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Rombo, traição e confisco: a revelação de um estado que perdeu a medida, por Jorge Pinho*

03/12/2025

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“Quando o Estado gasta o que não tem, toma da sociedade o que ela ainda não perdeu.”



I. Preâmbulo - Quando o rombo se torna método e a traição vira rotina

Vivemos um daqueles momentos históricos em que a máscara cai. O governo Lula 3 produziu um déficit de proporções inéditas — R$ 400 bilhões — e, diante da própria incapacidade de administrar o país, encontrou a solução mais antiga e mais covarde da política: fazer o contribuinte pagar a conta.


Surpreendente

Nada disso seria surpreendente, não fosse a forma como a operação ocorreu: oculta pela prisão de Bolsonaro, abafada pelo tumulto midiático, chancelada por setores inteiros do Parlamento que deveriam defender a liberdade, mas optaram pela conveniência.

A aprovação da tributação de lucros e dividendos acima de R$ 50 mil mensais — e o confisco imediato de 10% sobre qualquer centavo a mais — não é apenas um ajuste fiscal. É a assinatur...

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“Quando o Estado gasta o que não tem, toma da sociedade o que ela ainda não perdeu.”



I. Preâmbulo - Quando o rombo se torna método e a traição vira rotina

Vivemos um daqueles momentos históricos em que a máscara cai. O governo Lula 3 produziu um déficit de proporções inéditas — R$ 400 bilhões — e, diante da própria incapacidade de administrar o país, encontrou a solução mais antiga e mais covarde da política: fazer o contribuinte pagar a conta.


Surpreendente

Nada disso seria surpreendente, não fosse a forma como a operação ocorreu: oculta pela prisão de Bolsonaro, abafada pelo tumulto midiático, chancelada por setores inteiros do Parlamento que deveriam defender a liberdade, mas optaram pela conveniência.

A aprovação da tributação de lucros e dividendos acima de R$ 50 mil mensais — e o confisco imediato de 10% sobre qualquer centavo a mais — não é apenas um ajuste fiscal. É a assinatura de um projeto de poder.

Um projeto que não começa na economia e não termina nela. Ele começa no bolso, passa pela alma e termina na submissão.

O que segue não é apenas uma análise econômica. É um diagnóstico civilizacional.

II. O Rombo como projeto – a economia quebrada que legitima a tutela


O déficit gigantesco do governo não é acidente: ele é fundamento operacional.

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Romper o equilíbrio fiscal produz, intencionalmente ou não, uma narrativa útil: a narrativa da emergência.
E, diante da emergência, tudo se torna justificável.

Tributos se tornam “necessários”. Restrições se tornam “medidas de proteção”. Intervenções viram “gestos de responsabilidade”.

O governo

Um governo incompetente deveria ser contido pelo próprio fracasso. Mas um governo ideológico transforma seu fracasso em combustível político.

Quando o rombo se torna permanente, a liberdade deixa de ser prioridade. O Estado passa a reivindicar tudo: o direito de regular, de corrigir, de arbitrar — e, sobretudo, de punir quem ainda produz.

Esse é o ponto decisivo: um Estado quebrado não pede ajuda; exige obediência.

III. A lógica do colapso – as quatro causas do Estado predatório

Aristóteles nos ensinou que tudo pode ser explicado pelas quatro causas. Aplicadas ao Brasil, elas revelam o mapa da decadência.

1. A causa material: Um Estado hipertrofiado, pesado, improdutivo, incapaz de viver com o que arrecada e insaciável no que deseja extrair da sociedade.

2. A causa eficiente: O populismo fiscal — a crença de que é possível governar distribuindo o que não existe, prometendo o que não se pode entregar e empurrando para o futuro o que não se quer resolver.

3. A causa formal: A solução autoritária: quando tudo falha, cria-se um novo imposto. A forma do governo deixa de ser administração e passa a ser apropriação.

4. A causa final: O controle social. O Estado que financia tudo se sente autorizado a mandar em tudo. O Estado que arrecada tudo se acredita dono de todos.

Por isso, o ponto filosófico é irrefutável:
um Estado que não se contém, contém a sociedade.

IV. A sanha tributária – Quando o Estado confisca o futuro


A nova tributação de lucros e dividendos — sobretudo com o limite arbitrário de R$ 50 mil mensais — é uma agressão direta à liberdade econômica.

Não se trata de “contribuição justa”, mas de confisco disfarçado.

Dois empresários com a mesma renda anual pagarão impostos diferentes, dependendo do número de empresas em que repartiram seus lucros.

Ou seja: o Fisco não mede riqueza; mede arquitetura societária. Um absurdo jurídico. Um escárnio lógico. Uma perversão ética.

Quando o Estado pune quem ganha mais em uma única empresa, mas perdoa quem divide lucros em várias, ele abandona o princípio da isonomia e abraça a lógica do controle: não importa quanto você ganha; importa como você está estruturado.

E quem domina a estrutura, domina o contribuinte.

A tributação agressiva, porém, revela algo mais grave: um governo que usa o bolso como instrumento de disciplina.
O objetivo não é arrecadar: é enquadrar.

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V. O mecanismo de poder – a espiral hegeliana do caos

A dialética hegeliana jamais esteve tão visível, como sw demonstra abaixo.

A tese: é o Estado democrático: limitado, racional, contido, sustentado pela responsabilidade fiscal.

A antítese: é o caos produzido pelo próprio governo: o rombo que paralisa, o déficit que humilha, a crise que desorganiza.

A síntese: é um Estado ampliado, tutor, interventor — legitimado por resolver o caos que ele próprio produziu.

O Estado cria o incêndio. Depois se apresenta como bombeiro. E termina dono da casa inteira.

Esse é o método: governar a partir da escassez, não da prosperidade.

O déficit não é um problema: é uma arma.
É justificativa. É narrativa. É o oxigênio de um governo que só sobrevive criando dependência.

VI. A liberdade em risco – o bolso como coleira


Toda tirania começa pelo bolso. O governo sabe que o bolso é o local mais poderoso para domesticar uma população.

A tributação excessiva não atinge apenas empresas: atinge consciências. Ela ensina as pessoas a temerem o sucesso, hesitarem diante do risco e renunciarem ao crescimento.

Ela converte responsabilidade em culpa. Prosperidade em suspeita. Liberdade em concessão.

Martin Buber dizia que a verdadeira relação política é “Eu–Tu”. Mas o Estado brasileiro transformou o contribuinte em “Isto”: um objeto tributável, uma fonte de extração, uma estatística.

E quando o cidadão deixa de ser sujeito e vira coisa, a democracia deixa de ser pacto e vira tutela.

Quando o Estado amarra o bolso, amarra também o espírito. Porque a liberdade econômica é irmã gêmea da liberdade política. Mata-se uma, e a outra agoniza.

VII. O Brasil resiste – a moral do empreender


Apesar disso, há força no país. E essa força não vem do governo: vem do empreendedor.

O empreendedor brasileiro é um herói ético.
Ele produz apesar do Estado, cresce apesar dos impostos, cria apesar das burocracias.

Ele é o homem que diz ao mundo: “Eu existo por minha própria obra, não pela autorização da máquina pública.”

O sentido

Frankl ensinava que o sentido sustenta o homem. O empreendedor sabe disso. Ele cria não por vaidade, mas por vocação — pelos filhos, pela família, pela memória dos pais, pelo desejo de deixar um legado.

É por isso que o governo o teme. Porque ele não precisa do Estado. E tudo que não depende do Estado ameaça o poder dos que se alimentam dele.

O empreendedor é, hoje, a última trincheira da liberdade.

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VIII. O aviso importante – a nação à beira do abismo fiscal


Toda Nação enfrenta um momento de decisão. O nosso momento chegou.

O déficit é grave, mas não é fatal. O que pode ser fatal é o hábito — o costume de aceitar abusos como se fossem inevitáveis.

A submissão não começa com violência. Começa com cansaço. Com resignação.
Com o pensamento fatalista: “É assim mesmo.”

Nenhuma sociedade se salva quando começa a normalizar o abuso. Nenhum povo permanece livre quando confunde estabilidade com obediência.
Nenhuma República sobrevive quando aceita que liberdade é aquilo que o Estado permite — e não aquilo que o cidadão possui por natureza.

Estamos à beira de um abismo fiscal.
Mas ainda temos chão moral.

A hora de resistir é agora.

IX. Pós-escrito – a cumplicidade, a cortina de fumaça e a minoria que ainda merece a história


O mais grave não é o governo que tenta confiscar: é o Parlamento que permite.

Enquanto a prisão de Bolsonaro dominava as manchetes, o Congresso votava silenciosamente o maior ataque tributário da década. A comoção serviu de biombo.

A urgência moral da anistia — justa e necessária — consumiu o fôlego político da oposição.

Houve reações? Sim. Notas, vídeos, protestos pontuais. Mas tímidos. Dispersos. Sufocados.

A oposição lutava simultaneamente por duas causas:

– a liberdade econômica do país;

– a dignidade humana dos presos de 8 de janeiro.

E, exaurida, perdeu terreno em ambas.

Mesmo assim, houve uma minoria lúcida, digna, coerente, que votou contra. Essa minoria deve ser lembrada. Honrada.
Protegida.

Porque a história sempre distingue os que resistem dos que apenas sobrevivem.

O PT não teria vencido se a direita não tivesse capitulado. Essa é a verdade que precisa ser dita.

E que fique registrado:o rombo é enorme,
a tributação é injusta, mas nada é tão perigoso quanto o silêncio cúmplice.

O Brasil sobreviverá ao déficit. O que talvez não sobreviva é ao hábito de aceitar parlamentares que o traem sob pretexto de salvá-lo.

Quem votou contra merece a memória. Quem votou a favor merece a História — mas daquela que cobra.

X. Advertência final – a falsa segurança que destrói


Há no Brasil uma ilusão perigosa: a de que “essa tributação não atinge a maioria”.
Assalariados, informais, autônomos e até servidores públicos acreditam estar protegidos porque não distribuem lucros ou porque têm contracheque garantido.
Mas essa sensação é apenas conforto psicológico — não realidade econômica.

Todo tributo sobre produção vira preço.

Todo sufocamento ao empreendedor vira desemprego. Todo rombo fiscal vira inflação.

E a inflação é o imposto invisível que corrói primeiro justamente quem se julga protegido. O servidor que confia no reajuste perde poder de compra. O assalariado vê a cesta básica encolher. O trabalhador comum perde acesso ao básico.

E há algo ainda mais grave: sufocar quem empreende destrói o único motor que cria prosperidade real.

Não existe grupo a salvo quando o Estado transforma a população em fonte de extração.

A conta chega para todos — multiplicada para os vulneráveis.



(*) O autor é advogado, Procurador do Estado aposentado, ex-Procurador-Geral do Estado do Amazonas e membro da Academia de Ciências e Letras Jurídicas do Amazonas.

NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores. O Poder estimula o livre confronto de ideias e acolhe o contraditório. Todas as pessoas e instituições citadas têm assegurado espaço para suas manifestações.

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Liderança Autêntica - Alexandre Paes lança livro inspirador

09/12/2025

Desenvolva sua Sabedoria Emocional e Lidere com Confiança. Chaves para uma Governança Transformadora e Inspiradora no Século XXI. Tudo isso está no novo livro do estrategista político, escritor e especialista em desenvolvimento humano Alexandre Paes.

Obra potente, atual e necessária

Liderança Autêntica é um convite direto e corajoso ao autoconhecimento e à prática de uma liderança que concilie técnica, sensibilidade e consciência ética. Com mais de vinte campanhas eleitorais em seu currículo e uma sólida trajetória em inteligência eleitoral e formação de lideranças, Alexandre Paes une experiências reais, ciência do comportamento e estratégias contemporâneas para formar líderes preparados para os desafios do século XXI.


Sobre o Autor

Alexandre Paes é escritor, estrategista político, coach de lideranças e especialista em inteligência eleitoral. Possui certificações em instituições como Dale Carnegie, Elos e FEBRACIS, con...

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Desenvolva sua Sabedoria Emocional e Lidere com Confiança. Chaves para uma Governança Transformadora e Inspiradora no Século XXI. Tudo isso está no novo livro do estrategista político, escritor e especialista em desenvolvimento humano Alexandre Paes.


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Obra potente, atual e necessária

Liderança Autêntica é um convite direto e corajoso ao autoconhecimento e à prática de uma liderança que concilie técnica, sensibilidade e consciência ética. Com mais de vinte campanhas eleitorais em seu currículo e uma sólida trajetória em inteligência eleitoral e formação de lideranças, Alexandre Paes une experiências reais, ciência do comportamento e estratégias contemporâneas para formar líderes preparados para os desafios do século XXI.



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Sobre o Autor

Alexandre Paes é escritor, estrategista político, coach de lideranças e especialista em inteligência eleitoral. Possui certificações em instituições como Dale Carnegie, Elos e FEBRACIS, consolidando sua reputação em desenvolvimento humano e alta performance. Atua como formador de líderes, consultor e palestrante.




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Raquel faz contrato de R$ 31 milhões sem licitação. Waldemar Borges cobra justificativa

09/12/2025

O deputado estadual Waldemar Borges (PSB) voltou a cobrar respostas claras do Governo de Pernambuco sobre o contrato de R$ 31 milhões firmado sem licitação para a implantação de um sistema de computação no Estado. Em pronunciamento na Assembleia Legislativa nesta terça-feira (09), o parlamentar afirmou que o Executivo enviou uma resposta de mais de 130 páginas ao seu pedido de informações, mas sem esclarecer pontos centrais do questionamento.

Borges

Explicou que, semanas atrás, solicitou oficialmente esclarecimentos após reportagens da imprensa local apontarem que a secretária de Administração teria viajado à Estônia e Finlândia para conhecer o sistema oferecido por uma empresa privada — justamente a mesma empresay que, posteriormente, recebeu o contrato milionário por inexigibilidade de licitação.

Enrolação do governo

“Pedimos informações muito simples”, afirmou o deputado. “Queríamos saber por que essa empresa...

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O deputado estadual Waldemar Borges (PSB) voltou a cobrar respostas claras do Governo de Pernambuco sobre o contrato de R$ 31 milhões firmado sem licitação para a implantação de um sistema de computação no Estado. Em pronunciamento na Assembleia Legislativa nesta terça-feira (09), o parlamentar afirmou que o Executivo enviou uma resposta de mais de 130 páginas ao seu pedido de informações, mas sem esclarecer pontos centrais do questionamento.

Borges

Explicou que, semanas atrás, solicitou oficialmente esclarecimentos após reportagens da imprensa local apontarem que a secretária de Administração teria viajado à Estônia e Finlândia para conhecer o sistema oferecido por uma empresa privada — justamente a mesma empresay que, posteriormente, recebeu o contrato milionário por inexigibilidade de licitação.

Enrolação do governo

“Pedimos informações muito simples”, afirmou o deputado. “Queríamos saber por que essa empresa foi contratada sem licitação, qual a justificativa robusta para esse procedimento e se a secretária de fato viajou e quem pagou por essa viagem. São duas perguntas básicas.” Segundo o parlamentar, a resposta enviada pelo Executivo não trouxe objetivamente nenhum dos esclarecimentos solicitados.

Encher linguiça

“Recebemos um calhamaço de 130 páginas, mas nenhuma resposta clara. Não mostram a exclusividade do sistema, não comprovam a necessidade de inexigibilidade e não dizem, concretamente, se a secretária viajou e à custa de quem”, criticou.

Superfaturamento?

Borges afirmou ainda que sua equipe já constatou que o sistema contratado não é exclusivo e que outros estados utilizam soluções semelhantes, pagas pelo poder público, e por valores menores do que os praticados em Pernambuco. “Isso reforça ainda mais a necessidade de explicações. Não é a única empresa capaz de fornecer esse tipo de sistema, e há estados que pagam menos por serviços semelhantes”, destacou.

Documentação irregular?

Outro ponto levantado pelo deputado foi a ausência de documentos essenciais solicitados, como o parecer da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), que deveria fundamentar a decisão pela inexigibilidade. “Esse parecer simplesmente não foi apresentado”, disse. Ele ironizou a falta de clareza das respostas: “Dizem que uma empresa pagou, mas não dizem a quem, nem apresentam os documentos que pedimos”, critica.

TCE convocado

O parlamentar informou que protocolou um requerimento ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) para que seja instaurado um procedimento de fiscalização sobre o caso. O objetivo é aprofundar as investigações e obter oficialmente as informações que o Legislativo não recebeu do Executivo. “Não estamos querendo nada complexo. Só queremos saber por que houve inexigibilidade, quais critérios foram cumpridos para justificá-la, e quem pagou pelas viagens — especialmente a que ocorreu em maio, antes da assinatura do contrato”, afirmou.

Viagens suspeitas?

Segundo Borges, uma segunda viagem ocorreu posteriormente, já dentro do escopo contratual, mas a primeira é a que levanta maior preocupação. O deputado concluiu dizendo que a falta de respostas claras demonstra resistência do governo em esclarecer fatos simples. “Isso poderia ser respondido em três ou quatro linhas. Mas parece haver certa dificuldade cognitiva de quem lê as nossas perguntas”, provocou.

A expectativa

Como Raquel, como de costume, não esclarece as coisas, o que se espera agora é que o TCE analise o pedido e determine as próximas etapas de fiscalização, diz Waldemar Borges.




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Vez da esquerda ocupar ilegalmente a mesa da Câmara. O pau quebrou feio

09/12/2025

O processo de cassação do deputado Glauber Rocha (PSOL/RJ), pautado para amanhã quarta-feira/12, provocou uma confusão inédita na Câmara dos Deputados. O parlamentar foi acusado pelo partido Novo de ter faltado ao decoro parlamentar ao expulsar da Câmara, em abril do ano passado, com empurrões e chutes, o integrante do Movimento Brasil Livre (MBL) Gabriel Costenaro.
A cassação foi aprovada por ampla maioria.

Feio

Glauber, com apoio dos parlamentares de esquerda, sentou na cadeira do presidente Hugo Motta e disse " daqui não saio, daqui ninguém me tira". Hugo Motta desvendou o seu lado arbitrário e atrabiliário, próprio dos sertões nordestinos no começo do século passado. O presidente fugiu e determinou alguns atos nem vistos na ditadura. Cortou o sinal da TV, expulsou os jornalistas do recinto e mandou retirar Glauber na marra. E assim foi.

Todos errados

Glauber Braga, que espancou pessoas meses atrás,...

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O processo de cassação do deputado Glauber Rocha (PSOL/RJ), pautado para amanhã quarta-feira/12, provocou uma confusão inédita na Câmara dos Deputados. O parlamentar foi acusado pelo partido Novo de ter faltado ao decoro parlamentar ao expulsar da Câmara, em abril do ano passado, com empurrões e chutes, o integrante do Movimento Brasil Livre (MBL) Gabriel Costenaro.
A cassação foi aprovada por ampla maioria.

Feio

Glauber, com apoio dos parlamentares de esquerda, sentou na cadeira do presidente Hugo Motta e disse " daqui não saio, daqui ninguém me tira". Hugo Motta desvendou o seu lado arbitrário e atrabiliário, próprio dos sertões nordestinos no começo do século passado. O presidente fugiu e determinou alguns atos nem vistos na ditadura. Cortou o sinal da TV, expulsou os jornalistas do recinto e mandou retirar Glauber na marra. E assim foi.

Todos errados

Glauber Braga, que espancou pessoas meses atrás, no próprio recinto da Casa, argumenta que a pena é desproporcional e que o processo é uma perseguição política. O deputado sustenta que está sendo cassado devido a uma articulação do ex-presidente da Câmara deputado Arthur Lira (PP-AL), devido às denúncias que faz do chamado orçamento secreto. Lira nega as acusações.

Motta

Comandou uma arbitrariedade inédita. Promoveu o mais triste espetáculo em mais de 200 anos do Legislativo.
Glauber errou feio. A esquerda acompanhou, perdendo a moral para criticar a direita, que já fez até pior. Ruim para todo mundo.

Conversas fiadas

Vêm de todos os lados. Todos os lados tentando justificar o injustificável. Difícil saber quem errou mais. Dois lados de uma bagaceira só

Fala Glauber

Na avaliação do parlamentar, a pena que poderia ser aplicada era a de censura verbal ou escrita para atos que infringissem as regras de boa conduta, para ofensas físicas ou morais e desacato nas dependências da Câmara dos Deputados, conforme prevê o regimento.

Fala Braga

“É também um processo que já deveria ter sido levado ao plenário desde o dia 22 de abril deste ano. Todos sabem que esse processo foi concluído lá no Conselho de Ética e que o Plenário precisa dar o seu veredito final. Vamos enfrentar esse caso do deputado Glauber nesta semana, para que o Plenário possa dar a sua posição”, anunciou Motta.




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Quebrou o pau na Câmara. Saiba as principais notícias da noite

09/12/2025

- Última: Deputado Glauber Braga ocupa mesa da Câmara. Seguranças esvaziam plenário e TV Câmara desliga sinal. Braga é retirado à força.

- Ministros do TSE descartam Bolsonaro elegível em 2026

Ministros do TSE descartam a possibilidade de Jair Bolsonaro se tornar elegível para disputar as eleições presidenciais de 2026. A informação foi revelada pela CNN Brasil, após conversar com integrantes da corte eleitoral. A declaração surge quando, Flávio condicionou sua desistência da pré-candidatura à presidência, à reabilitação política de Bolsonaro.

- Motta: os deputados vão analisar as cassações de Eduardo Bolsonaro e Carla Zambelli, amanhã

- Lula lança CNH do Brasil: fim da autoescola obrigatória e novas regras para tirar CNH

- PL da Dosimetria: Gleisi classifica dosimetria como "retrocesso" e diz que projeto contraria decisão do STF



- "Agora é só...

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- Última: Deputado Glauber Braga ocupa mesa da Câmara. Seguranças esvaziam plenário e TV Câmara desliga sinal. Braga é retirado à força.

- Ministros do TSE descartam Bolsonaro elegível em 2026

Ministros do TSE descartam a possibilidade de Jair Bolsonaro se tornar elegível para disputar as eleições presidenciais de 2026. A informação foi revelada pela CNN Brasil, após conversar com integrantes da corte eleitoral. A declaração surge quando, Flávio condicionou sua desistência da pré-candidatura à presidência, à reabilitação política de Bolsonaro.

- Motta: os deputados vão analisar as cassações de Eduardo Bolsonaro e Carla Zambelli, amanhã

- Lula lança CNH do Brasil: fim da autoescola obrigatória e novas regras para tirar CNH

- PL da Dosimetria: Gleisi classifica dosimetria como "retrocesso" e diz que projeto contraria decisão do STF



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- "Agora é só eleição, Natal já foi esquecido", diz Lula

O presidente Lula afirmou, hoje, que o Natal "já foi esquecido e agora é só eleição". Segundo o chefe do Executivo, o ano de 2026 "vai ser o ano da verdade". Declarou que todos já estão em "clima de eleição" e que, no início do próximo ano, vai prestar contas à sociedade "sobre o que aconteceu neste país". "Temos que aproveitar esse momento para conversar, ... Eu não acho que agora tá polarizada, polarizada sempre foi".

- Polarização: "Você pode polarizar. Eu posso ser adversário do Sidônio, mas eu posso continuar sendo amigo do Sidônio e respeitar ele", falou o presidente

- Equipe de Beyoncé diz que vai acionar a Justiça contra filme de Bolsonaro. Produção utilizou música da cantora

- Saúde: Pernambucana é eleita presidente da Sociedade Brasileira de Hepatologia. Dra. Leila Maria Moreira Beltrão Pereira

- Réveillon: Governo do Estado leva festival Pernambuco Meu País para o Réveillon de Jaboatão. De 29 a 31/12

- Prefeitura do Recife: INW, Instituto Nelson Wilians, promove Mutirão Jurídico gratuito no Compaz Leda Alves, amanhã, 10/12

- Honraria: Câmara do Recife aprova Título de Cidadão Recifense para o senador Humberto Costa

- Polícia Federal de Pernambuco assina contrato para construção de nova sede. Obras têm prazo previsto de 38 meses



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- Dia D de Mobilização: Prefeitura do Recife realiza Mobilização contra Arboviroses amanhã

A Prefeitura do Recife realiza, amanhã, quarta-feira, 10/12, o Dia D de Mobilização contra Arboviroses, com o objetivo de fortalecer as ações de prevenção e controle da dengue, zika e chikungunya na cidade. O mutirão de inspeções domiciliares acontecerão simultaneamente, das 8h às 13h, com com a presença de duplas volantes para atividades educativas e de mobilização comunitária, além da atuação conjunta com as equipes das USFs.

- Dólar hoje sobe para R$ 5,435 ainda com Flávio Bolsonaro no radar

- Cooperação: Lula diz que falou a Trump sobre "maior devedor" do país, que mora em Miami. Sem citar nomes ou entrar em detalhes, alertou: "prender esse aí"



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- EUA elaboram planos sobre “próximos passos” caso Nicolás Maduro seja deposto

O governo de Donald Trump está elaborando planos para o caso de Nicolás Maduro, ditador da Venezuela, ser deposto, segundo dois altos funcionários da administração federal dos EUA e outra fonte familiarizada com as discussões. Os planos estão sendo redigidos discretamente e mantidos em sigilo.

- Nobel da Paz: líderes latino-americanos prestigiarão prêmio de María Corina Machado. Evento acontece amanhã, 10/12, em Oslo

- Trump x Imprensa: presidente dos EUA chama repórter de "desagradável" durante coletiva de imprensa

- Missão Espacial: Astronautas dos EUA e da Rússia retornam à Terra hoje. Missão conjunta demonstra que cooperação entre russos e americanos no espaço continua imune às tensões geopolíticas

- Temperatura no Mundo: 2025 será 2o ou 3o ano mais quente já registrado, afirmam cientistas da UE



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Este ano deverá ser o segundo ou terceiro mais quente já registrado no mundo, potencialmente superado apenas pelo calor recorde de 2024, informou o Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus (C3S), da União Europeia hoje, 09/12. Os dados são os mais recentes do C3S após a COP30, em que os governos não conseguiram chegar a um acordo sobre novas medidas substanciais para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, refletindo a geopolítica tensa.




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No momento, Flávio reconhece não haver chance de anistia a Bolsonaro

09/12/2025

O senador Flávio Bolsonaro reconheceu hoje não haver chance, pelo menos nesse momento, de aprovação de um projeto de anistia ao pai. O projeto de perdão ao ex-presidente, condenado a 27 anos de prisão, não encontra respaldo no Congresso, mas segue como bandeira pública do ‘bolsonarismo’, inclusive do próprio Flávio. Porém, ele mesmo se contradisse sobre o tema, 4 dias depois de anunciar ter sido escolhido pelo pai para disputar a Presidência da República em 2026.

Após visita a Jair Bolsonaro na PF

Após visitar Jair Bolsonaro na Superintendência da PF, o senador tentou se explicar sobre as declarações que havia dado no domingo no sentido de que a sua desistência tinha um preço, que era Bolsonaro anistiado e disputando com Lula a Presidência da República. "Não foi um ato isolado aquilo que eu falei. Foi um ato que começou no final da manhã e foi até a noite. Eu falei qual era o meu preço: o meu preço era o Bolsonaro livre e nas urnas. Ou seja, não tem...

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O senador Flávio Bolsonaro reconheceu hoje não haver chance, pelo menos nesse momento, de aprovação de um projeto de anistia ao pai. O projeto de perdão ao ex-presidente, condenado a 27 anos de prisão, não encontra respaldo no Congresso, mas segue como bandeira pública do ‘bolsonarismo’, inclusive do próprio Flávio. Porém, ele mesmo se contradisse sobre o tema, 4 dias depois de anunciar ter sido escolhido pelo pai para disputar a Presidência da República em 2026.

Após visita a Jair Bolsonaro na PF

Após visitar Jair Bolsonaro na Superintendência da PF, o senador tentou se explicar sobre as declarações que havia dado no domingo no sentido de que a sua desistência tinha um preço, que era Bolsonaro anistiado e disputando com Lula a Presidência da República. "Não foi um ato isolado aquilo que eu falei. Foi um ato que começou no final da manhã e foi até a noite. Eu falei qual era o meu preço: o meu preço era o Bolsonaro livre e nas urnas. Ou seja, não tem preço. Essa é a conclusão", disse o senador. A declaração no sentido de afirmar que, na verdade, não há "preço" ou negociação em torno de sua candidatura, foi dada em resposta sobre a mudança de discurso entre domingo e hoje. Flávio também manifestou não ter obtido apoio dos demais partidos, apenas compromisso de consulta às bases partidárias. PSD e Republicanos, que também fazem parte do grupo de partidos de centro e de direita que dominam o Congresso, não compareceram a uma reunião de líderes ontem, 08/12. A exceção do PL, que tende a se beneficiar principalmente nas eleições a deputado federal tendo um sobrenome Bolsonaro disputando a Presidência, os demais partidos do centrão trabalham pela candidatura do governador Tarcísio de Freitas.




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PL da Dosimetria será pautada hoje, anuncia Hugo Motta

09/12/2025

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, disse que vai pautar hoje a votação do PL, projeto de lei, que pode reduzir penas para envolvidos com os atos golpistas, inclusive do ex-presidente Jair Bolsonaro. Batizado de PL da Dosimetria, o texto é uma alternativa que vem sendo costurada pelo relator, Paulinho da Força, ao projeto de lei da anistia aos envolvidos com os atos golpistas.





Relator: "inclui benefício para o ex-presidente Bolsonaro”

Apresentado em 2023 por deputados do PL e do Republicanos, o projeto de lei visava a perdoar todos os envolvidos direta ou indiretamente com manifestações ocorridas desde o 2o turno das eleições de 2022. O texto chegou a ter a urgência aprovada pela Câmara dos Deputados, mas, como enfrenta resistências, ainda não foi a votação. O texto final do PL da Dosimetria ainda não é conhecido. Paulinho vinha dizendo que "a ideia é pacificar o país, um projeto meio-termo", que não iri...

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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, disse que vai pautar hoje a votação do PL, projeto de lei, que pode reduzir penas para envolvidos com os atos golpistas, inclusive do ex-presidente Jair Bolsonaro. Batizado de PL da Dosimetria, o texto é uma alternativa que vem sendo costurada pelo relator, Paulinho da Força, ao projeto de lei da anistia aos envolvidos com os atos golpistas.



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Relator: "inclui benefício para o ex-presidente Bolsonaro”

Apresentado em 2023 por deputados do PL e do Republicanos, o projeto de lei visava a perdoar todos os envolvidos direta ou indiretamente com manifestações ocorridas desde o 2o turno das eleições de 2022. O texto chegou a ter a urgência aprovada pela Câmara dos Deputados, mas, como enfrenta resistências, ainda não foi a votação. O texto final do PL da Dosimetria ainda não é conhecido. Paulinho vinha dizendo que "a ideia é pacificar o país, um projeto meio-termo", que não iria "fazer nenhum projeto que vá de encontro ao Supremo", e que o texto "inclui benefício para o ex-presidente Bolsonaro”. Tempo de prisão de Bolsonaro pode cair para pouco mais de 2 anos, diz relator. "Para ficar claro, porque o reduz não é de 27 para 2 anos e 4 meses, reduz de 6 anos e 7 meses para 2 anos e 4 meses. Essa aqui é o resumo do projeto que nós vamos votar hoje", disse o Relator.




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Imunização: vacina contra bronquiolite começa a ser aplicada em gestantes no Recife

09/12/2025

A partir de amanhã, 10/12, gestantes que moram no Recife podem se vacinar contra o vírus sincicial respiratório, VSR, causador da bronquiolite. A doença é uma das principais causas de internação de bebês. A vacina foi incluída no calendário nacional e é aplicada em dose única. Nesta primeira etapa, a capital pernambucana recebeu 4.470 das 30.700 doses enviadas ao estado pelo Ministério da Saúde. Segundo a prefeitura, a meta é vacinar 80% das gestantes. Atualmente, 18.753 mulheres estão grávidas na cidade. Para se imunizar, é preciso apresentar cartão de vacina, CPF ou cartão SUS e documento que comprove a idade gestacional. A vacina está disponível em 162 salas de vacinação.





Bebê protegido por formas graves da doença

A vacina contra VSR é aplicada na mulher grávida, que produz anticorpos e os transfere para o bebê ainda durante a gestação. Assim, a criança já nasce protegida contra formas graves da doença, especialmen...

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A partir de amanhã, 10/12, gestantes que moram no Recife podem se vacinar contra o vírus sincicial respiratório, VSR, causador da bronquiolite. A doença é uma das principais causas de internação de bebês. A vacina foi incluída no calendário nacional e é aplicada em dose única. Nesta primeira etapa, a capital pernambucana recebeu 4.470 das 30.700 doses enviadas ao estado pelo Ministério da Saúde. Segundo a prefeitura, a meta é vacinar 80% das gestantes. Atualmente, 18.753 mulheres estão grávidas na cidade. Para se imunizar, é preciso apresentar cartão de vacina, CPF ou cartão SUS e documento que comprove a idade gestacional. A vacina está disponível em 162 salas de vacinação.



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Bebê protegido por formas graves da doença

A vacina contra VSR é aplicada na mulher grávida, que produz anticorpos e os transfere para o bebê ainda durante a gestação. Assim, a criança já nasce protegida contra formas graves da doença, especialmente nos primeiros meses de vida, quando o risco é maior. A imunização é contraindicada para quem tem histórico de alergia aos componentes da vacina. Mulheres com febre moderada ou alta devem adiar a imunização até o completo desaparecimento dos sintomas.

Vírus Sincicial Respiratório, VSR

Segundo o Ministério da Saúde, o VSR é responsável por cerca de 75% dos casos de bronquiolite e 40% dos casos de pneumonia em crianças menores de dois anos. A vacina oferece proteção imediata aos recém-nascidos, reduzindo hospitalizações. Como a maioria dos casos é decorrente de infecção viral, não existe um tratamento específico para a bronquiolite. O manejo é baseado apenas no tratamento dos sinais e sintomas que incluem: terapia de suporte; suplementação de oxigênio; hidratação; uso de broncodilatadores, especialmente quando há chiados evidentes.




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Veneziano detalha dados econômicos positivos do governo Lula

09/12/2025

 
Em pronunciamento na tribuna do Senado Federal, o Senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) citou dados econômicos apresentados pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável (CDESS).

Projeta

Segundo Veneziano, o governo projeta crescimento médio de 2,8% até 2026 e taxa de desemprego de 6,6%.

Destacou
 
O Senador destacou ainda a redução da informalidade e o aumento do rendimento médio para R$ 3.507. “O governo do presidente Lula terá o maior crescimento médio, como reflexo de diversas políticas implementadas durante o mandato. É o maior crescimento desde Fernando Henrique Cardoso. Concluiremos, em 2026, com a média de 2,8%, só ficando aquém do próprio Lula 2, que foi de 4,6%”, relatou o Senador paraibano, ao dizer que a oposição, sem apresentar dados, critica o governo tentando passar uma imagem de terra arrasada para a população....

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Em pronunciamento na tribuna do Senado Federal, o Senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) citou dados econômicos apresentados pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável (CDESS).

Projeta

Segundo Veneziano, o governo projeta crescimento médio de 2,8% até 2026 e taxa de desemprego de 6,6%.

Destacou
 
O Senador destacou ainda a redução da informalidade e o aumento do rendimento médio para R$ 3.507. “O governo do presidente Lula terá o maior crescimento médio, como reflexo de diversas políticas implementadas durante o mandato. É o maior crescimento desde Fernando Henrique Cardoso. Concluiremos, em 2026, com a média de 2,8%, só ficando aquém do próprio Lula 2, que foi de 4,6%”, relatou o Senador paraibano, ao dizer que a oposição, sem apresentar dados, critica o governo tentando passar uma imagem de terra arrasada para a população.
 
Crescimento

Veneziano disse também que esse “crescimento robusto impulsionou o mercado de trabalho, levando à menor taxa de desemprego: 6,6% é a taxa projetada para o ano de 2026, para os quatro anos” e que “a menor taxa de desemprego veio acompanhada também da menor taxa de informalidade. Vamos ter, ao término de 2025, 14,7% de taxa de informalidade. Teremos, então, o mercado de trabalho aquecido, junto a uma política de valorização do salário mínimo”, ressaltou.




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Biblioteca Pública de Pernambuco lança obra “Antologia de Literatura Novo Horizonte”

09/12/2025

Uma obra escrita por vários autores. Na próxima sexta-feira (12/12), às 17h30, na Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco, localizada na rua João Líra, s/n, Santo Amaro, Recife-PE, será lançada a obra “Antologia de Literatura Novo Horizonte” organizada pelas escritoras, professoras e editoras, Lourdes Nicácio e Silva e Raphaela Nicácio da Silva Lopes.

A obra

A obra reúne 47 autores de vários estados brasileiros como Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, São Paulo, destacando participação das seguintes cidades, entre outras: Belém do São Francisco, Floresta, Bezerros, Afogados da Ingazeira, Cabo de Santo Agostinho, Catende, Crato, Garanhuns, Ilha de Itamaracá, João Pessoa, Jaboatão dos Guararapes, Maceió, Mamanguape, Natal, Olinda, Paulista, Petrolina, Pesqueira, Palmares e Recife.

“À luz da sensibilidade, da disciplina e do encantamento, planejamos e organizamos esta antologia voltada para o i...

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Uma obra escrita por vários autores. Na próxima sexta-feira (12/12), às 17h30, na Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco, localizada na rua João Líra, s/n, Santo Amaro, Recife-PE, será lançada a obra “Antologia de Literatura Novo Horizonte” organizada pelas escritoras, professoras e editoras, Lourdes Nicácio e Silva e Raphaela Nicácio da Silva Lopes.

A obra

A obra reúne 47 autores de vários estados brasileiros como Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, São Paulo, destacando participação das seguintes cidades, entre outras: Belém do São Francisco, Floresta, Bezerros, Afogados da Ingazeira, Cabo de Santo Agostinho, Catende, Crato, Garanhuns, Ilha de Itamaracá, João Pessoa, Jaboatão dos Guararapes, Maceió, Mamanguape, Natal, Olinda, Paulista, Petrolina, Pesqueira, Palmares e Recife.

“À luz da sensibilidade, da disciplina e do encantamento, planejamos e organizamos esta antologia voltada para o intercâmbio, a divulgação das produções literárias dos autores participantes nas escolas, universidades, academias de letras, bibliotecas, entre outras instituições educativas e culturais. Sabemos que nossas antologias sempre mereceram o reconhecimento de autores e leitores, favorecendo especialmente os novos autores, muitos do interior, incentivados pela oportunidade de aproximação entre nomes dos mais admiráveis no meio literário”, afirmam, na apresentação da obra, as organizadoras da “Antologia de Literatura Novo Horizonte”, Lourdes Nicácio e Raphaela Nicácio.

Autores participantes

A obra conta com a participação dos autores, Alfredo Fagundes de Sousa, Ana Lúcia Coelho Caribé Bastos, Ana Prosini, Andréa Catão, Antônio Neto, Carlos Alberto Jales, Eduardo Gomes, Eliana Cavalcanti, Felipe Araújo, Fernando Farias, Fernando Tavares, Giordano Bruno Ferraz de Carvalho, Glória de Albuquerque, eitor Bezerra de Brito, Jacira Barros, José Augusto de Oliveira Tenório, Jonadab Mansur, Josinaldo Maria da Costa, Leny Amorim, Lourdes Nicácio e Silva, Lourdes Sarmento, Lúcia Regina, Lucilo Varejão Neto, Luiz Gonzaga Granja Filho ,Márcia Matos, Maria Arilena Borba Soares Coutinho, Maria Auxiliadora Lustosa Coelho (Dodora), Maria de Lourdes Hortas, Maria de Lourdes Soares Ornellas, Maria Helena Romeira Biondi, Maria Lúcia de Araújo Nogueira, - Maria Nilza da Conceição, Melchiades Montenegro, Milton Júnior, Moisés da Paixão, Nadilson Ferreira, Nelson Brandão, Petrucia Camelo ,Rachel Carrilho, Raphaela Nicácio, Ricardo Moreira (Testão), Rosângela Maria Ferraz Dutra, Rozeni Maria de Araújo, Socorro Costa, Telma Brilhante, Turmalina Teles e Zélia Monte.

O Poder



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Deputado federal Pedro Campos destaca o papel de Luciana Santos para a política pernambucana

09/12/2025

O deputado federal Pedro Campos, que ocupa o posto de líder do PSB na Câmara Federal, garantiu em entrevista ao repórter Alberes Xavier, a importância da ministra da Ciência e Tecnologia do governo Lula, Luciana Santos para a política pernambucana.


Referência

Casada com o deputado estadual Waldemar Borges, do MDB, Luciana tornou-se ao longo das últimas décadas uma referência do PCdoB pernambucano.

"Luciana tem tantos serviços prestados pelo povo pernambucano, como prefeita de Olinda, deputada federal, vice-governadora e hoje ela ajuda o presidente Lula, como ministra da Ciência e Tecnologia, assim como o meu pai o fez no passado”, disse.

Retomado

Ele acrescentou que “través de Luciana o país tem retomado os investimentos na ciência e tecnologia e avançado muito, algo muito importante para todo o Brasil”.

Celebrou

Um dos principais nomes da política per...

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O deputado federal Pedro Campos, que ocupa o posto de líder do PSB na Câmara Federal, garantiu em entrevista ao repórter Alberes Xavier, a importância da ministra da Ciência e Tecnologia do governo Lula, Luciana Santos para a política pernambucana.


Referência

Casada com o deputado estadual Waldemar Borges, do MDB, Luciana tornou-se ao longo das últimas décadas uma referência do PCdoB pernambucano.

"Luciana tem tantos serviços prestados pelo povo pernambucano, como prefeita de Olinda, deputada federal, vice-governadora e hoje ela ajuda o presidente Lula, como ministra da Ciência e Tecnologia, assim como o meu pai o fez no passado”, disse.

Retomado

Ele acrescentou que “través de Luciana o país tem retomado os investimentos na ciência e tecnologia e avançado muito, algo muito importante para todo o Brasil”.

Celebrou

Um dos principais nomes da política pernambucana, a ministra da Ciência e Tecnologia do governo Lula, Luciana Santos, celebrou recentemente em Brasília o seu aniversário de 60 anos.

Autoridades

Várias autoridades políticas e jurídicas marcaram presença na celebração, dentre eles, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, os deputados federais Renildo Calheiros e Jandira Feghali, do PCdoB, Pedro Campos e Eriberto Medeiros, ambos do PSB.

O Poder




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