do município e oferece exames e consultas especializadas, com atenção à saúde da mama e do colo do útero, reforçando a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento contínuo. A iniciativa amplia o acesso a serviços essenciais, levando atendimento especializado para mais perto da população.

Compromisso

O prefeito Mano Medeiros afirma que a saúde da mulher é um compromisso da gestão com políticas públicas que impactam diretamente o cuidado com as pessoas. “Cuidar da saúde da mulher é cuidar da família e da comunidade. A Carreta da Mulher leva prevenção, diagnóstico e acolhimento para perto das mulheres de Jaboatão”, destaca.

Reforça

A iniciativa, segundo Mano Medeiros, reforça a estratégia de descentralização dos serviços de saúde e amplia o acesso das jaboatonenses a cuidados especializados, especialmente neste mês dedicado às mulheres.



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Ressalta

Nessa linha, a gestora do Programa de Políticas Públicas Sociais (PPS), Andréa Medeiros, ressalta a integração entre áreas da gestão. “O PPS atua de forma articulada na saúde, educação e assistência social e a Carreta da Mulher é um exemplo desse trabalho, garantindo não apenas atendimento médico, mas também cuidado social e orientação, com um olhar humanizado para as mulheres do município”, afirmou.

Serviços


Entre os serviços disponíveis estão mamografia para mulheres de 40 a 74 anos, sem necessidade de requisição médica. Mulheres fora dessa faixa etária ou com queixas como nódulos ou caroços nas mamas precisam de encaminhamento. O ultrassom de mama será realizado exclusivamente com requisição médica.


Ofertados

Também serão ofertadas colposcopia, para mulheres com encaminhamento ou exames alterados de Papanicolau ou teste de HPV, biópsia de nódulo de mama guiada por ultrassom, biópsia de lesão de colo de útero e consultas com mastologista e ginecologista.

Documento

Para o atendimento, é obrigatório apresentar documento oficial com foto, cartão do SUS, comprovante de residência e exames anteriores, que serão avaliados para composição do histórico de saúde da paciente.



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ANTT celebra 24 anos com resultados históricos e projeta novo ciclo de transformação institucional

03/03/2026

A Agência Nacional de Transportes Terrestres realizou ontem, segunda-feira (202/03)), em sua sede em Brasília, a Convenção ANTT 2026, encontro institucional que marcou os 24 anos da Agência e reuniu servidores, colaboradores e estagiários para apresentar resultados expressivos alcançados ao longo de 2025 e compartilhar a visão estratégica para os próximos anos.

O evento

Realizado na área de convivência da sede da Agência, o evento contou com café da manhã e apresentações da Diretoria Colegiada, que destacou entregas estruturantes das superintendências ao longo do último ano. Os números refletem um ciclo consistente de fortalecimento institucional, modernização regulatória e ampliação de investimentos em infraestrutura de transportes no país.
Orgulho de ser ANTT

Espírito de equipe

Na abertura do encontro, o Diretor-Geral da ANTT, Guilherme Theo Sampaio, destacou o espírito de equipe que sustenta os resultad...

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A Agência Nacional de Transportes Terrestres realizou ontem, segunda-feira (202/03)), em sua sede em Brasília, a Convenção ANTT 2026, encontro institucional que marcou os 24 anos da Agência e reuniu servidores, colaboradores e estagiários para apresentar resultados expressivos alcançados ao longo de 2025 e compartilhar a visão estratégica para os próximos anos.

O evento

Realizado na área de convivência da sede da Agência, o evento contou com café da manhã e apresentações da Diretoria Colegiada, que destacou entregas estruturantes das superintendências ao longo do último ano. Os números refletem um ciclo consistente de fortalecimento institucional, modernização regulatória e ampliação de investimentos em infraestrutura de transportes no país.
Orgulho de ser ANTT

Espírito de equipe

Na abertura do encontro, o Diretor-Geral da ANTT, Guilherme Theo Sampaio, destacou o espírito de equipe que sustenta os resultados alcançados pela Agência.

“Mais do que falar de milhões em investimentos, passageiros transportados ou quilômetros concedidos, este é um momento de reconhecer o esforço coletivo. Não há distinção entre servidor, colaborador ou estagiário. Todos fazem parte do mesmo time, de uma engrenagem que move o Brasil”, afirmou.

Desafios

Ele também ressaltou os desafios enfrentados em 2025, especialmente diante do cenário de restrição orçamentária, e celebrou avanços institucionais importantes, como o aumento da arrecadação da Dívida Ativa conduzido pela Procuradoria Federal junto à ANTT, o fortalecimento do diálogo com o Congresso Nacional por meio do programa Parlamento Conectado e a consolidação do Centro de Estudos Avançados em Regulação de Transportes Terrestres (CEARTT) como espaço estratégico de formação e produção de conhecimento regulatório.

Ciclo histórico de investimentos e infraestrutura

Durante a apresentação dos resultados, o diretor Felipe Queiroz destacou o ciclo histórico de investimentos estruturado pela Agência.

Em 2025, a ANTT realizou dez leilões de concessões, além de quatro otimizações contratuais, ampliando e modernizando a infraestrutura rodoviária federal.

Entre os principais resultados estão: 4.663 quilômetros de novas rodovias concedidas,
905 quilômetros de duplicações contratadas e 832 quilômetros de faixas adicionais previstas.

Ressaltou

O diretor também ressaltou o reconhecimento nacional da Agência em qualidade regulatória, com a conquista do selo ouro da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), além do avanço de políticas voltadas à sustentabilidade da infraestrutura e ao enfrentamento das mudanças climáticas.

“Infraestrutura e sustentabilidade não são conceitos opostos. Ao contrário, são agendas complementares e estratégicas para o futuro do país”, afirmou.
Fiscalização recorde e eficiência na arrecadação


Resultados

O diretor Lucas Asfor apresentou os resultados da área de fiscalização, que alcançou números inéditos em 2025.

Somente nas ações de controle de excesso de peso e evasões foram fiscalizados 37,4 milhões de veículos, com 4,8 milhões de passagens por balanças punitivas e 76,3 mil toneladas de excesso de peso aferidas.

No transporte rodoviário de cargas, a Agência realizou 525 mil fiscalizações relacionadas ao piso mínimo de frete, que resultaram em 64 mil autos de infração. Apenas no mês de dezembro foram lavrados 30 mil autos, número recorde para o período.
Outro avanço importante foi a modernização da estrutura operacional da fiscalização, com a reforma de cinco postos estratégicos localizados em Cuiabá, Brasília, São José dos Campos, Sinop e Belém.
Os resultados também se refletiram na eficiência arrecadatória: a receita passou de aproximadamente R$ 140 milhões em 2024 para mais de R$ 200 milhões em 2025, crescimento superior a 70%.

Inovação e modernização regulatória

O diretor Alex Azevedo destacou avanços relevantes na governança das concessões rodoviárias federais, incluindo a implementação do verificador independente, mecanismo que amplia a transparência e fortalece a aferição de desempenho contratual.

Entre as inovações tecnológicas apresentadas está a expansão do sistema de pedágio eletrônico free flow, que elimina praças físicas e permite a cobrança automática sem necessidade de parada do veículo. Um dos marcos dessa implementação ocorreu no corredor da BR-116 entre Rio de Janeiro e São Paulo.

A Agência também avançou em iniciativas como: pesagem dinâmica em alta velocidade (HS-WIM)
, ampliação da conectividade 4G nas rodovias concedidas, expansão dos pontos de parada e descanso para caminhoneiros

Destaque

Outro destaque institucional foi a manutenção de 100% de conformidade nos indicadores de transparência ativa, monitorados pela Controladoria-Geral da União (CGU).
Avanços ferroviários e transporte de passageiros

Setor

No setor ferroviário, foram apresentados avanços nas negociações para a renovação da concessão da Ferrovia Transnordestina Logística (FTL), considerada estratégica para a expansão da malha ferroviária no país.

Transporte rodoviário

Já no transporte rodoviário de passageiros, o diretor substituto Alessandro Baumgartner destacou a consolidação do novo marco regulatório do setor, com instrumentos voltados à organização do mercado e à melhoria da qualidade dos serviços.

Avanços

Entre os avanços estão o desenvolvimento de indicadores de desempenho para as empresas operadoras, a revisão do modelo de penalidades e a modernização da fiscalização com ferramentas eletrônicas.




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Em resposta aos EUA, Irã arrasta o Oriente Médio para uma guerra duradoura e eleva custos para o mundo, “essa e outras manchetes da manhã”

03/03/2026

O mundo em estado de alerta. A guerra toma proporções alarmantes. O 4º dia do conflito no Oriente Médio, avança com novos ataques e bombardeios. Os ataques retaliatórios do Irã contra Israel, bases militares dos Estados Unidos e países do Golfo já atingiram ao menos 16 locais no Oriente Médio entre sábado e domingo.



A embaixada sob fogo cruzado é fechada

A embaixada dos Estados Unidos em Riad, na Arábia Saudita, foi atingida por dois drones na noite de ontem, segunda-feira (02/03). O local estava vazio, e não houve mortos ou feridos, disse a representação americana.

Cancelando

Na manhã de hoje, terça-feira (03/03), a Embaixada dos Estados Unidos em Riad, na Arábia Saudita, informou que está cancelando todos os agendamentos consulares desta terça-feira (3) "devido a um ataque às instalações", que foram atingidas por drones supostamente iranianos no período da manhã.

O Ministério da...

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O mundo em estado de alerta. A guerra toma proporções alarmantes. O 4º dia do conflito no Oriente Médio, avança com novos ataques e bombardeios. Os ataques retaliatórios do Irã contra Israel, bases militares dos Estados Unidos e países do Golfo já atingiram ao menos 16 locais no Oriente Médio entre sábado e domingo.



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A embaixada sob fogo cruzado é fechada

A embaixada dos Estados Unidos em Riad, na Arábia Saudita, foi atingida por dois drones na noite de ontem, segunda-feira (02/03). O local estava vazio, e não houve mortos ou feridos, disse a representação americana.

Cancelando

Na manhã de hoje, terça-feira (03/03), a Embaixada dos Estados Unidos em Riad, na Arábia Saudita, informou que está cancelando todos os agendamentos consulares desta terça-feira (3) "devido a um ataque às instalações", que foram atingidas por drones supostamente iranianos no período da manhã.

O Ministério da Defesa saudita já havia confirmado o ataque, afirmando que causou "incêndio de pequena escala e danos materiais menores.



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-Irã diz que Estreito de Ormuz está fechado e ameaça incendiar navios

O Irã anunciou que o Estreito de Ormuz está fechado e que incendiará qualquer navio que tentar passar pelo local. O comunicado, feito em nome do comandante da Guarda Revolucionária do país na mídia estatal, foi o aviso mais explícito do Irã desde que comunicou aos navios, no sábado (28/03), o fechamento da rota. A medida é uma retaliação pela morte do líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei.



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Não está fechado

Apesar das declarações, segundo a TV americana Fox News, o Comando Central dos EUA garante que o estreito não está fechado.



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Rotas

O Estreito de Ormuz é uma das rotas mais importantes do mundo para a exportação de petróleo, o, conectando os maiores produtores de petróleo do Golfo, como Arábia Saudita, Irã, Iraque e Emirados Árabes Unidos, com o Golfo de Omã e o Mar Arábico. Seu fechamento ameaça interromper um quinto do fluxo global do produto e elevar drasticamente os preços do petróleo bruto.



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- No 4º dia da guerra no Oriente Médio vamos conferir o que a imprensa noticia nesta manhã de terça-feira. Como não poderia ser diferente, o conflito no Oriente Médio domina praticamente todas as manchetes. E as informações chegam na velocidade dos mísseis lançados no conflite. Velozes.



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-Embaixada dos EUA na Arábia Saudita é fechada após ataque às instalações
-Israel faz operações militares ao longo da fronteira com o Líbano, diz agência; ministro diz ter autorizado avanço terrestre
- Israel anuncia que tomará locais estratégicos do Líbano
- Israel faz operações militares ao longo da fronteira com o Líbano, diz agência; ministro diz ter autorizado avanço terrestre
- Israel volta a bombardear Teerá, e Irã ataca Arábia Saudita e outros países da região
- Guarda Revolucionária do Irá fecha estreito de Hormuz e ameaça incendiar navios
-EUA pedem que cidadãos americanos deixem quase 15 países após ataques
- Israel volta a bombardear Teerã, e Irã ataca Arábia Saudita e outros da região
-Haddad: conflito não deve impactar economia brasileira imediatamente
- A nova pesquisa presidencial do Datafolha - O Datafolha entra em campo entre terça-feira e quinta-feira para medir as intenções de voto na eleição para a Presidência da República. Será a primeira pesquisa do instituto neste ano. O resultado será divulgado na quinta-feira, à tarde. Serão 2.004 eleitores entrevistados presencialmente. A pesquisa custou de R$ 307,6 mil. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
- Petrobras diz que não há risco de desabastecimento, mas setor dos combustíveis vê pressão para aumento de preços no país
- Presidente do BRB afirma que banco sairá "mais sólido" após crise- Celso Amorim diz que Brasil deve "se preparar para o pior" em meio à escalada no Oriente Médio



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E no futebol? O Flamengo parece que resolveu jogar. O futebol que ganhou quase tudo em 2025, voltou. Será? E descontou toda a raiva do ano em cima do Madureira. 8 x0. Foi uma chuva de gols. E teve uma bomba na Gávia. Vamos conferir a manchete:
- Flamengo massacra o Madureira por 8 a 0 e confirma Fla-Flu na final do Carioca
- Filipe Luís foi demitido pela diretoria do Flamengo e avisado logo após a entrevista coletiva



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Por enquanto tá bom. Certamente teremos muitas novidades ao longo dia, principalmente relacionados ao conflito no Oriente Médio e o reflexo na economia global. Aqui nesse país de dimensão continental, também teremos notícias quentes, principalmente da política, vindas da capital federal. Estamos atentos. É só continuar lendo O Poder. Tem muita chuva no Brasil, principalmente no Nordeste. Bom dia a todos.



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Severino Lopes
O Poder




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O Brasil e a República que nunca terminou de nascer, por Zé da Flauta

02/03/2026

Em 1817, Pernambuco proclamou uma República antes da hora. Sonhou com liberdade, autonomia e participação popular quando o Brasil ainda era uma colônia obediente. Pagou caro por isso. Décadas depois, em 1889, a República finalmente foi proclamada oficialmente no país. Mas o que se instaurou ali não foi exatamente o sonho iluminista que inspirou os revolucionários pernambucanos. Foi uma troca de farda. Saiu a monarquia centralizada, entrou uma república dominada por oligarquias regionais.

Vícios estruturais

O Brasil republicano começou sob o comando dos chamados coronéis, dos acordos entre cafeicultores, dos pactos entre elites estaduais. A política virou jogo de bastidor, voto de cabresto, alternância combinada. A República nasceu com discurso moderno, mas prática antiga. Mudou o nome do regime, mas manteve vícios estruturais. O povo, que em teoria seria o soberano, continuou espectador da própria história.

Terra sem dono
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Em 1817, Pernambuco proclamou uma República antes da hora. Sonhou com liberdade, autonomia e participação popular quando o Brasil ainda era uma colônia obediente. Pagou caro por isso. Décadas depois, em 1889, a República finalmente foi proclamada oficialmente no país. Mas o que se instaurou ali não foi exatamente o sonho iluminista que inspirou os revolucionários pernambucanos. Foi uma troca de farda. Saiu a monarquia centralizada, entrou uma república dominada por oligarquias regionais.

Vícios estruturais

O Brasil republicano começou sob o comando dos chamados coronéis, dos acordos entre cafeicultores, dos pactos entre elites estaduais. A política virou jogo de bastidor, voto de cabresto, alternância combinada. A República nasceu com discurso moderno, mas prática antiga. Mudou o nome do regime, mas manteve vícios estruturais. O povo, que em teoria seria o soberano, continuou espectador da própria história.

Terra sem dono

De lá para cá, atravessamos golpes, ditaduras, redemocratizações, crises institucionais, escândalos cíclicos. A sensação recorrente é a de que o país nunca consolidou plenamente um projeto comum. Não é exatamente uma terra sem dono, mas muitas vezes parece uma terra disputada por donos demais. A República prometeu cidadania, mas entregou fragmentação. Prometeu igualdade política, mas conviveu com desigualdade estrutural persistente.

Aprendiz

Talvez a pergunta mais honesta não seja se a República deu certo ou errado. Talvez seja outra: em que momento ela deixou de ser projeto coletivo e virou sistema de autopreservação de grupos? A República não é um fracasso inevitável, mas também não é uma garantia automática de justiça. Ela depende de cultura política, instituições fortes e participação real. Pernambuco, em 1817, ousou imaginar uma República vibrante. O Brasil ainda está tentando aprender a praticá-la.

Até a próxima!

Zé da Flauta é compositor e cronista



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