FALE, Fale e Fale — Mesmo Quando Mandarem Calar - Por, Emanuel Silva*
06/04/2026
Com base nesses fragmentos, o Ministério Público do Estado de São Paulo propôs ação civil pública com pedido de R$ 4 milhões por danos morais coletivos contra Monark. Ocorre que, quando se faz aquilo que deveria ser o mínimo — assistir, ler, compreender — o quadro muda. O próprio interlocutor repudiou expressamente o nazismo e discutia, ainda que de forma imprecisa, os limites da atuação estatal sobre o discurso.
Ou seja: não era sobre o que foi dito. Era sobre como se quis interpretar.
A controvérsia, portanto, nunca foi fática. Foi interpretativa....
Com base nesses fragmentos, o Ministério Público do Estado de São Paulo propôs ação civil pública com pedido de R$ 4 milhões por danos morais coletivos contra Monark. Ocorre que, quando se faz aquilo que deveria ser o mínimo — assistir, ler, compreender — o quadro muda. O próprio interlocutor repudiou expressamente o nazismo e discutia, ainda que de forma imprecisa, os limites da atuação estatal sobre o discurso.
Ou seja: não era sobre o que foi dito. Era sobre como se quis interpretar.

A controvérsia, portanto, nunca foi fática. Foi interpretativa. E se deu em um ambiente já conhecido:
investigações que se prolongam, decisões que se expandem, contornos que se movem — um cenário que muitos, com alguma propriedade, chamam de kafkiano. Nesse contexto, vieram bloqueios, perda de plataformas, desgaste reputacional severo e, ao final, o previsível: o comunicador deixou o país. Não por decisão formal, claro — hoje não se faz mais assim —, mas por inviabilização prática. Um exílio moderno. Sem papel timbrado, mas com efeito idêntico. O Brasil conhece bem esse roteiro. Só atualizou o figurino.

FALE 1 — A defesa: quando o direito é levado a sério (mesmo que doa)
Quando o caso ficou tóxico, muitos fizeram o que se espera: nada. Ou quase nada. Um silêncio estratégico, elegante, institucional… e profundamente seletivo.
Mas houve quem entrasse.
Dois movimentos assumiram a causa quando ela já não rendia aplauso: a Free Speech Union Brasil, fundada em 1º de dezembro de 2025 e estruturada em março de 2026 como parte de uma rede internacional dedicada à liberdade de expressão, e a FALE – Frente de Advogados pela Liberdade de Expressão, formada por advogados brasileiros que decidiram — veja só — aplicar o direito.
A defesa foi conduzida por:
Hugo Freitas Reis — OAB/MG 198.279
Hugo Leonardo Chaves Huf Soares — OAB/BA 42.719
Humberto Filipe Pinheiro Pedrosa — OAB/AM 13.037
Rodrigo Pellegrino de Azevedo — OAB/PE 12.049
E aqui um detalhe que não é pequeno: dois desses advogados são do Nordeste — um da Bahia e outro de Pernambuco. Em um tema nacional, sensível e espinhoso, a resposta técnica veio também de onde muitos não costumam olhar primeiro, mas deveriam.
Mais do que nomes, foi postura. Defender o direito de expressão mesmo quando o cliente é impopular. Enquanto há quem trate prerrogativas como instrumento de afinidade — aplicando rigor aos adversários e compreensão aos aliados —, esse grupo fez algo quase subversivo: aplicou o princípio.
Sem “veja bem”. Sem filtro. Sem conveniência.
E isso, no Brasil de hoje, convenhamos, não é trivial. É raro. E, em certa medida, é arriscado.
FALE 2 — O erro central: quando o recorte substitui o raciocínio
A acusação partiu de trechos isolados. A defesa fez algo mais trabalhoso: reconstruiu o contexto.
A peça de contestação demonstra vícios processuais relevantes — nulidade de citação, afronta ao devido processo legal —, mas o ponto mais forte é outro: interpretação.
Aplicando o critério do “sentido objetivo da manifestação”, consolidado na jurisprudência constitucional alemã, a defesa evidencia algo básico: não se julga fala por fragmento. O sentido não está no recorte — está no conjunto, na sequência, na lógica e na forma como um observador razoável compreende aquilo.
Quando esse método é aplicado, a conclusão é simples (e incômoda para quem já tinha decidido antes): não houve promoção de ideologia. Houve debate. Mal feito? Talvez. Mas ainda assim, debate.
A acusação, ao ignorar isso, errou. Tecnicamente.
Mas o recorte tem uma vantagem irresistível: ele simplifica. E, quando simplifica, muitas vezes condena antes mesmo de pensar.
FALE 3 — A história (que não repete, mas rima… e insiste)
Nada disso é exatamente novo.
O Brasil já viveu momentos em que falar era, no mínimo, inconveniente. E nesses momentos sempre houve dois tipos de postura: os que se afastam e os que entram.
Sobral Pinto entrou. Católico, defendeu comunistas. Não por concordar, mas por entender que o direito não é seletivo. Não escolhia causas pela simpatia — escolhia pelo princípio. Simples assim. E difícil por isso mesmo.
Hoje, não há suspensão formal de direitos. Mas há algo mais sutil: mecanismos que isolam, pressionam, desgastam até afastar. A forma é moderna. O efeito, nem tanto.
E, no meio disso tudo, consolidou-se uma expressão curiosa — quase um princípio paralelo: o “veja bem”. A liberdade é garantida — veja bem. A censura é proibida — veja bem. O direito existe — veja bem… desde que.
O problema é que o “veja bem” não está na Constituição. É uma espécie de cláusula informal de exceção.
E exceções, quando repetidas, deixam de ser exceção. Viram regra.
FALE 4 — O desfecho (formal) e a pergunta (real)
Depois de quase dois anos, o próprio Ministério Público reconheceu a improcedência da tese acusatória.
Do ponto de vista jurídico, houve correção. Do ponto de vista real, o dano já estava feito. O afastamento já havia ocorrido. O precedente ficou.
E fica também a pergunta — talvez a única que importa: a liberdade de expressão será um direito de todos ou um privilégio condicionado ao conteúdo?
Porque, no momento em que entra o “veja bem”, o critério deixa de ser jurídico.
Passa a ser quem pode falar — e quem deve ser silenciado.
E isso, a história já mostrou — com ditadura, sem ditadura, com decreto ou sem — nunca termina bem.
Ao final, um registro necessário: parabéns aos advogados da FALE Hugo Freitas Reis, Hugo Leonardo Chaves Huf Soares, Humberto Filipe Pinheiro Pedrosa e Rodrigo Pellegrino de Azevedo, por quem nutro especial admiração. Enquanto muitos ficaram no confortável “veja bem”, vocês foram fazer bem — o direito. Falem e ajude os outros a Falerem
*Emanuel Silva, é Professor e Cronista
NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.

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No total, Veneziano foi reeleito com 963.515 votos, se tornando o quarto senador a ser reeleito na Paraíba.
Veneziano Vital do Rêgo Segundo Neto nasceu em 17 de julho de 1970, em Campina Grande (PB). É filho da ex-deputada federal Nilda Gondim e do ex-deputado federal Antônio Vital do Rêgo (já falecido), sendo irmão do ex-senador e atual ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Vital do Rêgo Filho.
Fez história
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Votação consagradora. Campina Grande foi deu uma votação esmagadora ao Senador reeleito Veneziano Vital do Rêgo. Somente na Rainha da Borborema, Veneziano obteve 116.826 votos.
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No total, Veneziano foi reeleito com 963.515 votos, se tornando o quarto senador a ser reeleito na Paraíba.
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Raquel Lyra é reeleita governadora de Pernambuco
04/10/2026
A Governadora
Raquel Teixeira Lyra Lucena é a governadora reeleita de Pernambuco. Nasceu em 1978, em Recife/PE. Filha do ex-governador de Pernambuco e ex-prefeito de Caruaru, João Lyra Neto. É viúva e tem dois filhos. Graduada em Direito pela UFPE, com pós-graduação em Direito Econômico e de Empresas pela FGV. Atuou como delegada da Polícia Federal entre 2002 e 2005. Em 2005, foi aprovada em concurso para procuradora do Estado de Pernambuco, PGE-PE. Entre 2007 e 2010, chefiou a Procuradoria de Apoio Jurídico e Legislativo no governo de Eduardo Campos. Foi secretária estadual da Criança e da Juventude em 2011. Deputada Estadual de 2011 a 2016. Prefeita de Caruaru de 2017 a 2022, elege-se prefeita de Caruaru em 2016 e conquista a reeleição em 2020, renunciando ao cargo em a...
Com 82,37% dos votos apurados, às 20h15, Raquel Lyra, PSD, é a governadora reeleita de Pernambuco com 2.277.426 votos, o que corresponde a 53,07% dos votos válidos.

A Governadora
Raquel Teixeira Lyra Lucena é a governadora reeleita de Pernambuco. Nasceu em 1978, em Recife/PE. Filha do ex-governador de Pernambuco e ex-prefeito de Caruaru, João Lyra Neto. É viúva e tem dois filhos. Graduada em Direito pela UFPE, com pós-graduação em Direito Econômico e de Empresas pela FGV. Atuou como delegada da Polícia Federal entre 2002 e 2005. Em 2005, foi aprovada em concurso para procuradora do Estado de Pernambuco, PGE-PE. Entre 2007 e 2010, chefiou a Procuradoria de Apoio Jurídico e Legislativo no governo de Eduardo Campos. Foi secretária estadual da Criança e da Juventude em 2011. Deputada Estadual de 2011 a 2016. Prefeita de Caruaru de 2017 a 2022, elege-se prefeita de Caruaru em 2016 e conquista a reeleição em 2020, renunciando ao cargo em abril de 2022 para disputar o governo estadual. Concorreu ao Palácio do Campo das Princesas em 2022 e vence no segundo turno, formando a primeira chapa 100% feminina eleita no comando de um estado, ao lado da vice-governadora Priscila Krause. Filiada historicamente ao PSDB, ingressou no PSD.

Vice-governadora
A vice-governadora reeleita do estado, é Priscila Krause, PSD.
Disputa presidencial entre Flavio Bolsonaro e Lula deve ir para o segundo turno
04/10/2026
A disputa
No começo da votação, Flavio chegou a bater mais de 51% dos votos, mas a diferença, conforme a apuração no Nordeste avançou, fez com que Lula diminuísse a diferença.
Com 64.81% dos votos apurados, Flávio Bolsonaro tem 37.566.895 votos. Lula tem 32.007.853 votos.
O Poder
A eleição presidencial do Brasil deverá ir para o segundo turno. Com pouco mais de 64% de urnas apuradas, Flavio Bolsonaro lidera com 49,58% dos votos contra 42,25% de Lula.
A disputa
No começo da votação, Flavio chegou a bater mais de 51% dos votos, mas a diferença, conforme a apuração no Nordeste avançou, fez com que Lula diminuísse a diferença.
Com 64.81% dos votos apurados, Flávio Bolsonaro tem 37.566.895 votos. Lula tem 32.007.853 votos.
O Poder
Lucas Ribeiro é reeleito governador da Paraíba
04/10/2026
Liderou
Lucas liderou toda a votação, chegando a ultrapassar mais de 200 mil votos a frente de Efraim Filho (PL) e Cícero Lucena (MDB).
A primeira parcial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para governador da Paraíba traz Lucas Ribeiro (PP) liderando a disputa com 64%, Efraim Filho (PL) com 24% e Cícero Lucena (MDB) com 10%. Até agora 49% das urnas foram apuradas.
Vice governador
Lucas Ribeiro (PP), que foi vice-governador do estado no segundo mandato de João Azevêdo (PSB).
Natural
Natural da própria c...
Lucas Ribeiro (PP), foi reeleito Lucas Ribeiro (PP), foi reeleito governador da Paraíba e vai governar o Estado pelos próximos quatro anos. Às 18h56, com 84,53% das seções apuradas, o candidato tinha 64,41% dos votos válidos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A vice-governadora eleita é Lígia Feliciano (União Brasil). Ele obteve mais de 1.380.568 votos.
Liderou
Lucas liderou toda a votação, chegando a ultrapassar mais de 200 mil votos a frente de Efraim Filho (PL) e Cícero Lucena (MDB).
A primeira parcial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para governador da Paraíba traz Lucas Ribeiro (PP) liderando a disputa com 64%, Efraim Filho (PL) com 24% e Cícero Lucena (MDB) com 10%. Até agora 49% das urnas foram apuradas.
Vice governador
Lucas Ribeiro (PP), que foi vice-governador do estado no segundo mandato de João Azevêdo (PSB).
Natural
Natural da própria cidade de Campina Grande e parte de uma família tradicional na política paraibana, Lucas Ribeiro iniciou a trajetória na vida pública como vereador de Campina Grande durante os anos de 2017 e 2020, mas deixou a função para assumir um cargo na prefeitura da cidade como Secretário Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação.
Depois disso, entre 2020 e 2022, ele assumiu a chapa para ser o vice-prefeito de Campina Grande, com Bruno Cunha Lima.
A família
Lucas Ribeiro é filho de Daniella Ribeiro, atual senadora pela Paraíba, e sobrinho de Aguinaldo Ribeiro, deputado federal na Câmara dos Deputados.
O governador é bacharel em Direito pela Unifacisa, em Campina Grande, em 2013, e Mestre em Desenvolvimento Regional, em 2020, pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB).
Severino Lopes
O Poder
Veneziano faz história e se torna o terceiro senador a se reeleger na Paraíba
04/10/2026
Na história da Paraíba, apenas três Senadores conseguiram ser reeleitos: Rui Carneiro, Argemiro de Figueiredo e Humberto Lucena.
No caso de Rui ele foi eleito para o Senado em 1950. E depois conseguiu a reeleição em 1958, 1966 e 1974. Já Argemiro de Figueiredo foi eleito em 1954 e depois reeleito em 1962.
Os dois, registre-se, em momentos históricos bem diferentes do que temos hoje. Não havia o nível de informação e conscientização do eleitorado em torno do debate político; e parte dos mandatos de Rui aconteceu sob o Regime Militar, instaurado no país em 1964.
No caso de Humberto Lucena ele foi eleito pela primeira vez para o Senado em 1978. Em 1986, após...
O senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB), fez história na tarde de hoje, domingo (04/10), e se tornou o terceiro Senador da Paraíba da história a conquistar à reeleição. Com mais de 94% dos votos apurados, Veneziano conquistou 870 mil votos e está matematicamente eleito.
Na história da Paraíba, apenas três Senadores conseguiram ser reeleitos: Rui Carneiro, Argemiro de Figueiredo e Humberto Lucena.
No caso de Rui ele foi eleito para o Senado em 1950. E depois conseguiu a reeleição em 1958, 1966 e 1974. Já Argemiro de Figueiredo foi eleito em 1954 e depois reeleito em 1962.
Os dois, registre-se, em momentos históricos bem diferentes do que temos hoje. Não havia o nível de informação e conscientização do eleitorado em torno do debate político; e parte dos mandatos de Rui aconteceu sob o Regime Militar, instaurado no país em 1964.
No caso de Humberto Lucena ele foi eleito pela primeira vez para o Senado em 1978. Em 1986, após o fim do período militar, voltou a conquistar uma das vagas. E já em 1994 foi mais uma vez reeleito. No Senado permaneceu até o seu falecimento, em 1998.
Veneziano
Veneziano Vital do Rêgo Segundo Neto nasceu em 17 de julho de 1970, em Campina Grande (PB). É filho da ex-deputada federal Nilda Gondim e do ex-deputado federal Antônio Vital do Rêgo (já falecido), sendo irmão do ex-senador e atual ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Vital do Rêgo Filho.
Ele é advogado de formação. Em 1996 e 2000 foi eleito vereador em Campina Grande (PB), e em seguida prefeito, em 2004 e 2008. Em 2014, tornou-se deputado federal. Na Câmara, foi membro titular das comissões de Constituição e Justiça, de Turismo e de Ciência e Tecnologia. Em 2018 foi eleito Senador da República com 844,7 mil votos (24,63%).

João Azevedo eleito
O ex-governador João Azevedo (PSB), foi eleito Senador com 32,72%, com 1.203.064 votos.
João é natural de João Pessoa e é engenheiro civil formado pela Universidade Federal da Paraíba. Tem 73 anos e entrou mais tardiamente na vida política. Foi governador e secretário de Infraestrutura, Recursos Hídricos, Meio Ambiente e Ciência e Tecnologia da Paraíba entre 2011 e 2018.
Naquele ano, foi eleito governador em primeiro turno em sua primeira disputa eleitoral e desta vez conquista a vitória de forma bem mais apertada.
Em 2022 ele foi eleito governador da Paraíba com 1.221.904 votos, que correspondeu a 52,51% da votação.
Severino Lopes
O Poder
Eleições 2026: Com 53,79% dos votos apurados, Raquel Lyra segue como governadora reeleita de Pernambuco com 53,09%, projeção do Datafolha
04/10/2026
João Campos, PSB, aparece em segundo lugar com 1.205.785 votos, o equivalente a 44,58% dos votos válidos.
Com 53,79% dos votos apurados, Raquel Lyra segue como governadora reeleita de Pernambuco com 1.436.045 votos, o que corresponde a 53,09% dos votos válidos.

João Campos, PSB, aparece em segundo lugar com 1.205.785 votos, o equivalente a 44,58% dos votos válidos.
Com 31,2% dos votos apurados, o senador Flávio Bolsonaro segue na liderança na corrida pela Presidência da República com 50,74%
04/10/2026
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), aparece em segundo lugar com 15.117.899 votos, o equivalente a 41.14% dos votos válidos.
Com 31,2% dos votos apurados, o senador Flávio Bolsonaro segue na liderança na corrida pela Presidência da República com 18.644.760 votos, o que corresponde a 50,74% dos votos válidos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), aparece em segundo lugar com 15.117.899 votos, o equivalente a 41.14% dos votos válidos.
Governo da Paraíba: Lucas Ribeiro tem 64%, Efraim Filho 24% e Cícero Lucena 10%
04/10/2026
A primeira parcial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para governador da Paraíba traz Lucas Ribeiro (PP) liderando a disputa com 64%, Efraim Filho (PL) com 24% e Cícero Lucena (MDB) com 10%. Até agora 49% das urnas foram apuradas.
Com 12,45% dos votos apurados, Flávio Bolsonaro segue na liderança na corrida pela Presidência da República
04/10/2026
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), aparece em segundo lugar com 40,67% dos votos válidos.
O Poder
Com 12,45% dos votos apurados, o senador Flávio Bolsonaro segue na liderança na corrida pela Presidência da República 6.473.688 votos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), aparece em segundo lugar com 40,67% dos votos válidos.
O Poder