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Prefeitura do Recife lança Cartão Alimentação para reforçar ações de combate à fome

15/12/2025

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A Prefeitura do Recife lançou, o Cartão Alimentação Recife Sem Fome, novo benefício que vai atender 2.500 pessoas em situação de vulnerabilidade social e insegurança alimentar. O programa contará com investimento anual estimado em R$ 4,5 milhões, destinados às recargas mensais de R$ 150 para cada beneficiário.





Falou o Prefeito

“O Programa Recife Sem Fome agora conta com um cartão alimentação. Serão 2.500 cartões para famílias em situação de vulnerabilidade acompanhadas pelos CRAS da cidade. Estamos substituindo a cesta básica pelo cartão com R$ 150, garantindo autonomia para que as pessoas escolham seus alimentos, fortalecendo também a economia local. O cartão é exclusivo para alimentação, com acompanhamento da política de segurança alimentar da Prefeitura, assegurando comida na mesa de quem mais precisa”, destacou João Campos. A secretária de Assistência Social, Pâmela Alves, destacou que a iniciativa fortalece a po...

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A Prefeitura do Recife lançou, o Cartão Alimentação Recife Sem Fome, novo benefício que vai atender 2.500 pessoas em situação de vulnerabilidade social e insegurança alimentar. O programa contará com investimento anual estimado em R$ 4,5 milhões, destinados às recargas mensais de R$ 150 para cada beneficiário.

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Falou o Prefeito

“O Programa Recife Sem Fome agora conta com um cartão alimentação. Serão 2.500 cartões para famílias em situação de vulnerabilidade acompanhadas pelos CRAS da cidade. Estamos substituindo a cesta básica pelo cartão com R$ 150, garantindo autonomia para que as pessoas escolham seus alimentos, fortalecendo também a economia local. O cartão é exclusivo para alimentação, com acompanhamento da política de segurança alimentar da Prefeitura, assegurando comida na mesa de quem mais precisa”, destacou João Campos. A secretária de Assistência Social, Pâmela Alves, destacou que a iniciativa fortalece a política municipal de segurança alimentar e nutricional, como também amplia a rede de proteção social, garantindo respostas mais rápidas e eficazes às famílias em situação de insegurança alimentar.

O Benefício

O Cartão Alimentação integra o conjunto de Benefícios Eventuais ofertados pelo Sistema Único de Assistência Social, SUAS, e a política de segurança alimentar e nutrucional do Recife, garantindo autonomia às famílias para a compra de alimentos, ao mesmo tempo em que fortalece o comércio local. Para ter acesso ao benefício, é necessário residir no Recife, estar inscrito no CadaÚnico, possuir renda familiar per capita de até meio salário mínimo e ser avaliado através de um estudo socioeconômico obrigatório, realizado pelas equipes técnicas da Assistência Social, conforme prevê a Lei Municipal nº 18.958/2022. (Com a PCR)

Leia outras informações

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Para obrigar Vorcaro a depor no Senado, CPI do Crime Organizado recorre ao STF

10/03/2026

A CPI do Crime Organizado apresentou ao STF um recurso para tentar reverter a decisão do ministro André Mendonça que tornou facultativo o comparecimento do empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, a um depoimento no Senado. A comissão sustenta que a convocação foi aprovada pelo colegiado e que, na condição de testemunha, Vorcaro tem dever legal de comparecer. O recurso foi protocolado pela Advocacia do Senado em nome da comissão e pede que o próprio Mendonça reconsidere a decisão ou, caso isso não ocorra, submeta o caso à análise da 2ª Turma do Supremo. A CPI afirma que a decisão monocrática converteu uma convocação obrigatória em mera faculdade do depoente e, com isso, esvaziou uma prerrogativa prevista na Lei das CPIs.



Recurso da CPI

No recurso, a comissão estrutura sua argumentação em três frentes. A primeira é a de que tem legitimidade para recorrer diretamente ao Supremo por meio da Advocacia do Senado, o que, segundo a...

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A CPI do Crime Organizado apresentou ao STF um recurso para tentar reverter a decisão do ministro André Mendonça que tornou facultativo o comparecimento do empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, a um depoimento no Senado. A comissão sustenta que a convocação foi aprovada pelo colegiado e que, na condição de testemunha, Vorcaro tem dever legal de comparecer. O recurso foi protocolado pela Advocacia do Senado em nome da comissão e pede que o próprio Mendonça reconsidere a decisão ou, caso isso não ocorra, submeta o caso à análise da 2ª Turma do Supremo. A CPI afirma que a decisão monocrática converteu uma convocação obrigatória em mera faculdade do depoente e, com isso, esvaziou uma prerrogativa prevista na Lei das CPIs.



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Recurso da CPI

No recurso, a comissão estrutura sua argumentação em três frentes. A primeira é a de que tem legitimidade para recorrer diretamente ao Supremo por meio da Advocacia do Senado, o que, segundo a peça, está previsto tanto no regulamento administrativo da Casa quanto na Lei 1.579, que rege o funcionamento das CPIs. A segunda é a de que a comissão dispõe de poderes para convocar e inquirir testemunhas sob compromisso, em patamar equivalente ao das autoridades judiciais no plano instrutório. A terceira é a de que a decisão de Mendonça afastou, no caso concreto, a aplicação do artigo 2º da Lei das CPIs sem que houvesse deliberação do plenário do STF sobre a constitucionalidade da norma. No recurso, a CPI pede prioridade na análise do caso e diz que a decisão compromete a capacidade de investigação do colegiado. Ao final, requer que seja assegurado o direito de inquirir Vorcaro como testemunha e, subsidiariamente, que eventual discussão sobre afastamento da Lei das CPIs seja levada ao plenário do Supremo.



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STF somente viabilizaria deslocamento de Vorcaro

A convocação de Vorcaro foi aprovada pela CPI em 25/02, para que ele prestasse depoimento na condição de testemunha. Segundo o recurso, a comissão havia solicitado ao Supremo apenas cooperação para viabilizar o deslocamento do empresário, diante das medidas cautelares impostas a ele no âmbito da Operação 'Compliance Zero'. Para a CPI, esse pedido tinha caráter administrativo e não autorizava o relator a transformar o comparecimento em ato opcional. (Com O Globo)




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Israel diz que "ainda não terminou" ofensiva e voltou a atacar o Líbano hoje

10/03/2026

Na madrugada de hoje, terça-feira, 10/03, forças israelenses lançaram bombardeios contra várias localidades no sul e no leste do Líbano, redutos do movimento pró-iraniano Hezbollah, informou a agência estatal de notícias libanesa ANI.



Afirmou Benjamin Netanyahu

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que seu país "ainda não terminou" a ofensiva militar em conjunto com os EUA contra o Irã e seus aliados. Netanyahu destacou que a operação, iniciada em 28/02, está enfraquecendo a liderança iraniana. "Nossa aspiração é que o povo iraniano se liberte do jugo da tirania; em última análise, depende deles. Mas não há dúvida de que, com as medidas tomadas até agora, estamos quebrando os ossos deles e ainda não terminamos", declarou Netanyahu durante uma visita ao Centro Nacional de Comando de Saúde na noite de ontem, segunda-feira, 09/03, segundo um comunicado.



Já Trump...

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Na madrugada de hoje, terça-feira, 10/03, forças israelenses lançaram bombardeios contra várias localidades no sul e no leste do Líbano, redutos do movimento pró-iraniano Hezbollah, informou a agência estatal de notícias libanesa ANI.



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Afirmou Benjamin Netanyahu

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que seu país "ainda não terminou" a ofensiva militar em conjunto com os EUA contra o Irã e seus aliados. Netanyahu destacou que a operação, iniciada em 28/02, está enfraquecendo a liderança iraniana. "Nossa aspiração é que o povo iraniano se liberte do jugo da tirania; em última análise, depende deles. Mas não há dúvida de que, com as medidas tomadas até agora, estamos quebrando os ossos deles e ainda não terminamos", declarou Netanyahu durante uma visita ao Centro Nacional de Comando de Saúde na noite de ontem, segunda-feira, 09/03, segundo um comunicado.



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Já Trump...

A declaração do premiê sinaliza uma continuidade da guerra, enquanto o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que o conflito "está praticamente concluído".




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Entrega do IRPF 2026 começa na próxima semana. Nova Regra de até R$ 5 mil não vale para este ano

10/03/2026

A Receita Federal divulgará na segunda-feira, 16/03, as regras da Declaração do IRPF, Imposto de Renda Pessoa Física 2026. Embora o calendário oficial ainda não tenha sido anunciado, a expectativa é que o prazo de entrega da declaração comece no dia 16/03 e se estenda até 29/05, último dia útil do mês, seguindo o padrão dos anos anteriores.

Nova Regra ainda não valerá

Uma das principais dúvidas entre os contribuintes neste ano envolve a nova faixa de isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil por mês. Apesar de a medida ter entrado em vigor em 1º de janeiro e ter começado a aliviar o bolso de parte dos trabalhadores desde fevereiro, a mudança não terá impacto na declaração entregue em 2026. Isso ocorre porque a declaração deste ano se refere aos rendimentos obtidos em 2025. Assim, a nova faixa de isenção só terá efeito prático na declaração a ser apresentada em 2027.

Os Isentos do imposto

Atualment...

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A Receita Federal divulgará na segunda-feira, 16/03, as regras da Declaração do IRPF, Imposto de Renda Pessoa Física 2026. Embora o calendário oficial ainda não tenha sido anunciado, a expectativa é que o prazo de entrega da declaração comece no dia 16/03 e se estenda até 29/05, último dia útil do mês, seguindo o padrão dos anos anteriores.

Nova Regra ainda não valerá

Uma das principais dúvidas entre os contribuintes neste ano envolve a nova faixa de isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil por mês. Apesar de a medida ter entrado em vigor em 1º de janeiro e ter começado a aliviar o bolso de parte dos trabalhadores desde fevereiro, a mudança não terá impacto na declaração entregue em 2026. Isso ocorre porque a declaração deste ano se refere aos rendimentos obtidos em 2025. Assim, a nova faixa de isenção só terá efeito prático na declaração a ser apresentada em 2027.

Os Isentos do imposto

Atualmente, o limite oficial de isenção do imposto é de R$ 2.428,80 por mês. Com os ajustes aplicados na tabela, que criou deduções adicionais, a isenção efetiva alcança rendimentos mensais de até R$ 3.036, valor equivalente a dois salários mínimos em 2025.



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Isenção não dispensa a Declaração

A confusão entre isenção do imposto e obrigatoriedade de entregar a declaração é comum entre os contribuintes. Especialistas alertam que estar isento do pagamento mensal não significa automaticamente estar dispensado de prestar contas ao Fisco, já que a obrigação de declarar depende também de outros critérios, como patrimônio, investimentos e operações financeiras.



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Os que devem declarar IRPF

Com base nas regras aplicadas no último exercício fiscal, que não sofreram alteração neste ano, devem apresentar a declaração os contribuintes que, em 2025: Receberam rendimentos tributáveis, como salários, aposentadorias ou aluguéis, acima de R$ 33.888; Obtiveram rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte superiores a R$ 200 mil; Tiveram receita bruta de atividade rural acima de R$ 169.440; Obtiveram ganho de capital na venda de bens ou direitos; Fizeram operações em bolsas de valores, mercadorias ou futuros com soma superior a R$ 40 mil; Fizeram operações de day trade (compra e venda na bolsa no mesmo dia) com lucro; Venderam ações com lucro em meses com volume superior a R$ 20 mil; Possuíam bens ou direitos acima de R$ 800 mil em 31 de dezembro; Tornaram-se residentes no Brasil ao longo de 2025; Declararam bens ou participações em entidades no exterior; Foram titulares de trusts (empresas de investimento) no exterior; Atualizaram bens no exterior a valor de mercado ou receberam rendimentos financeiros de entidades estrangeiras; Optaram por isenção de ganho de capital na venda de imóvel residencial, desde que tenham reinvestido o valor em outro imóvel em 180 dias. (Com Agência Brasil)




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Velozes, Infratoras e Furiosas - Crônica - Por, Romero Falcão*

10/03/2026

Já escrevi nesse jornal sobre o enxame perturbador das motocicletas no trânsito. Volto à baila, dessa vez não como observador crítico do caos, e sim mais uma vítima das velozes, infratoras e furiosas motos.

Da pandemia pra cá o troço piorou muito. Uns carregam comida nas costas, outros carregam passageiros. Todos aceleram contra o tempo. Nessa corrida maluca pra botar feijão na mesa, as urgências e os cemitérios não descansam.



Carne e o sangue no asfalto

Em dezembro passado estreei a carne e o sangue no asfalto. Uma moto na contramão me jogou ao chão, rasgando joelho e antebraço. O motoqueiro sumiu na estrada. Eles têm pressa. Por sorte não quebrei os ossos de 61 anos empapuçados de artrose. A ferida do joelho deu trabalho pra cicatrizar, me deixou de herança uma bonita, arroxeada e espessa queloide.

Máquina de matar e mutilar

Motocicleta, no Brasil, é máquina de matar e mutilar gen...

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Já escrevi nesse jornal sobre o enxame perturbador das motocicletas no trânsito. Volto à baila, dessa vez não como observador crítico do caos, e sim mais uma vítima das velozes, infratoras e furiosas motos.

Da pandemia pra cá o troço piorou muito. Uns carregam comida nas costas, outros carregam passageiros. Todos aceleram contra o tempo. Nessa corrida maluca pra botar feijão na mesa, as urgências e os cemitérios não descansam.



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Carne e o sangue no asfalto

Em dezembro passado estreei a carne e o sangue no asfalto. Uma moto na contramão me jogou ao chão, rasgando joelho e antebraço. O motoqueiro sumiu na estrada. Eles têm pressa. Por sorte não quebrei os ossos de 61 anos empapuçados de artrose. A ferida do joelho deu trabalho pra cicatrizar, me deixou de herança uma bonita, arroxeada e espessa queloide.

Máquina de matar e mutilar

Motocicleta, no Brasil, é máquina de matar e mutilar gente. Dados do Ministério da Saúde apontam: acidentes com motocicletas representam 41,7% do total de mortes no trânsito em 2024, diante de 39% em 2023. Um amigo meu teve uma ideia quando o filho de 18 anos deu chilique pra possuir uma moto.


Levou-o para passear no hospital, na ala de condutores e pedestres acidentados por moto. Pernas penduradas, atravessadas por hastes metálicas, gemidos, sequelas. Os corpos arrebentados pela guerra do trânsito fizeram efeito na cabeça do jovem, que desistiu, pelo menos por enquanto, de se arriscar sobre duas rodas.

O que fazer?

Pergunto-me: qual a solução para frear esses cavalos doidos que sobem calçada, não respeitam sinal vermelho, surgem na contramão feito flecha envenenada, estraçalham a lei e quem vier pela frente? Pelo andar da carruagem, ou melhor, das motos, a inteligência natural não tem avançado. Então consultei o oráculo artificial. O que fazer para diminuir as colisões e mortes por motocicletas nas ruas do Brasil?

"Uma questão urgente. O Brasil tem um dos índices mais altos do mundo em mortes envolvendo motos. Algumas frentes essenciais:

Educação e formação. Investir em educação contínua.

Fiscalização efetiva. Ampliar 'blitze'. Usar tecnologia. Aplicar penalidades reais. Multas que de fato pesem no bolso e suspensão ágil de habilitação reincidente.

Melhorar a qualidade do asfalto e a iluminação de vias noturnas.

Regulação do trabalho dos motoboys. A pressão por tempo nas entregas de aplicativo é um fator de risco enorme. Regular jornada máxima.

Dados e inteligência. Mapear os pontos de acidentes e concentrar ações onde a estatística manda, em vez de políticas genéricas.

Cultura de trânsito. Campanhas que não tratem só o motociclista como culpado, mas que eduquem o motorista de carro sobre o ponto cego, o corredor e o comportamento previsível. A tensão entre motos e carros é bilateral.

Sistêmico. Une pobreza (a moto como única opção de trabalho), infraestrutura precária, fiscalização desigual e uma cultura de impunidade no trânsito. Nenhuma medida isolada resolve."



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Cá com os meus pneus de carne e osso: quem poderá deter esse globo da morte?


*Romero Falcão é cronista e poeta. Articulista de O Poder.


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.



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Paulo Câmara reassume BNB e anuncia mais apoio aos pequenos negócios

10/03/2026

O economista Paulo Câmara tomou posse hoje, terça-feira (10/03) como presidente do Banco do Nordeste (BNB), em cerimônia realizada na sede da instituição, em Fortaleza.

Durante a solenidade

O presidente destacou o papel estratégico do Banco no desenvolvimento regional e no apoio aos setores produtivos, especialmente aos micro e pequenos empreendedores. Segundo ele, a atuação da instituição continuará voltada à ampliação do crédito com foco na inclusão produtiva e no fortalecimento da economia do Nordeste e das demais áreas de atuação do Banco.

Apoio de Lula

Paulo Câmara mencionou o desempenho alcançado pela instituição no último ano, agradecer o apoio do presidente da República e projetou avanços para o próximo ciclo. “O Banco do Nordeste teve um desempenho muito expressivo em 2025, ampliando o crédito e fortalecendo sua presença junto aos setores produtivos da região. Vamos trabalhar intensamente para que 2026...

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O economista Paulo Câmara tomou posse hoje, terça-feira (10/03) como presidente do Banco do Nordeste (BNB), em cerimônia realizada na sede da instituição, em Fortaleza.

Durante a solenidade

O presidente destacou o papel estratégico do Banco no desenvolvimento regional e no apoio aos setores produtivos, especialmente aos micro e pequenos empreendedores. Segundo ele, a atuação da instituição continuará voltada à ampliação do crédito com foco na inclusão produtiva e no fortalecimento da economia do Nordeste e das demais áreas de atuação do Banco.

Apoio de Lula

Paulo Câmara mencionou o desempenho alcançado pela instituição no último ano, agradecer o apoio do presidente da República e projetou avanços para o próximo ciclo. “O Banco do Nordeste teve um desempenho muito expressivo em 2025, ampliando o crédito e fortalecendo sua presença junto aos setores produtivos da região. Vamos trabalhar intensamente para que 2026 seja ainda mais promissor, ampliando o alcance das nossas ações e contribuindo para gerar mais oportunidades de desenvolvimento”, afirmou




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Vorcaro e o Baile da Ilha Fiscal, por Roberto Vieira

10/03/2026

A história se repete, às vezes como farsa, outras como um banquete de 200 milhões de reais. O aniversário de Cristiano Vorcaro na capital italiana não foi apenas uma celebração; foi um monumento ao excesso. Com Roma como cenário, a festa mobilizou jatos particulares e o fechamento de espaços históricos, servindo como um divisor de águas entre a realidade do país e a bolha de uma elite inebriada pelo próprio poder.

Som

O entretenimento não ficou por menos. Para embalar os convidados, o cachê dos artistas atingiu patamares estratosféricos, com nomes como Andrea Bocelli e Coldplay recebendo cifras que ultrapassam os milhões de dólares. A música, nesse contexto, deixou de ser arte para se tornar um item de consumo ostensivo, um símbolo de status que ecoou pelas colinas romanas, consolidando a imagem de um anfitrião que não conhece limites orçamentários.

República

O que torna o evento ainda mais sintomático é a densa...

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A história se repete, às vezes como farsa, outras como um banquete de 200 milhões de reais. O aniversário de Cristiano Vorcaro na capital italiana não foi apenas uma celebração; foi um monumento ao excesso. Com Roma como cenário, a festa mobilizou jatos particulares e o fechamento de espaços históricos, servindo como um divisor de águas entre a realidade do país e a bolha de uma elite inebriada pelo próprio poder.

Som

O entretenimento não ficou por menos. Para embalar os convidados, o cachê dos artistas atingiu patamares estratosféricos, com nomes como Andrea Bocelli e Coldplay recebendo cifras que ultrapassam os milhões de dólares. A música, nesse contexto, deixou de ser arte para se tornar um item de consumo ostensivo, um símbolo de status que ecoou pelas colinas romanas, consolidando a imagem de um anfitrião que não conhece limites orçamentários.

República

O que torna o evento ainda mais sintomático é a densa presença de figuras centrais da República. Magistrados de cortes superiores, políticos influentes e operadores do poder cruzaram o oceano para brindar ao lado de Vorcaro. Essa promiscuidade entre o público e o privado, sob o sol da Itália, levanta questões sobre os fios invisíveis que movem as engrenagens do Estado brasileiro em ambientes de luxo absoluto.

Baile

A cena remete inevitavelmente ao dia 9 de novembro de 1889. O Baile da Ilha Fiscal, a última grande celebração do Império, foi igualmente deslumbrante, destinado a homenagear os oficiais do navio chileno Almirante Cochrane. Enquanto o champanhe corria e a elite imperial dançava na pequena ilha da Baía de Guanabara, a República era costurada nos quartéis.

Queda

Seis dias depois, o trono caía. A ostentação daquela noite tornou-se o epitáfio de um regime que não percebeu que o chão sob seus pés já havia cedido. O paralelo é inevitável: grandes festas que ignoram a realidade costumam ser os últimos suspiros de eras que se julgam eternas.

Roberto Vieira é médico e cronista



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Entenda – O que esperar do novo Líder Supremo do Irã, por Ricardo Rodrigues*

10/03/2026

O mundo ficou sabendo da escolha de Mojtaba Khamenei como líder supremo do Irã na manhã da segunda-feira. As articulações para sua eleição, contudo, já estavam bem adiantadas muito antes. De fato, a opção por Khamenei consolidou-se no sábado assim que o Presidente iraniano Masoud Pezeshkian transmitiu um pronunciamento pedindo desculpas aos países vizinhos pelos ataques do Irã em seus territórios. Em seu pronunciamento, Pezeshkian afirmou que Teerã sustaria esses ataques e que a decisão de os suspender valeria para aqueles vizinhos de cujos territórios não partissem investidas contra o Irã. Nem bem a transmissão do pronunciamento havia encerrada, a Guarda Revolucionária Iraniana já estava de volta aos ataques dirigidos a alguns daqueles mesmos vizinhos mencionados por Pezeshkian. Para se ter uma ideia, somente os Emirados Árabes foram alvos de nada menos que 16 mísseis balísticos e 121 drones.

Ascensão da linha dura

Na ocasião, alguns meios de co...

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O mundo ficou sabendo da escolha de Mojtaba Khamenei como líder supremo do Irã na manhã da segunda-feira. As articulações para sua eleição, contudo, já estavam bem adiantadas muito antes. De fato, a opção por Khamenei consolidou-se no sábado assim que o Presidente iraniano Masoud Pezeshkian transmitiu um pronunciamento pedindo desculpas aos países vizinhos pelos ataques do Irã em seus territórios. Em seu pronunciamento, Pezeshkian afirmou que Teerã sustaria esses ataques e que a decisão de os suspender valeria para aqueles vizinhos de cujos territórios não partissem investidas contra o Irã. Nem bem a transmissão do pronunciamento havia encerrada, a Guarda Revolucionária Iraniana já estava de volta aos ataques dirigidos a alguns daqueles mesmos vizinhos mencionados por Pezeshkian. Para se ter uma ideia, somente os Emirados Árabes foram alvos de nada menos que 16 mísseis balísticos e 121 drones.

Ascensão da linha dura

Na ocasião, alguns meios de comunicação chegaram a especular que a dificuldade de comunicação dentro do Irã poderia ter levado algumas unidades militares iranianas a não receber a tempo as ordens para a suspensão dos ataques. Ledo engano. Os militares sabiam perfeitamente o que faziam quando transformaram em letra morta as palavras do Presidente do Irã
Os ataques iranianos a países vizinhos logo após o pronunciamento de Pezeshkian foi um recado nada sutil dos militares e dos clérigos de que aquela mensagem não refletia o entendimento da maioria no círculo de liderança do Irã. Reforçando a continuidade da estratégia militar adotada pelas forças armadas iranianas, os ataques que se seguiram ao pronunciamento de sábado serviram para alienar os setores mais moderados e reformistas dentro do regime, dos quais Pezeshkian não apenas fazia parte, mas era, de longe, seu líder mais conhecido.
Se a decapitação de Ali Khamenei deixara um vácuo de liderança no regime, o pronunciamento de Pezeshkian acelerou o processo de ocupação desse espaço, com os reformistas perdendo a influência que desfrutavam até então. O pronunciamento, recebido por Donald Trump nos Estados Unidos como uma espécie de rendição do regime, terminou abrindo o caminho para a ascensão da linha dura à sucessão de Ali Khamenei.

O Poder por trás das Vestes

Por várias razões, Mojtaba Khamenei, filho de Ali Khamenei, não figurava entre os nomes mais cotados para assumir o posto de Líder Supremo do Irã. Primeiro, ele ainda ocupava uma posição intermediária na hierarquia clerical do país, não sendo um aiatolá. Desde a revolução iraniana, somente aiatolás assumiram a liderança suprema do regime. Refiro-me, claro, ao Aiatolá Ruhollah Khomeini e ao Aiatolá Ali Khamenei.
Em segundo lugar, o fato de ser filho do último Líder Supremo depunha contra sua candidatura ao posto. Isto porque o próprio Ali Khamenei se opunha a sucessão hereditária dentro do regime. Para ele, este tipo de sucessão contradizia os próprios objetivos da Revolução de 1979 que lutou para pôr fim a um governo hereditário. Ali Khamenei temia que uma futura escolha de seu filho como Líder Supremo minasse a legitimidade ideológica do regime, fazendo-o se assemelhar a uma monarquia de turbante.
Por outro lado, entre os clérigos nas instâncias de liderança do regime, Mojtaba Khamenei era, de longe, o que mais acesso e influência desfrutava junto às forças armadas, inclusive a toda poderosa Guarda Revolucionária Iraniana. Não à toa, as lideranças militares defendiam com unhas e dentes sua candidatura.
Discreto, Mojtaba Khamenei nunca ocupou qualquer cargo no governo. Apesar disso, exercia significativa influência dentro dele. De acordo com a BBC, Mojtaba era uma espécie de eminência parda, “o poder por trás das vestes”.

Inaceitável

Quem não gostou nada da escolha foi Donald Trump. No próprio domingo, Trump falou à Fox News que não estava feliz com o anúncio do novo líder supremo. Segundo Trump, “o filho de Khamenei é inaceitável para mim. Queríamos alguém que trouxesse harmonia e paz para o Irã”. Pelo visto, a expectativa de Trump é que a escalada das hostilidades continue.

Elevando os custos do conflito

Para quem pensava que a falta de experiência do novo líder supremo do Irã levaria a um arrefecimento do conflito, é melhor tirar o cavalo da chuva. Ao acompanharmos os mais recentes acontecimentos no Oriente Médio, vemos que a guerra vem escalando e que o Irã vem procurando ampliar o conflito na região. A liderança no Irã sabe perfeitamente que não tem condições de vencer o inimigo numa guerra assimétrica como essa.
Tudo leva a crer que a estratégia é elevar os custos da incursão norte-americana. Custos políticos e econômicos. Por essa razão, um dos objetivos dos militares iranianos tem sido atingir a infraestrutura de petróleo dos aliados dos Estados Unidos no Oriente Médio. A ameaça de fechamento do Estreito de Ormuz também faz parte desse jogo geopolítico. Afinal, por ali passa em torno de 20% do petróleo do mundo. Diante de tal conjuntura, a elevação no preço do barril do petróleo não representou surpresa para ninguém.
É precisamente no potencial disruptivo do conflito para a economia global que o Irã, sob o comando de Mojtaba Khamenei, está apostando. Aposta também nas possíveis repercussões do conflito com relação às eleições de meio de mandato deste ano nos Estados Unidos. É o que o Irã pode fazer com o limitado poder de fogo que tem comparado ao gigantesco poderio bélico dos Estados Unidos.

*Ricardo Rodrigues é jornalista e cientista político.



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Médico pernambucano que se inspirou em música de Accioly Neto, emociona Flávio José

10/03/2026

“Se avexe não”. Se Toda caminhada começa no primeiro passo, como diz a música “A Natureza das Coisas”, composição de Accioly Neto e imortalizada na voz de Flávio José”, a história do médico pernambucano de Jaboatão dos Guararapes, Luiz Henrique começou com lutas, estudos, desafios, força de vontade e música. Os versos políticos da canção, sucesso no nordeste, inspirou dr Luiz a superar desafios e realizar o sonho.

A história


O médico pernambucano Luiz Henrique, cuja história foi destaque no Globo Repórter, emocionou o cantor e sanfoneiro Flávio José, ao revelar que durante os seus estudos, costumava ouvir a música “A Natureza das Coisas”.


O relato


Flávio José disse que estava assistindo o programa relatando quando o médico relatou que a música “A Natureza das Coisas”, passou a fazer parte de sua vida e foi importante em sua trajetória. A canção, se tornou um sucesso na voz do cantor parai...

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“Se avexe não”. Se Toda caminhada começa no primeiro passo, como diz a música “A Natureza das Coisas”, composição de Accioly Neto e imortalizada na voz de Flávio José”, a história do médico pernambucano de Jaboatão dos Guararapes, Luiz Henrique começou com lutas, estudos, desafios, força de vontade e música. Os versos políticos da canção, sucesso no nordeste, inspirou dr Luiz a superar desafios e realizar o sonho.

A história


O médico pernambucano Luiz Henrique, cuja história foi destaque no Globo Repórter, emocionou o cantor e sanfoneiro Flávio José, ao revelar que durante os seus estudos, costumava ouvir a música “A Natureza das Coisas”.


O relato


Flávio José disse que estava assistindo o programa relatando quando o médico relatou que a música “A Natureza das Coisas”, passou a fazer parte de sua vida e foi importante em sua trajetória. A canção, se tornou um sucesso na voz do cantor paraibano.

“Assistindo ao Globo Repórter, eu vi a história do Doutor Luiz contando tudo direitinho desde o início. E de repente, eu me emociono quando ele diz que a música que embalou todo esse sucesso foi 'A Natureza das Coisas'. Eu quero dividir essa alegria e mandar todos os créditos para o compositor, que não está mais aqui, mas sei que ele está nos braços de Deus e agradecendo por esse momento".


Créditos para o compositor

Conhecido como o “rei do xote” Flávio José não esqueceu de enaltecer os versos poéticos de Accioly Neto.


“Todos os créditos para o compositor dessa música, Accioly Neto. ”, homenageou o artista.

A caminhada


A caminhada do médico até alcançar a profissão não foi simples. A história é apresentada como um exemplo de como mudanças de cidade e de realidade podem representar oportunidades de transformação de vida.

Relembrou


Durante a gravação da chamada, Luiz Henrique relembrou momentos marcantes de sua trajetória e contou que, em vários momentos difíceis, lembrava de uma música cantada por sua avó. A canção serviu como inspiração e motivação ao longo do caminho.

Trecho da música

Na ocasião, ele entoou um trecho da música “Natureza das Coisas”, conhecida na voz do cantor Flávio José, destacando versos que falam sobre paciência e esperança diante das dificuldades.

“Se avexe não, amanhã pode acontecer tudo, inclusive nada. Se avexe não, a lagarta rasteja até o dia em que cria asas ", recordou.


Destacou

Em entrevista, o médico destacou que a assistência estudantil foi fundamental para que ele permanecesse estudando. Ele, que saiu de Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco, para estudar medicina na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), em João Pessoa.

Origem humilde

Na graduação, o jovem de origem humilde enfrentou outra dificuldade: a mãe dele precisou se mudar para Minas Gerais, e os dois ficaram cinco anos sem se ver.

Dr Luiz

Atualmente, Luiz Henrique já concluiu a graduação em medicina e trabalha como médico em João Pessoa. Ele destaca a importância de oportunidades de educação para transformar realidades.

“A educação sim transforma muito a vida das pessoas.E a gente tem o esforço, tem a vontade de conquistar o sonho, mas se isso sem oportunidade, a gente não consegue chegar em canto nenhum” destacou.


Severino Lopes

O Poder



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Indignação seletiva - Raquel Teixeira Lyra cala quando a vítima de importunação sexual não é sua aliada

10/03/2026

Sempre disposta a dizer frases bombásticas sobre sexismo e acusar adversários de discriminá-la por ser mulher, a governadora de Pernambuco, Raquel Teixeira Lyra, se cala quando a vítima não segue sua cartilha política. Às vésperas do dia internacional da mulher, na sexta-feira 06/03, a vereadora e secretária municipal do Recife, Andreza de Romero, foi vítima de importunação sexual no Beach Park, em Aquiraz, CE. A vereadora denunciou a agressão nas suas redes sociais e a notícia foi veiculada com destaque em vários dos principais portais e veículos de comunicação do país. Políticos, homens e mulheres de praticamente todos os partidos, além de personalidades públicas e representativas dos direitos das mulheres se manifestaram Brasil afora. A governadora, que tinha acabado de fazer uma manifestação sobre a proteção à mulher durante ato público em Brasília, manteve-se em silêncio. Revelando mais uma vez que seu discurso é seletivo. E a "indignação" que demonstra em episódios de agressão c...

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Sempre disposta a dizer frases bombásticas sobre sexismo e acusar adversários de discriminá-la por ser mulher, a governadora de Pernambuco, Raquel Teixeira Lyra, se cala quando a vítima não segue sua cartilha política. Às vésperas do dia internacional da mulher, na sexta-feira 06/03, a vereadora e secretária municipal do Recife, Andreza de Romero, foi vítima de importunação sexual no Beach Park, em Aquiraz, CE. A vereadora denunciou a agressão nas suas redes sociais e a notícia foi veiculada com destaque em vários dos principais portais e veículos de comunicação do país. Políticos, homens e mulheres de praticamente todos os partidos, além de personalidades públicas e representativas dos direitos das mulheres se manifestaram Brasil afora. A governadora, que tinha acabado de fazer uma manifestação sobre a proteção à mulher durante ato público em Brasília, manteve-se em silêncio. Revelando mais uma vez que seu discurso é seletivo. E a "indignação" que demonstra em episódios de agressão contra mulheres é seletiva: não se aplica a adversários políticos.
O marido da vereadora, o deputado estadual Romero Albuquerque, também gravou um vídeo cobrando uma atitude da governadora. Em vão. Raquel Teixeira Lyra continuou fazendo ouvidos de mercador para a agressão, como se dizia antigamente.



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O caso

A vereadora e secretária da Defesa dos Animais do Recife, Andreza Romero, foi vítima de importunação sexual na tarde da última sexta-feira, 06/03, dentro do Beach Park, em Aquiraz (CE), onde passou o feriado e fim de semana, acompanhando a família.

O crime ocorreu por volta das 15h na área infantil do parque aquático, especificamente na fila de acesso à atração “Aqua Show”, brinquedo frequentado majoritariamente por crianças e famílias. A parlamentar estava acompanhada de sua filha Maria, de apenas 3 anos, quando um monitor do parque passou a mão de uma nádega a outra da vereadora, a apalpando, ao subir a escadaria para assumir seu posto de trabalho.

A escada onde o abuso ocorreu possui largura suficiente para que qualquer pessoa transite sem contato físico com quem está ao lado, segundo o relato de Andreza postado em suas redes sociais.

Imediatamente após o ocorrido, ainda em estado de choque, a vereadora enviou mensagens e áudios de WhatsApp a uma amiga relatando o incidente. Em seu relato, Andreza ainda disse que, mesmo após sair do brinquedo, o funcionário a observava da parte superior da atração.

O crime aconteceu a apenas dois dias do Dia Internacional da Mulher, data que deveria celebrar conquistas e denunciar as violências que ainda atingem mulheres de todas as classes, profissões e idades. O episódio reforça que nenhum espaço, nem mesmo um parque aquático de lazer familiar, está livre da violência de gênero.

A vereadora registrou Boletim de Ocorrência junto à autoridade policial competente, com pedido de instauração de inquérito policial e solicitação formal ao Beach Park para preservação imediata das imagens de segurança da atração, entre 14h e 17h.

No Recife, Andreza é autora do Protocolo Violeta, uma política pública de combate à violência de gênero e importunação sexual em bares, restaurantes, hotéis, casas noturnas, arenas esportivas e eventos, e outros estabelecimentos. Em sua fala, ainda visivelmente chocada, ela registrou que foi eleita com o compromisso de defender e dar voz às mulheres vítimas de violência sexual e não poderia se omitir quando a vítima é ela própria.



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Romero indignado

O deputado Romero Albuquerque divulgou um vídeo afirmando: "Minha esposa Andreza foi vítima de importunação sexual. Vocês já viram o relato dela. Eu não vou repetir, eu quero falar de uma outra coisa. A governadora Raquel Lyra não se manifestou. E antes que alguém diga, talvez ela não soube, o caso foi capa de todos os portais do Brasil. Lideranças de todos os lados se pronunciaram.
Até do partido dela. Até gente que nunca viu Andreza na vida. A governadora viu, só que escolheu o silêncio. E, para ela, está tudo bem", denunciou Romero.

E prosseguiu: "Agora, eu preciso que vocês prestem atenção no que eu vou dizer, porque se vocês entenderem isso, vocês nunca mais vão olhar para esse governo do mesmo jeito. Três dias antes da minha esposa ser violentada, a governadora estava em Brasília recebendo o prêmio Mulheres Exponenciais.
Subiu no palco e disse, eu anotei aqui. 'Não podemos ter medo de sair nas ruas por questão de gênero'. Pernambuco teve 88 feminicídios em 2025, o maior número em oito anos. Primeiro lugar do Brasil em mortes de violência, em mortes de mulheres por violência.
Sete mulheres estupradas por dia. É o primeiro lugar do Brasil, sete por dia. No estado que a governadora ganhou o prêmio da Mulher Exponencial. Dois dias antes, no Palácio, ela anunciou 4 milhões e 600 mil reais. É de taxa para a proteção das mulheres. E aí eu fiz uma conta que eu não queria ter feito. Divide 4 milhões e 600 por 88 feminicídios.
Sabe qual é a conta que dá? R$ 52 mil reais por mulher assassinada. 52 mil reais. Esse é o valor que o governo de Pernambuco investe por cada mulher que morre.
E a governadora chama isso de política pública".

Romero disse ainda que na véspera do Dia Internacional da Mulher, uma mulher do estado da propria governadora, vereadora, secretária, mãe, com a filha de três anos, que estava do lado segurando sua mão, é vítima de violência sexual. O país inteiro fala e a governadora se cala. "Isso não é esquecimento. É o mesmo silêncio de quando as chuvas devastaram o sertão, que deixaram 900 famílias sem teto. É o mesmo silêncio de sempre.
A governadora, aparece quando tem holofote e se cala quando tem dor", assinalou.

O deputado disse ainda que se as pessoas de Pernambuco soubessem o que esses números significam de verdade, sete mulheres estupradas por dia, 88 mortas no ano, números mais altos do País, ninguém se contentaria com um prêmio em Brasília e um silêncio no dia seguinte. E concluiu: "Para quem afinal Raquel LYra está governando?".

E agora

Com a palavra a governadora Raquel Teixeira Lyra.



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IA vai ajudar profissionais de saúde a identificar vítimas de violência doméstica no Recife

10/03/2026

Uma ferramenta que usa inteligência artificial vai ajudar profissionais de saúde a identificar possíveis vítimas de violência doméstica no Recife.

Tecnologia


Chamada "ClarIA", a tecnologia já está sendo utilizada na atenção básica e, de acordo com Luciana Albuquerque, secretária de saúde do município, até julho toda a rede estará apta para usar o sistema.


Emite alerta

Segundo a secretária, a ferramenta emite um alerta no prontuário eletrônico da paciente para médicos, enfermeiros, dentistas e profissionais das equipes multidisciplinares (E-Multi) da rede municipal quando há suspeita de que a mulher esteja sendo vítima de violência.

Notificar

A partir do alerta, o profissional deve notificar o caso e encaminhar a mulher para a rede de proteção, para que ela receba o suporte necessário. Segundo Luciana Albuquerque, a decisão sobre denunciar ou não a situação c...

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Uma ferramenta que usa inteligência artificial vai ajudar profissionais de saúde a identificar possíveis vítimas de violência doméstica no Recife.

Tecnologia


Chamada "ClarIA", a tecnologia já está sendo utilizada na atenção básica e, de acordo com Luciana Albuquerque, secretária de saúde do município, até julho toda a rede estará apta para usar o sistema.


Emite alerta

Segundo a secretária, a ferramenta emite um alerta no prontuário eletrônico da paciente para médicos, enfermeiros, dentistas e profissionais das equipes multidisciplinares (E-Multi) da rede municipal quando há suspeita de que a mulher esteja sendo vítima de violência.

Notificar

A partir do alerta, o profissional deve notificar o caso e encaminhar a mulher para a rede de proteção, para que ela receba o suporte necessário. Segundo Luciana Albuquerque, a decisão sobre denunciar ou não a situação continua sendo da vítima.

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